Nuvens de tempestades se instalarão nos céus de Brasília do novo governo

Redação


 

foto pedro

 

Dia 12 de maio foi mais uma data histórica para o País. A petista Dilma Rousseff foi literalmente expulsa do Palácio do Planalto pelo Senado Federal para deixar a casa para seu vice, o peemedebista Michel Temer. A partir de agora, o Brasil precisa virar está página manchada de sua recente história democrática e procurar enxergar luz no futuro para consertar o país quebrado. É necessário, antes de tudo, ter responsabilidade política.

Temos, como herança, um rombo orçamentário previsto para este ano de R$ 110 bilhões. Nas contas públicas o buraco chegou a R$ 5,77 bilhões, segundo o Banco Central. Há um alto endividamento pelo alto custo da dívida pública com mais de 14% de juros ao ano, sobre uma dívida de R$ 3 trilhões. Quer dizer: os estados estão falidos e precisam renegociar a dívida.

Dados revelam ainda que só a Petrobras deve mais de R$ 500 bilhões e precisará ser capitalizada. Este conjunto de má gestão, que se caracteriza por irresponsabilidade governamental, colocou em risco toda uma nação, onde o povo está pagando com o desemprego, que beira a 12 milhões de pessoas (9,1% da população). E não pensem que, a partir de agora, tudo será bonanza, porque vem coisas ruins por aí como, por exemplo, aumento de impostos (pode ser a CPMF) e outras medidas para tirar o país do buraco.

Este é o legado que o governo petista deixa ao sucessor que terá que juntar os cacos e lançar um programa de emergência que de possibilidades para a economia crescer.

Mas há ainda um outro risco: a guerrilha. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a própria presidente, no comando ou não, têm dados sinais de que vão infernizar a vida do sucessor e, consequentemente, a vida dos brasileiros que saíram às ruas, empunhando a bandeira da moralidade.

O exército de Stedile, os radicais da CUT e a militância intolerante ameaçam jogar gasolina no fogo para desestabilizar o governo e manter acesa a chama petista da manipulação. Só esperamos que isso não se transforme numa espiral de violência no país, auxiliada por vizinhos bolivarianos.

Lamentavelmente, Lula vem instruindo seus seguidores a agirem com violência contra adversários, para que estes sintam receio de se oporem aos petistas. Lembro quando disse ao seu irmão “Vavá”, por exemplo, que os “coxinhas” que chegarem perto de sua casa vão levar porrada.

Se isso ganhar terreno, há um sério risco de minar a república e democracia com o verde oliva e os coturnos voltando às ruas e aos porões do terror. Não é isso que a pacata população quer. Não é isso o que os esperançosos jovens desejam.

O Brasil e os brasileiros querem que outros juízes, a exemplo de Sérgio Fernando Moro, arregacem as mangas e entrem na luta contra a corrupção e a impunidade para sobrar dinheiro para, efetivamente, serem investidos em saúde, educação, saneamento básico, segurança pública e geração de empregos.

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