O médico cubano, o farmacêutico e a benzedeira

Redação


Está causando náuseas nos farmacêuticos a declaração do ministro da Saúde, Ricardo Barros, feita nesta segunda-feira em Ponta Grossa, onde liberou R$ 3 milhões para a Santa Casa de Misericórdia: “É melhor um médico cubano do que um farmacêutico ou a benzedeira para atender a população”.

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