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Preso que engoliu chave no domingo poderá passar por cirurgia

O preso que engoliu uma chave de algema durante uma rebelião no domingo (11) em uma delegacia de Ponta Grossa, nos Campo..

Narley Resende - 14 de dezembro de 2016, 10:33

O preso que engoliu uma chave de algema durante uma rebelião no domingo (11) em uma delegacia de Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná, ainda não expeliu a chave. Exames de raio-x mostraram que o objeto não se moveu no organismo do preso.

De acordo com o Departamento Penitenciário do Paraná, se o quadro não evoluir, ele terá que passar por uma cirurgia. Transferido junto com outros rebelados, o detento está em isolamento em uma ala hospitalar da Penitenciária Estadual de Ponta Grossa.

No domingo, após um princípio de rebelião na delegacia, o preso que responde por roubo aproveitou a confusão para roubar o molho de chaves de algemas de um agente de cadeia. Quando a rebelião foi controlada, os policiais não encontraram todas as chaves.

Já no presídio, um exame de raio-x mostrou que o preso engoliu o objeto de metal. De acordo com a polícia, ele contou que engoliu chave na carceragem da delegacia e que aguardaria um momento oportuno para utilizar-la em uma tentativa de fuga. Ele deve permanecer internado na área hospitalar até expelir a chave com ajuda de medicamentos.

A delegacia onde os presos fizeram a rebelião tinha 34 presos em duas celas, que têm capacidade para apenas seis pessoas.  Depois da rebelião, dez foram transferidos e 24 permanecem no espaço feito para seis.

Nota do Depen:

"O preso que engoliu uma chave de algema durante um tumulto na delegacia de Ponta Grossa no último domingo (11) está sendo monitorado. Exames de raio-x são realizados para acompanhar a evolução do caso. Se o material não for expelido naturalmente pelo corpo nos próximos dias, uma cirurgia deve ser realizada para a retirada do objeto. Após o ocorrido, o preso que responde por roubo foi transferido para a Cadeia Pública Hildebrando de Souza (CHPS), também em Ponta Grossa, onde está isolado dos demais presos até que a situação seja resolvida."

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