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Produtores debatem plantio de florestas na região norte do Paraná

Redação com assessoriaLíderes do setor agropecuário, representantes de cooperativas, associação de produtores, nú..

Jordana Martinez - 09 de maio de 2017, 17:47

Redação com assessoria

Líderes do setor agropecuário, representantes de cooperativas, associação de produtores, núcleos de criadores, de empresas que consomem madeira, de universidade e do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), participaram da reunião técnica do Instituto de Florestas do Paraná. O evento ocorreu na sala de reuniões da sede da Sociedade Rural de Maringá, no Parque Internacional de Exposições Francisco Feio Ribeiro, na manhã desta terça-feira (9).

Segundo o diretor-presidente do Instituto de Florestas do Paraná, Benne Henrique Weigert Doetzer, o objetivo da reunião foi apresentar aos representantes do setor as expectativas para o desenvolvimento de florestas na região norte do Paraná. “Essa primeira conversa foi para planejarmos nossas ações com a classe. A plantação de florestas aqui na região tem grande potencial, devido à qualidade do solo e ao clima, e precisamos trabalhar mais esse desenvolvimento”, afirma Doetzer.

Outro tema debatido foi a implantação de integração de floresta com a pecuária e a lavoura. O agricultor, além de ter a produtividade de grãos e carne, também pode contar com a madeira como fonte de renda. “Isso já está sendo feito por alguns produtores da região e queremos expandir essa ideia”, destaca Cesar Miguel Candeo dos Santos, gerente regional da Emater.

Sebastião Lourusso Ferreira é produtor rural e tem plantação de florestas na região de Astorga e em Minas Gerais. Em ambas as propriedades ele conta que a produção de eucalipto é de baixa qualidade, por isso toda madeira que ele produz é transformada em carvão. Depois de participar da reunião e ouvir as propostas, Ferreira garante que vai prolongar esse contato com o Instituto de Florestas para melhorar sua produção. “Fiquei animado com a reunião e pretendo conhecer mais as propostas apresentadas para começar a colocar em prática na minha propriedade”, diz o produtor.