Puta que o Kémon

Redação


Salvo à abertura das Olimpíadas no Rio de Janeiro, diga-se com gala e louvor, o país continua na mesma situação, com 12 milhões de desempregados, calote no comércio, empresas falindo, pessoas falidas, presidente afastada por desrespeitar a Carta Magna, ex-presidente com um pé na cadeia, gente muito nervosa no Congresso Nacional, presidente interino acusado de receber dinheiro (grosso).

Tem mais: EI incendiando o mundo, os EUA decidindo quem mandará no mundo, venezuelanos passando necessidades e o comandante Fidel nas últimas e por aí afora.  Muito do que estou falando não é novidade. Mas, diante desse cenário nada confortável, aparece no país uns “bichinhos esquisitos” que virou coqueluche, não apenas da garotada, mas também de muitos marmanjos.

Não julgo, mesmo porque não tenho direito de julgar quem sai correndo atrás de bichinhos nas ruas, sujeito a acidentes e coisas do gênero, mas, o que dá a impressão é que qualquer fato novo, extremamente novo, faz com que os brasileiros, com a “corda no pescoço ou não”, deixam tudo ao Deus dará para brincar. Não sei se isso é bom ou não, mas nos faz pensar:  como o pão e circo ainda nos alimentam.

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