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Quatro sequestradores são presos em Curitiba

Uma ação conjunta da Polícia Militar e do Grupo Tigre (Tático Integrado Grupo de Repressão Especial), unidade especializ..

Andreza Rossini - 07 de fevereiro de 2017, 17:32

Uma ação conjunta da Polícia Militar e do Grupo Tigre (Tático Integrado Grupo de Repressão Especial), unidade especializada em anti-sequestro da Polícia Civil, prenderam quatro suspeitos de sequestrar um empresário em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC).

O comerciante foi levado por volta de 6 h de segunda-feira (6) e foi libertado, horas depois. Ele foi abordado enquanto passeava pela rua por um carro que era roubado. Imediatamente ele começou a correr, mas foi perseguido pelos criminosos que o levaram para a área rural do município. Os sequestradores pediram uma quantia em dinheiro, que não chegou a ser paga.

Dois dos sequestradores foram até a casa do comerciante para buscar o resgate e os outros dois ficaram com a vítima em um local improvisado como cativeiro. No momento em que os suspeitos passaram pela frente da casa da vítima, eles foram reconhecidos por vizinhos e imediatamente presos em flagrante por uma equipe da Polícia Militar.

Com a prisão da dupla, os outros dois sequestradores cogitaram matar a vítima, mas acabaram libertando o empresário. O comerciante falou que andou por um bom tempo por dentro do mato até que encontrou uma pequena estrada rural e, logo adiante, uma chácara – local que pediu ajuda.

Os suspeitos presos permaneceram em silêncio. Os outros dois sequestradores foram localizados no apartamento de um condomínio na Avenida Guatupê, em São José dos Pinhais e foram detidos dentro de casa.

Em depoimento ao delegado Quintas, um dos suspeitos confessou o crime. Ele alegou que a intenção não era sequestrar o empresário, mas que a vítima, ao ser abordada começou a gritar, o que obrigou os criminosos a coloca-lo dentro do carro e levar até o cativeiro.

Os quatro homens devem responder pelos crimes de extorsão mediante sequestro e, com o desenrolar das investigações, poderão também incidir no crime de associação criminosa, roubo e receptação dos veículos. As penas podem chegar a quase 30 anos de prisão.