Requião e Gleisi, a dupla contra a Lava Jato e mudanças no Pais

Redação


 

 

A maior oposição ao combate à corrupção e a tentativa de saída da crise econômica e política, está no Paraná, justamente na fortaleza da Operação Lava Jato, comandada pelo juiz federal, Sérgio Moro. Os senadores Roberto Requião e Gleisi Hoffmann, apaixonados confesso pelo ex-presidente Lula e pela presidente afastada Dilma Rousseff, são protagonistas de situações inusitadas e constrangedoras na defesa de seus ídolos, pouco se importando com seus eleitores e o povo paranaense que deram demonstrações nas ruas de descontentamento com o governo petista e com a corrupção no País.

 

Enquanto Gleisi se esperneia e chora no Senado na defesa da sua “presidenta”, Requião tenta, também, nos bastidores, reverter o impeachment que deverá ser votado em agosto no Senado, como se Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula fossem os mais puros, corretos e competentes políticos e gestores dos destinos da Nação.

 

Requião, conhecido como bolivariano e espalha rodas no Congresso Nacional acredita, na altura de seus 80 anos, que o Brasil deve, ainda, ser administrado pelo PT, do qual é aliado, sendo do PMDB do presidente em exercício Michel Temer.

 

No final de semana, Requião organizou um jantar para senadores em sua residência em Brasília, com a presença do ex-presidente Lula, aquele mesmo, quando presidente o salvou de uma intoxicação, quando comeu mamonas, numa das cenas mais ridículas e de constrangimento dos paranaenses, e poucos senadores compareceram ao convescote.

 

Requião e Gleisi, principalmente Gleisi, já que Requião está na boca do gol para se aposentar da política, vão depender – e muito – dos votos do que restou do PT no Paraná para uma Câmara ou outro cargo que os mantenham sobre o manto da imunidade parlamentar, porque, contra ambos, pesam denúncias que poderão colocar um fim em suas carreiras.

 

Pois bem. Requião aproveitou para oferecer a Lula um jantar, em sua residência, e convidou senadores que poderiam ser convencidos a votar contra a cassação definitiva do mandato da presidente afastada Dilma Rousseff. Mas só compareceram senadores que já defendem novas eleições ou não tem simpatia pela cassação da presidente afastada Dilma Rousseff. Requião vem fazendo jantares quase semanais com o grupo contrário ao impeachment — o grupo dos 22 que votaram contra a abertura do processo na Casa.

 

 

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