Shed divulga imagens e vai processar meninas envolvidas em briga

Andreza Rossini


A casa noturna do bairro Batel, em Curitiba, a Shed, disponibilizou as imagens das câmeras de segurança aos jornalistas, do momento da confusão que aconteceu na madrugada desta sexta-feira (29). Nas redes sociais, uma das vítimas relatou que ela e amiga foram espancadas por outra mulher, após sofrer assédio de homens que estavam acompanhados da agressora. Nas redes sociais elas afirmam que os seguranças da casa foram omissos e que foram encaminhadas ao hospital Cajuru, para fazer exame de corpo de delito.

A casa noturna não liberou as imagens para divulgação, nossa equipe assistiu ao vídeo no local. As imagens das câmeras de segurança serão disponibilizadas para as autoridades, para auxiliar nas investigações judiciais.

13874949_1177200398968859_1849322584_nApós assédio, mulheres são espancadas em balada de Curitiba

Em entrevista exclusiva ao Paraná Portal o segurança que estava presente no momento da briga, Junior Alves, afirmou que interviu na situação assim que começou a lesão corporal entre os envolvidos. Ele disse que não foi avisado pelas garotas sobre a possibilidade de briga, como uma das meninas alega nas redes sociais. “Quando começou a confusão eu estava lá, inclusive também fui agredido com garrafadas, para separar a briga dos rapazes”.

O Paraná Portal tentou entrar em contato com a mulher envolvida na briga para entrevista, mas não recebeu resposta até o momento de publicação desta reportagem.

No momento da confusão, em que uma  mulher agredia as duas amigas fisicamente, um grupo de rapazes amigos das meninas também brigaram. Seguranças femininas separaram a briga das mulheres e seguranças masculinos a dos rapazes.

De acordo com o sócio da casa, Gustavo Ferreira, as mulheres não quiseram registrar Boletim de Ocorrência com a Polícia Militar e não aceitaram o serviço de socorro oferecido pela Casa. Os homens fizeram o B.O.

A Shed informou que vai “notificar e acionar judicialmente aqueles que utilizaram das redes sociais para difamar a imagem casa e, principalmente, por deturparem de maneira tão contundente os fatos ocorridos, dando a impressão de que a casa foi conivente e omissa em um suposto “espancamento””.

O Paraná Portal procurou a Polícia Militar e a Polícia Civil que informaram não ter informações ou registro de Boletim de Ocorrência por parte das garotas.

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