Tarifa mais cara do mundo na rodovia da morte sem monitoramento do governo

Redação


 

Fatalidades em cima de fatalidades. Rodovia com pista dupla, a BR 277 já pode ser chamada de “rodovia da morte”. Frequento todas as semanas o trajeto entre Curitiba e Morretes e confesso medo da imprudência dos caminhões que descem e sobem a serra em velocidades superiores às da Lei do Trânsito sem respeito, também, às faixas contínuas. Também não sei qual a solução para evitar acidentes como o que aconteceu na tarde de domingo, onde um caminhão, sem freio e desgovernado, acabou causando um acidente com três ou quatro vítimas fatais.

Em uma rodovia, onde o preço da tarifa do pedágio é uma das mais caras do mundo (R$ 18,00), não entendemos por que não existe um controle, com radares (aliás, nenhum dos que estão instalados ao longo da rodovia estão funcionando), para coibir os abusos dos caminhoneiros. Toda semana presenciamos um caminhão tombado ou envolvido em acidente. A Polícia Rodoviária Federal também, deveria estar presente para uma blitz semanal e verificação nas condições de tráfego dos veículos.

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