Temer não será candidato à reeleição, dará apoio à Lava Jato e prega equilíbrio econômico, político e ético para o Brasil

Redação


 

 

O presidente em exercício, Michel Temer, descartou e negou, neste domingo, que será candidato à reeleição após o término de seu mandato, em 31 de dezembro de 2018. “Não serei candidato e afirmo aqui minha negativa, pois me considerarei satisfeito em honrar meus compromissos de tirar o Brasil da crise e promover benefícios ao povo”, disse em entrevista ao programa “Fantástico”, da Rede Globo. Sobre as pressões na Câmara dos Deputados para a renúncia ou expulsão do seu aliado, Eduardo Cunha, Temer afirmou que isso não altera em nada e que Le, particularmente, não vai interferir, porque um poder não deve interferir em outro poder, como manda a Constituição.

A questão de segurança nacional terá uma nova dinâmica em seu governo com o Ministério da Justiça trabalhando em conjunto com as secretarias estaduais de segurança pública. Temer reafirmou que a Operação Lava terá continuidade e explicou o caso em que vou envolvido na Lava Jato quando indicou um diretor da Petrobras e que teria sido beneficiado com R$ 5 milhões. “Sim, indiquei um diretor e, em relação a dinheiro, ele não entrou no meu bolso. Foi para a campanha do PMDB e prestado contas junto ao Tribunal Federal Eleitoral”.

Defendeu o ministro do Planejamento, Romero Jucá, que também foi citado na Lava Jato, afirmando que ele não é réu e que se por acaso ele vir a ser réu, poderá examinar sua permanência ou não no governo federal. O presidente em exercício garantiu que colocará quatro mulheres – uma já está Luciana Maristela, secretária do gabinete da Presidência da República – em cargos de destaquem, como na Cultura Educação e Igualdade Racial e Cidadania.

Temer também afirmou que dará prioridade às pessoas menos favorecidas, aquelas que tem dificuldades de vivência e sobrevivência. “Essas pessoas precisam de proteção”.  Respondeu a todas as perguntas e disse que o Brasil precisa de equilíbrio econômico, político e ético e pregou unificação e pacificação nacional, inclusive com a participação da presidente Dilma Rousseff. “É uma questão institucional”, defendeu.

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