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Trabalho do ministro Moro é aprovado por 54,5% da população

 Instituto Paraná Pesquisa acaba de divulgar levantamento sobre avaliação e percepção do ministro da Justiça..

Pedro Ribeiro - 28 de fevereiro de 2020, 14:47

PR - PALESTRA/SERGIO MORO - POLITICA -  O juiz federal Sérgio Moro, indicado como Ministro da Justiça do Presidente Jair Bolsonaro em palestra de abertura da Conferência Smart Energy e GreenBuilding Brasil, que reúne a 5ª Smart Energy CIEI &#038 EXPO e  a 9º Greenbuilding Brasil Conferência Internacional &#038 Expo e o Fórum de Eficiência Energética da Ashrae. A palestra tem o tema “O Brasil que queremos”, no auditório da FIEP (Federação das Indústrias do Estado do Paraná)  em Curitiba (PR), nesta segunda-feira (05).Foto: Geraldo Bubniak/AGB
PR - PALESTRA/SERGIO MORO - POLITICA - O juiz federal Sérgio Moro, indicado como Ministro da Justiça do Presidente Jair Bolsonaro em palestra de abertura da Conferência Smart Energy e GreenBuilding Brasil, que reúne a 5ª Smart Energy CIEI &#038 EXPO e a 9º Greenbuilding Brasil Conferência Internacional &#038 Expo e o Fórum de Eficiência Energética da Ashrae. A palestra tem o tema “O Brasil que queremos”, no auditório da FIEP (Federação das Indústrias do Estado do Paraná) em Curitiba (PR), nesta segunda-feira (05).Foto: Geraldo Bubniak/AGB

 

Instituto Paraná Pesquisa acaba de divulgar levantamento sobre avaliação e percepção do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro. Sobre seu trabalho como ministro, 54,5% aprovam suas ações sendo que para 25,9% sua atuação é ótima, 28,6%, boa, 21,7%, regular, 7.5% ruim e 10,7% péssima. 5,7% não souberam ou não responderam.

Em relação a uma tomada de posição, ou seja, se candidatar à Presidência da República, ser candidato a vice de Jair Bolsonaro ou indicado para o Supremo Tribunal Federal (STF), a maioria – 57,9% - respondeu que seria melhor ser indicado para a corte suprema. 15,9% acham que deveria ser candidato à presidente e 14,4% a vice de Bolsonaro.

Caso Sergio Moro deixe o governo Bolsonaro, 69,2% responderam que o governo perderia com sua saída, 17,7% ganharia e 13,1% não souberam ou não responderam. A pesquisa ouviu 2.117 pessoas em todo território nacional entre os dias 13 e 17 de fevereiro.