Sintonia Fina - Pedro Ribeiro
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Oriovisto Guimarães pode ser o vice de Simone Tebet

O senador paranaense, Oriovisto Guimarães (Podemos), está sendo sondado pelo MDB para assumir a vice na chapa da candidata à Presidência, senadora Simone Tebet.

Pedro Ribeiro - 12 de julho de 2022, 23:24

Foto/Divulgação
Foto/Divulgação

 

O senador paranaense, Oriovisto Guimarães (Podemos), que está no Congresso Nacional há apenas quatro anos, praticamente um estreante na política, pode se transformar em uma nova e importante peça da tão discutida e ainda hoje acanhada terceira via  que busca quebrar a polarização entre Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro na corrida presidencial.

Guimarães surge como uma opção ao MDB da pré-candidata à Presidência da República, Simone Tebet, numa composição com o Podemos, assumindo como candidato a vice-presidente na chapa da senadora. Foi o que comentou a jornalista Bela Megale, em sua coluna no jornal O Globo.

Segundo a colunista, “Simone Tebet já tem um plano B. Em uma conversa recente com o também senador Oriovisto Guimarães, Tebet falou abertamente sobre ele ocupar o posto, caso as conversas com os tucanos não avancem”.

Embora não tenhamos conseguido falar com o senador para ver se a notícia era verdadeira, tivemos informações de que o presidente do MDB, Baleia Rossi, tem mentido conversas neste sentido com a presidente do Podemos, Renata Abreu.

Ainda pelas informações de Bela Megale, Simone Tebet teria dito que “seria um prazer tê-lo (no caso Oriovisto Guimarães) como vice.

O senador paranaense tem se destacado na Câmara Alta, onde é vice-lider do Podemos, como uma voz de oposição às ações de governo do presidente Jair Bolsonaro como, por exemplo, a do Orçamento Secreto, onde afirmou tratar-se de um escárnio e pediu para que os senadores do partido votassem contra.

Guimarães é um dos poucos senadores que critica a política econômica de Bolsonaro e tem alertado que o Brasil vai quebrar com tais ações, entre elas, a manobra dos combustíveis, cuja conta será paga pelo povo com inflação alta.

Tem, também, levantado a voz em relação a falta de uma política de educação e de alimentos para as pessoas necessitadas. Hoje, perto de 33 milhões de brasileiros têm dificuldade para se alimentar no dia a dia.