Sintonia Fina - Pedro Ribeiro
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PP oficializa candidatos e reafirma apoio a Ratinho Junior e Guto Silva

Governador Ratinho Junior confirma presença na convençào do Progressistas, sábado, em Londrina, quando o partido oficializará seus candidatos.

Pedro Ribeiro - 20 de julho de 2022, 10:36

Foto/Divulgaçao
Foto/Divulgaçao

 

O Progressistas oficializa, no próximo sábado (23), às 9 horas, em Londrina, os candidatos para as eleições de outubro. O governador Ratinho Junior, do PSD, confirmou a presença.

A presidente do partido, Maria Victoria, afirma que o Progressistas construiu chapas fortes com lideranças preparadas para representar “muito bem a população paranaense.

O PP vai confirmar o apoio à reeleição do governador Ratinho Jr, a candidatura de Guto Silva ao Senado e as chapas com 31 candidatos e candidatas a deputado federal e 55 a deputado estadual.

“O PP hoje é uma das principais forças políticas do Paraná. Fizemos uma série de eventos de qualificação ao longo dos últimos anos e vamos apresentar candidatos qualificados para ajudar no desenvolvimento do Paraná e do Brasil”.

A convenção terá a presença dos seis deputados estaduais (Galo, Guto Silva, Luiz Carlos Martins, Maria Victoria, Soldado Adriano José e Tião Medeiros); dos seis deputados federais (Christiane Yared, Evandro Roman, Marco Brasil, Osmar Serraglio, Pedro Lupion e Ricardo Barros), da ex-governadora Cida Borghetti e dos 22 prefeitos, 33 vice-prefeitos e mais de 300 vereadores do PP de todas as regiões do Estado.

Londrina foi escolhida pela executiva do partido para sediar a convenção em reconhecimento a administração inovadora e eficiente do prefeito Marcelo Belinati. Com aprovação superior a 80 %, Marcelo é o prefeito mais bem avaliado entre as grandes cidades do país.

BARROS AVALIA SITUAÇAO DE SERGIO MORO

Nesta terça-feira, o deputado federal, Ricardo Barros (PP), esteve em visita a Assembleia Legislativa onde concedeu entrevista à imprensa, abordando o cenário da política estadual. Reafirmou apoio à reeleição de Ratinho Junior ao Palácio Iguaçu e do deputado Guto Silva ao Senado.

“O Progressistas faz convenção sábado em Londrina, dia 23. Depois convenção nacional, quarta-feira, 27, em Brasília, para definição dos apoios majoritários, lançamento da chapa de deputado estadual e federal e assim todos os partidos seguirão tomando decisões. Formaremos um quadro da disputada e aguardamos os registros das candidaturas para iniciar a campanha. É um processo normal e está até bastante pacifico aqui no Paraná. Está muito tranquilo a campanha. E nacionalmente com a polarização que já está estabelecida”, disse.

Barros disse que o partido pretende lançar o candidato Guto Silva ao Senado e aguarda a definição de outras candidaturas que se apresentam. “A candidatura anunciada do PL, do Paulo Martins, da deputada Aline pelo Pros, também temos do senador Álvaro Dias, tem o Sérgio Moro que é candidato, mas que está inelegível, não tem domicilio eleitoral e nem filiação. Vamos aguardar, porque isso vai ter discussão, vai ter registro, impugnação. O quadro do Senado eu acho que se resolve um pouco mais a frente. E a definição também dos candidatos ao Senado que disputarão pela esquerda: Talvez Gustavo Fruet pelo PDT, talvez Vanhoni pelo PT. Vamos aguardar”.

POSSIVEL IMPUGNAÇÀO DE SERGIO MORO

Sobre a possibilidade de impugnação da candidatura de Sergio Moro ao Senado, Barros disse:” O domicílio dele voltou para o Paraná, mas a filiação dele no União Brasil foi feita em São Paulo, lugar onde ele nunca esteve. Porque a sua ida para São Paulo foi impugnada. Então, a filiação dele ao União Brasil, em São Paulo, ela não é válida. Já está impugnada, inclusive essa filiação “dela”, por pessoas do próprio União Brasil, mas isso só se discutirá depois se ele for homologado em convenção e pedir registro de candidatura, aí haverá eventualmente questionamento sobre a legitimidade da sua condição de ser elegível. Me parece que perdeu a condição quando se filiou fora do domicílio em que pretende disputar, como diz a lei. 

Barros disse que o PP poderá questionar.  “Pode ser. Isso é uma decisão que o partido só tomará se ele fizer o seu pedido de registro de candidatura. Ele sendo uma pessoa do mundo jurídico e sabendo que não pode concorrer, talvez não queira forçar a situação”

Com assessoria