Sintonia Fina - Pedro Ribeiro
Compartilhar

Vigília Lula Livre vai ou fica?

 Esquecidos em função da greve dos caminhoneiros que lhe tirou os holofotes, os movimentos do Lula livre vol..

Pedro Ribeiro - 29 de maio de 2018, 15:22

Foto: Ricardo Stuckert
Foto: Ricardo Stuckert

 

Esquecidos em função da greve dos caminhoneiros que lhe tirou os holofotes, os movimentos do Lula livre voltam à cena. Não com tanto brilho, pois o juiz Jailton Juan Carlos Tontini, da 3ª Vara da Comarca de Curitiba, determinou o despejo do local da vigília e ainda impôs multa às entidades de apoio. Vão recorrer da decisão.

O mesmo pessoal, que participou do patético lançamento de Luiz Inácio Lula da Silva como candidato à Presidência da República, contra a presidente do Supremo Tribunal Federal, Carmem Lucia, de que condenado na segunda instância não pode participar como candidato, diz que não vai abrir mão do local da vigília.

“Desde o início da Vigília Lula Livre, na madrugada do dia 8 de abril, instalada nas imediações da Superintendência da Polícia Federal, por onde já passaram mais de 10 mil pessoas, é fato que sempre respeitamos os acordos feitos com a Secretaria Estadual de Segurança Pública e demais autoridades.

Porém, com a ação de interdito proibitório, o prefeito Rafael Greca assumiu um papel irresponsável, por tentar cercear o direito à livre manifestação e impor um interdito proibitório a todo custo. A vigília Lula Livre, ao contrário, conta com apoio e solidariedade da população paranaense.

Desde então, em nome do cumprimento dos acordos, mediados pelo Ministério Público do Paraná, retiramos o som, cumprimos os horários estabelecidos de silêncio, fazemos a limpeza das ruas todos os dias, mantemos o diálogo permanente com a vizinhança, entregamos flores e cartas no bom diálogo com a comunidade e mantemos relação respeitosa com a Polícia Militar. Nosso direito à defesa contra a prisão política do presidente Lula é legítimo e será mantido”