Litoral, praia

Corpo de militar desaparecido é encontrado em Matinhos

O corpo do militar Elizandro Ferreira foi encontrado neste sábado (10), em Matinhos, no litoral do Paraná. O cabo do Exército desapareceu na quarta-feira (7) após entrar no mar com um amigo, em frente ao Mercado do Peixe. O jovem, nascido em Curitiba, usava uma prancha de bodyboard quando foi puxado pela correnteza.

O corpo de Elizandro, que tinha 22 anos, foi encontrado por banhistas na praia.

O Exército vai apurar a morte. Para o tenente Xisto André Frezzato dos Santos, comandante do Corpo de Bombeiros de Matinhos, Eliandro acabou entrando em uma corrente de retorno muito forte. A correnteza acabou levando ele para o fundo do mar rapidamente, o que resultou na perda da prancha.

“Ele superestimou o nado dele. As correntes que ficam na superfície são diferentes das do fundo do mar, então não sabemos para onde o corpo foi, o que dificulta a busca. O amigo saiu nadando, mas desesperado”, declarou o tenente.

Três pessoas morrem afogadas em Matinhos neste sábado (20)

Três pessoas morreram afogadas em Matinhos, litoral do Paraná, neste sábado (20), de acordo com o Corpo de Bombeiros. Os casos aconteceram em locais onde não há postos de guarda-vidas.

Em Caiobá, uma adolescente de 17 anos foi retirada da água pela equipe dos bombeiros após se afogar. Ela chegou a ser encaminhada ao pronto socorro, mas acabou morrendo.

Os outros dois afogamentos foram no balneário Riviera. Um jovem de 23 anos e um homem de 40 anos se chegaram a ser socorridos e encaminhados a uma unidade de pronto atendimento, mas não resistiram. Surfistas chegaram a ajudar no resgate do homem.

Além das três mortes, outros sete casos de resgate e afogamento leve foram registrados em Matinhos.

O Corpo de Bombeiros orienta que os banhistas procurem sempre nadar em áreas supervisionadas por guarda-vidas.

 

Funcionário da Sanepar morre afogado ao cair em tanque de água

Um homem, de 50 anos, morreu afogado ao cair em um tanque de água com aproximadamente cinco metros de profundidade, em Cascavel, na região Oeste. O acidente aconteceu ontem à tarde (16) quando a vítima, que era funcionária da Sanepar, trabalhava no local. O homem era operador na Estação de Tratamento de Esgoto que fica na região.

Em nota, a Sanepar lamentou a morte e afirmou que está prestando apoio à família da vítima. Ele trabalhava na empresa desde 2006.

O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal e as causas do acidente ainda serão levantadas.

Aumentam em 150% as mortes por afogamento no litoral do PR

As mortes por afogamento no litoral do Paraná tiveram um aumento de 150% durante a Operação Verão. O comparativo foi feito em relação ao mesmo período da operação anterior. Ao todo, 15 pessoas perderam as vidas afogadas, conforme o Corpo de Bombeiros.

O Corpo de Bombeiros informou foram nove mortes em trechos de mar sem a presença de guarda-vidas; três em rios; duas em piscina; e uma em baía.

A Operação Verão 2018/2019 teve 24 dias a mais do que a edição anterior, quando foram registradas seis mortes por afogamento.

Um balanço geral da operação, que encerrou neste domingo (10), deve ser divulgado nos próximos dias.

15ª morte

A 15ª morte foi registrada no último sábado. Um jovem de 18 anos morreu por afogamento no balneário Junara, em Matinhos. Ele estava em uma faixa não protegida por guarda-vidas quando se afogou.

 

Bombeiros localizam corpo de jovem que se afogou no Litoral

O Corpo de Bombeiros localizou, no final da tarde de sábado (26), o corpo de um jovem de 19 anos que estava desaparecido no Balneário Eliane, em Guaratuba.

Os bombeiros faziam o patrulhamento na orla quando foram informados que o rapaz havia sumido. Foram realizadas buscas com mergulhadores e redes. A busca foi suspensa no começo da noite e retomada nesta manhã (27).

Por volta de 8h, um pescador avistou o corpo do rapaz a cerca de 3 quilômetros do local do afogamento. O Corpo de Bombeiros acionou o Instituto Médico Legal (IML).

Esta é a 13° morte por afogamento no Litoral nesta temporada e a 8° registrada no mar.

Os bombeiros recomendam que os banhistas procurem sempre locais seguros, com supervisão dos guarda-vidas, indicadas, na praia, pelas bandeiras vermelhas e amarelas.

Homem salva idoso de afogamento e descobre que ele foi seu primeiro patrão

Um idoso foi resgatado no Parque das Águas, em Pinhais, depois de ter perdido o equilíbrio e caído no lago. Isso aconteceu ontem (21), quando este homem de aproximadamente 80 anos andava pela ciclovia em um triciclo. O resgate foi feito por um rapaz que pescava com a família no parque e acompanhou toda a situação. A Guarda Municipal foi acionada, mas chegou ao local quando a situação estava resolvida.

O caso torna-se único por uma coincidência improvável. O homem que mergulhou no lago para salvar o idoso conhecia a vítima. O metalúrgico Wellington da Silva Santos só se deu conta disso depois que a polícia chegou.

“Fui perceber depois do ocorrido, depois que a polícia chegou, que ele estava fora da água”, conta. Só após o salvamento Wellington conseguiu ficar mais tranquilo e reconhecer a vítima. “Quando olhei, vi que ele era meu primeiro patrão, na primeira empresa que trabalhei”, explica. “Fui lá, falei que fui funcionário, ele reconheceu, reconheceu meu pai, que também já foi funcionário dele”.

Depois de conversar com o ex-patrão e com a família, Wellington ainda aproveitou o fôlego restante para recuperar o triciclo, que ainda estava no fundo do lago. “Era bem fundo e a cava estava bem cheia. Sempre costumo ficar nesse lugar. Estava um metro, mais ou menos, acima do nível normal. Eles arrumaram uma corda e aí, quando a polícia chegou e me autorizou, eu mergulhei para achar a bicicleta. Mergulhei umas três vezes para achar”, lembra.

O momento do resgate foi acompanhado e registrado por outros frequentadores do Parque das Águas. As imagens repercutiram entre os moradores da região e deram início a uma discussão sobre a segurança do local. A ciclovia passa pelo meio do lago sem nenhum tipo de proteção nas beiradas.

A orientação do Corpo de Bombeiros para ajudar uma vítima de afogamento é nunca entrar na água para tentar o resgate. Isso pode fazer com que o ajudante se afogue junto. A orientação é acionar imediatamente o resgate e procurar por objetos flutuantes para socorrer a vítima.

Um pedaço de corda ou um galho de árvores pode ajudar a puxar quem está se afogando para a margem. Objetos flutuantes – como boias, bolas, pedaços de madeira ou até uma garrafa pet vazia e fechada – podem ajudar a tranquilizar a vítima e dar mais tempo para o resgate.

Litoral registra sexta morte por afogamento nesta temporada

Mais uma pessoa morreu afogada no litoral do Paraná, elevando o número de mortes para seis, nesta temporada, segundo o Corpo de Bombeiros. Neste sábado (5), um homem de 25 anos se afogou em Coroados, Guaratuba.

Ele nadava com outras duas pessoas em uma região que não tinha proteção dos guarda-vidas, sinalizada por bandeira preta.

O chamado para resgate foi feito por volta de 16h30. O homem e mais duas pessoas foram socorridos pelos bombeiros, que usaram uma aeronave do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA).

O homem teve parada cardiorrespiratória. A equipe dos bombeiros realizou os procedimentos de reanimação, porém após duas horas, ele não resistiu. As outras duas pessoas sofreram afogamento leve, segundo os bombeiros.

Entre os seis afogamentos com morte que aconteceram nesta temporada, três foram em locais sem proteção de guarda-vidas e dois aconteceram em piscinas.

O Corpo de Bombeiros orienta a nadar sempre nas faixas protegidas pelos guarda-vidas, observar a sinalização de condição do mar, indicada por bandeiras em frente aos Postos e a evitar entrar na água com condições desfavoráveis (chuvas, mar agitado, entre outras).

Sinalização

O Corpo de Bombeiros utiliza seis bandeiras: vermelho sobre amarelo, preta, verde, amarela, vermelho e duplo vermelho. Cada uma delas possui um significado distinto, seguindo padrões internacionais.

Nas áreas mais seguras estão as bandeiras de cores vermelho sobre amarelo, que sinalizam a área protegida por guarda-vidas. É importante que o banhista fique entre as bandeiras dessas cores, área de alcance do atendimento dos guarda-vidas.

As bandeiras também trazem outras informações, como condições do mar, pontos de risco, interdição e condições climáticas.

As bandeiras verde, amarelo e vermelho ficam no Posto de Guarda-Vidas e são colocadas na areia para sinalizar as condições do tempo e do mar.

A bandeira verde significa que naquele ponto as condições para banho são boas e o risco de incidentes é mínimo; a bandeira amarela indica que o local possui fatores de risco ao banhista, como ondas mais fortes, correntes e outras condições que podem ocasionar acidentes (a maioria dos postos está com bandeiras amarelas desde o início desta temporada); a bandeira vermelha sinaliza o local onde não é adequado para banho, ou seja, possui alto risco de afogamentos.

Já a bandeira preta indica perigo; elas indicam regiões onde não há cobertura do Corpo de Bombeiros. São locais em que possíveis acidentes não terão atendimento ágil. É recomendável evitar estas áreas.

Completa a sinalização a bandeira duplo vermelha, usada em situações de extrema necessidade. Ela significa que a praia está interditada devido a fatores de segurança como chuva forte, ressaca, raios, entre outras situações.

O Corpo de Bombeiros possui ainda a placa de metal, fixada nos locais onde o risco de afogamento é grande.

Policial de folga salva banhista de afogamento no Litoral

Um soldado da Polícia Militar de folga salvou um banhista que se afogou, na tarde do último sábado (29), na Praia Brava de Matinhos.

De acordo com a PM, a vítima, de 25 anos, passa bem e foi liberada pouco depois do atendimento dos guarda-vidas.

O soldado Luiz Ricardo Boechat Santos, integrante do Regimento de Polícia Montada, estava na praia com a família, aproveitando seu momento de folga da Operação Verão, quando percebeu o incidente. Segundo ele, uma mulher gritou por socorro, pois o rapaz estaria se afogando. Ele então deixou o filho e a esposa na areia e entrou no mar para fazer o salvamento.

O soldado fez os primeiros procedimentos, acalmou o rapaz e logo depois recebeu o apoio dos guarda-vidas do Corpo de Bombeiros para chegada na areia.

A PM explica que os policiais têm experiência dentro da corporação que permite fazer esse pronto atendimento, por isso a orientação para os banhistas é que chamem os Bombeiros para fazer o salvamento em uma situação de emergência.

Corpo de Bombeiros confirma mais uma morte por afogamento no litoral

O Corpo de Bombeiros localizou, na tarde desta quinta-feira (27), o corpo do adolescente de 15 anos que estava desaparecido desde a tarde desta quarta-feira (26), depois de entrar no mar entre os balneários Guarapari e Ipanema, em Pontal do Paraná.

Ele estava na companhia de outro jovem, de 17 anos, quando os dois se afogaram. Os adolescentes mergulharam em uma área sem a proteção de guarda-vidas.

Os bombeiros foram acionados e iniciaram as buscas pelos dois jovens, inclusive com apoio de um helicóptero. Um grupo de 15 bombeiros atuaram no salvamento. O corpo do jovem de 17 anos foi encontrado ainda na tarde desta quarta-feira, no balneário Ipanema.

As buscas seguiram nesta quinta-feira para tentar achar o outro adolescente. O corpo do jovem de 15 anos foi localizado no início da tarde, segundo o Corpo de Bombeiros no litoral do Estado. As duas vítimas eram moradoras de Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba.

A corporação reitera que os banhistas devem frequentar áreas com a presença de guarda-vidas e ficar atentos às suas orientações, nadando entre as bandeiras de faixa protegida.

Passaúna registra quatro mortes por afogamento em um mês

Bastou o calor chegar para as pessoas procurarem as cavas e as represas para se refrescar. Foi o que fizeram Alan Ribeiro, de 19 anos, familiares e amigos. Eles vieram de Kombi, do bairro Capão Raso, em Curitiba, até um local conhecido como a prainha da represa do Passaúna, em Araucária, que fica na Rua Francisco Knopik. O motivo do passeio era alegre, comemorar o aniversário de uma vizinha.

De acordo com o eletricista Luan Monteiro Costa, amigo de Alan, por volta das 15h desta quarta-feira (12), o rapaz, que não sabia nadar direito, afundou e não voltou mais.

Enquanto se afogava Alan tentou agarrar o pé de uma amiga, mas não conseguiu emergir. Os bombeiros encontraram o rapaz em um poço de aproximadamente 5 metros. Aí começaram as tentativas de reanimação. Enquanto bombeiros e socorristas lutavam para salvar a vida do garoto, o pai dele aguardava, desesperado, na beira do lago.

Com a chegada do helicóptero do Batalhão de Operações Aéreas da Polícia Militar (BPmoa), a expectativa era der que Alan fosse levado ao Hospital, com vida. Mas, infelizmente, após ficar 40 minutos submerso e depois de meia hora de tentativas de reanimação, ele não resistiu e morreu, como explica o tenente do Corpo de Bombeiros Bruno Zirpoli. “Todo suporte foi dado, inclusive com apoio de aeronave. Mas, infelizmente, após a ressuscitação cardiopulmonar e terapia com drogas, não foi possível salvar esta vítima”, disse.

Alan Ribeiro recolhia materiais recicláveis com o pai e faria 20 anos no dia 31 de dezembro.

Quarta morte em um mês

De acordo com os bombeiros, essa foi a quarta morte por afogamento na região do Passaúna em um intervalo de um mês. “Local que não é guarnecido pelo guarda-vida é inapropriado para banho. A represa dá essa falsa sensação de segurança; hora está raso e, abruptamente, aumenta a profundidade”, explica.

“Foi o que aconteceu com esse rapaz. Ele estava onde dava pé e, de repente, deu um passo e caiu em um poço de uns 5 metros de profundidade”, conta. Segundo ele, é preciso estar atento, pois não se sabe o que há sob a água. Na represa, pode haver desde galhos a restos de obras submersos.

Na terça-feira (11), outro jovem, de 20 anos, morreu afogado próximo à comporta da barragem da Represa do Passaúna, também em Araucária. Em 2018, de acordo com os bombeiros, foram resgatadas em Curitiba, Araucária e Piraquara, 94 vítimas de afogamento em cavas e represas. Destas, 75 morreram.