Prova da OBMEP será disputada por quase 1 milhão de estudantes

A Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) realiza no próximo sábado (28) sua segunda etapa de provas deste ano, com a participação de 949.226 alunos de todo o país, sendo 898.263 de escolas públicas e 50.963 de escolas privadas, classificados na primeira fase. Os estudantes representam 50.663 unidades de ensino, das quais 45.036 são escolas públicas e 5.627, privadas.

A competição nacional é organizada pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) e se destina a estudantes do 6º ano do ensino fundamental até o 3º ano do ensino médio. A coordenadora de Logística, Provas e Premiação da OBMEP, Érika Sholl, disse nesta semana à Agência Brasil que o número de escolas inscritas foi recorde na primeira fase (54.831), bem como o número de municípios: 5.554, ou o equivalente a 99,71% dos municípios do Brasil. A primeira fase da OBMEP reuniu 18,2 milhões de estudantes.

A OBMEP classifica para a segunda fase os 5% de alunos mais bem colocados de cada escola na primeira etapa. O Nível 1 (6º e 7º anos do ensino fundamental) terá 316.137 participantes; já o Nível 2 (8º e 9º anos do fundamental) contará com 277.852; e o Nível 3 (ensino médio), 355.237 alunos.

QUESTÕES DISSERTATIVAS

Érika Sholl explicou que diferentemente da primeira fase, cuja prova é de múltipla escolha, a prova da segunda fase da olimpíada tem seis questões dissertativas, valendo 20 pontos cada. Outra grande diferença é que, na primeira fase, a aplicação das provas é responsabilidade das escolas. Na segunda fase, as provas são aplicadas por fiscais designados pela coordenação da OBMEP.

“São questões dissertativas, onde o aluno deve explicar a questão e os cálculos, bem como o raciocínio empregado. O estudante explica e exibe os cálculos”, disse a coordenadora.

A divulgação dos premiados está prevista para o dia 3 de dezembro e a entrega dos prêmios acontecerá no decorrer de 2020. Os premiados com medalhas de ouro participarão de uma cerimônia nacional de premiação que, normalmente, acontece no primeiro trimestre do ano seguinte à realização da OBMEP. “Como a OBMEP é nacional, a gente pode escolher determinado estado para fazer essa premiação”, esclareceu Érika. “O ideal é que essa premiação rode mesmo. Como é um programa nacional, a gente não precisa privilegiar determinado estado. Todos podem ser contemplados com essa cerimônia”.

As medalhas de prata e bronze e as menções honrosas são entregues em cerimônias regionais. A OBMEP distribuirá o mesmo número de medalhas das edições anteriores a alunos de escolas públicas, sendo 500 de ouro, 1.500 de prata, 4.500 de bronze e até 46.200 menções honrosas. Os estudantes de escolas particulares receberão 75 medalhas de ouro, 225 de prata, 675 de bronze e até 5.700 menções honrosas. Professores, escolas e secretarias de Educação também concorrem a prêmios, de acordo com o desempenho dos alunos na segunda fase.

ESTÍMULO À MATEMÁTICA

Érika Sholl avaliou que a OBMEP serve para incentivar o aprendizado da matemática. “Com certeza. Incentivar esse aprendizado, mostrar que a matemática não é um bicho papão e descobrir os talentos. Você tem muitos alunos que não têm noção do talento que têm e até gosto pela matemática, que eles podem descobrir fazendo essa prova”. Explicou que a prova é composta por questões que precisam de criatividade e raciocínio lógico e não necessariamente de matemática pura e aplicada.

“Então, às vezes, você tem um menino que não tem noção ainda de que a matemática é interessante e ele descobre em uma questão dessas bem formulada, em que tem que atuar com o raciocínio lógico e com a criatividade e acaba tomando gosto e descobrindo que a matemática é bem legal. E isso acontece mesmo!”, disse.

Os estudantes classificados podem imprimir os cartões de confirmação e verificar os locais de prova na internet. A organização recomenda que os alunos cheguem aos centros de aplicação com ao menos trinta minutos de antecedência, portando documento original de identificação (carteira de identidade, certidão de nascimento ou carteira escolar), o cartão informativo da OBMEP, lápis, borracha e caneta esferográfica azul ou preta.

Criada em 2005, a OBMEP é uma realização do IMPA, com apoio da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM) e recursos dos ministérios da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e Educação.

Celebrado neste domingo, dia do Estudante provoca reflexões

Em geral, os dicionários definem a palavra “estudante” como a pessoa que estuda algo em algum estabelecimento de ensino. Entretanto, os significados para a palavra não cabem na potência do ser, em prática, estudante. Comemorado neste domingo, 11, o Dia do Estudante também nos remete para a reflexão do sentido transitório de ser aluno.

“Acredito que o ser estudante não é um processo rígido, que termina com as graduações. Ele acontece no dia a dia também. O ser estudante é um estado eterno de aprendizado. Posso aprender com os meus filhos, com meus pais, com minha esposa, por exemplo”, defende o psicoterapeuta Iaroldi Bezerra, 37 anos.

Para o profissional, que ressalta o sentido primordial de ser estudante – aquele que aprende em um ambiente educacional – a ação de ser aluno transborda os limites da sala de aula, também se estabelecendo entre dois ou mais indivíduos em qualquer situação onde haja troca de saberes, costumes e tradições.

“O espaço acadêmico é importante porque ele é o começo. É o começo da troca, onde hierarquicamente tem o professor e outra pessoa está ali para absorver. No entanto, não é uma nomenclatura habitual nas relações pessoais, neste ponto fica implícito. Então, ser estudante fora da escola é um conceito “invisível”, comenta Iaroldi.

Nesse sentido, pode-se compreender a vida como palco de significantes aprendizados constantes. A auxiliar administrativa Célia Benildes, de 58 anos, frequentou um ambiente de ensino somente até a quarta série. Mas, como ela mesmo diz não parou de aprender e, também, de ensinar. “A gente também aprende muito com a vida, não é? Eu creio que o conhecimento também é dar e receber aquilo que vivenciamos e colocamos em prática no dia a dia com as nossas experiências. Acho que na vida tudo é um aprendizado”, opina Célia.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

Boato sobre aluno armado causa pânico, mas universidade de Maringá desmente caso

A Uningá, centro universitário de Maringá, na região noroeste do Paraná, negou que um suposto aluno de medicina estaria armado no campus na manhã desta quarta-feira (8).

A Polícia Militar foi acionada e fez buscas para tentar localizar o estudante, mas sem sucesso. O suspeito passou a compartilhar mensagens bizarras em diversos grupos de WhatsApp, como “Eu sou rei sol do Japão, filho de israel, protetor da liberdade, e amo Brasil acima de tudo, Deus cima de tudo, Amém”, gerando um pânico coletivo em quem estava na universidade.

Diversos alunos relataram terem visto o rapaz, que ainda não foi encontrado

Apesar dos alunos terem sido liberados nesta manhã, as atividades acadêmicas serão mantidas pela universidade.

Confira a nota da Uningá na íntegra:

“Estamos apurando os fatos relativos a supostas mensagens que circularam por aplicativo de mensagens, que na manhã desta quarta-feira 08 de maio, causaram preocupação à comunidade acadêmica.

Segundo o que foi apurado até o momento, não há motivos para preocupação, sendo que as atividades acadêmicas estão mantidas e serão realizadas regularmente.

Afirmamos serem absolutamente inverídicas as noticias veiculadas pela imprensa e aplicativos de mensagens, sobre suposta ocorrência com arma de fogo no campus da UNINGÁ.

De todo modo, estamos reforçando medidas para garantir a segurança de todos no campus da Instituição.”

Adolescente que esfaqueou professor será internado

O adolescente de 14 anos que esfaqueou o próprio professor dentro da sala de aula será transferido nesta quarta-feira (24) para um Centro de Socioeducação (Cense). O caso aconteceu na tarde desta terça-feira (23), na Escola Estadual Antônio Franco da Costa, em Formosa de Oeste, na região Oeste do Paraná. O garoto esfaqueou o professor de português depois de um desentendimento e depois fugiu. O adolescente foi encontrado cerca de uma hora depois, pela Polícia Militar (PM-PR), e levado apreendido até a delegacia da Polícia Civil (PC-PR).

O investigador Vidal, de Formosa do Oeste, conta que o garoto já recebia acompanhando psicológico há algum tempo e que tem um histórico de problemas na escola. Segundo a mãe do garoto, a condição dele também fazia com que ele fosse pressionado por colegas e professores.

Com dificuldades de concentração, o jovem entrou em atrito com professor de português. A relação entre os dois foi piorando até o dia do ataque. “Nesse dia ele pegou uma faca normal da casa, que já estava sem serra e acabou levando para a escola. E na aula de português, ele acabou se desentendendo com o professor, que acabou sendo ferido. A faca pegou na perna dele e deu bastante sangramento. Ele foi levado para ser atendido na UPA em Cascavel”, conta o investigar.

O professor não corre risco de morrer. Em nota, a Secretaria da Educação do Paraná informou que tomou conhecimento da situação durante a tarde de ontem (23) e que a direção do colégio “tomou todas as medidas necessárias imediatamente”. Entre as ações está a convocação do Núcleo Regional de Educação (NRE) de Assis Chateaubriand, da Patrulha Escolar Comunitária (BPEC), da polícia e do Conselho Tutelar.

Ainda por meio da nota, a Secretaria da Educação afirma que lamenta o ocorrido e que “acompanha o caso por meio do NRE e da Ouvidoria, que prestam apoio e orientações ao professor, aos funcionários da escola, aos pais e aos alunos”. O caso e as circunstâncias do ocorrido serão apurados pela Polícia Civil.

Vítima de atirador de Goiânia está paraplégica, diz hospital

Uma das vítimas do adolescente que atirou contra colegas no Colégio Goyazes, em Goiânia, na última sexta-feira (20), está paraplégica. A informação foi divulgada no boletim médico do Hospital de Urgências de Goiânia nesta quarta-feira (25).

Segundo o hospital, a adolescente teve uma lesão na medula espinhal que comprometeu os movimentos das pernas, mas está com a saúde regular, consciente e com respiração espontânea.

“A adolescente apresenta uma lesão na medula espinhal, no nível da 10ª vértebra da coluna torácica, que comprometeu os movimentos dos membros inferiores de forma definitiva. A paraplegia já havia sido diagnosticada no dia de sua admissão, mas não informada até então a pedido de familiares. Ainda não há previsão de alta da UTI”, diz o hospital.

Outra adolescente permanece internada, mas não há previsão de alta.

O atirador, que está apreendido na Delegacia de Polícia de Apuração de Atos Infracionais (Depai), atirou contra colegas da escola, matou dois jovens e feriu outros quatro. Em depoimento, ele afirma ter sofrido bullyng.

Estudantes mortos em ataque a tiros em Goiânia são enterrados
Imprensa internacional repercute sobre atirador de Goiânia

Atirador de Goiânia

Na manhã de sexta-feira (20), o adolescente de 14 anos, filho de um policial militar, abriu fogo contra colegas em sala de aula matando dois e deixando quatro jovens feridos, um deles em estado gravíssimo. De acordo com as investigações, ele agiu motivado por bullying e disse ter se inspirado nos casos de Columbine, nos Estados Unidos, e Realengo, no Rio de Janeiro, em que atiradores também abriram fogo dentro de escolas. O bullying é uma situação que se caracteriza por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais estudantes contra um ou mais colegas.

‘Ele apertou o gatilho, mas já estava sem balas’, contou pai de vítima de atirador

Uma colega, aluna do 8º ano, relata que o menino era chamado de “fedorento” pelos colegas. “Ele era todo calado, ficava com os colegas lá e eu nunca falei com ele. Chamavam ele de fedorento. Um aluno, acho que foi ele que morreu, levou um desodorante para ele, porque ele não passava”, disse em entrevista à rádio BandNews FM.

Colega conta que atirador sofria bullying em escola

No dia do incidente, a Polícia Civil periciou o local do ataque e também realizou busca e apreensão na casa do adolescente autor dos disparos. O delegado não quis informar o que foi apreendido para preservar a investigação. Os nomes dos jovens envolvidos também não foram divulgados para preservar as famílias. O resultado da investigação será remetido para o Ministério Público.

 

Imprensa internacional repercute sobre atirador de Goiânia

O ataque do adolescente que disparou contra colegas de turma no Colégio Goyases, escola particular de ensino infantil e fundamental, em Goiânia, nesta sexta-feira (20), repercute na imprensa internacional. O caso ganhou destaque nos principais jornais do mundo, como o inglês The Sun, FoxNews e BBC.

A BBC levantou que casos como esse não são comuns no Brasil, mas apontou que o país tem uma alta taxa de assassinatos. “Os tiroteios escolares deste tipo são raros no Brasil. No entanto, o país tem uma alta taxa de crimes violentos com quase 60 mil assassinatos por ano”, diz o jornal.

 

Atirador de Goiânia

Dois estudantes morreram e outros quatro ficaram feridos após um adolescente armado com uma pistola Ponto 40 disparar no Colégio Goyases, em Goiânia. O jovem era do 8º ano e vinha sofrendo bullying de colegas, o que o teria motivado a usar uma arma que seria do pai para cometer o atentado. O autor dos disparos é filho major e de uma sargento da Polícia Militar. O bullying é uma situação que se caracteriza por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais estudantes contra um ou mais colegas.

O adolescente foi detido por dois homicídios qualificados e quatro tentativas de homicídio. O policial militar, pai do garoto, é ouvido na tarde desta sexta na Corregedoria da PM para explicar como o filho teve acesso à arma, que seria de propriedade do pai. O Ministério Público irá designar uma avaliação psicológica para decidir o procedimento que será adotado.

Uma colega, aluna do 8º ano, relata que o menino era chamado de “fedorento” pelos colegas. “Ele era todo calado, ficava com os colegas lá e eu nunca falei com ele. Chamavam ele de fedorento. Um aluno, acho que foi ele que morreu, levou um desodorante para ele, porque ele não passava”, disse em entrevista à rádio BandNews FM.

Professora derrubou atirador

“Tinha uma professora do meu lado e ela falou: deve ser experimento, que amanhã tinha um festival de ciências. Mas aí a (outra) professora gritou. É tiro, é tiro, ajuda aqui. Uma menina foi atingida no peito, do lado de trás, um foi atingido no braço, de raspão, outro nas costas de raspão, e tinha um menino caído no chão, com a boca toda sangrando em cima da mochila. Ele (o atirador) estava dentro da sala. Foram seis tiros, acho, provavelmente”, afirma a colega.

“Ela (a professora) falou que chutou o pé dele (atirador) e ele caiu. Ela estava atrás dele”, conta.

Bom comportamento

O delegado Luiz Gonzaga, da Delegacia de Polícia de Apuração de Atos Infracionais (DPAI), afirma que as testemunhas ouvidas relataram que o aluno não dava indícios de agressividade. “Mantinha um bom comportamento no colégio, nada que anunciasse uma tragédia como essa”, afirmou em entrevista à rádio.

“Foi somente uma arma só. A criança foi contida na coordenação da escola, foi retirado da escola depois. Está detido. A própria criança que atirou é da mesma sala de aula, com alunos de 14 a 15 anos. É uma situação muito triste, comove muito. Quando a gente faz um atendimento com criança, isso, com os bombeiros, com todas as pessoas, mas estamos aqui fazendo nossa parte”, afirma o coronel do Corpo de Bombeiros. “(O atirador) é filho de um militar, da Polícia Militar. O nome das crianças estamos preservando para não expor as pessoas. Não há professores e funcionários feridos”, afirmou o coronel.

Leia mais em: 

> Aluno atira em colegas, mata dois e fere quatro em escola de Goiás
> Delegado diz que aluno não era agressivo, segundo testemunhas
> Colega conta que atirador sofria bullying em escola

‘Ele apertou o gatilho, mas já estava sem balas’, contou pai de vítima de atirador

Ivan Aragão, tio de Marcela Rocha Macêdo, de 12 anos, uma das adolescentes baleadas no Colégio Goyases, no início da tarde desta sexta-feira, disse em entrevista à rádio BandNews FM que o pai de Marcela trabalha no departamento administrativo do colégio e logo chegou à sala onde a filha foi baleada. O adolescente responsável pelo ataque chegou a apertar o gatilho da arma na direção dele, mas a munição havia acabado.

“Ela foi a última alvejada dentro da sala. Meu irmão, que é do administrativo, correu para sala, para socorrer, viu que algo estava acontecendo, e o rapaz ainda apontou a arma para ele, puxou o gatilho, mas não havia mais balas no revólver, senão ele também seria vítima do adolescente”, contou na entrevista.

> Aluno atira em colegas, mata dois e fere quatro em escola de Goiás
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A menina foi a primeira a chegar no hospital. “Foi meu próprio irmão que colocou ela no carro dele e um outro rapaz que dirigiu pra eles. Ele veio bem na frente do Corpo de Bombeiros e do Samu”, contou.

O tio da vítima contou à rádio que o desespero do pai foi tanto que ele socorreu a filha com o próprio carro, antes mesmo da chegada das ambulâncias. Marcela Rocha Macêdo completará 13 anos na terça-feira da semana que vem. No fim do ano deve mudar para os Estados Unidos, onde mora a mãe dela. A adolescente planeja terminar o Ensino Médio lá fora, onde também quer cursar medicina.

A família da garota está no Hospital de Urgências de Goiânia, onde ela está na Unidade de Terapia Intensiva, em estado grave. A família aguarda por uma cirurgia para a retirada da bala, que está alojada nas costas da garota. Ela está consciente, mas respira com ajuda de aparelhos e passa por uma avaliação médica.

O adolescente de 14 anos que matou dois estudantes e feriu outros quatro no Colégio Goyases, escola particular de ensino infantil e fundamental, em Goiânia, nesta sexta-feira (20), é filho de policial militar e fez disparos contra colegas no colégio localizado no bairro Conjunto Riviera, em Goiânia.

 

Bulling

O jovem suspeito de ter cometido os disparos era do 8º ano e vinha sofrendo bullying de colegas, o que o teria motivado a usar uma arma que seria do pai para cometer o atentado. O autor dos disparos é filho major e de uma sargento da Polícia Militar. O bullying é uma situação que se caracteriza por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais estudantes contra um ou mais colegas.

Uma colega, aluna do 8º ano, relata que o menino era chamado de “fedorento” pelos colegas. “Ele era todo calado, ficava com os colegas lá e eu nunca falei com ele. Chamavam ele de fedorento. Um aluno, acho que foi ele que morreu, levou um desodorante para ele, porque ele não passava”, disse em entrevista à rádio BandNews FM.

Professora derrubou atirador

“Tinha uma professora do meu lado e ela falou: deve ser experimento, que amanhã tinha um festival de ciências. Mas aí a (outra) professora gritou. É tiro, é tiro, ajuda aqui. Uma menina foi atingida no peito, do lado de trás, um foi atingido no braço, de raspão, outro nas costas de raspão, e tinha um menino caído no chão, com a boca toda sangrando em cima da mochila. Ele (o atirador) estava dentro da sala. Foram seis tiros, acho, provavelmente”, afirma a colega.

“Ela (a professora) falou que chutou o pé dele (atirador) e ele caiu. Ela estava atrás dele”, conta.

Bom comportamento

O delegado Luiz Gonzaga, da Delegacia de Polícia de Apuração de Atos Infracionais (DPAI), afirma que as testemunhas ouvidas relataram que o aluno não dava indícios de agressividade. “Mantinha um bom comportamento no colégio, nada que anunciasse uma tragédia como essa”, afirmou em entrevista à rádio.

O adolescente foi detido por dois homicídios qualificados e quatro tentativas de homicídio. O policial militar, pai do garoto, é ouvido na tarde desta sexta na Corregedoria da PM para explicar como o filho teve acesso à arma, que seria de propriedade do pai. O Ministério Público irá designar uma avaliação psicológica para decidir o procedimento que será adotado.

De acordo com o coronel do Corpo de Bombeiros, Adelino Matheus, quatro crianças foram levadas a hospitais em Goiânia sem risco de morte. O Hospital de Urgências de Goiânia informou que duas meninas e um menino estão internados na instituição.

“Foi somente uma arma só. A criança foi contida na coordenação da escola, foi retirado da escola depois. Está detido. A própria criança que atirou é da mesma sala de aula, com alunos de 14 a 15 anos. É uma situação muito triste, comove muito. Quando a gente faz um atendimento com criança, isso, com os bombeiros, com todas as pessoas, mas estamos aqui fazendo nossa parte”, afirma o coronel do Corpo de Bombeiros. “(O atirador) é filho de um militar, da Polícia Militar. O nome das crianças estamos preservando para não expor as pessoas. Não há professores e funcionários feridos”, afirmou o coronel.

De acordo com o Centro de Operações da Polícia Militar, uma professora fez a primeira ligação para o 190 para informar que um aluno atirou contra os colegas. O Instituto Médico Legal (IML) recolheu os corpos dos dois estudantes mortos por volta das 13h40.

Fachada do Colégio Goyases

Fachada do Colégio Goyases

Colega conta que atirador sofria bullying em escola

O ataque do adolescente autor dos disparos que mataram dois estudantes e feriram outros quatro no Colégio Goyases, escola particular de ensino infantil e fundamental, em Goiânia, nesta sexta-feira (20), teria sido motivado por bullying sofrido na escola. O autor dos disparos é filho major e de uma sargento da Polícia Militar.

Uma colega, aluna do 8º ano, relata que o menino era chamado de “fedorento” pelos colegas. “Ele era todo calado, ficava com os colegas lá e eu nunca falei com ele. Chamavam ele de fedorento. Um aluno, acho que foi ele que morreu, levou um desodorante para ele, porque ele não passava”, disse em entrevista à rádio BandNews FM.

bullying é uma situação que se caracteriza por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais estudantes contra um ou mais colegas.

“Tinha uma professora do meu lado e ela falou: deve ser experimento, que amanhã tinha um festival de ciências. Mas aí a (outra) professora gritou. É tiro, é tiro, ajuda aqui. Uma menina foi atingida no peito, do lado de trás, um foi atingido no braço, de raspão, outro nas costas de raspão, e tinha um menino caído no chão, com a boca toda sangrando em cima da mochila. Ele (o atirador) estava dentro da sala. Foram seis tiros, acho, provavelmente”, afirma a colega.

“Ela (a professora) falou que chutou o pé dele (atirador) e ele caiu. Aí ela correu. Ela estava atrás dele.”, conta.

O delegado Luiz Gonzaga, da Delegacia de Polícia de Apuração de Atos Infracionais (DPAI), afirma que as testemunhas ouvidas relataram que o aluno não dava indícios de agressividade. “Mantinha um bom comportamento no colégio, nada que anunciasse uma tragédia como essa”, afirmou em entrevista à rádio.

O adolescente foi detido por dois homicídios qualificados e quatro tentativas de homicídio. O policial militar, pai do garoto, é ouvido na tarde desta sexta na Corregedoria da PM para explicar como o filho teve acesso à arma, que seria de propriedade do pai. O Ministério Público irá designar uma avaliação psicológica para decidir o procedimento que será adotado.

De acordo com o coronel do Corpo de Bombeiros, Adelino Matheus, quatro crianças foram levadas a hospitais em Goiânia sem risco de morte. O Hospital de Urgências de Goiânia informou que duas meninas e um menino estão internados na instituição.

“Foi somente uma arma só. A criança foi contida na coordenação da escola, foi retirado da escola depois. Está detido. A própria criança que atirou é da mesma sala de aula, com alunos de 14 a 15 anos. É uma situação muito triste, comove muito. Quando a gente faz um atendimento com criança, isso, com os bombeiros, com todas as pessoas, mas estamos aqui fazendo nossa parte”, afirma o coronel do Corpo de Bombeiros. “(O atirador) é filho de um militar, da Polícia Militar. O nome das crianças estamos preservando para não expor as pessoas. Não há professores e funcionários feridos”, afirmou o coronel.

De acordo com o Centro de Operações da Polícia Militar, uma professora fez a primeira ligação para o 190 para informar que um aluno atirou contra os colegas. O Instituto Médico Legal (IML) recolheu os corpos dos dois estudantes mortos por volta das 13h40.

Fachada do Colégio Goyases
Fachada do Colégio Goyases

Delegado diz que aluno não era agressivo, segundo testemunhas

Dois estudantes morreram e outros quatro, com entre 13 e 15 anos de idade, ficaram feridos depois que um colega, aluno do 8º ano, entrou armado com uma pistola Ponto 40 no Colégio Goyases, escola particular de ensino infantil e fundamental, em Goiânia, e disparou ao menos 15 tiros, por volta do meio-dia desta sexta-feira (20).

De acordo com a polícia, outros feridos podem ter sido encaminhados a hospitais por outros meios sem registro. O autor dos disparos é filho major e de uma sargento da Polícia Militar e teria sofrido bullying na escola.

O delegado Luiz Gonzaga, da Delegacia de Polícia de Apuração de Atos Infracionais (DPAI), afirma que as testemunhas ouvidas relataram que o aluno não dava indícios de agressividade. “Mantinha um bom comportamento no colégio, nada que anunciasse uma tragédia como essa”, afirmou em entrevista à rádio BandNews FM.

O adolescente foi detido por dois homicídios qualificados e quatro tentativas de homicídio. O policial militar, pai do garoto, é ouvido na tarde desta sexta na Corregedoria da PM para explicar como o filho teve acesso à arma, que seria de propriedade do pai. O Ministério Público irá designar uma avaliação psicológica para decidir o procedimento que será adotado.

De acordo com o coronel do Corpo de Bombeiros, Adelino Matheus, quatro crianças foram levadas a hospitais em Goiânia sem risco de morte. O Hospital de Urgências de Goiânia informou que duas meninas e um menino estão internados na instituição.

“Foi somente uma arma só. A criança foi contida na coordenação da escola, foi retirado da escola depois. Está detido. A própria criança que atirou é da mesma sala de aula, com alunos de 14 a 15 anos. É uma situação muito triste, comove muito. Quando a gente faz um atendimento com criança, isso, com os bombeiros, com todas as pessoas, mas estamos aqui fazendo nossa parte”, afirma o coronel do Corpo de Bombeiros. “(O atirador) é filho de um militar, da Polícia Militar. O nome das crianças estamos preservando para não expor as pessoas. Não há professores e funcionários feridos”, afirmou o coronel.

De acordo com o Centro de Operações da Polícia Militar, uma professora fez a primeira ligação para o 190 para informar que um aluno atirou contra os colegas. O Instituto Médico Legal (IML) recolheu os corpos dos dois estudantes mortos por volta das 13h40.

Fachada do Colégio Goyases
Fachada do Colégio Goyases

Aluno atira em colegas, mata dois e fere quatro em escola de Goiás

Dois estudantes morreram e outros quatro, com entre 13 e 15 anos de idade, ficaram feridos depois que um colega, aluno do 8º ano, entrou armado com uma pistola Ponto 40 no Colégio Goyases, escola particular de ensino infantil e fundamental, em Goiânia, e disparou ao menos 15 tiros, por volta do meio-dia desta sexta-feira (20).

De acordo com a polícia, outros feridos podem ter sido encaminhados a hospitais por outros meios sem registro. O autor dos disparos é filho major e de uma sargento da Polícia Militar e teria sofrido bullying na escola.

O delegado Luiz Gonzaga, da Delegacia de Polícia de Apuração de Atos Infracionais (DPAI), afirma que as testemunhas ouvidas relataram que o aluno não dava indícios de agressividade. “Mantinha um bom comportamento no colégio, nada que anunciasse uma tragédia como essa”, afirma. O adolescente foi detido por dois homicídios qualificados e quatro tentativas de homicídio. O Ministério Público irá designar uma avaliação psicológica para decidir o procedimento que será adotado.

De acordo com o coronel do Corpo de Bombeiros Adelino Matheus quatro crianças foram levadas a hospitais em Goiânia sem risco de morte. O Hospital de Urgências de Goiânia informou que duas meninas e um menino estão internados na instituição.

“Foi somente uma arma só. A criança foi contida na coordenação da escola, foi retirado da escola depois. Está detido. A própria criança que atirou é da mesma sala de aula, com alunos de 14 a 15 anos. É uma situação muito triste, comove muito. Quando a gente faz um atendimento com criança, isso, com os bombeiros, com todas as pessoas, mas estamos aqui fazendo nossa parte”, afirma o coronel do Corpo de Bombeiros. “(O atirador) é filho de um militar, da Polícia Militar. O nome das crianças estamos preservando para não expor as pessoas. Não há professores e funcionários feridos”, afirmou o coronel.

De acordo com o Centro de Operações da Polícia Militar, uma professora fez a primeira ligação para o 190 para informar que um aluno atirou contra os colegas. O Instituto Médico Legal (IML) recolheu os corpos dos dois estudantes mortos por volta das 13h40.

Fachada do Colégio Goyases
Fachada do Colégio Goyases