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Pedágio vai subir 3,36% nas rodovias do Anel de Integração do Paraná

O reajuste anual das tarifas de pedágio no Paraná será de 3,36%. O aumento vale para cinco das seis concessionárias que operam o Anel de Integração do estado. O reajuste foi homologado pela Agepar (Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Infraestrutura do Paraná). Caberá ao DER-PR definir o cronograma.

De acordo com a agência, a homologação do reajuste no pedágio ocorreu durante a reunião ordinária do Conselho Diretor da Agepar. O índice de 3,36% teria sido aprovado após análises técnicas e jurídicas, amparos legal e contratual.

Conforme decisão do conselho, o valor será reajustado nas praças de pedágio das concessionárias Econorte, Viapar, Ecovia, Ecocataratas e Caminhos do Paraná. A Rodonorte usa uma fórmula própria prevista em contrato e reajustará a tarifa do pedágio em 2,92%.

Ainda de acordo com a Agepar, as tarifas podem sofrer alterações devido a acordos de leniência assinados ou em negociação.

REAJUSTE ANUAL DO PEDÁGIO NO PARANÁ

O reajuste anual das tarifas de pedágio no Paraná cumpre uma obrigação contratual das rodovias que compõe o Anel de Integração. Paralelamente a isso, as concessionárias discutem junto a Agepar a revisão tarifária que analisa o equilíbrio econômico-financeiro do sistema.

Caberá ao DER-PR (Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná) definir de que forma o reajuste será aplicado aos condutores. Além disso, o órgão deverá determinar como será feita a comunicação e quando o aumento no pedágio chegará às praças.

Preço do almoço fora de casa subiu mais que a inflação na última década, aponta levantamento

O valor médio da refeição fora de casa aumentou 91% na última década segundo levantamento da ABBT (Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador). Em 2009, a refeição custava R$ 18,20; em 2018, a média passou para R$ 34,84.

No mesmo período, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), índice oficial que mede a inflação, cresceu 76%, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Corrigindo-se a alta pela inflação do período, portanto, houve um aumento real do preço médio da refeição fora de casa de 8,6%.

O maior salto de preço nos últimos dez anos foi no intervalo entre 2011 e 2012, quando o custo da refeição saltou de R$ 22,37 para R$ 27,40. Dentre as regiões, o Sul foi o local onde o valor mais subiu, aumentando R$ 18,78 nos últimos dez anos. No Centro-Oeste, onde o aumento foi o menor do país -alta de R$ 16,06.

O estudo, patrocinado pela Ticket, levou em consideração os preços das refeições completas (prato, bebida, café e sobremesa) em 6.199 estabelecimentos comerciais no país que aceitam vale refeição, durante o almoço de segunda a sexta.

Conta de luz fica mais cara a partir da próxima semana

A conta de luz da Copel vão aumentar a partir da próxima segunda-feira (14), graças a aprovação da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) na manhã desta terça-feira (18).

O reajuste médio é de 3,41%, mas o percentual varia de acordo com o perfil da unidade consumidora.

Por exemplo, em unidades residencias, consideradas de baixa tensão, o aumento será de 2,92%. Já as unidades conectadas à alta tensão, o aumento será 4,32%.

O valor do reajuste está abaixo da inflação (IPCA) dos últimos 12 meses, que é de 4,66%.

ÚLTIMO AUMENTO

No ano passado, a Copel teve reajuste de 15,06% para as unidades residenciais e 17,55% para o setor industrial.

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Bolsonaro acaba com política de aumento real do salário mínimo

O governo do presidente Jair Bolsonaro propôs nesta segunda-feira (15) que o salário mínimo seja corrigido apenas pela inflação em 2020. Na prática, a medida, que depende de aval do Congresso, encerra a política que permitia ganhos reais aos trabalhadores, implementada nas gestões do PT e em vigor até este ano.

A proposta que traça as diretrizes para o Orçamento do ano que vem, enviada nesta segunda ao Legislativo, prevê que o piso de salários no Brasil será de R$ 1.040 a partir de janeiro de 2020, o que representa uma correção de 4,2% referente à estimativa para a variação da inflação. Hoje, o valor está em R$ 998.

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No texto do projeto da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2020, o governo ainda ampliou a previsão de rombo fiscal para o ano que vem, dos atuais R$ 110 bilhões de déficit para um resultado negativo de R$ 124,1 bilhões.

A política de valorização do salário mínimo foi implementada no governo Lula (PT) e transformada em lei por sua sucessora Dilma Rousseff (PT). A regra, entretanto, teve validade encerrada em janeiro deste ano.

No cálculo vigente até o reajuste de 2019, o salário mínimo foi corrigido levando em conta a inflação no ano anterior somada ao PIB de dois anos antes, o que permitiu alta real em períodos de crescimento econômico.

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Se o valor de 2020 mantivesse o mesmo cálculo, seria acrescido 1,1% ao reajuste, referente ao crescimento do PIB de 2018.

A decisão de acabar com os ganhos acima da inflação está em linha com uma das bandeiras do ministro da Economia, Paulo Guedes, que defende uma ampla desvinculação do Orçamento.

Com a medida, que precisará ser aprovada pelo Congresso, o governo ainda ganhará uma folga nas contas públicas.

O aumento do salário mínimo reajusta automaticamente benefícios Previdenciários. Pelas contas da equipe econômica, para cada R$ 1,00 de aumento no valor do mínimo, o governo amplia cerca de R$ 300 milhões nas despesas anuais.

O secretário especial de Fazenda da Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, afirmou que o valor do mínimo previsto no projeto não significa uma mudança na política de reajuste salarial do governo.”Em termos de definição de politica salarial, o governo tem até 31 de dezembro deste ano [para enviar uma proposta ao Congresso]”, disse.

Governo confirma alta de 4,33% para todos os medicamentos

Por meio de uma resolução publicada no “Diário Oficial da União”, o governo confirmou que o percentual de reajuste máximo a ser aplicado aos medicamentos é de 4,33%. O aumento começou a valer no dia 31 de março. Conforme decisão da Cmed (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos), o percentual poderá ser aplicado a todas as faixas de remédios.
De acordo com a resolução, “as empresas produtoras deverão dar ampla publicidade aos preços de seus medicamentos, por meio de publicações em mídias especializadas de grande circulação, não podendo ser superior aos preços publicados pela Cmed”.

O texto também determina que as unidades de comércio varejista mantenham à disposição dos consumidores e dos órgãos de defesa do consumidor as listas dos preços de remédios atualizadas.
O percentual aplicado confirma a estimativa do Sindusfarma (Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos), que havia antecipado a correção em 4,33%; acima, portanto, da inflação oficial de 2018, que fechou o ano em 3,75% conforme o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).

O sindicato também havia antecipado que o governo utilizaria um índice de reajuste linear, o que foi confirmado pela publicação no “Diário Oficial da União”. Na maioria dos anos anteriores, o governo estabeleceu três diferentes percentuais, sendo o maior aplicado aos produtos mais ofertados no mercado.

A adoção dessas faixas depende, porém, do índice de produtividade do setor, conforme o padrão estabelecido pela Cmed. Como a produtividade apurada foi zero, o índice de 2019 passou a ser o mesmo para todos os medicamentos.

O Ministério da Saúde informou que, atualmente, mais de 12 mil apresentações de medicamentos são comercializadas no país e disse que o reajuste atende “aos princípios de racionalidade e previsibilidade”.

Segundo o órgão, o cálculo para chegar ao percentual de correção considera fatores como a inflação dos últimos doze meses pelo IPCA, a produtividade das indústrias produtoras, os custos não captados pela inflação (como câmbio e tarifa de energia elétrica) e a concorrência de mercado.

Diante destes fatores, afirmou o Ministério, “foi observado que não houve projeção de ganhos de produtividade do setor farmacêutico, o que impactou na própria concorrência entre as farmacêuticas, já que os dois índices são interligados”.

De acordo com Nelson Mussolini, presidente executivo do Sindusfarma, apesar da determinação do governo, “dependendo da reposição de estoques e das estratégias comerciais dos estabelecimentos, os aumentos de preço podem demorar meses ou nem acontecer”.

O representante do setor explica ainda que, no ano passado, a inflação de medicamentos foi de 1,63% e que a indústria farmacêutica manteve os preços e não repassou o reajuste integral autorizado pelo governo, de 2,43%, na média, por causa da forte concorrência entre as empresas do setor.

Novo cálculo de subvenção inclui custos de importação e deve encarecer diesel

A ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis) divulgou nesta quarta (8) proposta de fórmula para o cálculo do preço do diesel a partir de setembro. O modelo inclui custos de importação do combustível e deve aumentar o valor de venda por refinarias e importadores.

A revisão da fórmula estava prevista na Medida Provisória 838, que regulamentou a terceira fase do programa de subvenção criado em maio para pôr fim à greve dos caminhoneiros. O texto determinou à ANP que passasse a considerar os custos de importação.

A nova fórmula trata do preço de referência, uma estimativas do valor de mercado do diesel calculada pela ANP diariamente e usada para definir o valor da subvenção. O preço de venda por refinarias e importadoras é chamado de preço de comercialização e será definido a cada 30 dias na fase atual do programa.

Em nota técnica divulgada nesta quarta, a agência propõe acrescentar ao preço de referência do diesel o custo do frete marítimo, de acordo com tabela da consultoria Platts -que, segundo executivos do setor, está hoje em torno de R$ 0,07 por litro.

Além disso, inclui uma parcela fixa que representa outros custos de importação, como seguros e taxas portuárias, variando entre R$ 0,0048 por litro no Norte e Centro-Oeste a R$ 0,0542 por litro no Sudeste e Centro Oeste.

Nesta quinta (9), por exemplo, o preço de referência do diesel nas regiões Sudeste e Centro Oeste será R$ 2,3421 por litro. Já o preço de comercialização para as mesmas regiões é de R$ 2,1055 por litro.

A proposta será discutida em audiência pública com o mercado de combustíveis e, segundo as regras do programa de subvenção, entra em vigor no dia 31 de agosto. Sobre ela, a ANP calculará o novo preço de comercialização: que, segundo o decreto, é igual ao preço de referência menos R$ 0,30.

O programa de subvenção começou a vigorar no fim de maio e tem custo estimado em R$ 9,5 bilhões. Na primeira fase, até 6 de junho, deu desconto de apenas R$ 0,07. A partir da segunda fase, o desconto foi elevado para R$ 0,30.

Até o momento, porém, apenas duas pequenas refinarias -Dax Oil Refino e Refinaria Riograndense de Petróleo- receberam ressarcimento em relação às fases iniciais, em um valor de R$ 121 mil.

Na última sexta (3), a Petrobras informou ter a receber R$ 871 milhões referentes aos descontos concedidos nos primeiros 30 dias, período que deveria ser pago até o dia 26 de julho.

GLP

Preço do gás de cozinha sobe a partir desta quinta-feira

O gás de cozinha (GLP – gás liquefeito de petróleo) ficará mais caro a partir desta quinta-feira (5). Isso porque, a Petrobras reajustou nesta quarta-feira (4) em 4,4% o preço do botijão de 13 kg, seguindo a política de reajuste trimestral.

Com o aumento, o preço sobe de R$ 22,13 para R$ 23,10 para as distribuidoras. Já para o consumidor final, em algumas cidades, o botijão de 13 kg ultrapassa os R$ 70.

Segundo a Petrobras, o reajuste é necessário em função da desvalorização do real em relação ao dólar, que entre março a junho foi 16%. Além do reajuste de 22,9% no preço do gás de cozinha no mercado internacional. A estatal ainda disse que caso fosse repassar o aumento real desses ajustes, o preço do GLP teria que subir acima de 20%.

REAJUSTE TRIMESTRAL

Dentro da política de reajuste trimestral, em janeiro o botijão chegou a custar R$ 23,16. Mais tarde, em abril, caiu para R$ 22,13. Agora, na nova alteração, sobe para R$ 23,10.

No acumulado do ano, o GLP subiu 5,2%, se comparado ao preço praticado em dezembro de 2017.

Caminhão

Governo deve aumentar impostos para compensar redução do diesel

Nova medida exige mais combustível verde na bomba

Desde o dia 1º de março, a mistura obrigatória de biodiesel no diesel de petróleo passou de 8% (B8) para 10% (B10). A medida foi aprovada no final de 2017 pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), órgão presidido pelo Ministério de Minas e Energia, que antecipou em um ano o percentual determinado pela Lei nº 13.263/16.

A medida deverá ter impactos no mercado de óleo de soja, uma vez que a oleaginosa responde por cerca de 80% da matéria-prima utilizada na composição do combustível verde, seguida pelo sebo bovino, outros óleos vegetais (palma, algodão etc.) e até óleo de fritura reutilizado. A expectativa da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) é que a demanda por biodiesel aumente 1,3 bilhão de litros, saltando dos 4,3 bilhões de litros consumidos em 2017, para mais de 5,6 bilhões de litros. Segundo a entidade, o consumo de óleo de soja utilizado na fabricação de biodiesel passará de 2,9 milhões de toneladas para 3,7 milhões de toneladas. Da mesma forma, a demanda pelo grão da oleaginosa para esmagamento aumentará de 14,5 milhões de toneladas para 18,5 milhões de ton.

De acordo com o diretor superintendente da Associação dos Produtores de Biodiesel do Brasil (Aprobio), Júlio Minelli, o aumento na demanda de biodiesel deve impactar a valorização da soja. “Não acreditamos num impacto direto no preço dessa commodity, mas na possibilidade de dar oportunidade de ter mais industrialização do grão e assim colaborar com a a reversão da tendência de exportar grão sem processá-lo”, observa. “Ao deixar de industrializar a soja, deixamos de agregar valor”, completa.

Leia mais sobre o tema aqui.

Pedágios sobem até 7,92% no PR

O Governo do Paraná, por meio da Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Infraestrutura do Paraná (Agepar), divulgou o aumento das tarifas de pedágio nas rodovias paranaenses nesta terça-feira (28). Os novos valores passam a valer a partir de sexta-feira (1º).

Rota alternativa para Guaratuba poderá ter pedágio

De acordo com a Agepar, o reajuste na tarifa também inclui a aplicação da revisão tarifária em quatro das seis concessionárias devido aos custos de obras não previstas em contrato, como viadutos e duplicações. Com isso, o reajuste nas tarifas varia de 2,75% a 7,92%.

Com a mudança, a partir de sexta-feira, quem sai de Curitiba com destino ao Litoral pela BR-277 vai desembolsar R$ 19,40 no pedágio da Ecovia em um carro de passeio. Um caminhão reboque vai pagar R$ 115,00. O aumento foi de 3,83%.

Confira os aumentos abaixo:

Rodonorte 3,24%
Ecovia – 3,83%
Ecocataratas – 2,75;
Viapar – 7,92%;
Caminhos do Paraná – 4,33% e
Econorte – 5,09%