Tribunal concede pensão para criança que teve a perna amputada em hospital no PR

A 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná concedeu o benefício de um salário mínimo por mês para a mãe de uma criança que, em 2017, então com seis meses de idade, teve parte da perna direita amputada em um hospital municipal de Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba, por possível erro médico.

A amputação ocorreu após o bebê sofrer complicações decorrentes da aplicação de medicamento pelo método de punção intraóssea. Na época, a técnica teria sido utilizada porque não foi possível aplicar a medicação por via intravenosa.

A mãe da criança buscou a Justiça para que o município fosse obrigado a fornecer prótese ortopédica, tratamento médico e pensão mensal no valor de um salário mínimo em favor da filha. A decisão de 1º grau obrigou a Administração Pública a conceder a prótese solicitada, mas negou o pedido de pensão. Devido às dificuldades econômicas enfrentadas pela família, a mãe da criança recorreu ao 2º grau de jurisdição. Durante a sustentação oral no TJPR, o advogado da causa disse que o valor pleiteado significa a devolução de um pouco mais de dignidade para a criança.

O Tribunal concedeu, por unanimidade, o pagamento de um salário mínimo por mês, em caráter liminar, até o julgamento final da demanda que envolve um pedido de indenização por danos morais e estéticos.

“É inegável que uma criança, atualmente com aproximadamente três anos de idade, que teve seu membro inferior amputado em decorrência de possível erro médico almeje cuidados diários por tempo integral, não tendo como desconsiderar a importância da pensão mensal à criança para garantir a sua sobrevivência e cuidados essenciais com sua saúde”, argumentou o Desembargador relator José Sebastião Fagundes Cunha no acórdão.

Bebê e pai são resgatados de sequestro após ficarem amarrados por 19h

Um bebê de um ano e seu pai ficaram amarrados, sob sequestro, por 19 horas em Curitiba. Os dois passaram frio e fome durante a noite de quinta para sexta-feira (5) da semana passada, quando foram resgatados pela Polícia Civil do Paraná (PCPR). Segundo a PCPR, ainda não se sabe quantos criminosos participaram do crime.

O homem, de 41 anos, estava com sua mulher, 35, e seu filho voltando para casa, no bairro Boqueirão, na zona sul, quando foram rendidos por um grupo. Os suspeitos levaram os dois e exigiram à mãe um pagamento de R$ 300 mil para a libertação dos dois. Os bandidos ainda ameaçaram matar a criança e homem caso ela avisasse a polícia.

Antes de deixá-la no banco, para sacar dinheiro, os homens amarraram um artefato na cintura dela, dizendo ser uma bomba. Mesmo com a ameaça, a moça teve de realizar o protocolo do banco para fazer o saque. Nisso, a polícia acabou sendo acionada por meio do próprio banco.

Por fim, ao examinarem o objeto preso na mulher, os policiais identificaram que o objetivo um simulacro. Ou seja, uma bomba falsa.

As investigações levaram a um endereço no bairro São Braz, na região noroeste da cidade. Lá, a Polícia resgatou os dois, mas não prendeu nenhum criminoso.

A PCPR ainda busca identificar os suspeitos do sequestro para efetuar as prisões. Entretanto, o alento é que nenhum valor foi pago aos criminosos.

Cadeirinha salva bebê de dois anos em acidente no PR

Um bebê, de dois anos, saiu ileso de um acidente, na BR-369, em Arapongas, no norte do Paraná, na manhã deste domingo (23). De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), na batida a mãe da criança, de 26 anos, e o tio, de 16, ficaram feridos.

Conforme a PRF, a mulher perdeu o controle da direção após bater no canteiro central da rodovia. O veículo girou na pista e foi atingido por outro carro que vinha atrás. O bebê estava na cadeirinha no banco traseiro e não se machucou.

As vítimas foram encaminhadas ao hospital. No outro carro, ninguém ficou ferido.

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Morre bebê que caiu em rio após acidente de trânsito na BR-476

O bebê resgatado após cair em um rio no município de Paula Freitas, no sul do estado, morreu nesta segunda-feira (03) após quase três dias internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) pediátrica. O acidente aconteceu no sábado (1.°), na BR-476, após o carro da família desviar de um caminhão que fazia ultrapassagens proibidas.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), apenas o motorista do carro sobreviveu. Ele foi o único que conseguiu sair do carro submerso antes da chegada do resgate.

Além da criança de um ano e dois meses, também morreram outras três ocupantes do carro: uma criança de quatro anos, uma adolescente de 12 e uma jovem de 22.

Segundo o  Hospital AMPI, de União da Vitória, no sul do estado, o bebê foi levado até a unidade no sábado (1.°), em estado gravíssimo, respirando com a ajuda de aparelhos e com poucas chances de sobrevivência.

O ACIDENTE

O acidente aconteceu no km 335 da BR-476m em Paula Freitas, município a cerca de 240 km de distância de Pato Branco.

O carro tentou desviar de um caminhão que fazia uma ultrapassagem em local proibido. Ele bateu em outros dois veículos e caiu em um rio.

Um vídeo feito pelo tenente do Corpo de Bombeiros Marcelo Aleixo Cordeiro flagra o momento da batida. O caminhoneiro não foi identificado.

Perícia aponta desidratação em bebê morto na casa da avó, adianta polícia

A perícia sobre a causa da morte de um bebê de um ano e sete meses em Porecatu, a cerca de 80 quilômetros de Londrina, no Norte do Paraná, na última semana, deve ser concluído nos próximos dias. No entanto, a polícia já adiantou que há indícios de que a criança apresentava desidratação na bexiga e que podia não estar alimentada há bastante tempo.

O bebê foi encontrado morto na casa da avó, Michele Penteado Rodrigues, 39 anos, que foi presa em flagrante autuada por crime de homicídio qualificado. A criança teria morrido por falta de assistência e negligência da responsável.

Avó é presa após deixar bebê morrer por abandono dentro da própria casa

Os investigadores acreditam que o bebê adoeceu devido às péssimas condições de higiene da casa onde vivia e depois não recebeu os cuidados necessários. Na casa, de classe média alta, a criança foi encontrada em um ambiente repleto de lixo, sujeira, bebidas, cigarros e restos de comida apodrecendo em meio a larvas.

O que já foi determinado pela perícia é a ausência de líquidos na bexiga, comida no estômago e que ele já estava morto há mais de 24 horas quando foi encontrado pela polícia. “A causa da morte ainda é indeterminada mas a polícia já sabe que foi em decorrência de omissão. De acordo com o médico legista, quando foi encontrado, o bebê já estava morto há pelo menos 24 horas. Ele fez observações e falou que bexiga da criança que estava desidratada”, afirma o delegado Elisandro Correia.

Segundo informações da polícia, o bebê não apresentava sinais de agressão mas tinha uma grave ferida causada por assaduras nas costas.

“A criança realmente estava com alguma virose até por conta da higiene da residência. Com um ano e sete meses precisa-se de cuidado e higiene constante. Sobre a assadura, eu tive o cuidado de olhar com calma porque a fralda chegou a grudar nas costas da criança e não havia sinais de pomada”, contou o delegado Marcos Rubira. “Tudo leva a crer que a criança faleceu por falta de alimentação e a causa direta seja desidratação”, comentou no último sábado.

O advogado da Michele Penteado Rodrigues, Flávio Frederido Gualter disse que ainda não teve acesso ao inquérito e nem ao laudo do IML, por isto ainda não pode falar sobre detalhes do caso, mas pretende repassar outras informações já com conhecimento de causa. A avó do bebê está presa no 3º Distrito Policial de Londrina.

A mãe

O menino estaria aos cuidados da avó desde o começo do mês. A mãe, uma jovem de 17 anos, teria se mudado para o Mato Grosso a trabalho. A mãe da criança relatou que não tinha uma boa relação com avó do bebê e teria ido tentar uma vida nova. Ainda segundo a jovem, ela teria sido expulsa de casa e voltaria nessa semana para buscar o filho para morar com ela.

A Polícia Civil vai investigar o caso e a responsabilização da mãe da criança será verificada. “Nós vamos analisar também a conduta da mãe. Deixar a criança sobre a guarda da avó nessas condições, com certeza ela tinha conhecimento da falta de cuidados porque residia naquele imóvel”, declarou o delegado Elisandro Correia.

Mulher sem cinto de segurança morre em capotamento na BR-277 e bebê sobrevive na cadeirinha

Uma mulher de 30 anos morreu em um acidente na BR-277, na noite desta quarta-feira (20), em Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, ela dirigia um carro Volkswagen Polo — preto — e capotou no quilômetro 108.

O acidente foi registrado em um trecho de pista reta e, no momento da ocorrência, não chovia na BR-277 — rodovia que leva ao interior do estado. A mulher dirigia sem cinto de segurança e acabou ejetada, quando o carro capotou. Ela recebeu atendimento do Samu e da concessionária que administra o trecho, mas não resistiu e morreu no local.

No banco traseiro do veículo, uma bebê de sete meses — filha da motorista — viajava acomodada na cadeirinha de transporte. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, ela sofreu apenas escoriações durante o capotamento do carro. Quando a viatura chegou, a bebê precisou ser atendida pela equipe, pois estava bastante assustada.

Polícia encontra recém-nascido abandonado, com machucados e hipotermia em Curitiba

A Polícia Civil está investigando o abandono de um recém-nascido encontrado no bairro Rebouças, em Curitiba, na madrugada desta quarta-feira (6). Uma equipe da Polícia Militar encontrou o bebê enquanto faziam patrulhamento na região central. A situação foi registrada por volta das 4 horas da manhã.

O recém-nascido estava abandonado no cruzamento das ruas João Negrão e a Avenida Presidente Getúlio Vargas. De acordo com a PM, a criança estava com machucados na cabeça e com princípio de hipotermia.

O bebê foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital do Trabalhador e o quadro de saúde é estável.

Câmeras de segurança da região serão recolhidas e analisadas para tentar identificar quem abandonou o bebê.

Motorista de capotamento que matou bebê fugia após assassinar o avô da criança

Na madrugada desta quarta-feira (21), um capotamento causou a morte de um bebê de um ano. A primeira informação repassada apontava que integrantes do carro fugiam de uma tentativa de assalto. Mas uma reviravolta no caso terminou na prisão do motorista e um passageiro, após a Polícia Civil de Rio Branco do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, descobrir que na verdade eles fugiam após ter assassinado o avô da criança.

De acordo com a Polícia Civil, o pai do bebê, de 24 anos, e o primo dele, de 39 anos, teriam assassinado o avô da criança, de 37 anos, a pauladas e facadas horas antes do acidente. A polícia acredita que os suspeitos fugiam do local do crime quando o capotamento aconteceu.

“No local do crime de homicídio, o motorista e seu primo desferiram diversos golpes contundentes (pauladas) e perfuro cortantes (facadas) contra a vítima, em razão de anterior desavença entre eles. Em seguida, todos empreenderam fuga do local, de carro, acabando por capotar o veículo”, diz a Polícia Civil de Rio Branco do Sul.

Além dos dois, estavam no veículo o bebê, que morreu no local, e a esposa do motorista e mãe da criança, de 18 anos. A jovem está internada em estado grave. O carro pegou fogo depois de capotar.

Os dois homens, que também ficaram feridos no acidente, foram presos em flagrante no Hospital Evangélico de Curitiba. Eles vão responder por homicídio doloso qualificado. Além disso, o motorista será indiciado por homicídio culposo (pela morte do bebê) e lesão corporal culposa na direção de veículo (contra esposa e primo).

A faca e pedaços de pau usados no crime também foram apreendidos. Na delegacia, o condutor do carro confessou os crimes.

Bebê com doença rara precisa de mais de R$ 2 milhões para tratamento

O diagnóstico da Atrofia Muscular Espinhal (AME) foi dado no dia em que Antônio completou 10 meses de vida. A mãe do bebê, Daniela Ávila Forti, é advogada e contou para reportagem da CBN Curitiba que tinha o sonho de engravidar. Após tratamentos, a alegria: esperava gêmeos.

Depois do nascimento, conforme os meninos foram crescendo, ela percebeu algumas diferenças no desenvolvimento muscular dos dois. “Quando eles tinham seis meses, eu via que um era muito diferente do outro. Um sentava e rolava e o outro não sentava, não rolava. Eu comecei a insistir com a pediatra e ela disse que cada criança tem seu desenvolvimento”, contou.

Não satisfeita com a primeira conclusão médica, Daniela insistiu para que Antonio passasse por outros exames. “Eu insisti, ela me encaminhou para uma neuropediatra e aí a neuro me disse que ele era hipotônico e que iriamos fazer a fisioterapia e no retorno veríamos a evolução dele. Quando retornamos, ela disse que a evolução não tinha sido satisfatória, então me encaminhou para uma neuromuscular, porque a cognição dele era perfeita, mas a parte muscular não”, relatou.

Antonio foi diagnosticado com AME Tipo 1, doença que atinge uma criança em cada 10 mil nascimentos.

De acordo com a neuropediatra especialista em doenças raras do Hospital Pequeno Príncipe, Adriana Banzatto, a AME é uma doença genética, degenerativa, que causa problemas nos neurônios motores e uma fraqueza muscular progressiva. Sem o tratamento correto, pode levar à morte.

“Além da questão motora dos membros, o coração é um músculo e a gente necessita do músculo para respirar. A gente não tento a força dessa musculatura, pode desencadear uma insuficiência respiratória que pode levar a óbito”, ressaltou.

O medicamento não é fornecido pelo Sistema Único de Saúde. As primeiras quatro doses custam mais de R$ 2 milhões e não são vendidas separadamente. Antonio já perdeu o movimento das perninhas e logo terá que comer e respirar com a ajuda de aparelhos.

“Infelizmente essa doença é degenerativa, que não tem cura. A cura é um tratamento para estagnar a doença e esse tratamento precisa ser feito o mais rápido possível porque é a vida do meu filho. Hoje todas as decisões do remédio, você paga R$ 2,1 milhões pelo primeiro ano de tratamento ou o juiz que vai decretar. E peço ajuda pela vida do meu filho”, apelou.

Quem puder ajudar o Bebê Antonio pode doar qualquer quantia.

Caixa Econômica
Agencia: 0997
Conta Poupança: 20022-4
Operação 013
Antonio Avila Forti
CPF 138.748.589/01

Ou na Vaquinha Solidária.

Família de bebê precisa juntar R$ 3 milhões para tratar doença rara

É até um contrassenso uma doença que ameaça a vida de um bebê se chamar AME. AME é a abreviação de Atrofia Muscular Espinhal tipo I. A pequena Ayla Remedi da Silva Verli, que acabou de completar 11 meses, nasceu com ela e hoje luta para combater o avanço da enfermidade. Para isso a família precisa juntar R$ 3 milhões para as primeiras doses do remédio chamado Spinraza, que não é fornecido pelo SUS. Segundo a mãe, Franciele Verli Braga, o valor é suficiente apenas para o início do tratamento.

“O músculo dela é todo atrofiado, de todo corpinho. Então ela não tem força pra sentar, pra firmar o corpo, firmar a cabecinha. Então o medicamento é muito importante. Ela precisa de seis doses no primeiro ano, de seis doses no segundo ano e assim sucessivamente para vida inteira”, disse.

A campanha, lançada pela família, já arrecadou a quantia suficiente para três das seis doses necessárias no primeiro ano de tratamento. A mãe tenta conseguir junto à Justiça que o Governo Estadual forneça o medicamento. Até lá, conta com a solidariedade.

“A nossa expectativa é conseguir as seis antes do governo liberar mais. Porque na quarta dose é que consegue barrar a doença e as demais são para manutenção. Existe um medicamento para barrar a doença. Ela já teve o pulmão afetado, respira com auxílio de um ventilador e a próxima etapa é trancar a gargante, então estamos na esperança de conseguir o medicamento antes que aconteça isso”, ressaltou.

A doença foi descoberta em 22 de agosto. Você pode ajudar pela vaquinha virtual da campanha ou por depósito bancário:

CPF da Ayla: 137.367.379-63
Ayla Remedi da Silva Verli

Caixa Econômica Federal
(Código do banco: 104)
Agencia: 0369
Operação: 013
Conta Poupança: 53303-2

Bradesco
(Código do banco: 237)
Agencia: 0929 -6
Conta Poupança: 1000447-0