Com cenário exterior positivo, Bolsa brasileira fecha em alta e dólar cai

Em sintonia com um cenário exterior positivo, a Bolsa brasileira fechou em alta nesta segunda-feira (1º).

O Ibovespa, principal índice do mercado acionário brasileiro, subiu 0,67%, para 96.054 pontos.

De um lado, o mercado doméstico reflete o cenário externo, que teve um dia otimista após a divulgação de novos dados sobre a economia chinesa.

Nos EUA, o Dow Jones teve alta de 1,27%. O Nasdaq subiu 1,29%. Os mercados europeus e asiáticos também tiveram pregão positivo (+1,03% em Paris; +1,35% em Frankfurt; +0,52% em Londres; +1,43% em Tóquio; e +2,58% em Xangai).

O cenário interno também teve interferência na alta desta segunda. Após atritos entre governo e Congresso, o presidente Jair Bolsonaro e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), deram sinais de pacificação no final da semana passada.

Agora, o mercado aguarda com ansiedade a ida do ministro da Economia, Paulo Guedes, na próxima quarta-feira (3), à audiência pública sobre a reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.

O dólar comercial caiu 1,04% nesta segunda, encerrando o dia cotado a R$ 3,876.

Ações da Vale despencam após tragédia em Brumadinho

As ações da Vale começaram o dia em baixa ao redor de 18%, reflexo do rompimento da barragem da empresa em Brumadinho, região metropolitana de Belo Horizonte. Por volta das 10h55, os papéis caíam 15,88%, a R$ 47,18.

É o primeiro pregão após a tragédia, que ocorreu na sexta-feira (25) à tarde, quando a Bolsa brasileira estava fechada pelo aniversário da cidade de São Paulo. Naquela tarde, os recibos de ações da Vale encerraram em queda de 8%.

Analistas consideram que o impacto do acidente sobre a produção da empresa será menor que os dados à imagem da mineradora. Até o momento, 60 pessoas morreram e mais de 200 estão desaparecidas.

Até o momento, a Vale teve R$ 11 bilhões bloqueados e foi multada em R$ 250 milhões pelo Ibama e em R$ 99,139 milhões pelo governo de Minas Gerais.

A Vale divulgou ainda a decisão do Conselho de Administração de suspender o pagamento de dividendos e juros sobre capital próprio, programa de recompra de ações e também a remuneração variável de executivos.

Segundo a XP Investimentos, a mina Feijão, parte do complexo Paraopeba representa de 1,5 e 2,5% da produção de minério da Vale. Mesmo que uma parte maior da operação fique parada temporariamente, o impacto neste aspecto deve ser limitado. Todo o sistema produz 7% do minério da Vale, segundo dados divulgados pela companhia no terceiro trimestre.

DROGAS: Quanto Vale $$$$ a Cocaína??

                                                                                                                                                                                          “Todos os impérios são criados de sangue e fogo.“
                                                                                                                                                                                                                                                                  Pablo Escóbar
 
 
E aí você sabe quanto vale, custa a cocaína? Não essa que é misturada com um monte de porcaria como cimento, giz, mármore, talco, aspirina e outras esterqueiras que a grande maioria cheira e pensa que é o maioral. É, a grande maioria, do político e seus assessores em seus gabinetes ao homem do cafezinho, dos atores de palco e televisão ao contra-regra da emissora de TV, do médico para conseguir acabar seu terceiro plantão seguido ao caminhoneiro que está na boléia há 4 dias sem dormir, do professor que dá aula para os seus filhos ao coroinha ou auxiliar do pastor no culto. Ah tá, você pensa que eles não cheiram?? CHEIRAM SIM. Mas não é dessa cocaína no varejo que já foi batizada, misturada 8 vezes com impurezas para aumentar sua quantidade que estou falando. Me refiro àquela cocaína que chega em quilo…sim, o produto na origem.
 
O trio de ferro do petróleo branco, Colômbia, Peru e Bolívia produz em torno de 850 toneladas/ano e o mercado nasal está aumentando, é o melhor mercado do mundo, nada há que se compare aos ganhos do ouro branco, nem a bolsa fatura tanto como o mercado branco do pó. Só para termos uma ideia em 2012 a Apple teve o recorde como a empresa que mais capitalizou no ano, suas ações subiram 67%, mil Euros aplicados em ações, no começo do ano na Apple, lhe renderiam 1670 Euros ao final deste mesmo ano, já estes mesmos mil Euros empregados na cocaína lhe renderiam 180 vezes mais, e você teria 182 mil Euros…um bom negócio não?
 
É por causa dessa rentabilidade que muitos desejam que a cocaína seja Legalizada, principalmente pessoas ligadas a diversos movimentos ou governos com alto grau de corrupção e proveito próprio de recursos do Estado. À essas pessoas lamento informar  A COCAÍNA NÃO SERÁ LEGALIZADA, não há interesse daqueles que comandam a cadeia da coca que isto aconteça. Imaginem se eles desejam a ingerência do Estado ou de terceiros alheios ao mercado do pó em seus negócios…NUNCA. O negócio da cocaína, desde a sua produção das folhas do “Erythoxilum coca” até ao consumo final – nas ruas, boates, casas particulares, bacanais – NÃO funciona dessa maneira. Os locais de produção são feudos, onde prevalece a violência, a selvageria e a brutalidade além da pobreza e trabalho análogo ao escravo, somente poucos dos milhares que laboram neste comércio é que ganham rios de dinheiro. Estes donos do mercado não querem a intromissão e a interferência de Direitos Humanos, de obrigações trabalhistas, de processos legais para desembaraçar uma carga no porto que não foi liberada porque a propina não foi suficiente, de impostos pagos ao sócio Estado (que nunca aparece mas leva seu quinhão) e que sabem que não terão o destino que deveriam, em tese, ter. É muito mais rentável e lucrativo correr determinados riscos, já calculados, do que pagar impostos e fazer parte de um sistema de Estado falido e inchado quanto a sua arrecadação. 
 
Há lugares no mundo onde não há água potável, saneamento básico, quanto mais escolas e saúde pública, mas a cocaína não pode faltar e, lamentavelmente, no Brasil há muitos desses lugares. Segundo a ONU em 2009 a América do Norte consumiu 179 Toneladas de coca, Europa 129T,  21T na África, 14T na Ásia e 101 na América Latina e Caribe. O preço do quilo na Colômbia é de 1500 dólares, chega ao México pelo valor de 14 mil (em média), nos EUA vai a 27 mil e vai a patamares de 46 a 57 mil quando desembarca na Europa e 77 mil para os seguidores da coroa britânica no Reino Unido.
 
Quando Albert Niemann sintetizou a molécula da cocaína a primeira vez em 1859 ou quando Freud a receitava para seus pacientes sequer imaginariam o mercado multi-bilionário em que o ouro branco se transformaria. Entretanto para os usuários, dependentes da coca, bem como para os barões do pó, depois da diversão sem limites, do pensamento de que pode tudo, a cobrança em vida da cocaína é mais cara do que juros do pior agiota, ela te acelerou e vai acelerar quatro vezes mais a sua queda. É Tudo ou Nada.

Bolsa fecha na máxima histórica apoiada em movimentação do governo Bolsonaro

A Bolsa brasileira fechou na máxima histórica, neste que é o último pregão da primeira semana após a eleição de Jair Bolsonaro para presidente do país. O exterior positivo e os bons resultados de empresas brasileiras também ajudaram a conduzir o Ibovespa para o recorde. O dólar fechou em leve queda.

No fechamento parcial, o Ibovespa, principal índice acionário do país, avançou 1,06%, a 88.350 pontos. Na máxima do dia, chegou a valer 89.017 pontos.

O mercado financeiro segue otimista com a perspectiva de reformas que devem ser propostas pelo governo Bolsonaro, ainda que nesta quinta o noticiário tenha sido voltado à indicação do juiz Sérgio Moro a ministro da Justiça no novo governo.

Alexandre Espírito Santo, da Órama Investimentos, diz que o mercado trabalhava com um primeiro alvo de 90 mil pontos após a vitória o capitão reformado da Exército.

Nesta quinta, a alta foi motivada por bom desempenho das ações do Bradesco, que avançaram mais de 5%. O segundo maior banco privado do país divulgou resultados do terceiro trimestre, com crescimento de 14% no lucro.
O dólar caiu 0,45%, e encerrou a R$ 3,6940.

Pessimismo se espalha e derruba Bolsas pelo mundo

Uma onda de pessimismo se espalha pelos mercados de risco e é responsável pela queda das principais Bolsas mundiais nesta terça-feira (23). O movimento é reflexo de uma série de notícias negativas para importantes economias, da China aos Estados Unidos, passando por países europeus.

O mercado brasileiro não passou incólume, apesar de o otimismo eleitoral seguir na pauta: o dólar subiu 0,24%, a R$ 3,6970, e a Bolsa recuou 0,35%, a 85.300 pontos. Entre os principais motivos para as perdas estão a desaceleração da economia chinesa e os impactos da guerra comercial iniciada pelos Estados Unidos contra a China.

Com o início da temporada de divulgação de resultados do terceiro trimestre, empresas americanas começaram a relatar necessidade de aumento de preços de produtos para compensar as tarifas de importação impostas pelo presidente Donald Trump sobre produtos chineses.

A alta nos preços pode levar a inflação a subir mais do que o inicialmente projetado pelo Fed (Federal Reserve, o banco central dos EUA), motivando aumentos adicionais nas taxas de juros do país.

Juros americanos mais altos reduzem a disposição de investidores por ativos de risco, como aplicações em Bolsa nos EUA e em países emergentes. Há ainda uma segunda preocupação no radar das empresas: a desaceleração da economia chinesa pode ter impacto sobre a demanda, levando a um menor crescimento da economia americana.

“A pergunta que os investidores farão não é necessariamente o impacto para o trimestre atual, mas, ‘se a China continuar desacelerando, qual será o impacto para o resto de 2018 e 2019?'”, diz Patrick Palfrey, analista do Credit Suisse.

Na semana passada, a China reportou que sua economia cresceu 6,5% no terceiro trimestre, abaixo do que projetavam economistas e a menor taxa desde o primeiro trimestre de 2009.
Há ainda no radar de investidores receio com o desenrolar da crise na Itália.

Pela primeira vez na história, a Comissão Europeia rejeitou um plano orçamentário por não cumprir as regras do bloco de forma “nunca vista antes”. A União Europeia pediu o envio de um novo projeto ou o país estaria sujeito a punições.

O problema é que o governo italiano está disposto a manter o orçamento deficitário.

Em uma carta enviada à Comissão na segunda-feira (22), a Itália reconheceu que seu plano de orçamento viola as regras da UE, mas insistiu que seguirá em frente com ele. “Este é o primeiro orçamento italiano que a UE não aprova. Não estou surpreso. Este é o primeiro orçamento italiano que foi escrito em Roma e não em Bruxelas”, escreveu o vice-primeiro-ministro Luigi Di Maio em uma rede social.

Com a influência negativa do exterior e noticiário eleitoral mais fraco, o Ibovespa recuou. A perspectiva geral, porém, é positiva para o país. Nos próximos dias, começam a ser divulgados resultados de empresas brasileiras e as projeções de analistas são otimistas.

Investidores seguem acompanhando as movimentações de aliados de Jair Bolsonaro (PSL) em prol da construção de uma base no Congresso, caso seja eleito. Após o fechamento do mercado, o Ibope divulgaria pesquisa, mas analistas já não esperam mudanças na vantagem de Bolsonaro sobre Fernando Haddad (PT).

Após intervenção do BC, dólar cai 5,59% e fecha cotado a R$ 3,706

Pedro Rafael Vilela 

O dólar comercial fechou esta sexta-feira (8) cotado a R$ 3,706, uma queda de 5,59%. O movimento interrompe três altas seguidas ao longo da semana, e ocorre um dia depois da moeda norte-americana ter fechado o pregão vendida a R$ 3,926, a maior cotação desde março de 2016.

A queda é reflexo direto da decisão anunciada ontem (7) pelo presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, de realizar leilões adicionais de contrato de swap cambial, equivalente à venda de dólares no mercado futuro, no valor total de US$ 20 bilhões.

Com o forte recuo, o dólar fecha a semana com desvalorização de 1,6%, mas no acumulado do ano a moeda dos Estados Unidos cresceu 11,8% frente ao real.

Bolsa de Valores

O índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa) fechou a sexta-feira em queda de 1,23%, com 72.942 pontos. O volume negociado foi de R$ 14.929.502.615.

Na semana, o índice acumulou queda de mais de 5%, com destaque para o fechamento de ontem, quando o Ibovespa caiu 6,5%, alcançando o menor índice desde dezembro do ano passado. As ações de empresas de grande porte também registraram queda hoje, com os papeis preferenciais da Petrobras perdendo 3,24%, Vale com queda de 6,40% e Bradesco recuando 0,87%.

Dólar abre em queda e bolsa de valores em alta

Da Agência Brasil

O dólar comercial iniciou o dia em queda, e bolsa de valores mostrou valorização. Por volta das 10h20, o dólar era cotado para venda a R$ 3,30, com queda de 2,49%, depois da alta de quinta-feira de 7,9%, a R$ 3,38, em relação à crise política instalada após divulgação de parte do conteúdo da delação dos empresários Joesley Batista e Wesley Batista, donos do grupo JBS.

Ontem, o Banco Central (BC) informou que fará leilões de swap cambial tradicional nesta sexta-feira (19), na segunda (22) e na terça-feira (23). A operação equivale à venda de dólares no mercado futuro e ajuda a segurar a alta ou a forçar a queda da moeda norte-americana. Ontem, o BC realizou quatro intervenções no mercado cambial.

O BC destacou, em comunicado que “permanece atento à condições de mercado e, sempre que julgar necessário, poderá realizar operações adicionais de swap”.

Bolsa de valores

O principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo (BM&F Bovespa) – Ibovespa – registrou alta de 1,53%, a 62.614 pontos. Ontem, no primeiro dia de funcionamento do mercado financeiro depois da divulgação das delações premiadas, o índice fechou o dia com retração de 8,8%, aos 61.597 pontos. Às 10h21 de ontem, o pregão registrou queda de 10,47% e foi suspenso por meia hora, mecanismo conhecido como circuit breaker, que paralisa as negociações em momentos de fortes quedas.

Acionistas da Syngenta aceitam oferta de US$ 43 bilhões da ChemChina

 

Redação com EuroNews

A China National Chemical Corp. (ChemChina) divulgou, em informativo oficial á imprensa, que 80% dos acionistas da gigante suíça do agronegócio Syngenta AG aceitou a oferta de aquisição no valor de US$ 43 bilhões. A decisão abre caminho para a finalização do maior negócio já feito por uma companhia chinesa na história.

A China pretende usar produtos químicos da Syngenta e sementes protegidas por patentes, para melhorar sua produção agrícola doméstica, o que teria impulsionado o processo de aquisição.

O primeiro pagamento aos acionistas será feito no dia 18, mesma data da transferência de controle.

A empresa informou ainda que pretende retirar as ações da Syngenta das bolsas na Suíça e nos Estados Unidos assim que a legislação permitir.

Bolsa fecha no maior nível em seis anos; dólar cai 0,14%

Com a Agência Brasil

Num dia de ganhos no mercado financeiro, a bolsa de valores teve forte alta e atingiu o maior nível em seis anos. O índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, encerrou esta segunda-feira (20) com alta de 1,16%, aos 68.533 pontos. Esse é o valor mais alto desde 8 de abril de 2011 (68.718 pontos).

As maiores altas ocorreram nas ações da mineradora Vale, que saltaram 6,93%, e da Bradespar, grupo que tem participação na mineradora, que subiram 16,62%. Hoje, a Vale anunciou que pretende pulverizar o controle da empresa entre vários acionistas, em vez de concentrá-los na holding Valepar, que será extinta em novembro.

No mercado de câmbio, a moeda norte-americana caiu depois de duas altas seguidas. O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 3,089, com queda de 0,14%. O dia teve pouco movimento por causa do feriado do dia dos presidentes, nos Estados Unidos.

Bolsa fecha no maior nível em quase cinco anos

Em um dia de tranquilidade no mercado financeiro, o dólar caiu para o menor valor em quase três meses, e a bolsa de valores fechou no maior nível em quase cinco anos. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (23) vendido a R$ 3,169, com queda de R$ 0,014 (-0,43%). A cotação fechou no valor mais baixo desde 8 de novembro (R$ 3,167), dia das eleições que elegeram Donald Trump presidente dos Estados Unidos.

O índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou com alta de 1,9%, aos 65.748 pontos. O indicador está no nível mais alto desde março de 2012. Os maiores ganhos ocorreram com as ações da mineradora Vale e do Banco do Brasil, com altas próximas a 4%.

Swap cambial

No mercado de câmbio, contribuiu para a queda do dólar o fato de o Banco Central ter vendido 15 mil contratos de swap cambial tradicional, que equivalem à venda de dólares no mercado futuro e têm como objetivo segurar a alta ou forçar uma queda da divisa. A moeda norte-americana acumula queda de 2,5% em janeiro.

Em novembro, o dólar subiu 6,18% após Trump vencer as eleições para a presidência dos Estados Unidos. A moeda, no entanto, reverteu a alta nas últimas semanas, operando próximo aos níveis registrados antes da votação.

No início de dezembro, o Federal Reserve (Fed), Banco Central norte-americano, anunciou que os juros básicos dos Estados Unidos podem subir até três vezes este ano dependendo da política econômica de Trump. Segundo o órgão, caso o novo presidente aumente os gastos públicos para estimular a maior economia do planeta, a autoridade monetária terá de subir os juros para evitar que a inflação no país aumente.

Taxas mais altas nos Estados Unidos estimulam a fuga de capitais de países emergentes, como o Brasil, e pressionam para cima o dólar em todo o planeta. Isso porque os investidores internacionais lucram menos com a diferença entre as taxas altas nos países emergentes e as taxas menores nos países desenvolvidos.