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Campanha nacional de vacinação contra o sarampo vai começar na segunda-feira

A campanha nacional de vacinação contra o sarampo vai começar na próxima segunda-feira (07).  No País, 19 estados têm registros da doença neste ano. No Paraná, foram confirmados 59 casos. Destes, 45 são em Curitiba.

Organizada pelo Ministério da Saúde, a campanha é uma estratégia para tentar interromper a circulação do vírus e proteger os grupos de risco.

A vacinação vai acontecer em duas etapas.

A primeira, começa na segunda-feira (07) e vai até o dia 25 deste mês. O público-alvo são as crianças, na faixa etária dos 6 meses aos 5 anos. O “Dia D” será no sábado, 19 de outubro. E a segunda etapa vai ser em novembro, com foco nas pessoas entre 20 e 29 anos. Já o “Dia D”, está previsto para o sábado, dia 30.

Desde o mês de agosto, foram autorizadas doses extras para bebês, dos 6 aos 11 meses. O efeito é temporário e as vacinas previstas na carteira de vacinação devem ser realizadas.

SINTOMAS

Os sintomas mais comuns do sarampo são: febre alta, tosse, coriza, conjuntivite e manchas avermelhadas pelo corpo.

 

Ministério da Saúde intensifica vacinação contra febre amarela no Sul

O vírus da febre amarela está em circulação nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná e pode causar surtos da doença se a população não estiver vacinada até dezembro.

O alerta, da coordenadora-geral substituta do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Francieli Fantinato, foi feito durante palestra na XXI Jornada Nacional de Imunizações, que ocorre em Fortaleza (CE) até o dia 7 de setembro.

O risco mobilizou o Ministério e as secretarias de saúde dos três estados a realizarem, desde agosto, uma campanha de intensificação da vacinação. A doença registra maior incidência entre dezembro e maio.

A medida é preventiva e tem o objetivo de imunizar a população entre os nove meses e 60 anos de idade incompletos. Além da busca ativa por não vacinados, o Ministério da Saúde e os estados pretendem fortalecer a vigilância de macacos.

A região Sul tem recomendação para vacinação contra a febre amarela desde 2018.

Em todo o país, a cobertura vacinal contra a doença é de 64%. Apenas os estados de Goiás, Roraima e Distrito Federal alcançaram a meta de vacinar 95% da população. Por enquanto, o Nordeste não tem recomendação para vacina.

O alerta leva em conta a previsão de rotas de dispersão do vírus, ocorrência de casos e a baixa cobertura vacinal nos estados do Sul.
“Existe a circulação do vírus da febre amarela nos corredores ecológicos. Nos três estados há áreas em que a população precisa ser vacinada imediatamente. Em outras, a previsão é que o vírus chegue até dezembro. Se a população não for vacinada rapidamente poderá ocorrer surtos da doença.”

Quem viajar para os locais onde a vacina é recomendada, a orientação é tomar a dose pelo menos dez dias antes do deslocamento.

No Paraná, de 1º de julho de 2018 ao mesmo período deste ano, foram confirmados 17 casos de febre amarela com uma morte.

Até 30 de agosto, duas pessoas morreram em Santa Catarina por conta da doença. Além disso, há o registro de cinco mortes de macacos por febre amarela (um em Garuva, um em Indaial, um no Jaraguá do Sul e dois em Joinville.

O evento foi promovido pela Sbim (Sociedade Brasileira de Imunizações).

Campanha de vacinação contra a gripe vai até 31 de maio

Balanço sobre a cobertura vacinal contra a gripe mostra que o Estado imunizou até agora 55,69% do público-alvo estabelecido pela Organização Mundial da Saúde. A campanha de vacinação começou no dia 10 de abril e segue até o dia 31 de maio.

Todas as unidades de saúde, em todos os municípios, estão aplicando as doses para a imunização contra a Influenza. “Nosso apelo é para que a população busque os postos para receber a vacina, que é segura e protege contra o vírus”, afirma o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.

Além da vacina, o governo do Paraná disponibiliza um medicamento antiviral (Oseltamivir) para quem apresenta os sintomas da Influenza e não pertence ao público-alvo. O remédio está disponível nas unidades de saúde, mas só é entregue com receita médica. De janeiro até agora, a Farmácia do Paraná entregou o medicamento para mais de 70 mil pessoas.

BALANÇO – O balanço antecipado da Campanha de Vacinação no Paraná aponta que entre a população-alvo, os indígenas registram a maior cobertura vacinal, com 84,2%. Na sequência estão as mulheres que tiveram bebê há menos de 45 dias, com 77,9%; os idosos com 67,7%, as gestantes com 58,2% e as crianças entre 6 meses até 5 anos com 56,4%.

O grupo prioritário abrange ainda professores, trabalhadores da saúde, portadores de doenças crônicas não transmissíveis, população privada de liberdade, adolescentes e jovens de 12 a 20 anos sob medidas socioeducativas, funcionários do sistema prisional e policiais civis e militares.

GRIPE – A gripe (Influenza) é uma infecção aguda do sistema respiratório, provocada por vírus, com grande potencial de transmissão. A enfermeira da Divisão de Vigilância do Programa de Imunização da Secretaria, Vera Rita da Maia, alerta para os sintomas. “A população deve estar atenta aos sinais, principalmente à febre alta repentina, inflamação na garganta, tosse, dor no corpo e dor de cabeça”.
Segundo ela, o vírus Influenza é responsável por elevadas taxas de hospitalização. “Se a infecção viral não for tratada, pode provocar complicações, evoluir para pneumonia e até ao óbito”, afirma.

PROTEÇÃO – A enfermeira explica ainda que a vacina aplicada nas unidades de saúde é chamada de trivalente e protege contra os principais vírus em circulação. “Quem tomou a vacina no ano passado, deve tomar novamente. A composição da vacina muda a cada ano, de acordo com os vírus circulantes, para garantir a imunização”, disse.

A Campanha Nacional de Vacinação se concentra neste período do ano porque a queda das temperaturas no outono e no inverno tende a aumentar as aglomerações de pessoas em lugares fechados e sem ventilação, facilitando a transmissão do vírus.

Ela orienta também sobre outras medidas que ajudam na prevenção da gripe, como lavar e higienizar as mãos com frequência, manter os ambientes ventilados, não compartilhar objetos de uso pessoal, cobrir o nariz e a boca ao espirrar ou tossir.