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Número de vagas para estagiários e aprendizes em 2019 teve aumento

As vagas de estágio e aprendizagem tiveram aumento de 3,7% entre janeiro e outubro de 2019, segundo os dados do Centro Integração Empresa-Escola (CIEE). Hoje, são atendidos pela entidade 310 mil estagiários e aprendizes em 20 estados do país.

A estimativa para o ano de 2020 é a de que só no primeiro trimestre estejam abertas 85 mil vagas para aprendizes e estagiários. Este ano, no segmento de contratação – público e privado – as vagas mais procuradas para estágio entre os estudantes de nível superior foram para os cursos de Direito, seguidas de Pedagogia, Administração, Ciências Contábeis, Engenharia Civil e Ciências da Computação. Já para os estudantes de nível técnico a lista é liderada pelo curso de Administração, Enfermagem, Informática, Segurança do Trabalho e Eletrotécnica.

A estudante do 7º semestre de Jornalismo, Larissa Mesquita, faz parte da estatística daqueles que conseguiram um espaço no mercado de trabalho através do CIEE. Segundo ela, o estágio é a oportunidade do estudante colocar em prática tudo aquilo que aprende em sala de aula. “Em particular, o estágio me proporciona uma experiência única. Me mostrou do que eu sou capaz como profissional e como ser humano, afinal, eu preciso todos os dias praticar o coletivo junto aos meus colegas de trabalho”, conclui.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

Mudar de carreira é assustador, mas pode ser determinante na sua felicidade

Visualize essas três situações: você tem mais de 40 anos, carreira consolidada, emprego fixo, salário fixo, benefícios como férias, décimo terceiro, fundo de garantira e com sorte participação de lucros. A essa altura, provavelmente você já constituiu família e há pessoas que dependem de você. Mas você não está satisfeito com o que faz. Está cansado, frustrado, não vê propósito, você mudou e não se encaixa mais naquilo que fez durante muitos anos. Você chegou num momento de crise e precisa mudar. Enquanto a mudança não acontece, o desânimo e a depressão podem estar te rondando.

Agora olhe para segunda situação: você tem mais ou está próximo de 40. Vem trabalhando com as coisas que gosta e que te satisfazem. Não há muita crise com relação à sua carreira consolidada. Os anos investidos em estudos e especializações renderam bons frutos. Só que você quer mais. O que faz hoje é bom, não te deixa triste ou deprimido, mas você quer mais. Você quer mudar, você sente que precisa mudar, quer se superar, quer ser desafiado, quer crescer de outra forma, quer achar novos propósitos.

Por fim, uma última situação que foge totalmente do seu controle. Quando não tem crise, nem insatisfação, não tem vontade de mudar o que faz, mas aí você é surpreendido por uma demissão ou pela falência do seu negócio.

Para as todas as situações um mesmo questionamento: e agora, o que eu vou fazer?

É fato que chegamos a um ponto de transformação da sociedade em que o trabalho formal (aquele de carteira assinada e “estabilidade” ) está perdendo forças. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) , o Brasil tem hoje 12,6 milhões de pessoas desempregadas. Mais de 38 milhões de brasileiros estão na informalidade.

Além deles há ainda os empreendedores, que hoje somam mais de 52 milhão de brasileiros.

Portanto, assumir os riscos da mudança é uma decisão difícil.

Para muitas pessoas, a decisão pode levar anos para ser tomada e pode complicar o quadro de insatisfação pessoal e profissional do indivíduo. Mas é preciso olhar para o problema de frente e calcular os riscos e benefícios da mudança.

PARTIU PLANO B

A jornalista e blogueira Vanessa Brollo atua também como consultora e palestrante. Há 4 anos mantem uma coluna sobre empreendedorismo na Rádio CBN/Curitiba

Há muito o que refletir e pesar antes de começar algo novo. Para a jornalista e consultora, Vanessa Brollo, ter buscado entender como seria o seu novo caminho antes de sair do mundo corporativo foi essencial para lidar com toda a mudança. Depois de 27 anos na mesma empresa veio a demissão. “Toda demissão é um susto, mexe com a auto-estima da gente, mas ter uma noção de que eu já gostava de fazer me ajudou a direcionar a mudança”, afirmou.

A jornalista já vinha nos últimos anos se atualizando e buscando uma maneira de trabalhar a comunicação alinhada com o seu propósito de vida. Foi assim que nasceu o blog “Partiu Plano B“. Foi lá que ela se realizou contando histórias de pessoas que fizeram grandes mudanças em suas vidas, baseadas nas mudanças de carreira. “Profissionalmente falando foi essencial ter me atualizado quando ainda estava no emprego formal. Com o blog pude conhecer muitas histórias inspiradoras e contá-las também. Hoje o blog, que era já um prazer de fazer, virou o meu cartão de visitas, a exposição do meu trabalho. Por conta dele, hoje eu faço palestras sobre empreendedorismo e consultorias”, complementa Vanessa.

A dica da comunicadora para quem está pensando na mudança é manter-se em constante movimento. “Não há emprego, mas tem trabalho! Esteja sempre em movimento, conheça novas pessoas, pesquise a futura área de atuação ou atualize a sua área se for esse o caso. Se for empreender, que seja com algo que você goste muito, mas tenha consciência que também vai precisar lidar com os problemas. Não se vitimize e afaste a tristeza do processo”, orienta.

Para o consultor de carreiras Cassiano Marcelus, da Soul Gestão de Essência, todo mundo passa por uma fase aonde surge a necessidade de entender o seu propósito de vida. “Geralmente é perto da meia idade. Antes disso estamos muito envolvidos em ganhar dinheiro e colocar em prática tudo que viemos aprendendo. Acabamos que não temos nem tempo e nem maturidade pra pensar no porquê que a gente faz as coisas que faz. Na meia idade, a gente começa a perceber que talvez o trabalho nos sustente monetariamente, mas não sustente emocionalmente, não preenche as questões ligadas ao propósito. Sentimos muitas vezes que nossas necessidades não estão sendo preenchidas e aí vem a urgência da mudança”, diz o consultor.

Ainda segundo Cassiano, boa parte da crise vem também do fato de não termos sido orientados corretamente, ainda na juventude, sobre o que seria nosso ideal, nosso propósito, quais seriam nosso potenciais e qualidades. Para o consultor é fundamental que esses direcionamentos e questionamentos comecem cedo, o que poderia evitar tanta gente infeliz com o que faz.

INFELIZ NO TRABALHO

A infelicidade no trabalho gera uma série de doenças emocionais, entre elas a tão famosa Síndrome de Burnout. A síndrome  é um distúrbio psíquico que vem do esgotamento físico e mental e sua causa está intimamente ligada à vida profissional. Cada vez mais pessoas adoecem por dificuldade de mudar o que traz infelicidade no trabalho. A depressão e a síndrome do pânico também acompanham pessoas que se esforçam para manter situações que já não condizem com a sua busca pessoal. Em situações críticas como essas, antes de fazer um grande movimento de mudança é aconselhável buscar um profissional que ajude a pontar saídas, com serenidade.

DO SERVIÇO PÚBLICO PARA O ARTESANATO PROFISSIONAL

Foi exatamente o que aconteceu com a empresária e artesã Sarah Santos, hoje dona da marca Cora Artesanal e do espaço colaborativo Bendita.co . Depois 15 anos atuando no serviço

Sarah Santos deixou o serviço público depois de 15 anos para se dedicar ao artesanato e hoje se sente feliz e realizada

público veio o momento crucial. Sarah conta que já não estava mais feliz, que se sentia desgastada no mundo corporativo e que, aquilo que fazia em seu trabalho, não fazia mais sentido. “Não me preenchia mais. Emocionalmente não fazia mais sentido para mim. Eu não conseguia enxergar a efetividade do meu trabalho”, conta a empresária.

Três anos depois de entrar em crise, Sarah conta que tomou a decisão de seguir a vida com aquilo que era sua paixão: o artesanato. Ainda quando estava no emprego formal já trabalhava com o artesanato para complementar sua renda. Curso atrás de cursos e especializações deram sustentação para que ela tomasse a decisão de sair do emprego e se tornar empreendedora. “Não foi fácil, vem o medo de enfrentar o mercado, o gelo na barriga , a gente demora pra se sentir capaz! Mas a força de amigos e familiares foi muito importante nesse período. Eu já trabalho com o artesanato há 50 anos e só fui me especializando, participando de feiras, bazares, foi assim que fortaleci minha marca”, explica.

Hoje a Bendita.co agrega e expõe trabalhos de 38 artesãos da cidade. “Não volto mais atrás, estou realizada, tenho desafios todos os dias, mas estou trabalhando com o meu propósito. O segredo é ter coragem, persistência e fé. Se você não está feliz, não está bem, tome as rédeas da sua vida e seja protagonista da sua história”, completa a artesã.

UM MAR DE POSSIBILIDADES

Em um mundo tão conectado como o de hoje, o que não faltam são ofertas de cursos online, gratuitos, palestras, consultorias, ferramentas de coaching, mentorias. Há vários instrumentos que alguém em crise pode lançar mão para encontrar orientações e caminhos. É o que faz a empresa do consultor Cassiano Marcelus. A empresa realiza projetos individuais e coletivos que resultam na materialização da essência e do propósito baseados nas potencialidades, nas habilidades indivíduo ou grupo, com objetivo de alcançar a realização desejada. “A Soul Gestão de Essência nasceu dessa proposta. Ajudar as pessoas e empresas  a encontrarem caminhos de realização e propósito. Quando você faz o que gosta, quando você tem o seu propósito definido, a sua produtividade aumenta muito. Você não só vai ter uma melhor remuneração, como você vai poder contribuir e colaborar melhor com a sociedade em que você está inserido”, explica.

DA PONTE AÉREA PARA O MUNDO DAS PIPOCAS

Para ex-comissária de bordo e hoje dona da Poá Pipocas Gourmet, Sarah Melo Duarte, 35 anos, a decisão de mudar de vida não envolveu sofrimento. Pelo contrário, casada com um comissário de bordo e com pouco tempo disponível “em terra”, o casal decidiu que quando tivessem filhos, Sarah ficaria cuidando do bebê. Foi aí que veio a oportunidade. “Isso nunca me assuntou, nunca foi um problema fazer a mudança, eu já vinha me preparando pra isso e hoje sou muito feliz com a escolha”.

Ao perceber o interesse de familiares e amigos nas variadas pipocas que oferecia nas festas e nos eventos ligados ao seu filho, a empresária viu a oportunidade de ganhar dinheiro e ter um novo desafio profissional, transformando em ganha-pão aquilo que já fazia por prazer.

 

ex-comissária de Bordo, Sarah Melo sente-se realizada com a mudança radical de vida

Ela conta que precisou pesquisar muito sobre o segmento de mercado, além de fazer experiências com os produtos que ela criava pra entender a aceitação do público. A pipoca foi um sucesso e em apenas dois meses ela usou mais de 30 quilos de pipoca.

Para quem pensa em mudar de vida como ela, a empresária faz o alerta: “Acreditem no seu produto, seja qual for, na área que for. Acredite na sua capacidade. Persista, pesquise, se organize para a mudança. Não faça nada no impulso e esteja perto de pessoas que te apoiem na mudança, isso é fundamental”, reforça a empresária.

Especialistas apontam que é preciso ter calma e refletir bastante. Pesar na balança todos os prós e contras ajuda a desenhar o futuro. Conversar com pessoas que viveram situações semelhantes é sempre esclarecedor. O segredo está em fazer a transição com muita responsabilidade e serenidade.

Óleo nas praias: especialista mostra forma segura de se consumir peixes

As manchas de petróleo nas praias já atingiram, pelo menos, 254 localidades em 92 municípios de 9 estados desde o final de agosto, segundo o balanço mais recente do governo. O fenômeno não tem só causado impactos nas cidades litorâneas, como afetado a vida de animais marinhos. E as preocupações ambientais chegaram à mesa dos brasileiros.

Empresas do setor afirmam que há formas seguras de manter o consumo destes produtos. Umas delas é optando por pescados com o S.I.F, selo do sistema de controle do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil que atesta a qualidade na produção de alimentos de origem animal.

De acordo com Tércio Farias, fundador da Villa Pescados, empresa localizada no Mercado do Rio Vermelho, bairro de Salvador – uma das cidades afetadas pelo óleo – alguns produtos locais podem ter tido contato com o óleo e, por isso, devem ser evitados. “Nossos produtos vêm do Amapá, são congelados e possuem o selo de inspeção federal. Com isso, temos uma garantia e uma seguridade para os nossos clientes. Sabemos da procedência do que vendemos”.

A Villa Pescados também atende restaurantes, hotéis e pousadas da capital baiana. “Temos sentido a preocupação da população. Muitos donos de restaurantes têm pedido essa certificação e nós já nos posicionamos. O que não mudou tanto foi a relação com os clientes da loja física porque eles já conhecem os nossos produtos”, garante Farias.

Márcia Farias que é nutricionista e chefe de cozinha pede cautela na hora do consumo de peixes e derivados. “São muitas informações que estão sendo passadas. Por isso, é importante evitar os produtos locais e que não tenham procedência. É necessário comprar em lojas que tenham o S.I.F, que traz uma garantia”, conclui.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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No Dia do Professor, educadora nota 10 reflete sobre os desafios da educação

Com 47 anos, sendo 28 deles dedicados a ser professora, a coordenadora pedagógica Joice Lamb da escola EMEF Profª Adolfina J. M. Diefenthäler, localizada em Novo Hamburgo – RS, trabalha diariamente para melhorar a realidade dos alunos por meio da educação pública. Em 2019, além de estar entre os dez vencedores da 22º edição do Prêmio Educador Nota 10, a educadora foi escolhida pelo júri da premiação como a Educadora do Ano.

Neste Dia do Professor, comemorado no Brasil todo 15 de outubro, Joice prefere ir além das felicitações. “Eu não acho que não receber felicitações nesse dia signifique que os professores são mais ou menos desvalorizados. Acredito que a valorização do professor tem outras facetas a serem pensadas. Precisa ser não só valorizada com abraços e felicitações, como também com recursos”, defende.

A educadora adquiriu vivências em sala de aula e hoje lhe serve para reforçar que o professor não pode ser bom trabalhando sozinho. “Às vezes, a sociedade joga toda questão da educação para cima do professor. Um bom professor não se constitui só porque ele quer ou tem vocação de ser bom. Tem vários aspectos que fazem um bom professor: a formação continuada, um espaço escolar adequado, os recursos didáticos e outros”, avalia.

Coordenando os trabalhos na escola em que trabalha, Joice acredita que os conhecimentos passados e adquiridos pelos alunos devem ser construídos de modo compartilhado. Essa é a raiz do projeto #aprenderecompartilhar – escola inovadora, vencedor do Prêmio Educador Nota 10, pensado por Joice com coautoria das educadoras Lea Borges, Andrea Zimmer, Daniela Flor e Daiana Lahm.

As inovações pedagógicas são realizadas em variados projetos, como os que instigam a aprendizagem da Matemática e a produção de poemas. No #foradacaixa, os alunos, independente de idade ou turma, participam de atividades juntos, sob o acompanhamento de professores. Já no projeto de Iniciação Científica, estudantes do Ensino Fundamental escolhem temas de pesquisa, colegas de equipe e professores orientadores para realizar um estudo que é apresentado em uma feira anual.

Joice explica que o projeto #aprenderecompartilhar é a culminância da articulação de todas as iniciativas da escola junto com a comunidade, que também pode para avaliar as atividades pedagógicas e propor encaminhamentos, correções de rota e melhorias.

Prêmio Educador Nota 10 – Dia do Professor

O Prêmio Educador Nota 10 foi criado em 1998 pela Fundação Victor Civita que, desde 2014, realiza a premiação em parceria com Abril, Globo e Fundação Roberto Marinho. Reconhece e valoriza professores da Educação Infantil ao Ensino Médio e também coordenadores pedagógicos e gestores escolares de escolas públicas e privadas de todo o país.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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Entenda as diferenças entre as áreas da Enfermagem

De acordo com os últimos dados do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), no país existem 492 mil enfermeiros, 1.132.231 técnicos de Enfermagem e 418.626 auxiliares. A Enfermagem é complementar à carreira da Medicina. Enquanto os médicos dão o diagnóstico, os enfermeiros e suas categorias dão assistência ao paciente. A profissão é regulamentada pela lei 7.498, que pontua as diferenças entre cada área de atuação da Enfermagem, descrevendo cada uma de suas três categorias.

As remunerações da área também variam conforme cada categoria. Segundo dados do Educa Mais Brasil, baseados no Ministério do Trabalho (Caged), a média salarial para os enfermeiros no Brasil é de R$ 2.948. Já para os técnicos de enfermagem, o valor é de R$ 1.900. Enquanto isso, os auxiliares recebem uma remuneração média de R$ 1.500.

Para a técnica de Enfermagem e sócio-fundadora da Escola Técnica de Saúde Evangélica, Airesnede Rossi, a carga horária do curso bem como a grade curricular da escola onde o estudante quer se profissionalizar devem ser levadas em consideração com muita atenção. “Têm escolas que dão 1h30 de aula a 2h, três a quatro vezes na semana”, diz a profissional que justifica a importância de escolher bem a instituição onde será feito o curso. “Não é porque a carga horária do curso é menor que você tem que abraçar. Porque é um curso com uma responsabilidade muito grande. Você vai trabalhar com vidas, você tem que saber o que está fazendo. Então, preparo é fundamental”, argumenta.

Entenda as diferenças entre as carreiras:

Enfermeiros

São responsáveis por oferecer cuidados a pacientes em tratamentos médicos de alta complexidade. Na Enfermagem, podem atuar em unidades de saúde cuidando do planejamento, prestando consultorias e realizando auditorias. Por isso, é a categoria de maior responsabilidade dentro da profissão. Além disso, são considerados aptos a promover a formação de novos profissionais.
Para habilitar-se na área e seguir carreira é necessário ter um curso superior, que possui duração média de cinco anos.

Técnicos de enfermagem

A função do técnico de enfermagem está em prestar assistência aos enfermeiros nas questões que dizem respeito a planejamentos, cuidados com paciente e execução de programas de assistência à saúde do enfermo.

Para exercer a profissão, o técnico desta área precisa ter um curso de especialização, que dura, em média, dois anos.

Auxiliar de enfermagem

Os auxiliares de enfermagem podem preparar pacientes para exames, consultas ou tratamentos, executar prescrições para os médicos, cuidar da higiene do local onde se encontra o enfermo, promover o conforto e a higiene de cada paciente, bem como providenciar segurança e alimentação adequadas para cada um. Assim, podem exercer funções de assistência à Enfermagem.

Para seguir carreira como auxiliar de enfermagem é preciso ter um curso na área, com duração média de um ano e meio.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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Quer emagrecer? Conheça outras alternativas além do nutricionista

Efeito sanfona, baixa autoestima, desânimo, frustração por não conseguir seguir os planos alimentares, juntamente com a falta de atividade física são as queixas principais de muitos pacientes nos consultórios atualmente. As situações que viram grandes barreiras no processo do emagrecimento são inúmeras e a resposta pode estar no psicológico de cada ser humano. Afinal, quem nunca ouviu a frase “mente sã, corpo são”?

A psicóloga e coach psicológico, Ludmila Garcia, é especialista nesta área e ressalta a importância de um profissional do segmento. “O psicólogo não está restrito a tratar questões de transtornos mentais, mas pode também ajudar, inclusive, a mudar o comportamento, gerar motivação, elevar a autoestima, auxiliar em situações de compulsão. Tudo isso está diretamente relacionado com o processo de emagrecimento. É preciso estar bem emocionalmente para conseguir perder peso, praticar atividade física com prazer e ter um acompanhamento nutricional sem sofrimento”, defende.

Pense Magro

Com o objetivo de auxiliar pessoas especificamente nesta área, Ludmila criou o “Pense Magro”, que tem como objetivo o emagrecimento sem dietas focando na qualidade de vida, percepção de si mesmo e tudo que nutre o ser para além da alimentação. “O foco inicial é a mudança do pensamento para superar as crenças limitantes, conquistar o equilíbrio emocional e fazer da perda de peso uma consequência a partir disso”, pontua.

A Engenheira Civil Erica Orge participou do projeto e é testemunha dos bons resultados. “Eu sofria há um bom tempo com distúrbios alimentares e o projeto mudou muito minha relação com a comida e comigo mesma. Aprendi a fazer boas escolhas e dieta não faz mais parte da minha vida, o exercício já não é mais uma dificuldade. Hoje em dia, tudo é solução”, comemora.

Agência Educa Mais Brasil

relações públicas

Conheça a história da Primeira Relações Públicas com Down do Brasil

A mineira Luísa Camargos, de 25 anos, não deixou as limitações do dia a dia virarem barreira na sua vida. Ela foi além e tornou-se a primeira pessoa com síndrome de Down a formar-se em Relações Públicas no Brasil, conforme atesta o Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas de Minas Gerais.

O objetivo de Luísa vai além do âmbito profissional que a graduação lhe proporcionou. Apesar de ainda não estar empregada formalmente na área, ela dá palestras e conta com a sua superação para estimular outras famílias a acreditarem nas pessoas com síndrome de Down. Para isso, ela usa o seu perfil no Instagram como espaço de motivação.

relações públicas
Foto: Arquivo pessoal

Em junho deste ano, a mineira concluiu os estudos e defendeu o Trabalho de Conclusão (TCC) “Comunicação nas Organizações”, que abordou a comunicação interna e externa nas organizações do 3º setor. “Nunca pensei em desistir. Sempre batalhei e minha família foi meu porto seguro”, conta a agora relações públicas, alegre, ao relembrar os momentos difíceis na rotina que vivenciou para conciliar terapias e faculdade, atividades que ela fazia nos três turnos do dia.

Documentário

A superação de Luísa vai ser contada por meio de um minidocumentário que está em produção em Minas Gerais. O material deve ser disponibilizado em outubro deste ano, na internet e nas redes sociais. “É um documentário curto, mas emocionante. Ficou lindo! Quanto mais pessoas assistirem é melhor para a visibilidade da síndrome e para inspirar outras pessoas”, afirma, orgulhosa, a irmã Alice. O trailer do mini documentário pode ser visto aqui:

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

veterinário

Dia do Veterinário: história do cachorro Cartucho une tutores e veterinários

Seja de pedigree ou sem raça definida, os cãozinhos estão sempre prontos para mostrar o tamanho do seu amor e transformar a vida de quem está por perto. É assim com o cachorro Cartucho, que após ser abandonado ainda filhote, passou a ser cuidado pelo delegado Artur Guimarães, alegrando a vida de todos em uma delegacia localizada na ilha de Itaparica, na Bahia.

Há menos de dez dias, foi o tutor Artur que precisou reforçar o seu companheirismo com o animal fazendo de tudo para preservar a vida do bichinho. Nas últimas semanas, ele deu entrada na clínica veterinária Planeta Animal, localizada em Salvador, sem conseguir andar, com quadro neurológico e insuficiência renal grave. Uma série de exames apontou o diagnóstico de leptospirose. Para complicar a situação de Cartucho, os veterinários Gabriela Azevedo e Diogo Azevedo ainda notaram que existe a possibilidade do cão ter sido picado por uma cobra.

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Cachorro Cartucho. Foto: Arthur Guimarães

Os cuidados veterinários são fundamentais para a sobrevivência de animais em estado grave, como o de Cartucho. De acordo com a veterinária, cerca de 15% dos atendimentos realizados nas três unidades da clínica Planeta Animal na capital baiana, em 2018, foram de casos de emergências. “Quanto mais rápido for o atendimento, maiores as chances de manter o animal vivo. A recomendação é que os tutores encaminhem seu pet para o hospital veterinário imediatamente em situações como essa”, afirma Gabriela.

Segundo Gabriela, Cartucho chegou bem debilitado, vomitando, com diarreia e sem conseguir andar, mas felizmente tem apresentado melhoras significativas. Os sintomas cessaram e ele está começando a se movimentar novamente. “Ele está resistindo a esse desafio e tem grandes chances de voltar a vida normal. Conhecer a história de Cartucho nos move. Somos 10 veterinários aqui na clínica e todo mundo cuida dele. Essa melhora é validada a todos”, assegura Azevedo.

veterinário
Foto: Tatiany Carvalho

A união faz a força

Os tutores de Cartucho, Artur Guimarães e Camila Guimarães, afirmam que o cão é muito bem cuidado. As vacinas estavam em dia, o animal tomava banho semanalmente e só comia ração. “Ele é um cachorro muito inteligente, companheiro e já atendia a alguns comandos como o de sentar. É o nosso mascote da

Delegacia de Itaparica. Ele é um verdadeiro guerreiro”, disse Artur. A torcida pela saúde de Cartucho é grande – a equipe da 19ª DP fez até mesmo uma vaquinha para ajudar no tratamento do mascote que só tem oito meses de vida. A equipe da clínica Planeta Animal também está colaborando com os custos do tratamento.

Dia do Veterinário: profissionalismo e amor pelos animais

O Dia do Médico Veterinário é comemorado anualmente no dia 9 de setembro. Esta data celebra a ação dos profissionais responsáveis por cuidar da saúde dos animais. Uma curiosidade: o dia é comemorado hoje, porque foi exatamente nessa data, em 1933, que o presidente do Brasil, Getúlio Vargas, assinava o Decreto Lei nº 23.133, que regulariza a profissão e o ensino da medicina veterinária no país. Mesmo sendo oficializado apenas em 1933, os cursos de formação em veterinária já existiam no Brasil desde 1910.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

empresa junior

Empresa Júnior: conheça a geração de universitários empreendedores

Ao ingressar em uma graduação, o estudante passa por um processo de aprendizado intenso. Ao longo do curso, é preciso colocar na prática o que foi ensinado em sala de aula. Para isso, existem as empresas juniores ou EJ’s, associações sem fins lucrativos geridas por estudantes universitários com um único propósito: empreender para adquirir conhecimento. Em todo Brasil, existem cerca de 900 empresas com mais de 22 mil associados, de acordo com a Brasil Júnior (Confederação Brasileira de Empresas Júniores), associação que representa nacionalmente esse movimento.

Duélen Feijó é graduanda em Engenharia de Alimentos e presidente executiva da Federação das Empresas Juniores do Estado do Rio Grande do Sul (FEJERS) e analisa o movimento como uma potencialização do novo mercado. “Acho que o Brasil é um país que precisa muito de iniciativas empreendedoras para que a gente consiga de alguma forma mudar muitas realidades. Com o empreendedorismo conseguimos trazer novas caras para o mercado, novos produtos e aquecer a economia do país”, diz a estudante.

As EJs foram responsáveis por produzir, aproximadamente, 18 mil projetos, em sua maioria para pessoas físicas (32,1%) e microempresas (31,1%). As pequenas empresas somam 17,6%, os empreendedores individuais 13,2%, as médias empresas 3,2% e os órgãos públicos 2%. Apenas 0,8% foram para grandes empresas.

A estudante de Engenharia Florestal Iara Oliveira, passa pela experiência empreendedora como gerente de processos na Empresa de Consultoria Florestal Júnior (EMCOF) e ressalta o desejo de mudar a realidade atual através dos conhecimentos adquiridos em sala de aula e através de capacitações e consultorias com pós-juniores e professores. “O que aprendemos na sala de aula, aplicamos na empresa júnior de forma prática. Muitas vezes, os alunos têm o conhecimento, mas não sabem aplicar para o mercado. E a empresa júnior vem com a intenção de mudar essa realidade, contribuindo para que as pessoas saiam da faculdade com essa experiência”, relata.

empresa junior
Foto: Arquivo Pessoal

Para o futuro, Iara almeja que a empresa seja reconhecida dentro do setor agrário, ambiental e florestal. “Quero que a EMCOF continue a fazer projetos que impactem, seja aquele produtor rural do interior do estado do Amazonas ou aquela pessoa no topo da sociedade”, conclui.

Como iniciar uma empresa júnior?

Para uma empresa júnior começar é preciso estar filiada a uma associação do estado. O processo de federação é realizado através do PUF – Programa Único de Federação e, a partir disso, as empresas juniores são acompanhadas desde a fase de iniciativa até o processo de fundação, recebendo suporte com mentorias para alavancar resultados e superar os desafios dos critérios de federação.

Encontro Nacional de Empresários Juniores – ENEJ

Entre os dias 04 e 07 de setembro, acontecerá 26ª edição do Encontro Nacional de Empresários Juniores (ENEJ) no ExpoGramado, em Gramado (RS). O evento contará com workshops, cases, rodas de discussão, minicursos com grandes nomes do mercado e mais de 60 palestrantes. O encontro é realizado anualmente pela Brasil Júnior e simboliza o impacto do movimento empresa júnior (MEJ) no país. O ENEJ tem caráter itinerante e acontece cada ano em um estado diferente no Brasil.

Agência Educa Mais Brasil

Empresas juniores brasileiras contribuem para a formação de mais de 11 mil universitários

De acordo com um estudo feito pela Confederação Brasileira de Empresas Juniores da Brasil Júnior, o país tem 850 empresas juniores abertas atualmente, com mais de 22 mil universitários associados espalhados por 165 instituições de ensino, realizando projetos que arrecadam uma média de 30 milhões de reais por ano. Com objetivo de prestar serviços, administrar projetos, apresentar ideias e realizar todos os procedimentos de uma empresa sênior, as EJs são formadas exclusivamente por estudantes de graduação e representantes de um ou mais cursos de uma instituição de ensino.

O estudante de Engenharia de Agrimensura e Cartográfica, Matheus Dumas, destaca a importância atualmente. “A empresa ajuda no desenvolvimento da prática, atuando como qualquer empresa atuaria no mercado, o que dá vivência ao aluno e experiência ao lidar com pessoas fora do meio acadêmico e com o mundo pós faculdade. É quase como um teste drive da vida profissional”, afirma.

Com o propósito preparar os universitários, despertando e aperfeiçoando habilidades como liderança, trabalho em equipe e comunicação, promovendo assim, o crescimento pessoal e profissional por meio da vivência empresarial. Dumas ainda destaca – “Grande parte do conhecimento que adquirimos na empresa é da vivência prática, do que encontraremos no mercado. Então, ele serve para ajudar no nosso desenvolvimento”, afirma o estudante que trabalha no setor de marketing da Datum Jr., empresa desenvolvida no núcleo de engenharia da Universidade Federal da Bahia (UFBA).

A vivência nessas empresas contribui na formação profissional dos alunos. Muitos acabam se sentindo perdidos sobre qual área do curso querem seguir e é neste momento que eles podem colocar em prática tudo o que aprendem em sala de aula e descobrir as afinidades com determinado segmento do seu curso.

“Acho que deveria ser uma experiência obrigatória em todos os cursos de todas as instituições de ensino superior”, defende a estudante de Publicidade e Propaganda Ana Luiza Santiago, que fez parte da Agência Experimental Galáxia, empresa júnior da Unijorge. “O mercado, muitas vezes, não te aceita quando você não tem experiência e o aprendizado adquirido nas empresas juniores é um diferencial, além dos valores adquiridos por ser o primeiro contato profissional que a pessoa tem com uma dinâmica em grupo. Foi uma das melhores fases para mim. Não tinha nenhuma remuneração, mas a experiência era o meu maior ganho. Eu faria tudo novamente”, conclui a estudante.

Agência Educa Mais Brasil

Foto: Acervo Pessoal