A colonização do Sudoeste do Paraná por Gaúchos e Catarinenses

Este vídeo traz um resumo da história das regiões Oeste e Sudoeste do Paraná. E mostra a importância da participação dos gaúchos e catarinenses no progresso do Estado.

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Imigrantes, paulistas, mineiros, gaúchos, nordestinos e catarinenses ajudaram a construir o Paraná

 

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Este vídeo resume a histórica econômica do Paraná..

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O Paraná é conhecido como a “Terra de todas a gentes”, com altíssima produção rural e recente industrialização. Entenda como outros estados e países contribuíram muito com o crescimento regional, principalmente após o “Ciclo do Café”, no século passado.

.Os primeiros povoadores foram os portugueses, índios e africanos escravizados. E o primeiro interesse pela região surgiu no Ciclo do Ouro. Com a navegação para levar gado do Rio Grande do Sul para abastecer Minas Gerais, onde havia uma intensa mineração de ouro, surgiram as cidades portuárias de Paranaguá e Antonina.

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Depois veio o ciclo do tropeirismo, com trilhas pelo interior, também  usadas para levar gado do sul para São Paulo e Minas Gerais. Estas trilhas criaram mais cidades, como Rio Negro, Lapa, Ponta Grossa, Palmeira e Castro.

.No século XIX veio o Ciclo da Erva Mate. Foi quando o Paraná ganhou mais importância e deixou de ser comarca de São Paulo, no ano de 1853. Nesta época cresceu a a navegação pelos rios, a construção de ferrovias e de estradas de terra.

.A seguir veio o ciclo da madeira. As florestas começaram a ser derrubadas para a venda dos troncos. Esse novo ciclo atraiu os ingleses, que organizaram o povoamento das novas áreas desmatadas. Vieram milhares de agricultores da Itália, Alemanha, Polônia, Ucrânia, Suíça, Rússia e Japão.

O ciclo seguinte foi o do café, no século passado, em toda a região norte do Paraná. Este ciclo provocou uma grande onda de migração interna, atraindo paulistas, mineiros, catarinenses, nordestinos, e ainda mais estrangeiros. Foi que levou o Norte do Paraná a ser povoado e progredir. Nos anos 1960 o café dominava a economia, atingindo 60% do valor produção rural paranaense. E só perdeu importância a partir das grandes geadas, nos anos 1970.

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No oeste e sudoeste do Paraná, a migração foi de gaúchos. Foram eles que trouxeram o plantio da soja. Cresceu também a produção de trigo. Os catarinenses das cidades do interior também vieram em grande número, a partir dos anos 1950. Eles buscavam empregos e melhores condições de educação e saúde.

A criação das cooperativas, na tradição associativista dos imigrantes europeus, foi fundamental para a transformação do Paraná em uma potencia agroindustrial.

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Mas foi só nos anos 1970 que o estado realmente começou a se industrializar. A primeira fase foi na agroindústria, com as cooperativas que aproveitavam a produção rural. E progressivamente foram sendo instaladas fábricas de grande porte em áreas de material elétrico, comunicações, automobilística e refinarias de petróleo, na região metropolitana de Curitiba..

 

 

É importante lembrar que o paraná que existe hoje foi construído ao longo do tempo, com muito trabalho dos antepassados, e de muitos outros povos. E por isso o Paraná é conhecido como “A Terra de todas as gentes”..

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Paranaenses se dão mal contra catarinenses na Liga Nacional

Leopoldo Scremin – Especial para o Paraná Portal

Depois de um início promissor das equipes paranaenses na Liga Nacional de Futebol Americano, torneio de acesso à BFA, os paranaenses não conseguiram mostrar regularidade e acabaram perdendo suas partidas para os catarinenses. A primeira derrota veio em Foz do Iguaçu no sábado e a segunda em Curitiba no domingo.

Abrindo a rodada, o Foz Black Sharks jogava pela liderança contra o Jaraguá Breakers, que sofreu para vencer o Maringá Pyros na estreia. Mas mesmo jogando fora de casa não tomou conhecimento do Black Sharks, abrindo 14 pontos de diferença no primeiro tempo.

A equipe de Foz ainda conseguiu diminuir a diferença antes do intervalo, mas na volta do intervalo o time de Jaraguá voltou a dominar totalmente o adversário, vencendo a partida por 37 a 10. Com a vitória o Breakers assume a liderança da competição, deixando o Foz na terceira colocação.

No domingo foi a vez do Curitiba Lions estrear na competição, e mesmo com o estádio cheio os donos da casa não conseguiram suportar o jogo do JoinvilleGladiators. A equipe atuou muito bem, principalmente em sua linha secundária, mas duas falhas de seu Special Team e uma interceptação do quarterback anularam todas as chances da equipe sair com a vitória.

O início do Lions foi muito bom, inclusive tendo chance de pontuar, porém uma jogada no último lance do primeiro tempo colocou os visitantes na liderança. A defesa da equipe acabara de segurar o ataque catarinense quase na linha de goal, mas na hora de chutar o punt quando faltavam 17 segundos para o intervalo, ao invés de “gastar o relógio” ou chutar para fora, o Lions preferiu devolver a bola dentro do campo de jogo, culminando em um retorno do Galdiators para touchdown.

Abalado e atrás no placar, o Lions voltou precisando pontuar e em um passe forçado o quarterback da equipe acabou sendo interceptado com retorno para touchdown.  Antes de o Lions pontuar o Gladiators ainda conquistou dois safeties – quando um jogador de ataque e derrubado dentro de sua endzone – aumentando o placar para 17 a 0.

O Lions descontou com grande jogada de Renan Collela, que interceptou o quarterback do adversário e retornou mais de 70 jardas para touchdown. Porém na devolução da posse de bola, novamente o Special Teamdeu brecha para o retorno do time de Joinville, que mais uma vez marcou um touchdown, “matando” ali a reação do Lions. Final: 23 a 6 para o Gladiators.

O Curitiba Lions volta a jogar no próximo dia 13 de agosto contra o Maringá Pyros fora de casa. Já o Foz Black Sharks folga na próxima rodada, voltando a atuar apenas no dia 9 de setembro contra o próprio Lions, em Curitiba.