Casal fica ferido após atropelar cavalo em rodovia nos Campos Gerais

Um casal ficou ferido, no KM 171,8, da BR-277, em Palmeiras, nos Campos Gerais, após o atropelamento de um cavalo, no início da noite deste domingo (30). De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o veículo, com placas de Curitiba, seguia do interior para a capital quando o animal invadiu a pista.

Após a colisão, o veículo rodou na pista e ficou imobilizado sobre a faixa de rolamento. O condutor e a passageira foram encaminhados com ferimentos leves para o hospital em Palmeira.

Cavalo solto provoca acidente e morre no Contorno Norte

Um cavalo solto provocou um acidente de trânsito nesta segunda-feira (20) de manhã, no Contorno Norte, em Almirante Tamandaré.

Por volta das 6h, um motorista de uma van tentou desviar do animal e capotou. Uma segunda van não conseguiu evitar a colisão e bateu no cavalo, que acabou falecendo no meio da estrada. Os dois motoristas acabaram com ferimentos leves.

A PR-418 ficou parcialmente interditada durante uma hora e meia durante a manhã, até que o corpo do animal fosse retirado do meio da pista.

Até o momento, o dono do animal não foi identificado. Quando for, ele poderá ser responsabilizado.

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Auditoria em jóqueis encontra animais feridos e outras irregularidades

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) realizou auditorias em oito jóqueis clubes do país em 2018 e encontrou 170 irregularidades. Segundo a chefe da Divisão de Bem-estar Animal e Equideocultura do Mapa, Liziè Buss, “a maior parte das inconformidades (aspectos fora dos padrões) verificadas nos animais foi de cavalos com movimentos repetitivos ou estranhos à espécie, gerados por estresse, além de ferimentos no corpo e no canto da boca, por uso incorreto do freio”.

Também foram verificadas cicatrizes, “indicativas de problemas no manejo, que deixaram os animais agitados, além de falhas de manutenção das instalações e uso inadequado de equipamentos de equitação”, de acordo com Liziè  Buss. “Mas pontos positivos foram levantados, como o tamanho das baias e a qualidade da forragem destinada à cama dos animais, assim como boa condição corporal, por estarem alimentados e com boa aparência”.

A fiscalização terá como resultado a elaboração de normas de boas práticas agropecuárias para esses estabelecimentos, com a inclusão de exigências específicas voltadas ao bem-estar animal (BEA).

Atualmente existem 1.657 animais alojados nesses jóqueis e, do total, foram avaliados 167 animais em amostragem. São 15 jóqueis no país com carta patente para exploração de apostas em corridas de cavalo. O do Rio de Janeiro (JC Brasileiro), um dos vistoriados possui o maior número de cavalos: 963.

Os clubes realizaram 1.294 corridas em 2018, movimentando R$ 150,2 milhões em apostas.

Cavalo na pista causa acidente com quatro veículos e deixa um morto na BR-277

Um motociclista morreu, na manhã deste domingo (9), em um acidente envolvendo quatro veículos e um cavalo na BR-277, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.

Conforme a Polícia Rodoviária Federal (PRF), por volta das 5h, no Km 76, um Nissan March colidiu contra o animal que estava na pista. A motocicleta vinha logo atrás e também bateu contra o cavalo, que ainda estava em pé. O cavalo caiu e na sequência, um Fiat Uno acertou o bicho e capotou. Por fim, um Prisma acabou passando por cima do corpo do motociclista.

O Policial Rodoviário Federal, Tiago Zuba, explica como foi o acidente.

“Os dois bateram no cavalo mais ou menos ao mesmo tempo. O Nissan bateu, mas o cavalo continuou em pé, em seguida veio o motociclista que bateu no cavalo e caiu no local, a moto foi uns 500 metros para frente. O uno,o   cavalo já caído no chão, bateu e capotou. Em seguida veio um prisma que passou por cima do corpo do motociclista, que aparentemente já estava morto”.

O motociclista tinha 28 anos de idade. Os ocupantes dos carros não se machucaram.

A pista sentido Paranaguá ficou bloqueada por duas horas formando um congestionamento de aproximadamente dois quilômetros. Após a limpeza do asfalto, uma das faixas foi liberada por volta das 7h.

O cavalo também morreu no local. Até a publicação desta reportagem o dono dele ainda não havia sido identificado. A PRF pede a quem tiver informações sobre o proprietário do animal que ligue para o telefone 191.

Cavalo mais rápido do Brasil é “paranaense”

Mesmo não sendo paranaense de nascimento, não tem como dizer que o cavalo mais rápido do Brasil é “paranaense”. Estamos falando de Habile Bobby, cavalo de propriedade do Sr. Jamil Nane e que foi direto de Curitiba ao Rio de Janeiro para se consagrar como o melhor velocista do Brasil.

Nascido no Haras Do Cellius, no Rio Grande do Sul, chegou em Curitiba ainda novo (ele tem apenas 3 anos), e, depois de receber os treinamentos de Marcos Decki e o tratamento de sua equipe em Curitiba, ainda não sabe o que é uma derrota.

Sua carreira começou no início do ano, em ocasião do GP Turfe Paranaense, disputado no Jockey Club do Paraná. Venceu a seletiva e a final sem encontrar dificuldades, e, depois de vencer uma Prova Especial em São Paulo “arranhando” o recorde, foi inscrito diretamente na prova mais importante de velocidade do Brasil, o Grande Prêmio Major Sukow, disputado no quilômetro gramado do Hipódromo da Gávea.

Não segunda colocação chegou o cavalo Voando Sorrindo, seguido de Efetivo Bull e do paranaense Schweinsteiger, que havia vencido em Maio a principal prova de velocidade de São Paulo.

Habile Bobby é um filho do garanhão americano Shangai Bobby é foi montado pelo paulista “radicado” no Rio de Janeiro, Waldomiro Blandi.

Amanhã será realizado o Grande Prêmio Brasil, principal prova nacional é que dá uma vaga na Breeder’s Cup, principal festival de turfe do mundo. O Paraná será representado pelo cavalo Olimpo e pela égua Silencie os Gols, além de First Fighter, que nasceu no Rio Grande do Sul, mas é treinado e preparado em Curitiba.

Criação de cavalo deixa de ser hobby para movimentar cifras bilionárias

Paixão que ultrapassa fronteiras e gerações, a criação de cavalos de raça movimenta expressivas cifras econômicas. A ampla e diversificada cadeia produtiva envolve desde a produção de sementes de forrageiras para a alimentação até dentistas especializados em equinos e outros produtos e serviços que surgiram conforme as transformações da cultura.

Se antes esses animais tinham suas principais funções ligadas às lides do campo, seja levando na sela peões e vaqueiros, transportando cargas ou como força de tração, hoje os cavalos desfrutam de um lugar mais “nobre” e voltado ao lazer, onde são muito bem tratados para participar das provas e competições específicas de cada raça.

Essa mudança de status, que deixou o cavalo mais parecido com um animal de estimação do que com um parceiro de trabalho, traz consigo uma série de oportunidades antes inexistentes no agronegócio. De acordo com a Câmara Setorial da Equideocultura do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa), em 2016 (dado mais recente) o segmento de cavalos movimentou R$ 16,15 bilhões, gerando 610 mil empregos diretos e 2,4 milhões indiretos em todo país.

Profissionais das áreas de veterinária, nutrição, casqueamento, ferrageamento, criadores, domadores, jóqueis, zootecnistas e muitos outros encontram um valioso filão econômico na atividade.

Leia a matéria completa sobre a atividade aqui.

Cavalo é encontrado com tornozeleira eletrônica em Ponta Grossa

A Secretaria de Estado de Segurança Pública e Administração Penitenciária (Sesp) retirou uma tornozeleira eletrônica da pata de um cavalo, em Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná, na quinta-feira (28).

Por meio de nota, a secretaria informou que o aparelho não funcionava desde fevereiro e que o detento responsável por ele, que não teve o nome divulgado, “perdeu o benefício e cumpre pena em regime semiaberto”.

Quem usa o equipamento precisa ficar com ele 24 horas por dia. “Não pode tirar o equipamento para dormir e nem para tomar banho. Tampouco pode ultrapassar uma área restrita determinada pela Justiça – caso o faça, o dispositivo com tecnologia GPS vibra, emite sons de alerta e comunica a violação à central de monitoramento”, diz a Sesp.

Reprodução/Portal aRede
Reprodução/Portal aRede

Atualmente, 391 pessoas são monitoradas por tornozeleira em Ponta Grossa. A foto do animal com a tornozeleira foi enviada a um portal de notícias e viralizou nas redes sociais.

Veja a íntegra da nota enviada pela Sesp:

“A Secretaria da Segurança Pública e Administração Penitenciária informa que a tornozeleira encontrada está desativada desde fevereiro deste ano. Já o detento, perdeu o benefício e cumpre pena em regime semiaberto.
Cabe esclarecer que os indivíduos são monitorados 24 horas por dia por agentes penitenciários capacitados que atuam na Central de Monitoramento do Depen e também no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), da Secretaria da Segurança Pública e Administração Penitenciária.
O indivíduo que recebe o benefício da tornozeleira eletrônica é monitorado dia e noite e não pode tirar o equipamento para dormir e nem para tomar banho. Tampouco pode ultrapassar uma área restrita determinada pela Justiça – caso o faça, o dispositivo com tecnologia GPS vibra, emite sons de alerta e comunica a violação à central de monitoramento.
Todas as vezes em que há rompimento do lacre da tornozeleira ou desligamento (seja provocado ou por falta de bateria) um sinal é acionado no Centro Integrado. Os agentes entram em contato com o monitorado para que o equipamento seja corretamente usado. Caso seja caracterizado alguma violação das condições impostas, o Depen comunica imediatamente o Judiciário, um novo mandado de prisão é expedido e os detentos perdem o benefício e regridem no regime prisional.
Atualmente são 391 monitorados por tornozeleiras eletrônicas em Ponta Grossa”.

Equinos e ruminantes são temas de grupo de estudos da UEL

Estão abertas as inscrições para o Grupo de Estudos em Equídeos e Ruminantes (GEER), do Centro de Ciências Agrárias (CCA), da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Direcionado a alunos do CCA , os encontros são realizados quinzenalmente, às quintas-feiras, com início às 19 horas. Inscrições até 29 de junho no site.

O valor da taxa de inscrição é de R$ 7,00 para emissão de certificados aos participantes. Com atividade semestral, os encontros do GEER são compostos por palestras, ministradas por professores da Universidade, residentes do Hospital Veterinário, ou médicos veterinários convidados. Os convidados abordam temas relacionados a equídeos (cavalos) e ruminantes.

São propostas do Grupo aprofundar conteúdos da grade curricular do curso de Medicina Veterinária, além de propiciar conhecimento prático sobre a profissão.

Mais informações no e-mail anne_yag@hotmail.com.

Expoingá terá julgamentos de cavalos Arabe e Mangalarga

Cavalos Árabe e Mangalarga abrem o calendário de julgamentos da 45ª Exposição Expoingá. Animais das duas raças vão ser avaliados pelos juízes no dia 6 de maio, no primeiro sábado do evento.

Nos dois casos, a análise vai começar às 9h. Machos e fêmeas participantes da Exposição Paranaense do Cavalo Árabe serão observados na Pista Professor José Quirino dos Santos, no parque de exposições de Maringá.

O diretor de Pecuária da Sociedade Rural de Maringá (SRM), Jucival Pereira de Sá, diz que as mostras devem reunir cerca de 60 animais, cada. “Teremos criadores de expressão nacional”, conta. “Vão subir para as pistas o que se tem de melhor em padrão genético nas duas raças”.

Na Exposição do Árabe, representantes do Paraná, de Santa Catarina, de São Paulo e do Mato Grosso do Sul confirmaram presença. Sá ressalta que as provas da raça, além da beleza plástica, apresentam o diferencial de, em uma etapa, os animais se apresentarem caracterizados. “É um show à parte”.

Na Mostra de Mangalarga também é esperada a participação de criadores de vários estados. Os destaques são o andamento, as características específicas da raça (morfologia) e a marcha. “São belezas distintas, que chamam a atenção das pessoas que gostam de cavalo”, frisa o diretor.

Programação

Os julgamentos começam dia 6 de maio, com as raças Árabe e Mangalarga. No dia 11, é a vez da raça Wagyu. Nos dias 12, 13 e 14 de maio, a partir das 9h, ocorrem julgamentos Nelore. Holandês e Jersey vêm na sequência

Equideocultura cresce ano a ano e é tema de simpósio na ExpoLondrina

A equideocultura – que envolve a criação de equinos (cavalos), asininos (asnos, burros e jumentos) e muares (mulas) – está com número recorde de expositores com mais de 800 animais na ExpoLondrina.

O 1º Simpósio da Equideocultura está acontecendo nesta quarta-feira (5), no recinto Horácio Sabino Coimbra, organizado pela SRP e médica veterinária Roberta Garbelini Gomes Zanin.

Considerando levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tem atualmente 8 milhões de cabeças de animais equinos, asininos e muares. Em 2015, o PIB da equideocultura chegou à marca histórica de 16 bilhões de reais.

“É uma atividade que está crescendo ano a ano. Este será o primeiro simpósio de equideocultura na feira e já ficamos contentes porque temos mais de 200 inscritos. É mais uma atração dentro da grade de eventos técnicos e com mercado promissor”, diz Luigi Carrer, diretor de atividades agroindustrial da SRP. De acordo com Roberta Garbelini Gomes Zanin, a maior parte dos animais ainda é utilizada na fazenda, ou seja, para trabalho no campo.

Em segundo lugar estão os cavalos criados para lazer e esportes (ecoterapia, hipismo, haras). Os asininos são em maior número no nordeste brasileiro.

“Aqui na região (sul) os asininos são utilizados para reprodução visando à produção de muares”, informou Roberta. Segundo ela, o evento vai proporcionar maior conhecimento sobre a atividade equestre desde o mercado até a clínica médica e cirúrgica e a reprodução.

“É um mercado que fomenta vários outros negócios como a indústria de ração, farmacêutica, medicina veterinária entre outros segmentos”, completa Roberta.

Estão programadas quatro palestras:

8h30 às 9h30 – Mercado Equestre : passado e presente – médica veterinária. Palestrante: Fernanda Almeida Costa ( palestrante de Umuarama).

9h30 às 10h30 – Abordagem inicial do paciente com síndrome de cólica a campo. Palestrante: professor da UEL, Peter Reichimann.

11h às 11h50 – Afecções cirúrgicas em cavalos de esportes. Palestrante: professor da UNOPAR, Pedro Henrique de Carvalho.

12h às 13h – Manejo reprodutivo de éguas. Palestrante: Thales Ricardo Rigo Barreiros, professor da UENP de Bandeirantes.