foz aeroporto pista

Foz do Iguaçu passa a ter voos diretos para o Chile a partir de R$ 299

Depois de ganhar voos para Salvador até abril, Foz do Iguaçu terá viagem direta para Santiago, capital do Chile. As viagens, que duram 2h20 minutos, começaram na última sexta-feira (3), com passagens a partir de R$ 299,00 por trecho, incluindo as taxas.

São dois voos semanais, às 21h05 na quinta-feira e 17h30 aos domingos, pela companhia aérea Jet Smart, especializada em low cost (baixo custo). Já quem vai partir do Chile vai decolar às 17h30 na quinta-feira e às 17h45 nos domingos.

A primeira viagem para Foz levou 146 passageiros, o que equivale à 80% da lotação da aeronave Airbus A320.

“É uma conquista importante para todo o Paraná porque Foz do Iguaçu é o nosso grande atrativo e a porta de entrada de visitantes estrangeiros no nosso Estado. Com investimentos em infraestrutura e a divulgação do Paraná como destino turístico, queremos ampliar o turismo, uma forma barata de gerar emprego nos municípios”, celebrou o governador Ratinho Junior.

FOZ TEM META OUSADA

O Aeroporto das Cataratas já conta com voos para Lima, no Peru. Além disso, também existem operações para Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, o que facilita as conexões para outros destinos como La Paz e Uyuni, também na Bolívia, e Cusco, no Peru.

Contudo, a expectativa é que Foz do Iguaçu passe a ter rotas para Assunção, no Paraguai, Montevidéu, no Uruguai, e para a Cidade do Panamá. Para completar, a expansão da pista do aeroporto – que está em licitação e deve iniciar até o Carnaval – abrirá a possibilidade de voos para os Estados Unidos e para a Europa.

“Nossa meta para esta década é transformar Foz do Iguaçu no destino número um de turistas estrangeiros no Brasil”, conclui Gilmar Piolla, secretário municipal do Turismo, Indústria, Comércio e Projetos Estratégicos de Foz do Iguaçu.

Sebastián Piñera - Chile - plebiscito constitucional

Presidente do Chile convoca plebiscito constitucional histórico para 26 de abril

O presidente do Chile, Sebastián Piñera, convocou oficialmente, nesta sexta-feira (27), por meio de um decreto supremo, um plebiscito constitucional para 26 de abril.

Considerada histórica, a votação decidirá se a Constituição herdada da ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990) será alterada -uma das demandas das manifestações que abalam o país há pouco mais de dois meses.

“Quero convocar com muita alegria e entusiasmo todos nossos compatriotas a participar do plebiscito a ser realizado em 26 de abril de 2020”, anunciou o mandatário de direita, que chegou ao poder em março de 2018 com postura contrária à alteração da Constituição, algo que havia sido sido considerada no governo de sua antecessora, a esquerdista Michelle Bachelet (2014-2018).

Piñera promulgou na segunda (23) a lei que permite convocar o plebiscito para decidir a mudança da Constituição, após um acordo político em resposta às reivindicações dos protestos que eclodiram em 18 de outubro e já deixaram ao menos 26 mortos.

Os manifestantes, assim como alguns pesquisadores, consideram a Carta atual uma das causas das desigualdades que acometem o Chile, além de criticar a ausência de dispositivos que garantam ao Estado oferecer educação e saúde como direitos.

Questionam também a legitimidade do texto, que foi sancionado em 1980 sob um governo autocrático.

Pesquisas mostram que o apoio popular ao movimento superava 75% em novembro, o que levou Piñera a reconsiderar a reação dura que vinha dando às manifestações, com repressão policial e mobilização do Exército. Um índice similar da população chilena, segundo os dados, se mostrava favorável a uma nova Constituição.

Os protestos começaram como crítica à alta da tarifa de metrô, já revogada, e passaram a questionar a desigualdade social e o aumento do custo de vida, ampliando suas ambições para reivindicar uma mudança profunda no país.

Na consulta a ser feita em abril, os chilenos devem responder a duas perguntas: se querem ou não uma nova Constituição e que tipo de órgão deve escrever essa nova Carta Magna.

Uma das alternativas é “uma convenção constitucional inteiramente composta por pessoas eleitas” pelo povo, detalhou Piñera nesta sexta. Outra é “uma convenção constitucional mista, na qual haverá metade eleita diretamente e a outra metade eleita pelo Congresso”.

Segundo o ministro do Interior, Gonzalo Blumel, em novembro, quando o presidente sinalizou pela primeira vez com a mudança constitucional, a ideia é que o processo se desenrole por meio de um Congresso Constituinte, com ampla participação cidadã e um plebiscito para depois ratificar a nova Carta.

A atual Constituição não estabelece mecanismos para substituí-la nem dá ao presidente a possibilidade de convocar um plebiscito.

“Nós, chilenos, teremos a primeira palavra para escolher quais caminhos queremos seguir e quais mecanismos queremos adotar. E se uma convenção constitucional for acordada, nós chilenos também teremos a última palavra, porque haverá um plebiscito ratificador, para que a participação dos cidadãos seja ampla e eficaz”, frisou Piñera nesta sexta.

O presidente indicou que a Constituição deveria ser o grande marco de unidade e estabilidade para a sociedade chilena, que segundo ele, tem diferenças legítimas internamente, “mas sociedades civilizadas as resolvem dentro da estrutura da Constituição, e não fora”.

Piñera sublinhou a importância de que a população vá as urnas, já que o voto no Chile não é obrigatório.

A eleição de 2013, vencida por Bachelet e primeira na qual o comparecimento era voluntário, registrou forte queda na participação, sobretudo entre os jovens, que hoje protagonizam o movimento social que abala o país.

Segundo dados eleitorais, menos de 50% participaram das eleições presidenciais e menos de 40% nas de prefeitos e vereadores.

Na eleição de 2017, quando Piñera voltou ao poder, houve abstenção de 60%.

Por isso, além das campanhas pelo “sim” ou “não” sobre a mudança constitucional, há outra, favorável a reinstaurar o voto obrigatório no país de 18 milhões de habitantes.

PIÑERA SOFRE CRÍTICAS POR DIZER QUE VÍDEOS DE ABUSOS SÃO FALSOS

O presidente chileno provocou uma onda de fúria após afirmar que muitos vídeos de abusos policiais contra manifestantes, publicados em redes sociais, eram “fake news” e que o tumulto no país estava sendo fomentada por governos estrangeiros.

Em entrevista à CNN local, Piñera disse que há uma campanha “gigante” de desinformação com vídeos “filmados fora do Chile ou deturpados”.

O líder foi criticado por membros da oposição e organizações de direitos humanos por não reagir rapidamente a acusações de violações por forças de segurança.

Na noite de quinta (26), Piñera publicou no Twitter que não havia se expressado “com clareza suficiente” e que abusos de direitos humanos “devem ser sempre condenados”.

avião 38 pessoas a bordo desaparece chile militar antartica

Avião militar desaparece no Chile com 38 pessoas a bordo

A Força Aérea do Chile anunciou hoje (10) ter perdido “o contato via rádio” com um avião militar C130 com 38 pessoas a bordo, que decolou de Punta Arenas, sul do país, para uma base na Antártica.

“Um avião C130 Hércules decolou da cidade de Punta Arenas para a base da Antártica Eduardo Frei Montalva”, de acordo com um comunicado. O contato via rádio foi interrompido.
Ao todo, “38 pessoas, incluindo 17 tripulantes e 21 passageiros” estavam a bordo.

A Marinha chilena lançou uma operação de busca e resgate, tendo despachado aviões e navios para a região.

O avião, que decolou da base aérea de Chabunco, em Punta Arenas, a mais de três mil quilômetros ao sul de Santiago do Chile, tinha como missão prestar apoio logístico à base na Antártica.

O presidente do Chile, Sebastián Piñera, e os ministros do Interior e da Defesa, Gonzalo Blumel e Alberto Espina, foram para o posto de comando da base aérea de Cerrillos, na capital chilena, para monitorar os trabalhos.

“Consternados com o desaparecimento do avião Hércules da Força Aérea chilena, que viajava com 38 passageiros rumo à Antártida a partir de Punta Arenas (…) vamos monitorizar as operações de busca e o envio de equipas de resgate”, escreveu Piñera na conta oficial da rede social Twitter.

Chile - peru - amistoso

Em meio a protestos, jogadores chilenos se negam a jogar amistoso

A Federação Chilena de Futebol anunciou nesta quarta-feira (13) que os jogadores da seleção local decidiram não disputar o amistoso contra a seleção do Peru programado para ocorrer na próxima terça (19), em Lima, capital peruana.

Segundo comunicado da entidade, a decisão foi adotada pela equipe após uma reunião realizada na manhã desta quarta.

“O técnico da seleção, Reinaldo Rueda, liberou imediatamente todos os jogadores, que a partir de agora estarão disponíveis para seus respectivos clubes. A Federação Chilena de Futebol já comunicou a situação ao seu homólogo peruano”, disse, em nota.

No dia anterior, o volante da seleção chilena Charles Aránguiz já havia pedido publicamente o cancelamento do amistoso devido à crise vivida pelo Chile.

“Há um ambiente difícil e minha opinião é que não deveria ser jogado, para respeitar o que está acontecendo no país”, afirmou o jogador do Bayern Leverkusen.

Há quatro semanas, o Chile vive uma onda de protestos, alguns deles com finais violentos, incluindo mortes, saques e incêndios. Os atos começaram como crítica à alta da tarifa de metrô em Santiago, já revogada, e passaram a questionar a desigualdade social e o aumento do custo de vida no país.

Pelo menos 20 pessoas foram mortas até o momento, empresas sofreram bilhões de dólares em danos e o sistema de transporte público da capital chilena foi prejudicado –várias estações de metrô foram destruídas durante as manifestações.

psl eduardo bolsonaro dekegado waldir - chile - brasil - protestos

Eduardo Bolsonaro defende repressão se Brasil repetir protestos do Chile

O líder do PSL na Câmara, Eduardo Bolsonaro (SP), defendeu nesta terça-feira (29) o uso da repressão policial caso o Brasil registre protestos como os que estão acontecendo no Chile por melhorias sociais e contra o alto custo de vida no país.

Em discurso no plenário da Casa, Eduardo acusou a esquerda de não ser democrática e de querer um terceiro turno das eleições. “Eles vão querer repetir no Brasil o que está acontecendo no Chile. O Chile é a referência da América Latina com relação à economia. A maior renda per capita da América Latina, a referência em Previdência”, afirmou.

Segundo o deputado, “essa galera está doida para voltar no poder para mamar de novo nas estatais, para mamar de novo nos fundos de pensão.”

“Não vamos deixar isso aí vir para cá. Se vier para cá, vai ter que se ver com a polícia. E se eles começarem a radicalizar do lado de lá, a gente vai ver a história se repetir. Aí é que eu quero ver como a banda vai tocar”, criticou, sem especificar a que acontecimento histórico se referia.

No discurso, Eduardo elogiou as reformas realizadas pelo economista José Piñera no Chile nos anos 1980, durante a ditadura de Augusto Pinochet, que, segundo o parlamentar, colocaram o país vizinho “num círculo virtuoso que, até hoje, mesmo quando entra uma esquerdista como a [ex-presidente Michelle] Bachelet no poder, ela não consegue alterar.”

Piñera é irmão do atual presidente do Chile, Sebástian Piñera, cujo modelo de governo tem sido questionado pela população. No último dia 25, um protesto no país reuniu 1,2 milhão de pessoas.

Inicialmente contrárias ao aumento de 3,75% na tarifa de metrô, as mobilizações debandaram para outras reivindicações e hoje representam o episódio social mais grave em quase três décadas no país, desde o final da ditadura de Pinochet, em 1990.

Mesmo com o cancelamento do reajuste, as mobilizações só cresceram. As demandas agora englobam melhoria no acesso à saúde e à educação, serviços privatizados e que consomem boa parte da renda dos chilenos. Ainda que o Chile seja uma das economias mais estáveis da América Latina, é ao mesmo tempo uma das mais desiguais da região.

No discurso, Eduardo também rebateu uma reportagem da revista IstoÉ que afirma que o parlamentar usou recursos do fundo partidário para pagar sua lua de mel. O deputado qualificou a matéria de “covardia” e disse que ainda está pagando as nove parcelas da viagem.

O líder do PSL disse ainda que entraria com uma ação contra o jornalista responsável pela reportagem e que vai convocá-lo para depor na CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) das fake news.

Eduardo aproveitou para criticar reportagem do jornal Folha de S.Paulo sobre disparos em massa realizados pela campanha de Jair Bolsonaro durante as eleições e, assim como seu pai, o presidente Jair Bolsonaro, distorceu uma decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). “Ele [o presidente] foi absolvido agora, mas olha só, mais de um ano para ser absolvido”, disse.

Não houve, porém, qualquer decisão do TSE neste sentido. Na verdade, o relator da ação citada, o corregedor-geral de Justiça Eleitoral Jorge Mussi, negou pedidos de produção de prova feitos pelos advogados do ex-candidato presidencial Fernando Haddad (PT) e abriu prazo para as alegações finais de ambas as partes.

Depois dessa etapa, falta ainda manifestação do Ministério Público Eleitoral e só posteriormente o caso segue para o plenário do TSE –momento em que tanto Mussi quanto os demais ministros do tribunal eleitoral apresentarão os seus votos e haverá uma decisão da corte do tribunal sobre o tema.

Em uma série de reportagens desde outubro do ano passado, a Folha de S.Paulo revelou a contratação durante a campanha eleitoral de empresas de marketing que faziam envios maciços de mensagens políticas, usando de forma fraudulenta CPFs de idosos e até contratando agências estrangeiras.

Uma das reportagens noticiou que empresários apoiadores do então candidato Bolsonaro bancaram o disparo de mensagens em massa contra Haddad, que foi derrotado e também acabou multado pelo TSE pelo impulsionamento irregular de conteúdo desfavorável ao seu então adversário.

Presidente do Chile pede a ministros que coloquem cargos à disposição

Em meio à onda de protestos no Chile, o presidente Sebastián Piñera anunciou neste sábado (26), em comunicado na sede da presidência, em Santiago, ter pedido a todos os seus ministros que renunciem a seus respectivos cargos, para que um novo gabinete seja formado.

Em seu discurso no palácio La Moneda, transmitido pelas redes sociais, o mandatário chileno ainda afirmou que poderá encerrar neste domingo (27) o estado de emergência decretado na madrugada do sábado anterior (19), conforme os protestos no país se radicalizaram.

O toque de recolher no país foi suspenso. Os atos tiveram início devido a um aumento de 3,75% no valor da tarifa de metrô.

Piñera tentou voltar atrás e cancelar o reajuste, mas a medida não conteve os protestos, que ganharam novas reivindicações, com críticas ao sistema de aposentadoria, ao aumento da desigualdade e à falta de serviços públicos.

As manifestações chegaram ao oitavo dia nesta sexta-feira (25), em ato com mais de 1,2 milhão de pessoas na praça Itália, próxima ao palácio presidencial.

A marcha foi elogiada por Piñera em seu comunicado, que a classificou como “muito alegre e pacífica”.

O presidente chileno afirmou que irá apresentar ao Congresso medidas que, segundo ele, atendem à agenda social, com melhorias nas aposentadorias e estabilização do preço de serviços básicos. Ele ainda pediu um esforço conjunto da sociedade para que o país volte à normalidade.

Episódio social mais grave do Chile em 30 anos, desde o final da ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990), a onda de protestos deixou ao menos 18 mortos e 6.000 detidos.

Messi é expulso, mas Argentina fatura o terceiro lugar na Copa América

A Argentina foi superior e faturou o terceiro lugar da Copa América neste sábado (6). Na Arena Corinthians, os argentinos venceram o Chile por 2 a 1.

Messi foi expulso, mas isso não afetou a segurança argentina.

O JOGO 

O duelo começou bastante movimentado, mas a Argentina não demorou a mostrar superioridade. Aos 11, Messi cobrou falta, no meio-campo, e deixou Aguero cara a cara com o goleiro. O atacante driblou o arqueiro e abriu o placar.

Os argentinos seguiram com carga máxima, comandados por Messi. Aos 21, Dybala recebeu de Lo Celso, dominiu e mandou por cima do goleiro Arias.

Depois do gol o clima esquentou e os jogadores das duas equipes iniciaram uma confusão generalizada. Como resultado, Messi, pela Argentina, e Medel, pelo Chile, terminaram expulsos.

Foi o segundo cartão vemelho da carreira de Messi. Ele terá de cumprir suspensão no próximo jogo da Argentina em competições da Conmebol. Ou seja, nas Eliminatórias para a Copa de 2022, em março do ano que vem.

Sem o capitão, a Argentina viu o árbitro assinalar pênalti para o Chile aos 11 do segundo tempo. Vidal foi para cobrança e diminuiu a diferença.

Os chilenos não empolgaram com o gol e pouco fizeram para mudar o placar.

 

 

 

Chile - peru - amistoso

Chile elimina a Colômbia nos pênaltis e vai à semifinal da Copa América

Nos pênaltis, o Chile venceu a Colômbia por 5 a 4, após o empate por 0 a 0 no tempo normal, e está na semifinal da Copa América 2019.

James Rodríguez, Cardona, Cuadrado, Mina marcaram pelos colombianos, mas Tesillo desperdiçou a última cobrança. Do outro lado, Vidal, Vargas, Pulgar, Aránguiz e Sánchez acertaram pelos chilenos.

A cobrança mais tensa foi a de Mina. O ex-zagueiro do Palmeiras foi muito vaiado e acabou acertando o ângulo. No final das contas, foi Tesillo quem errou a cobrança decisiva.

Durante o tempo normal, La Roja havia marcado duas vezes. No entanto, o VAR entrou no caminho dos chilenos e anulou os gols de Aránguiz e Vidal.

44.062 pessoas (41.692 pagantes e 2.370 não pagantes) acompanharam o duelo desta sexta-feira (28) em Itaquera. Além disso, a renda foi de R$ 8.971.600,00

Agora o Chile fica no aguardo do vencedor entre Uruguai x Peru. As seleções se enfrentam neste sábado (29), às 16h, na Arena Fonte Nova, em Salvador.

EFEITO VAR

O jogo começou em um ritmo alucinante das duas equipes. James Rodríguez carimbou a barreira na cobrança de falta, mas viu Ospina fazer linda defesa na cabeçada de Aránguiz.

O meio campista balançou as redes aos 15 minutos. No entanto, o árbitro de vídeo (VAR) anulou o gol chileno por impedimento na origem da jogada – o que incendiou a torcida colombiana.

A intensidade acabou caindo, mas a garra não. Mina se estranhou com Alexis Sánchez antes de Vidal chutar com muito perigo ao gol colombiano.

Na etapa final, Sánchez teve a primeira grande chance. O camisa 7 ganhou da marcação na velocidade, mas acabou chutando pela linha de fundo.

Aos 25, Vidal bateu no canto do gol para fazer a festa do Chile. Porém, mais uma vez, o VAR entrou no caminho da La Roja. O árbitro de vídeo pegou um toque no braço do zagueiro Maripán antes da finalização certeira.

Chile

Chile demora duas horas para chegar ao estádio e semifinal atrasa

Chile x Colômbia, duelo válido pelas quartas de final da Copa América 2019, estava marcado para às 20h. Entretanto, o jogo começou com 20 minutos de atraso porque a seleção chilena demorou duas horas para chegar à Arena Corinthians.

A delegação do Chile saiu do hotel na região do Morumbi pouco depois das 17h, mas sofreu com o trânsito de São Paulo. O ônibus teve dificuldades na locomoção à zona leste da capital paulista. Por isso, comissão técnica e jogadores só chegaram ao estádio do Corinthians por volta das 19h20.

Os jogadores da Colômbia entraram em campo para o trabalho de aquecimento às 19h15, mas acabaram voltando aos vestiários. Depois disso, os colombianos voltaram a aquecer ao gramado. As duas seleções foram ao vestiário às 20h e deram início ao protocolo oficial às 20h10.

Colômbia treinou no gramado sozinha. Foto: Vinicius Cordeiro

ESCALAÇÕES

Colômbia: Ospina; John Medina, Mina, Sánchez e Tesillo; Barrios e Uribe; Cuadrado, James Rodríguez e Roger Martínez; Falcao Garcia.

Chile: Arias; Isla, Medel, Maripán e Beausejour; Pulgar, Aránguiz, Vidal e Fuenzalida; Vargas e Alexis Sánchez.

O vencedor da partida espera para saber seu próximo adversário. Uruguai e Peru se enfrentam neste sábado (29), às 16h, na Arena Fonte Nova, em Salvador.

Chile vence Equador e garante vaga nas quartas da Copa América

O Chile está classificado para as quartas de final da Copa América. A Seleção Chilena venceu o Equador, por 2 a 1, nesta sexta-feira (24), na Arena Fonte Nova, em Salvador,  na segunda rodada e garantiu a classificação antecipada no torneio.

Com seis pontos, a equipe chilena agora depende de um empate para ser o primeiro do grupo. Enquanto os equatorianos vivem situação complicada na última posição, sem pontuar.

O próximo adversário do Chile é o Uruguai, na segunda-feira (24), às 20h. Já o Equador encara o Japão na mesma data e horário.

O JOGO

Os chilenos iniciaram o duelo com todo o gás e não demoraram para abrir o placar. Aos sete minutos, após escanteio cobrado da esquerda, a zaga do Equador tentou afastar, mas Fuenzalida, no rebote, mandou um bonito chute para balançar as redes.

Mesmo assim, a equipe equatoriana não se deixou assustar e buscou o empate aos 25 minutos. O goleiro Arias fez pênalti em Méndez. Enner Valencia foi para cobrança e deixou tudo igual.

A partida seguiu truncada no restante da primeira etapa.

Na volta do intervalo, o Chile voltou no mesmo ritmo do início do jogo. Aos cinco, Aránguiz cruzou na área. Sánchez, oportunista, pegou de primeira e acertou o canto esquerdo do goleiro Domínguez.

A equipe chilena seguiu controlando as ações. Arriscou com Pulgar e com Vargas. Do outro lado, o Equador tinha pouco poder de reação.

O confronto foi ficando mais pegado e o juiz foi distribuindo cartões. Primeiro foi um festival de cartões amarelos. Depois, aos 44, o equatoriano Achilier foi expulso por cometer falta em Vidal. O zagueiro deixou o cotovelo no rosto do chileno e levou cartão vermelho direto.