Homem-Aranha - Tom Holland - Disney - Marvel - Sony

Sony e Marvel se acertam e Homem-Aranha terá novo filme em 2021

A continuidade da saga de Homem-Aranha está mantida. Um mês após a Sony confirmar que as negociações sobre o acordo para dividir o Homem-Aranha com os estúdios Disney haviam quebrado, o chefão dos estúdios confirmou que tudo está acertado e que a Marvel fará o longa.

A previsão é que o novo filme chegue às telas de cinema em 16 de julho de 2021, de acordo com informações do The Hollywood Reporter. A história continuará a ter o ator Tom Holland como o personagem principal. Ele se tornou um personagem cada vez mais central na saga e é justamente por isso que houve o impasse. É a Sony quem possui os direitos do personagem.

Nas redes sociais, o presidente da Marvel, Kevin Feige, comemorou o acerto. “Estou emocionado que a jornada do Homem-Aranha no Universo Cinematográfico Marvel vai continuar. E eu e todos dos estúdios Marvel estamos empolgados em continuar trabalhando nele”.

Os filmes de super-heróis da Marvel arrecadaram US$ 22 bilhões (R$ 88,5 bilhões) nas bilheterias mundiais, e a perda de Homem-Aranha representaria uma derrota grande.

Um levantamento feito pelo software de triagem de dados SEMrush, em 2017, havia concluído que o Homem-Aranha era o super-herói mais buscado na web por brasileiros.

Entre julho e agosto daquele ano, foram mais de 300 mil buscas. O primeiro filme com Holland no papel foi “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” (2017). A sequência teve “Longe de Casa” (2019). O próximo chegará daqui dois anos.

Angelina Jolie diz que Brasil é um “Conto de Fadas”

Apesar de interpretar uma vilã mágica em um filme da Disney, é no Brasil que Angelina Jolie, 44, realmente se sente em um conto de fadas.

“Claro que é uma parte interessante do meu ofício, mas o red carpet nunca foi meu objetivo. Para mim, o Brasil é como um conto de fadas. Sei que existem muitos desafios e dificuldades, mas que país extraordinário! Que gente interessante! Que história incrível, com aquela natureza linda. É um sonho”, disse Jolie em uma entrevista ao jornal O Globo.

A atriz está atualmente divulgando o longa “Malévola: Dona do Mal“, no qual vive a protagonista. “Esse filme é sobre abraçar sua verdadeira natureza. Espero que encoraje as pessoas a aceitarem quem são. Elas podem ser suaves, guerreiras, selvagens… Não importa, contanto que seja real”, diz a atriz, que considera o trabalho “fácil” por amar a personagem.

O longa tem estreia marcada para 17 de outubro nos cinemas brasileiros.

Coringa de Joaquin Phoenix traz palhaço sofrido que se move como um bailarino

Por Rodrigo Salem

Jack Nicholson garantiu um dos maiores salários da história de Hollywood com ele. Heath Ledger ganhou um Oscar póstumo com ele. Jared Leto entrou nas franquias bilionárias dos quadrinhos com ele. O personagem Coringa, da DC Comics, rival da Marvel, parece ser uma atração irresistível para os astros do cinema.

Não foi diferente para Joaquin Phoenix, que assume o papel do antagonista de Batman no violento e sombrio “Coringa”, drama sobre desigualdade social e saúde mental que narra a origem do personagem. “Só topei porque não tinha certeza que conseguiria fazer. O medo do fracasso me motivou”, conta Phoenix.

No longa, que estreia em outubro no Brasil e tem première mundial no Festival de Veneza agora, o ator interpreta Arthur Fleck, um sofrido palhaço de aluguel durante o dia e aspirante a comediante à noite.

A trama escrita por Todd Phillips e Scott Silver se passa numa Gotham em crise econômica entre as décadas de 1970 e 1980. Fleck sofre de um problema mental que gera ataques de risos incontroláveis.

“A risada foi o ponto de início para mim, porque Todd a descreveu como dolorosa. Achei isso interessante e surpreendente. Vi vídeos de pessoas com esses ataques e nunca imaginei que o Coringa poderia ser assim”, diz o ator.

“Precisava de alguém destemido para interpretar o Coringa. E Joaquin Phoenix é um ator que não mede esforços para viver personagens”, conta Phillips. “Escrevemos o papel para ele. Só para ele.”

Criado em 1940 por Bill Finger, Bob Kane e Jerry Robinson, o Coringa já teve origens diferentes nos quadrinhos, no cinema e na TV. O novo filme não segue nenhum arco das HQs, mas alude a longas como “Um Estranho no Ninho”, de 1975, “Taxi Driver”, de 1976, e “O Rei da Comédia”, 1982 -Robert De Niro até faz uma ponta como um apresentador de talk show.

É um estudo de personagem sem explosões ou cenas de ação espetaculares. “É uma tragédia”, resume o cineasta. “Quando levei a ideia para a Warner, eles acharam uma grande loucura. Trouxe o roteiro um ano depois e quase me expulsaram do estúdio.”

Phillips nunca foi um fã de gibis. Phoenix segue a mesma linha. “Para ser sincero, não conhecia muita coisa sobre o Coringa. Lembro de ler ‘Arkham Asylum’. Mas assisti aos filmes de Tim Burton e Chris Nolan”, revela o ator, que viu “Batman – O Cavaleiro das Trevas”, de 2008, sem querer.

“Fiquei curioso quando apareceu na minha TV. Heath era um ator brilhante e um sujeito sensacional. Lembro como a interpretação deixou uma marca, mas queria ter a liberdade de criar algo original.”

Mesmo com temas adultos e classificação indicativa para maiores de idade, “Coringa” não se desvia do universo do Batman, ainda que não tenha ligação com qualquer filme anterior. Thomas Wayne, vivido por Brett Cullen, que será o pai do herói no futuro, concorre a prefeito de Gotham e tem uma ligação surpreendente com Arthur Fleck.

“Temos uns dois dedos nos quadrinhos, mas fizemos nossa história. Não quero que as pessoas achem que é ‘A Piada Mortal'”, afirma Phillips.

Tanto que Phoenix apresentou ideias diferentes sobre o visual do Palhaço do Crime. “Li que os portadores dessa síndrome emagrecem ou engordam dramaticamente. Falei para Todd que gostaria de engordar para o papel”, lembra Phoenix.

Phillips, para passar a ideia de um homem que vive em péssimas condições financeiras, queria um aspecto de má nutrição e cortou a ideia do astro. “Só queria comer hambúrguer e batatas fritas, mas ele me explicou o conceito e entendi que era um caminho mais interessante.”

O Coringa, então, virou uma criatura magra e maleável, como um dançarino performático. “A dança é um grande componente da composição. Acho que há uma arrogância na maneira como ele se move com o queixo empinado”, diz Phoenix, que transita entre virar um assassino e ser um símbolo dos oprimidos, dançando no meio do caos de Gotham. “Foi quando percebi ‘porra, esse é o Coringa’.”

Bolsonaro planeja transferir controle do dinheiro da Ancine para seus ministros e aplicar filtro

O presidente Jair Bolsonaro quer mais controle sobre o poder financeiro da Ancine, agência que regula e fomenta o cinema nacional, e esboça uma estratégia para censurar o teor da produção cinematográfica incentivada pelo governo, o que ele chamou de filtro num de seus ataques recentes ao órgão.

Sua estratégia, já em discussão no Palácio do Planalto e no Ministério da Cidadania, é retirar das mãos da Ancine a gestão de seu mecanismo de fomento direto, o Fundo Setorial do Audiovisual, ou FSA, que tem R$ 724 milhões para gastar neste ano.

A mudança no órgão, segundo produtores e diretores, bate de frente com um momento de sucessos recentes do cinema nacional. Neste ano, filmes brasileiros foram representados e premiados em festivais internacionais importantes como o de Cannes, na França, o americano Sundance e a Berlinale, na capital alemã.

O plano desenhado até agora é passar a execução orçamentária e financeira do FSA, sob comando da Ancine, para a Secretaria Especial da Cultura, subordinada ao Ministério da Cidadania. Dessa forma, a Ancine deixaria de ser responsável pelo incentivo financeiro do mercado de cinema e televisão e se limitaria a um papel de regulação e supervisão.

Na semana passada, o presidente disse que, se não pudesse impor um filtro à Ancine, extinguiria ou privatizaria a agência. Bolsonaro reclamou publicamente do financiamento ao longa “Bruna Surfistinha”, de 2011. Segundo ele, a produção, que nunca viu, tinha “fins pornográficos”.

Ao defender a retirada da gestão dos recursos das mãos da Ancine, um assessor do Planalto alega, reservadamente, ser atípico que uma agência de regulação tenha sob seu poder um fundo de fomento.

A equipe de Bolsonaro trabalha nos bastidores para que a agência tenha uma função semelhante à de estruturas correlatas, como a Agência Nacional de Energia Elétrica, a Aneel. O processo de escolha das produções beneficiadas pelos recursos do fundo passaria então a ser centralizado na estrutura ministerial.

Essa mudança teria de ser feita por medida provisória ou projeto de lei. Se confirmada pelo Congresso, ela pode aumentar, na avaliação de produtores culturais, a ingerência do Poder Executivo na destinação de recursos para obras audiovisuais. O esforço de ingerência também passaria pela transferência dos diretores da agência reguladora para Brasília. Atualmente, eles despacham do Rio de Janeiro.

Marcelo Calero, membro da Comissão de Cultura na Câmara, diz que as medidas de Bolsonaro devem ser contestadas. “Estamos vendo o caminho melhor. Pode haver desde um decreto legislativo até medidas judiciais.”

A maior crítica do governo é que a Ancine teria sido aparelhada por gestões passadas alinhadas à esquerda, o que produtores negam. “Nunca houve uma ideologia da Ancine para você direcionar esse ou aquele trabalho de acordo com um tipo de mensagem”, diz o produtor Rodrigo Teixeira, que foi a Cannes com três filmes.

Texeira levou ao festival francês “The Lighthouse”, de Robert Eggers, “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão”, de Karim Aïnouz, e “Port Authority”, incursão nova-iorquina de Danielle Lessovitz.

Outra crítica é que, no início do ano, o Tribunal de Contas da União detectou irregularidades na metodologia de prestação de contas da agência.

O retorno dos investimentos nas produções nacionais é outro motivo de reclamação. Desde dezembro de 2007, quando foi regulamentado o FSA, só seis obras cinematográficas deram retorno acima do aplicado, segundo o mais recente relatório de gestão.

“De Pernas pro Ar” foi uma dessas produções. “As declarações do presidente apontam uma indesejável incompreensão sobre o setor”, diz Mariza Leão, produtora do filme. “Nenhum investimento do Fundo Setorial pode restringir obras pelo conteúdo. Seria censura, e a liberdade de expressão é assegurada pela Constituição.”

“Que se façam filmes como ‘O Jardim das Aflições'”, prossegue, citando documentário de Josias Teófilo sobre Olavo de Carvalho, guru de Bolsonaro, “ou sobre Marighella”. “A diversidade é inerente à liberdade de expressão. Depois o público decide o que quer ver.”

Rosana Alcântara, ex-diretora da Ancine, diz que a agência lança editais que são ligados a uma visão macro da política de financiamento, sem restrição ao conteúdo. “Nunca houve nada que tivesse um mínimo grau de intromissão na capacidade criativa daqueles que são os artistas e que têm por seu labor produzir o conteúdo. Não cabe filtro no estado democrático de direito.”

“Acho uma pena que os eleitores desse senhor não tenham aplicado filtro temático quando votaram nele. Por conta disso agora estão submetidos aos filtros tacanhos da direita miliciana carioca, a quem Bolsonaro representa”, diz o cineasta José Padilha.

O Palácio do Planalto chegou a cogitar a extinção da Ancine. O presidente, no entanto, foi convencido de que a medida poderia ser criticada por afetar a regulação do setor. Para ter um maior controle, uma das opções era transferir a agência para a Secretaria de Comunicação Social, que fica sob o a influência direta da Presidência, mas a pasta da Cidadania tem resistido.

Na mesma linha, o presidente assinou um decreto que transferiu da Cidadania para a Casa Civil o Conselho Superior de Cinema, responsável pela formulação da política nacional de audiovisual. Também houve redução da participação do setor e da sociedade civil no conselho, de nove membros para cinco.

“O Brasil é muito grande para termos mais políticos do que membros da indústria em qualquer conselho”, diz Marcelo Lima, idealizador e organizador do evento anual Expocine, um dos maiores encontros voltados à indústria de exibição no país.

Embora haja resistência de parcela expressiva da classe, não há unanimidade em relação aos planos do governo. Bruno Barreto, diretor de “Dona Flor e Seus Dois Maridos”, avaliou a aproximação da pasta com o Planalto como positiva. “É um upgrade”, diz. “Não sei de detalhes, mas ele [Bolsonaro] deve estar interessado no cinema.”

vingadores avatar bilheteria

Vingadores ultrapassa Avatar e se torna a maior bilheteria de todos os tempos

Vingadores: Ultimato é o filme que mais lucrou com bilheterias de cinema de todos os tempos. A obra da Marvel chegou a marca de US$2.789 bilhões neste sábado (21), tornando-se o recordista.

Até então, Avatar detinha a liderança. O longa, lançado em 2008, teve US$2.788 bilhões arrecadados. Os valores foram informados pela Variety.

Por fim, Titanic, de 1997, fecha o top3 ao ter arrecadado US$ 2,1 bilhões.

MAIORES DE TODOS OS TEMPOS

A Marvel está bem confortável no ranking das 20 maiores bilheterias de todos os tempos. São sete filmes – quatro dos Vingadores. Além disso, o filme de herói que mais rendeu foi Pantera Negra.

Outras grandes franquias pop aparecem na lista. É o caso de Star Wars, Velozes e Furiosos e Jurassic World.

Confira a lista:

1 – Vingadores: Ultimato – US$2.789 bilhões

2 – Avatar – US$2.788 bilhões

3 – Titanic – US$ 2,1 bilhões

4 – Star Wars: O despertar da força – US$ 2,068 bilhões

5 – Vingadores: Guerra Infinita – US$ 2,048 bilhões

6 – Jurrasic World: O mundo dos dinossauros – US$1,671.7 bilhões

7 – Os Vingadores – US$ 1,518.8 bilhões

8 – Velozes e Furiosos 7 – US$ 1,516 bilhões

9 – Vingadores: A era de Ultron – U$1,4 bilhão

10 – Pantera Negra – US$ 1,346 bilhão

11 – Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 2 – US$ 1,341.5 bilhão

12 – Star Wars: Os últimos Jedi –  US$ 1,3 bilhão

13 – Jurrassic World: Reino ameaçado – US$  1,3 bilhão

14 – Frozen – US$ 1,2 bilhão

15 – A bela e a fera – US$ 1,2 bilhão

16 – Os Incríveis 2 – US$ 1,2 bilhão

17 – Velozes e Furiosos 8 – US$ 1,2 bilhão

18 – Homem de Ferro 3 – US$ 1,2 bilhão

19 – Minions – US$ 1,1 bilhão

20 – Capitão América: Guerra Civil – US$ 1,1 bilhão

 

‘O Rei Leão’ já é maior estreia do cinema e arrecada mais de US$ 90 mi fora dos EUA

Já em cartaz no Brasil, a nova versão de “O Rei Leão” chega aos cinemas americanos nesta sexta-feira (19) com uma arrecadação de US$ 94,5 milhões (mais de R$ 350 milhões). O longa já é sucesso na China e abre como o maior lançamento da história.

“O Rei Leão” estará em 4.725 salas ao redor do mundo. Um recorde, segundo a revista americana Mojo. Esse número supera a estreia de “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2” (2011), que abriu em pouco mais de 4.300 salas e rendeu US$ 169 milhões (mais de R$ 630 milhões) no primeiro fim de semana, e, ainda, outro título da Disney, o live-action “A Bela e a Fera” (2017), que abriu em 4.210 salas.

Já em cartaz na China, onde já rendeu US$ 54 milhões (mais de R$ 200 milhões), o filme também já estava em cartaz na França, Alemanha, Holanda, Austrália, Nova Zelândia e outros, como o Brasil, fazendo a arrecadação chegar aos US$ 94,5 milhões nesta quinta-feira (18).

Até o final deste fim de semana, todos os outros mercados já terão recebido o longa em seus cinemas. A expectativa é que a arrecadação só do primeiro fim de semana chegue próximo aos US$ 200 milhões (mais de R$ 750 milhões).

ÁLBUM DE BEYONCE FOI DIVULGADO
Junto da estreia oficial, sai também o álbum que Beyoncé preparou em homenagem à animação.  “The Lion King: The Gift”. Além da já divulgada “Spirit”, o disco tem músicas inéditas com participações de Jay-Z, Kendrick Lamar, Pharrell Williams, Salatiel, Childish Gambino (Donald Glover), Wiz Kid e até Blue Ivy, a filha de 7 anos da cantora.

Em entrevista ao programa Good Morning America, a cantora falou sobre o álbum: “Essa trilha sonora é uma carta de amor para a África. Quis ter a certeza de que encontramos os melhores talentos dali e não apenas usar uns sons, fazendo a minha interpretação deles. Nós meio que criamos o nosso próprio gênero”, afirmou a cantora.

‘Aladdin’ se torna o maior sucesso da carreira de Will Smith

Ator de grandes sucessos em sua trajetória, Will Smith, 50, acaba de celebrar a maior bilheteria da história de um filme do qual participou. A bilheteria de “Aladdin” já ultrapassa a marca de R$ 3 bilhões pelo mundo no primeiro mês. Ele dá vida ao gênio.

Até então, a maior bilheteria de sua carreira era do filme “Independence Day”, de 1996. Ele também já estrelou longas de renome como “Homens de Preto” (1997), “Eu, Robô” (2004), “Hitch – Conselheiro Amoroso” (2005), “Eu Sou a Lenda” (2007) e “Sete Vidas” (2008)

“Este é um post que faço com humildade e honra. Hoje, ‘Aladdin’ passou ‘Independence’ como filme de maior bilheteria de toda a minha carreira. Só quero dizer obrigado”, disse o ator em seu Instagram. Em seguida, ele repetiu o agradecimento em várias línguas, dentre elas português, francês, russo, italiano e espanhol.

Para compor o personagem gênio no filme “Aladdin”, o ator contou que se inspirou em um antigo -e muito famoso- personagem: Will, de “Um Maluco no Pedaço”, clássico seriado exibido pelo SBT.

Novo teaser de ‘O Rei Leão’ mostra Beyoncé emprestando sua voz para Nala

Mais um teaser de “O Rei Leão” foi divulgado pela Disney nesta segunda-feira (03) e a grande novidade é que pela primeira vez os fãs puderam ouvir a voz de Beyoncé, 37, dando vida a personagem Nala, uma das principais e mais esperadas do “live-action”.

No vídeo de apenas 30 segundos, é possível ouvir a conversa de Nala com Simba, enaltecendo a importância dele para o reino, convidando para o posto de rei.

Com estreia prevista para o dia 19 de julho, além de Beyoncé, o time de dubladores é composto dos atores Seth Rogen (Pumba), Donald Glover (Simba) e Billy Eichner (Timão).

A nova versão da animação, que fez sucesso anos anos, 1990, agora é retratada em uma forma computadorizada, como se os bichos fossem de verdade.

A direção é do ator e diretor Jon Favreau’s, que também fez a última versão de “Mogli, o Menino Lobo” (2016).

Elton John cogitou escalar Justin Timberlake para interpretá-lo em ‘Rocketman’

Antes de o ator Taron Egerton, 29, formalizar o contrato para viver Elton John no musical “Rocketman”, um outro candidato era considerado o número um da lista para o filme, que entra em cartaz nos cinemas nesta quinta-feira (30).

O próprio Elton John havia pensado que o cantor Justin Timberlake seria o nome ideal para representá-lo nas telas.

É que o ex-cantor do N’ Sync já interpretou John no videoclipe da música “This Train Don’t Stop Anymore”.

O vídeo dirigido por David LaChapelle, marido de John, retrata o músico em sua juventude, nos anos 1970, assim como no musical “Rocketman”. A música é do álbum “Songs From The West Coast”, de 2001.

“Nunca fizemos uma aproximação formal com o Justin porque nós nunca conseguimos o momento certo para isso”, afirmou LaChapelle, que também é produtor do filme. “Ele fez um trabalho incrível no videoclipe.”

Comédia romântica e franquia Hellboy em cartaz no Cine Passeio

A comédia romântica A Grande Dama do Cinema e a última edição de Hellboy são as estreias da salas Ritz e Luz, no Cine Passeio, nesta quinta-feira (16)e sexta-feira (17). Nessas datas, os ingressos custam R$ 16 reais e R$ 8 meia-entrada e podem ser comprados na bilheteria ou pelo site ingresso.com.

Com direção de Juan José Campanella, o longa argentino A Grande Dama da Cinema conta a história de um grupo de personalidades da sétima arte com diferentes trajetórias e e que se sentem ameaçadas com a chegada de dois jovens. O filme é legendado e entra em cartaz às 18h15, para o público a partir de 12 anos.

À meia-noite de sexta-feira (17) será a vez da pré-estreia de Hellboy, a franquia iniciada em 2004 pelo cineasta Guillermo Del Toro e dirigido por Neil Marshall. O filme será exibido nas duas salas (Ritz e Luz).

Com 2h de duração e legendada, a produção estadunidense narra as aventuras do herói Hellboy para impedir que poderosa bruxa Nimue seja ressuscitada e volte a ameaçar a Terra. Depois da pré-estreia,  Hellboy tornará a ser visto na próxima quinta-feira (23), data de sua estreia nacional. A classificação etária do filme é 16 anos.

O Cine Passeio fica na Rua Riachuelo, 410, Centro.

Comédia romântica e franquia Hellboy em cartaz no Cine Passeio.
Foto: Divulgação