Cope deflagra operação e apreende drogas em aspirador de pó na Grande Curitiba

O Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) da Polícia Civil deflagrou uma operação contra o tráfico de drogas na manhã desta sexta-feira (12) na Grande Curitiba.

Ao todo, os policiais cumpriram 13 mandados de busca e apreensão em diversos locais suspeitos apontados como pontos de vendas de drogas nos bairros Santa Cândida e Uberaba, em Curitiba e Colombo, na região metropolitana. Drogas, armas e um colete balístico, escondidos em um aspirador de pó, já foram apreendidos.

Dois homens, de 21 e 35 anos, foram presos durante a operação. Eles portavam, maconha e cocaína em pacotes prontos para venda e o mais velho um revólver Taurus .38 com numeração raspada. Um terceiro homem foi pego com pequena quantidade de droga e assinou Termo Circunstanciado e foi liberado.

“Ao longo das duas últimas semanas, sete pessoas foram presas. A curiosidade é que um dos alvos de hoje escondia grande quantidade de crack e cocaína dentro de um aspirador de pó. Isso demonstra a criatividade dos marginais e a necessidade dos policiais atuarem com dedicação e comprometimento nas buscas pois esses locais são muito difíceis de se localizar”, comenta o delegado Rodrigo Brown.

Foto: Divulgação

Os homens presos serão autuados por tráfico de drogas em flagrante.

Oito pessoas suspeitas de estelionato são alvo de mandados de prisão no PR

**Atualizada às 11h30**

Oito pessoas integrantes de duas quadrilhas distintas foram alvos de mandados de prisão, nesta terça-feira (12), em Curitiba e no litoral do Paraná. Destas, três foram presas e cinco se encontravam foragidas até às 11h30. A Polícia Civil do Paraná aponta que os investigados são suspeitos de aplicar o golpe da “falsa venda” de imóveis no litoral. Os suspeitos utilizavam documentos falsos para ludibriar as vítimas e consumar as vendas.

“Nós pedimos para que todos entrem em contato com a Polícia para que a gente possa responsabilizar os envolvidos por outros crimes. O total de vítima foram cinco vítimas em um inquérito e 13 em outro. Mas acreditamos que o número seja ainda maior. Um dos terrenos foi loteado em 22 unidades e vendidos várias vezes”, afirmou o delegado Fabio Machado, do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope).

NÚCLEO ZAZA

A primeira quadrilha seria comandada por uma transexual, de 48 anos, da qual também fazia parte, seu companheiro, de 48 anos, dois homens de 29 e 83 anos e uma mulher, de 52 anos.

A transexual e os três homens passavam-se por proprietários e corretor, respectivamente, de um imóvel localizado no Balneário Guaciara, em Matinhos. Eles criaram um anúncio, ofertando a falsa propriedade, em um site de compra e venda da internet, que atraiu as vítimas.

Demonstrando interesse no imóvel, as vítimas entraram em contato e começaram a negociar com os suspeitos. Após diversas tratativas, elas marcaram de concluir a compra e formalizar o contrato em um escritório, situado no bairro Flamingo, em Matinhos, que Esmério utilizava para atender pessoas que caíam no golpe.

No local, Luisa, passando-se por proprietária do imóvel, e as vítimas assinaram um Instrumento Particular de Compra e Venda. Diante do fato, todos deslocaram-se para um cartório localizado em Mandirituba, ao invés de um cartório de Matinhos, para realizar a parte burocrática da tramitação.

Ao serem questionados, pelas vítimas, da razão pela qual fariam a Escritura Pública de Compra e Venda em um cartório de Mandirituba e não de Matinhos, o suspeito respondeu que só faziam procedimentos ali, pois os servidores do local eram seus amigos e por isso teriam preferência no atendimento e ainda receberiam descontos especiais na documentação.

Ao chegarem no local, o tabelião do cartório, já estava aguardando a quadrilha para dar suporte na consumação do golpe, junto da mulher, escrevente juramentada, que lavrou a Escritura Pública de Compra e Venda do imóvel fraudulento.

O imóvel havia sido anunciado por R$80 mil. As vítimas deram um sinal de R$5 mil para a reserva do imóvel e pagaram R$25 mil em cheque, no ato da assinatura do Instrumento Particular de Compra e Venda.

Conforme apurado, no momento da assinatura da escritura pública, embora as vítimas tivessem solicitado, os suspeitos não realizaram a apresentação de documentos que comprovassem a propriedade do imóvel adquirido, afirmando que posteriormente iriam apresentar escrituras e certidões pertinentes.

Posteriormente, ao pesquisar em registros públicos, perceberam que teriam sido vítimas de uma fraude e que o imóvel seria de propriedade de uma construtora, a qual teria sido objeto de execução judicial e estaria registrado como sendo de propriedade da União Federal.

Diante do fato, a equipe procurou pela PC, que deu início às investigações no mês de outubro de 2018 e através de um intenso trabalho de inteligência conseguiu identificar e localizar os suspeitos.

NÚCLEO MARQUINHOS 

A segunda quadrilha, que não possui ligações com o grupo criminoso comandado pela transexual, composta por um homem, conhecido como “Marquinhos do Albatroz”, de 42 anos, Kely, 27 anos, e Talita, 35 anos, é suspeita de vender terrenos e até uma fazenda utilizando documentos falsos em Matinhos, Litoral do Estado.

De acordo com a PC, os suspeitos chegaram a vender uma única propriedade, localizada no Balneário Albatroz, para diversas pessoas ao mesmo tempo. As investigações apontam que as vítimas teriam pago valores entre R$1 mil e R$15 mil por cada lote, valores esses, pagos em dinheiro diretamente para “Marquinhos do Albatroz” ou depositado em contas bancárias de Kely.

Os suspeitos levavam as vítimas ao escritório de Talita, onde assinavam um documento intitulado “Compromisso Particular de Compra e Venda”. Isso foi feito sem que as vítimas tivessem qualquer assistência jurídica, bem como, sem ter conhecimento e informações corretas a respeito da burocracia de aquisição de um imóvel

Os suspeitos também realizavam reuniões com as vítimas, nas quais apresentavam a necessidade de se abrir vias públicas no local e cobravam R$250 por cada lote adquirido. Valores pagos diretamente a “Marquinhos do Albatroz” e Kely.

Embora os fatos tivessem ocorrido entre os anos de 2015 e 2018, somente no ano passado as vítimas tiveram conhecimento de que caíram em um golpe, pois foram tentar realizar melhorias nos terrenos e foram impedidas por um amigo do verdadeiro proprietário do local, que confirmou para as vítimas que esse golpe era recorrente ali.

Ao tomar conhecimento dos fatos, a PC iniciou todas as diligências e realizou todos os procedimentos cabíveis para identificar e prender o grupo criminoso. De acordo com as investigações esse golpe já conta com mais de dez vítimas e o prejuízo é de aproximadamente R$100 mil, até o momento.

As investigações devem continuar com o intuito de identificar outras vítimas e responsabilizar todas as pessoas envolvidas com o crime.

Foragido da Colônia Penal, suspeito de assaltar joalheria em Curitiba é preso

A Polícia Civil prendeu na terça-feira (19) o homem suspeito de ter assaltado uma joalheria dentro do Shopping Mueller, no Centro Cívico, em Curitiba, na última segunda-feira (18). Os policiais também prenderam um homem suspeito de receptar os objetos.

Segundo o delegado Rodrigo Brown, a polícia também recuperou parte dos objetos levados e apreendeu um veículo e roupas de alto padrão, que teriam sido compradas com o dinheiro da venda das mercadorias roubadas.

Bandidos invadem e assaltam joalheria do Shopping Mueller

“Descobrimos que o suspeito se tratava de um foragido da Colônia Penal, que respondia por roubo e receptação, por tanto já possuía mandado de prisão em aberto”, explica o delegado.

Foto: Divulgação

No celular do suspeito preso, os policiais encontraram fotos dos relógios que foram anunciados para venda, o vídeo do assalto divulgado pela imprensa e um áudio dele preocupado com sua prisão.

Como muitos objetos roubados foram vendidos, o delegado frisa que os compradores podem ser enquadrados pelo crime de receptação e devem procurar a Delegacia de Furtos e Roubos para entregar os objetos.

“Quem, por ventura, adquiriu que nos procure de boa fé para não ser responsabilizado futuramente por uma participação na quadrilha do suspeito preso”.

O assalto

Ao menos três pessoas teriam participado do assalto registrado na joalheria Dalitz, em Curitiba. O estabelecimento fica no piso L3 do Shopping Mueller, no bairro Centro Cívico. Toda a movimentação dos criminosos foi gravada por câmeras de segurança. A ação dos bandidos foi rápida e o grupo fugiu a pé pela rua Mateus Leme em direção ao Largo da Ordem.

Na saída, os bandidos saíram ameaçando os clientes do shopping com simulacros de armas.

Em nota, a assessoria de imprensa do Shopping Mueller afirma que, apesar do roubo, não houve prejuízo direto aos clientes.

Veja:

Polícia prende cinco e apreende drogas em operação contra o tráfico

Cinco pessoas foram presas em uma operação contra o tráfico de drogas deflagrada nesta terça-feira (7), pela Polícia Civil, na Vila Cornélia, em Curitiba.

De acordo com a polícia civil foram apreendidas diversas drogas, como 500 pinos de cocaína, crack e 40 quilos de maconha, além de armas e coletes balísticos.

Esta foi a segunda operação deflagrada no local, na primeira os principais suspeitos conseguiram fugir. O delegado do Centro de Operações Especiais (Cope) afirmou que o local era de difícil acesso. “Fizemos um bom planejamento, com uso de drones e equipes que vinham pelo mato. Chegamos a invasão pela parte da frente, os marginais fugiram pelo fundo e foram surpreendidos pelos nossos policiais”.

“Pela estrutura de proteção que eles tinham, com rádios comunicadores, na primeira vez a maioria fugiu. Hoje pegamos o gerente do tráfico e outras pessoas importantes”, disse o delegado.  “São ruas estreitas e não identificadas, um local irregular, o que dificulta um pouco a nossa ação”, explicou.

As investigações continuam. Entre os presos, apenas um não tinha passagem pela polícia. Veja a lista de apreensões:

6 balanças de precisão
7 rádios HT
3 facas
Mais de 500 Microtubos (pinos) com cocaína prontos para consumo
Mais 5 mil pinos vazios para o preparo de venda
Munições de vários calibres
2 pistolas, sendo uma glock com seletor de rajada
41 quilos de maconha
280g cocaína
190g de craque
1 garrucha
Um vaso com maconha plantada

Procurado no Texas, homem é preso por tráfico de drogas no PR

 

Um homem foragido do Texas, nos Estados Unidos, com diversas passagens pela polícia, foi preso em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, nesta segunda-feira (21). No Brasil, Joshua Martin Merz é suspeito de tráfico de drogas e tentativa de homicídio.

De acordo com a Polícia Civil, os policiais encontraram uma pistola, dois carregadores, dinheiro e uma grande plantação de maconha dentro da casa do suspeito. Segundo a polícia americana, Joshua é um criminoso de alta periculosidade.

Segundo o delegado-titular do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), Rodrigo Brown, uma das investigações sobre traficantes que atuam na região metropolitana revelou que o estrangeiro estava distribuindo drogas.

“Em contato com os policiais do Texas, nós descobrimos que se tratava de uma pessoa perigosa e que apesar de estar morando há 15 anos no Brasil possuía diversas ordens de prisão. Toda a casa era preparada para o plantio de maconha, descobrimos que ele fazia importação de sementes de maconha pela internet e tinha todo um aparato especial para que a planta se desenvolvesse”, comenta o delegado.

Ele será autuado em flagrante pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo, posses munições e tráfico de drogas. Ele também deve ser extraditado para os Estados Unidos. A Polícia Civil já iniciou as tratativas com a Polícia Federal e o consulado americano.

Paraná promove curso de Operações Especiais para policiais mulheres

O Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) ministrará o I Curso de Operações Policiais (Cop) Feminino, destinado a servidoras da Polícia Civil, Militar do Paraná e demais instituições de segurança pública do Brasil. É a primeira vez que uma unidade promove o curso para mulheres no Brasil.

As inscrições terão início no dia 7 de maio e irão até o dia 18 do mesmo mês, por meio do Formulário Específico disponível no site da Escola Superior de Polícia Civil (ESPC).

As candidatas inscritas deverão se apresentar na sede do Cope no dia 24 de maio, às 8 horas da manhã, para o processo seletivo. Na ocasião, serão feitos exames e testes preliminares, todos de caráter eliminatório, entre eles: exame de saúde, teste de aptidão física, pró-eficiência de tiro e entrevista.

Ao todo, 24 vagas serão ofertadas para as servidoras. Quatro delas destinam-se a policiais que integram o quadro corporativo do Cope, oito para agentes de todo Departamento da Polícia Civil (DPC) do Paraná, quatro para policiais militares e outras oito destinam-se a outros órgãos e demais instituições convidadas.

Ao final do processo seletivo, serão divulgados os nomes das candidatas consideradas aptas e melhor classificadas, sendo nesta ordem automaticamente das matriculadas no curso. Caso haja empate entre as concorrentes, os critérios de desempate seguirão a ordem de maior pontuação em teste de tiro, seguido de maior pontuação em teste de aptidão e, por fim, a servidora que tem maior tempo de serviço na atividade policial ou forças armadas.

“O objetivo do curso é qualificar as policiais em perspectivas físicas, táticas, psicológicas e intelectuais para atuarem, de forma eficaz, em situações de alto risco”, disse o delegado-titular do Cope, Rodrigo Brown. Segundo ele, o conteúdo das aulas terá como base noções éticas, técnicas e legais, com a utilização e demonstração de táticas internacionais utilizadas em unidades de operações especiais.

O delegado ressalta que a candidata integrante do quadro funcional da Polícia Civil do Paraná que conseguir concluir o I Cop Feminino 2018, poderá, caso haja interesse, ser requisitada para integrar o efetivo do Cope.

O curso terá início no dia 28 de maio, com encerramento previsto para o dia 8 de junho – podendo ser modificado, para mais ou menos, de acordo com as necessidades do serviço público.

Polícia prende suspeito de participar de roubo a joalheria em Curitiba

O Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) da Polícia Civil prendeu, na tarde de segunda-feira (23), um homem, de 20 anos, suspeito de participação no assalto a uma joalheria em Curitiba. O crime aconteceu no mês passado. Ele foi preso em sua residência no bairro Parolin após a Justiça expedir um mandado de prisão temporária.

De acordo com a polícia, as investigações tiveram início logo após a notificação do roubo. Na ocasião, três homens armados levaram cerca de R$ 80 mil em joias de uma loja no centro de Curitiba. Segundo o delegado do Cope, Rodrigo Brown, o suspeito preso é quem auxiliou na fuga dos ladrões.

“Conseguimos localizar algumas testemunhas, que relataram que os três indivíduos armados teriam entrado em um veículo Peugeot que deu fuga para aos marginais. Com essas informações, nós começamos a buscar câmeras de segurança e com intenso trabalho identificamos o veículo. O rapaz preso era o motorista que conduzia o veículo no momento roubo”, contou o delegado. O homem não esboçou reação no momento da prisão e nega o envolvimento no assalto.

O suspeito possui histórico de crime de roubo e agora responderá pelo crime de roubo majorado. Ele permanece preso à disposição do Poder Judiciário. As investigações seguem para identificar e prender os demais envolvidos no crime.

Cinco homens são presos com armamento de guerra na BR-116

A Polícia Civil e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreenderam um fuzil AK-47, duas pistolas, munição e outros equipamentos com cinco homens na BR-116, em Mandirituba, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), na manhã de domingo (29).

De acordo com a polícia, a quadrilha é suspeita de participar de uma série de assaltos a ônibus de turismo no Paraná.

Os homens foram abordados no quilômetro 148 da BR-116 e os armamentos estavam municiados e pronto para uso. Durante a vistoria, os policiais encontraram cinco coletes à prova de balas, quatro tocas ninja, três pares de luvas, dois canivetes e cerca de R$ 15 mil.

Na ocorrência, a PRF e a Polícia Civil apreenderam um fuzil AK-47 calibre 7,62 e duas pistolas, uma delas calibre 9 milímetros e a outra, Ponto 45. Os homens, o armamento e o dinheiro foram encaminhados à delegacia.

O delegado-titular do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), Rodrigo Brown, o superintendente da Polícia Rodoviária Federal, Adriano Furtado, e o secretário de Segurança Pública, Wagner Mesquita, vão dar mais informações sobre o caso em coletiva de imprensa na tarde desta segunda-feira.

 

Hotéis são alvos de operação contra o tráfico de drogas em Curitiba

A Polícia Civil, por meio de agentes do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), retomaram a “Operação Centro Seguro” contra o tráfico de drogas em hotéis e pensionatos de Curitiba. Quatro hotéis foram alvos de mandados de busca e apreensão na manhã desta quinta-feira (25).

De acordo com o delegado-titular do Cope e responsável pela operação, Rodrigo Brown, a divisão de inteligência da polícia investiga os hotéis que seriam usados por traficantes de drogas e usuários. “Essas operação vão acontecer sem ter hora marcada e sem aviso prévio. A intenção é dar um ‘refresco’ em cima desse pessoal que comete pequenos crimes, mas que geram dores de cabeça para a população”, disse Brown.

Cope faz operação em hotéis e pensões do Centro de Curitiba

Cerca de 30 policiais participaram da operação desta quinta-feira que tem como foco desmantelar o comércio de drogas no Centro da capital paranaense.

Segundo Brown, três pessoas foram presas em um hotel, todos com antecedentes criminais. Crack e maconha também foram apreendidos. “A grande maioria aqui tem problema com uso [de drogas]. Todos os quartos tinham vestígios de uso de drogas. Nessas operações é muito difícil prender uma grande quantidade de droga, mas sim várias pequenas porções”, declarou.

Operação Centro Seguro

Esse é o segundo dia consecutivo de operações contra o tráfico de drogas em Curitiba. Na quarta-feira (24), cerca de 50 policiais cumpriram mandados em pequenos hotéis e pensões que, segundo a polícia, são usados por traficantes da região central de Curitiba e que abrigam criminosos e foragidos da Justiça.

Cope apreende 50 Kg de explosivos na Região Metropolitana de Curitiba

O Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), da Polícia Civil, apreendeu na manhã desta terça-feira (29), em uma casa em Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), cerca de 50 quilos de explosivos. A quantidade é suficiente para explodir 100 caixas eletrônicos.

Os investigadores chegaram até o local após a prisão de uma quadrilha no início de novembro. O local servia apenas como armazém dos explosivos.

De acordo com as investigações, a quadrilha agia em todo o Paraná e em outros estados da região Sul e Sudeste. Eles utilizavam o dinheiro dos caixas eletrônicos para comprar pequenas propriedades, como casas e terrenos, na Região Metropolitana de Curitiba, onde eram guardados os equipamentos usados pelo grupo.

No dia 4 de novembro, três integrantes da quadrilha foram presos em Campo Largo e São Luiz do Purunã. Eles estavam na BR-277 e seguiam para o interior do Paraná possivelmente para explodir mais caixas eletrônicos. Com eles, foram apreendidos na época três fuzis, 300 cartuchos de munição para fuzil, cinco pistolas, seis coletes balísticos, 12 balaclavas, oito quilos de explosivos, 37 espoletas, além de cerca de 20 quilos de entorpecentes entre crack, cocaína e maconha, além de dois veículos.

Além dos 50 quilos de explosivos, foram apreendidas nesta terça-feira três armas, sendo dois revólveres calibre 38 e uma espingarda calibre 32, e placas de veículos clonadas. Um caminhão roubado foi encontrado no local.