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Adolescente se afoga em São José dos Pinhais e é reanimado pelos bombeiros

Um adolescente de 14 anos precisou ser reanimado pelos bombeiros após se afogar e passar 30 minutos submerso em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. O caso foi registrado nesta sexta-feira (21) à tarde.

Conforme os bombeiros, o adolescente foi encaminhado em estado gravíssimo para o Hospital do Rocio, em Campo Largo, Grande Curitiba. Um helicóptero do BPMOA (Batalhão de Operações Aéreas da PM) fez o deslocamento.

De acordo com a corporação, o adolescente se afogou em uma região de alagados e cavadas, no Jardim Ipê, em São José dos Pinhais. Os bombeiros foram acionados imediatamente após o garoto se afogar.

“No local, os bombeiros fizeram mergulhos livres para tentar encontrá-lo. Assim, após 30 minutos, o adolescente foi localizado e retirado da água”, disse o tenente Maikon Venâncio Correa ao Paraná Portal.

A adolescente teve uma parada cardiorrespiratória. Portanto, foi encontrado sem pulsação e sem respiração. Enquanto faziam trabalhos para que o garoto fosse reanimado, os bombeiros acionaram o BPMOA.

Assim que o adolescente reagiu, foi levado ao helicóptero, onde foi estabilizado pelos médicos e transportado para o Hospital do Rocio.

“Em uma escala que vai até seis, ele foi encontrado no estágio máximo. 30 minutos submerso é muito tempo. Se trata de um caso gravíssimo”, concluiu o tenente.

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Justiça realiza 1ª audiência do processo que apura explosão de apartamento em Curitiba

A Justiça do Paraná realiza nesta quarta-feira (05) a primeira audiência da ação relacionada à explosão do apartamento do bairro Água Verde, em Curitiba. O incidente matou uma criança de 11 anos e deixou três pessoas feridas em junho do ano passado. Oito testemunhas de acusação e cinco de defesa são ouvidas hoje (05).

Conforme o rito determinado pelo Código de Processo Penal, depois de ouvir as testemunhas, a Justiça deve interrogar os réus. Ao final da instrução penal, o juiz decidirá se os acusados devem ou não ir à júri popular.

São réus neste processo o casal dono da Impeseg, José Roberto Porto Correa e Bruna Porto Correa, e o técnico Caio Santos. A empresa havia sido contratada para fazer a impermeabilização de um sofá. Os produtos químicos foram apontados pela perícia como a causa da explosão.

A acusação é de homicídio qualificado. Na denúncia oferecida pelo Ministério Público, as qualificadoras contra o casal foram por motivo torpe e uso de meio explosivo. No caso do técnico Caio Santos, a qualificadora é apenas uso de meio explosivo.

A EXPLOSÃO NO APARTAMENTO DE CURITIBA

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Justiça começou a ouvir as testemunhas do processo nesta quarta-feira (05). (Foto: Colaboração)

A explosão aconteceu no Água Verde, por volta das 9h40 do dia 29 de junho. O apartamento fica da Rua Dom Pedro I, no bairro Água Verde, em Curitiba. A força do impacto derrubou as paredes do sexto andar. Estilhaços de vidro e concreto se espalharam pela região. Moradores da região e pessoas que trabalham no entorno compararam o barulho à queda de um avião.

No momento da explosão, quatro pessoas estavam dentro do apartamento. Um menino de 11 anos dormia em um dos quartos e morreu após ser arremessado do sexto andar. Mateus Lamb passava o final de semana na casa da irmã e do cunhado. Raquel Lamb, de 23 anos, e Gabriel Araújo, de 27, passaram mais de um mês internados. No caso de Raquel, as queimaduras atingiram 80% da superfície corporal, enquanto Gabriel teve 30% do corpo queimado.

A quarta vítima foi o técnico de impermeabilização Caio Santos, acusado por homicídio com dolo eventual junto aos donos da Impeseg, José Roberto Porto Correa e Bruna Formankuevisky Lima Porto Correa. Ele também passou semanas internados na UTI do Hospital Evangélico-Mackenzie até se recuperar das queimaduras.

INVESTIGAÇÕES RESPONSABILIZAM DONOS; JUSTIÇA OUVE TESTEMUNHAS

laudo pericial produzido pela Deam (Delegacia de Explosivos, Armas de Munições) relatou com detalhes as condições em que o apartamento foi encontrado no dia da explosão. A análise da perícia foi juntada ao conjunto probatório levantado no curso das investigações.

De acordo com as investigações da Polícia Civil, a explosão foi causada pelo produto químico usado pelo técnico para impermeabilizar o sofá da família. Raquel Lamb, dona do apartamento, disse à polícia que acendeu uma das chamas do fogão porque não foi orientada sobre os riscos. Funcionários da empresa Impeseg – responsável pelo serviço – disseram que não sabiam que o produto usado era inflamável.

Além disso, quatro funcionários da empresa de impermeabilização envolvida na explosão afirmaram, em depoimento, que os produtos inflamáveis eram armazenados em frascos de shampoos. O dono da Impeseg, José Roberto Porto Correa, confessou que manipulava os químicos sem autorização para chegar até a fórmula final aplicada nos sofás e estofados dos clientes.

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Criança é atacada por pitbull dentro de mercado no Paraná; VÍDEO

Uma criança de 10 anos foi atacada por um pitbull dentro de um mercado de Alto Paraná, na região norte do estado, a cerca de 60 km de Maringá. A ação foi registrada pelas câmeras do circuito interno do estabelecimento (assista ao vídeo abaixo). A Polícia Civil investiga o caso e começou a ouvir os envolvidos.

O ataque neste sábado (1º). A criança ficou levemente ferida e não precisou ser socorrida. No entanto, o cão da raça pitbull foi morto por um dos funcionários do mercado.

As imagens do circuito interno mostram que a criança corre para dentro do mercado no momento em que é seguida. A garota sobe em um dos caixas, mas o cachorro avança. O cão aparentemente morde a criança na altura das pernas. A ação dura poucos segundos e o pitbull é afastado após um dos funcionários do mercado acerta-lo com uma caixa.

De acordo com a Polícia Civil do Paraná, o dono do cachorro pode ser responsabilizado por lesão corporal culposa, quando não há intenção de ferir. Ele foi localizado e ouvido na delegacia. Conforme a polícia, ele prestou apoio à criança e à família.

Por meio de nota, a Polícia Civil do Paraná informou que o funcionário que matou o pitbull não será investigado. “Neste caso, entende-se que o responsável pela morte do cão agiu de forma necessária para garantir a segurança. Assim, não há ilicitude”, diz a nota.

A família da criança atacada pelo pitbull dentro do mercado de Alto Paraná, até a publicação da reportagem, ainda não havia representado o dono do cão às autoridades. Assista ao vídeo:

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Bombeiros encontram corpo de menino que se afogou em rio na grande Curitiba

O Corpo de Bombeiros localizou, na manhã desta quinta-feira (9), o corpo de uma criança que se afogou e desapareceu após cair no Rio Açungui, na tarde desta quarta-feira (8), em Rio Branco do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o menino tinha quatro anos e brincava com outras crianças na beira do rio quando caiu na água e se afogou.

O tenente Maikon, do BPMOA (Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas), fez um alerta para que pais não deixem crianças brincarem sozinhas em rios e lagos, pois, geralmente são locais não avaliados pelo Corpo de Bombeiros e também não possuem nenhum tipo de vigilância.

“Os pais têm que ter consciência disso: quando levamos crianças para áreas de diversão com água, com uma piscina, precisamos saber que a criança não sabe do perigo que ela está se colocando. Muitas vezes ela vai buscar uma bola, uma boia ou um brinquedo que cai nesse ambiente… e ela está focada só no objeto, não no perigo”, explica.

“Por isso, é responsabilidade dos pais ou responsáveis ter a proteção e ficar sempre de olho. Também é importante criar mecanismos para evitar os acidentes, seja em piscinas, lagos ou represas”, completa.

O Gost (Grupo de Operações de Socorro Tático), do Corpo de Bombeiros, auxiliou nas buscas, além da Defesa Civil de Rio Branco do Sul.

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Menino de 4 anos é internado em estado grave após bater a cabeça em Maringá

Um menino, de quatro anos, foi internado em estado grave no Hospital Universitário de Maringá, no norte do Paraná, na tarde desta sexta-feira (3). A criança teve traumatismo craniano e passou por uma cirurgia.

Segundo o hospital, o padrasto do menino disse que ele se engasgou com um pedaço de carne e bateu a cabeça ao cair no chão. A família é de Mandaguaçu, também na região norte.

Ainda conforme o hospital, essa é a segunda vez que o menino precisou de atendimento médico após bater a cabeça depois de um afogamento. Em setembro, ele teria se afogado em uma piscina de plástico e chocou a cabeça no fundo da piscina.

Na ocasião, ele ficou oito dias internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) depois uma parada cardiorrespiratória.

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Criança de três anos e duas mulheres morrem em acidente na BR-373

Uma criança de três anos e outras duas mulheres morreram na tarde desta quarta-feira (25) em um acidente grave na BR-373, em Chopinzinho, na região sudoeste do Paraná. Além deles, um homem foi socorrido com lesões graves e encaminhado a um hospital em Pato Branco.

De acordo com a PRF (Polícia Rodoviária Federal), dois carros colidiram de frente.

A pista ficou bloqueada parcialmente até às 18h30, mas os agentes orientaram o trânsito no sistema pare-e-siga.

Conforme as informações preliminares da PRF, a causa provável do acidente foi uma ultrapassagem mal executada.

O Gol, que transitava no sentido Candói, invadiu a pista contrária e atingiu o Celta, ocupado pelo casal e seu filho, que estava em direção a Pato Branco.

O motorista, único sobrevivente do acidente, foi encaminhado ao hospital.  Entretanto, sua mulher, de 23 anos, e seu filho, com quatro anos, morreram na hora.

Os corpos foram enviados ao IML (Instituto Médico-Legal) de Pato Branco.

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Criança e homem morrem após acidente entre carros na PR-182; cinco ficam feridos

Uma criança de seis anos e um homem, de 25, morreram após uma colisão frontal de dois carros na PR-182. O acidente aconteceu em Maripá, na região oeste do Paraná, na madrugada deste domingo (22). Além disso, outras cinco pessoas ficaram feridas.

Uma outra criança, de oito anos, e um bebê, com apenas oito meses, também sofreram ferimentos e foram encaminhados a hospitais da região. Além deles, duas mulheres e um homem também foram atendidos.

Conforme as informações da PRE (Polícia Rodoviária Estadual), todos os mortos e feridos estavam no mesmo automóvel. Ou seja, o veículo estava com o número de passageiros acima do limite.

Por fim, o casal que ocupava o outro carro não teve nenhum ferimento.

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Casal é preso por agredir filho adotivo no Paraná; criança está na UTI

Um casal foi preso em flagrante, na madrugada deste domingo (8), em Londrina, na região norte do Paraná, por agredir o filho adotivo. A criança, de apenas nove anos, foi levada em estado grave ao Hospital Evangélico da cidade.

O garoto está internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva). Ele chegou ao hospital cheio de hematomas, por isso os médicos e enfermeiros suspeitaram de agressão e acionaram o Conselho Tutelar.

O Boletim de Ocorrência registrado por um conselheiro tutelar relata “marcas severas de agressão física, com indícios de tortura”. Os pais do menino foram presos em flagrante e levados à Central de Flagrantes.

CASAL CONFIRMA AS AGRESSÕES

O menino foi adotado há dois meses, no Mato Grosso do Sul. Em depoimento, o casal confirmou as agressões, mas alegou que se revoltou porque o filho teria mordido o dedo da mãe e para dar um corretivo nele, acabou batendo na criança.

Os pais devem responder por tentativa de homicídio.

*Com informações da Tarobá News*

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Menina de 3 anos tem quadro de morte cerebral depois de ser espancada pelo pai no Paraná; Hospital já havia alertado maus tratos

A PCPR (Polícia Civil do Paraná) investiga a morte de uma criança, de apenas três anos, pelo próprio pai. A menina apresentava vários hematomas pelo corpo e traumatismo craniano, quando deu entrada no Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba, na madrugada desta terça-feira (3). Ao ser internada já apresentava um quadro de coma e agora segue os protocolos de morte encefálica.

O pai, um homem de 25 anos, foi preso em flagrante. A delegada que cuida do caso informou que a criança já havia sido internada no dia 06 de novembro, com um quadro grave de anemia e com sinais de fratura nas costelas.

Na época, a médica que fez o atendimento, juntamente com a assistência social do hospital, notificou o Conselho Tutelar sobre a necessidade de afastar a criança do convívio do pai.

“Em depoimento dado pela madrasta na primeira internação foi informado que o pai, que alimentava a menina,  só dava bolacha e leite para criança. A médica que atendeu à criança solicitou ao Conselho Tutelar que não devolvesse a criança para o pai. O Conselho Tutelar, diante das suas atribuições, entendeu sim que a criança poderia ser entregue ao pai naquele momento”, afirmou a delegada Ellen Vycter,  do NUCRIA (Núcleo de Proteção à criança e Adolescentes Vítimas de Crimes). A polícia agora vai investigar o procedimento adotado pelo Conselho Tutelar  ao devolver a criança para pai, mesmo com o alerta do hospital.

Segundo as investigações, outras duas crianças, filhas da madrasta, moram com o casal e já haviam relatado aos Policiais Militares, que foram acionados por vizinhos em outras situações, que eram espancadas sistematicamente pelo homem.

A policia já ouviu até agora a madrasta, o pai, o avô da criança, o Conselho Tutelar, a médica que fez o atendimento e a assistente social do Hospital Pequeno Príncipe. A preocupação agora é com as duas crianças que vivem com o casal. “Essa é uma atribuição do Conselho Tutelar, eles é quem decidem se vão abrigar essas crianças  ou se vão entrega pra família extensa”, completou a delegada.

Ellen Vycter relata ainda que o pai não demonstrou nenhum tipo de arrependimento ou emoção com relação à situação da filha. Ele se manteve frio e distante no depoimento e informou que a criança poderia ter caído da escada.

Procuradas pela reportagem do Paraná Portal, as conselheiras do Conselho Tutelar do Sítio Cercado, responsável pelo caso da criança, disseram que não dariam informações e que todos os casos tratados por eles seguem em segredo de Justiça.

A criança segue internada na UTI, em estado grave. A morte encefálica segue vários procedimentos até que seja decretada a morte do paciente. No momento a menina respira com ajuda de aparelhos e segue medicada.

RECORDE DE AGRESSÕES

Toda suspeita de agressão que chega no hospital é notificada às autoridades responsáveis. Seja agressão física ou sexual, a equipe médica segue os protocolos de segurança compartilhando informações com a polícia, no caso de agressões sexuais e com os conselhos tutelares no caso das agressões físicas.

Segundo dados do Hospital Pequeno Príncipe, de janeiro até o dia 03 de dezembro foram feitas 630 notificações de suspeita de agressão. É um número recorde. Em 2018, durante todo o ano, foram 587 casos de suspeita notificados.

DENUNCIE 

As denúncias de casos de maus-tratos e negligência a crianças e adolescentes podem ser feitas aos Conselhos Tutelares, às Polícias Civil e Militar e ao Ministério Público, podendo ser noticiadas também aos serviços de disque-denúncia (Disque 100, nacional; Disque 181, estadual; e Disque 156, municipal).

Disque 100
Disque 100As agressões podem ser feitas por meio do “Disque Direitos Humanos – Disque 100″, um serviço nacional, mantido pelo governo federal e que pode ser acionado de qualquer parte do país. Não há necessidade de identificação do denunciante.


Disque 181

Disque 181Em âmbito estadual, há o Disque 181, que pode ser acionado de qualquer parte do Estado, para encaminhamento à autoridade do respectivo município e ao conselho tutelar, de modo a serem tomadas as providências pertinentes. Em casos de emergência, a Polícia Militar pode ser acionada pelo 190.

 

Disque 156
Disque 156O município de Curitiba mantém o SAV (Vítima de Violência em Domicílio). Trata-se de um serviço de atendimento emergencial para crianças, adolescentes e idosos, vitimizados, em casa, por familiares ou responsáveis legais.

 

cocaína - PRF

Homem é preso por levar 74,5 quilos de cocaína com filho de seis anos

Um motorista de 41 anos que transportava 74,5 quilos de cocaína foi preso pela PRF (Polícia Rodoviária Federal) na tarde desta quarta-feira (13), em Capanema, na região sudoeste do Paraná. O homem levava seu filho de seis anos junto no caminhão.

A criança foi encaminhada para o Conselho Tutelar de Capanema.

A cocaína estava sendo transportada de Foz do Iguaçu, região oeste do Paraná, até São Leopoldo, região metropolitana de Porto Alegre. O motorista escondeu a droga em uma carreira, na região da quinta roda, dispositivo mecânico através do qual o semirreboque é acoplado ao caminhão.

O caminhão carregava farelo de soja e foi abordado pelos agentes da PRF na BR-163. Com uma conduta suspeita do motorista, os policiais fizeram uma fiscalização mais minuciosa e então encontraram a droga.

Para retirar os tabletes, que estavam dentro da mesa do pino-rei, a PRF teve apoio de uma oficina mecânica.

O motorista disse aos policiais que desconhecia a carga de cocaína no caminhão. O homem foi preso em flagrante e encaminhado a Delegacia da Polícia Civil de Capanema, sendo que o crime de tráfico de drogas tem pena prevista de 5 a 15 anos de prisão