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Ossada encontrada pela Polícia do Paraná ajuda a esclarecer crime cometido há 2 anos

Uma denúncia anônima levou a PCPR (Polícia Civil do Paraná) a encontrar uma ossada de um idoso de 67 anos em Bocaiúva do Sul, na região metropolitana de Curitiba. A descoberta ajudou os investigadores a concluir uma investigações que começou há dois anos.

De acordo com a Polícia Civil do Paraná, se tratava de Lourival Farias dos Santos, que estava desaparecido desde 2018. Conforme a polícia, o suspeito já foi identificado pela PCPR.

A ossada foi encontrada na última segunda-feira (20) em uma região rural de Bocaiúva do Sul, na região metropolitana de Curitiba. A localização foi repassada por meio de uma denúncia anônima. A PCPR deslocou uma equipe para fazer buscas e escavações.

Exames de perícias papiloscópicas foram necessários para a identificação do cadáver. De acordo com a Polícia Civil do Paraná, o suspeito do crime contra o idoso ainda não foi encontrado.

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Namorada do suposto “maníaco da Sandero” é presa em Curitiba

A namorada do suposto “maníaco do Sandero” foi presa em flagrante por posse ilegal de munição de arma de fogona última sexta-feira (13). De acordo com a PCPR (Polícia Civil do Paraná), foi realizado um mandado de busca e apreensão na residência da mulher, de 23 anos, para obter mais informações sobre o investigado por cometer um estupro e ameaçar outras seis mulheres em Curitiba.

No flat dela, localizado no bairro Juvevê, os policiais encontraram quatro munições de calibre 32, utilizada na arma que foi apreendida durante a prisão do homem na semana passada.

Até agora, o homem só foi autuado por posse ilegal de arma e crime de falsidade ideológica, já que estava com a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) com outro nome, mas o caso já ficou conhecido pelo apelido dado, já que os crimes eram cometidos com o mesmo carro.

Contudo, os dois negam envolvimento dele nos crimes sexuais e a polícia ainda busca novos elementos para confirmar a autoria dos delitos.

Sandero prateado apreendido pela polícia em Curitiba. (Divulgação / PMPR)

SUSPEITO É FORAGIDO DE SANTA CATARINA

De acordo com a delegada Eliete Kovalhuk,  o relacionamento entre eles é um ponto importante na investigação. O homem suspeito é foragido da Justiça de Santa Catarina, por um mandado de roubo, e a polícia constatou que a mulher também é catarinense.

“A gente tem conhecimento que a relação deles é bem mais antiga do que os quatro meses que eles nos falaram. Então, por certo, algum conhecimento pelo menos do passado criminoso, ela tinha. Então isso que vamos confirmar com a análise das apreensões que nós tivemos”, explica a delegada.

Além disso, a delegada explica que o mandado foi expedido após a mulher prestar depoimento como testemunha. Na ocasião, a polícia acabou sendo surpreendida pelas declarações evasivas e contraditórias da mulher.

“Nos chamou a atenção, então precisávamos ir atrás dos pertences dele. Como ela falou que ele não morava com ela, mas tinham pertences dele na residência, representamos pelo mandado.

ABORDAGEM DO MANÍACO DO SANDERO

O homem é suspeito de abordar mulheres em diferentes regiões de Curitiba, passando pelos bairros São Lourenço, Bacacheri, Água Verde e Jardim Social, por exemplo. Suspeita-se de pelo menos seis ataques em dezembro – e a polícia ainda espera receber mais denúncias.

Um vídeo obtido pelo Paraná Portal mostra a abordagem do “maníaco do Sandero”. Ele vê uma mulher andando sozinha e entra com o carro em uma entrada de casa, mas vê a vítima dar a volta e atravessar a rua.

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Polícia acredita ter solucionado caso de tentativa de homicídio em Curitiba

Está preso um homem de 41 anos suspeito de envolvimento em uma tentativa de homicídio, no final do ano passado, no bairro Novo Mundo, em Curitiba. De acordo com a PC-PR (Polícia Civil do Paraná), o suspeito está detido desde do dia 27 de dezembro. O crime aconteceu no feriado do dia 2 de novembro.

Conforme a primeira linha de investigação, o caso se tratava de um latrocínio — que é o roubo seguido ou precedido por morte. No entanto, ao avançar as investigações, a Polícia Civil do Paraná descobriu que havia uma desavença entre as partes.

Ainda de acordo com as investigações, após um desentendimento, o autor do crime agrediu a vítima na cabeça com coronhadas. Depois, usou a arma para efetuar disparos.

A vítima foi encaminhada a um hospital de Curitiba e sobreviveu. O agressor segue detido, à disposição da Justiça, e responderá por tentativa de homicídio.

Polícia Civil prende suspeitos da morte de PM no final de semana

Dois homens foram presos na manhã desta quarta-feira (30), suspeitos do assassinato do sargento da PM, Antônio Carlos Pires, no último final de semana.

Emerson dos Santos Cunha Fernandes e Mikkael Benedito Moura confessaram o crime. Há outros três suspeitos que permanecem foragidos.

Na tarde de ontem, a Polícia Civil informou que havia sido apreendido o carro usados no crime, na manhã de segunda (28).

O carro tem placas de Belo Horizonte, estava alugado por um motorista de aplicativo e foi roubado dois dias antes do crime. O carro foi encontrado no domingo pela manhã, no bairro Tatuquara, próximo ao local do crime.

Antônio Carlos Pires, o Sargento Pires do  23º Batalhão da PM-PR (Polícia Militar do Paraná), foi morto na noite de sábado (26), quando voltava para a casa, na Cidade Industrial de Curitiba.

O sargento estava de folga e dirigia seu carro particular quando foi abordado por um atirador. O bandido disparou dois tiros e o Sargento Pires morreu na hora.

Segundo informações da Polícia Civil, o sargento carregava a arma da corporação, mas não teve chance de defesa.

O caso está sendo investigado pela DHPP (Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa).

Mulher é assassinada e tem corpo jogado no rio; filho da vítima é abandonado em carro

A polícia investiga a autoria e motivação do assassinato de uma mulher de 25 anos entre os municípios de São José dos Pinhais e Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba. O filho dela, de apenas quatro anos, estava no carro e é a única testemunha do crime.

O veículo estava atolado a alguns metros de um rio, onde o corpo de Beatriz Stefanichan de Almeida Santos foi encontrado, minutos depois. A ocorrência começou no final da tarde de ontem (16), quando um motociclista percebeu uma movimentação estranha no veículo, que poderia ser um sequestro.

O subtenente Valdir, da Polícia Militar, explica como o atendimento foi feito até a localização do automóvel e do corpo.

“Essa situação começou no final da tarde, como se fosse um sequestro de um veículo com uma criança no banco traseiro. Um conduzindo o veículo e outro com ferimentos. Fizemos várias rondas e uma família da região viu ele neste local. A gente chegou, mas a Força Nacional já se encontrava com a criança.

O caso está sob investigação da Delegacia de Piraquara. O investigador Sérgio Klaar diz que as marcas dentro do carro mostram que, provavelmente, a mulher lutou com o assassino.

“Não sabemos ainda que tipo de arma foi usada. A princípio, foi uma contundente. O que nos passaram foi que foi um roubo agravado, aonde tinham mantido a motorista e o filho como refém”, completou.

O menino, de quatro anos, foi entregue aos avós e a polícia deve tentar conseguir, com ele, alguma informação que possa ajudar na identificação do assassino.

Drogas - Funcionário - Presos - Francisco Beltrão

Funcionário de cadeia no Paraná é preso por repassar drogas e celular aos presos

Um funcionário da Penitenciária Estadual de Francisco Beltrão foi preso pela PCPR (Polícia Civil do Paraná), nesta quarta-feira (9), por repassar drogas e celulares aos detentos do presídio.

Junto do funcionário foram apreendidos 150 gramas de maconha e três celulares. Ele era responsável pela fiscalização dos detentos em suas atividades de trabalho na penitenciária.

Os cães farejadores da PCPR encontraram a droga e os celulares no armário e também no carro do supervisor. Após a apreensão, o funcionário confessou aos policiais a propriedade e também a distribuição dos materiais entre os presos.

Os policiais então encaminharam o rapaz de 28 anos para a unidade da PCPR em Francisco Beltrão e ele foi autuado por tráfico de drogas, estando agora à disposição da Justiça.

Daniel - Edson Brittes - MPPR

MPPR pede que Edison Brittes fique preso pela morte do ex-jogador Daniel

O Caso Daniel Corrêa Freitas registrou importante avanço na noite desta terça-feira (8). O MPPR (Ministério Público do Paraná) entregou suas alegações finais sobre o crime e pediu que Edson Brittes continue preso até o final do julgamento.

O MPPR ainda solicitou que todos os sete acusados pela morte do ex-jogador de futebol sejam levados à júri popular. A decisão está agora nas mãos da juíza Luciani Regina Martins de Paula, da 1ª Vara Criminal de São José dos Pinhais.

Baseada na recém aprovada Lei de Abuso de Autoridade, o MPPR pediu que os outros réus ainda presos pelo crime respondam em liberdade até o julgamento.

David William Vollero Silva, Eduardo Henrique Ribeiro da Silva e Ygor King ainda estão presos, mas podem ser soltos com o pedido. Cristiana Brittes, Allana Brittes e Evellyn Perusso já haviam recebido habeas corpus e aguardam a sentença em liberdade.

A defesa dos acusados ainda irá apresentar suas alegações antes da decisão da 1ª Vara Criminal de São José dos Pinhais.

ÍNTEGRA DOS PEDIDOS

As alegações finais do MPPR colocam os seguintes crimes imputados para cada um dos réus:

Edison Brittes Junior: homicídio qualificado pelo motivo torpe, meio cruel e outro recurso que dificulte ou torne impossível a defesa, ocultação de cadáver, fraude processual, corrupção de adolescente e coações no curso do processo;

David William Vollero Silva: homicídio qualificado pelo motivo torpe, meio cruel e outro recurso que dificulte ou torne impossível a defesa e fraude processual;

Eduardo Henrique Ribeiro da Silva: homicídio qualificado pelo motivo torpe, meio cruel e outro recurso que dificulte ou torne impossível a defesa, ocultação de cadáver, fraude processual e corrupção de adolescente;

Ygor King: homicídio qualificado pelo motivo torpe, meio cruel e outro recurso que dificulte ou torne impossível a defesa, ocultação de cadáver e fraude processual;

Cristiana Brittes: homicídio qualificado, fraude processual, corrupção de adolescente e coações no curso do processo;

Allana Brittes: fraude processual, corrupção de adolescente e coações no curso do processo;

Mãe e filhas usam adolescente para matar o próprio pai

A Polícia Civil do Paraná prendeu preventivamente na quarta-feira (02), três mulheres da mesma família, mãe e filhas, de 19, 33 e 50 anos, suspeitas de serem coautoras na morte de Gilmar de Lima, de 40 anos.

Ele foi morto no dia 27 de setembro de 2018 com dois tiros dentro de casa, localizada no bairro Cidade Industrial de Curitiba.

Um adolescente de 17 anos, filho da vítima com uma das mulheres, encontra-se foragido. Ele é suspeito de ser o autor dos disparos.

Na época do crime,  as três – então esposa, cunhada e sogra da vítima – disseram à polícia que um indivíduo usando bala clava teria arrombado a porta, entrado na casa e desferido disparos de arma de fogo contra vítima, que estava deitada em um colchão na sala. Logo em seguida o indivíduo teria fugido.

Elas ainda relataram que um dos filhos, que tinha 16 anos, não morava na mesma casa e só havia tomado conhecimento da morte do pai no dia seguinte.

Porém, durante as investigações, a polícia descobriu que, as três mulheres, junto com o adolescente, arquitetaram o plano que resultou no homicídio. Ainda de acordo com a investigação, a motivação seria por problemas familiares.

Para embasar esse entendimento, a PCPR contou com o auxílio de câmeras de monitoramento da região, que captaram o adolescente, momentos antes do crime, na posse de um revólver, calibre 38. Testemunhas presenciais do homicídio também forneceram detalhes da empreitada criminosa. A quebra do sigilo telefônico foi fundamental para derrubar a tese apresentada pelas suspeitas.

As três encontram-se à disposição da Justiça e deverão responder por homicídio duplamente qualificado. O adolescente é considerado foragido.

Bope apreende armas utilizadas em assalto a banco em Curitiba

O assalto a uma agência da Caixa Econômica Federal no bairro Tatuquara, em Curitiba, nesta segunda-feira (30), ganhou desdobramentos ao final da tarde. Equipes do Bope/Rone (Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar do Paraná) apreenderam armas utilizadas na ação criminal e trocaram tiros com os assaltantes.

Na ação, um dos indivíduos foi morto em confronto com os policiais. Os demais assaltantes conseguiram fugir e ainda não foram localizados. Durante o roubo a agência bancária, outro criminoso também faleceu em decorrência do tiroteio com a Polícia Militar.

Ao todo foram apreendidas duas espingardas calibre .12., munições, dois galões cheios de miguelitos (ferros usados para furar pneus), dois coletes á prova de bala, além de dois veículos utilizados no assalto.

PÂNICO NO TATUQUARA

A agência da Caixa fica localizada na Rua Engenheiro João Kloss com a Rua Odir Gomes da Rocha. Segundo testemunhas, 20 pessoas foram feitas reféns dentro do banco e carros e pessoas que passavam em torno do local também eram paradas pelos cinco criminosos envolvidos na ação.

Todos os assaltantes estavam armados com armas de calibre pesado, como fuzis e espingardas, e levaram todo o dinheiro da agência. A ação dos criminosos durou em torno de 15 minutos.

IML confirma que suspeito preso em SP é o assassino de Rachel Genofre

O Perito Criminal do IML (Instituto Médico Legal), Hemerson Bertassoni Alves, afirmou em coletiva nesta sexta-feira (20),  que o suspeito preso em São Paulo é o assassino de Rachel Genofre.

Bertassoni disse ainda que o crime só pôde ser solucionado graças à cooperação das forças policiais dos estados do Paraná, de São Paulo e do Governo Federal, através da RIPG (Rede Integrada de Perfis Genéticos). “A Polícia Cientifica, a Polícia Civil e as forças de segurança do Estado nunca pararam nesse caso, sempre houve essa integração. Os resultados que nós estamos tendo agora são frutos de toda essa integração”, afirmou o perito.

Caso Rachel Genofre está “100% resolvido” diz polícia, 11 anos após o crime

Sobre a confirmação do suspeito, Carlos Eduardo dos Santos, de 54 anos, Bertassoni explica que os resultados genéticos e os dados coletados, “sustentam que o perfil genético encontrado no corpo da Raquel seja desse suspeito preso em São Paulo, do que de qualquer outro suspeito escolhido aleatoriamente na população”.

O IML  informou ainda que 170 materiais genéticos foram coletados dos presos suspeitos e confrontados com as amostras coletadas do corpo de Raquel, em 2008.

O perfil genético de Carlos Eduardo dos Santos não estava na lista dos 170 presos suspeitos. Ele não estava sendo investigado pela Polícia do Paraná. Carlos só foi encontrado através dos cruzamentos de dados no sistema nacional. “A Lei diz que todos os indivíduos, condenados, tramitados e julgados, que tenham praticado algum crime como homicídio, roubo, estupro, que são crimes hediondos,  devem doar material a esse banco”, disse Bertassoni.

Foi dessa forma que os dados coletados de Carlos Eduardo, em São Paulo, puderam ser cruzados com os dados de Raquel, inseridos no sistema, aqui no Paraná.

IML - caso Raquel Genofre
Laboratório de Análises do IML – William Bittar/CBN Curitiba

Em coletiva feita no fim da tarde desta quinta-feira (19), o Secretário de Segurança Publica do Paraná,  Rômulo Marinho Soares, afirmou que o caso foi solucionado, depois de quase 11 anos de investigações.

O suspeito, Carlos Eduardo dos Santos, de 54 anos, está detido em Sorocaba, no interior de São Paulo.

O DNA do suspeito é compatível com os rastros encontrados no corpo de Rachel Genofre. O crime aconteceu em 2008, quando Rachel tinha apenas  nove anos de idade.

O corpo de Rachel Genofre foi encontrado, dentro de uma mala, deixada sob uma escada da rodoferroviária de Curitiba.

A motivação do crime ainda não foi esclarecida.

CASO RACHEL GENOFRE

Rachel Genofre desapareceu no dia 3 de novembro de 2008. O último paradeiro conhecido da garota, na época com 8 anos de idade, era em um ponto próximo à Praça Rui Barbosa, na Rua Voluntário da Pátria, no Centro de Curitiba.

O corpo de Rachel foi localizado dois dias depois, em 5 de novembro. Esquartejado, com sinais de estrangulamento e violência e sexual, o corpo foi encontrado dentro de uma mala, que foi deixada embaixo de uma escada da Rodoferroviária de Curitiba.

A identidade foi confirmada após exame de perícia do IML (Instituto Médico-Legal). O Instituto de Criminalística foi acionado por fiscais e policiais militares, após dois indígenas que dormiam na rodoviária se depararem com a mala suspeita.

Colaborou com informações Willian Bittar/CBN Curitiba