Explosão de dinamite provocou tragédia em Curitiba no ano de 1976

 

Em setembro de 1976, o estrondo de uma explosão foi ouvido em toda a cidade. Um caminhão, que transportava uma tonelada e meia de dinamite,  pegou fogo e explodiu, deixando dois mortos e dezenas de feridos no bairro Cabral.

 

Vídeo produzido para a TV Band Paraná sobre o caso.

 

O jornalista Ney Hamilton foi um dos primeiros a chegar. Ele trabalhava no Instituto de Biologia (Depois Tecpar) , que ficava na Rua dos Funcionários, a uma dez quadras.  Com o estrondo os vidros do laboratório cairam no chão.

Ele foi ver o que tinha acontecido, pensando ser uma queda de avião. Mais perto, pela coluna de fumaça, imaginou ser a explosão de um posto na Avenida Munhoz da Rocha. Ficou impressionado pelo numero pássaros mortos ao longo do caminho. E com os vidros de casas que quebraram, a quase um quilometro, em ondas de maior ou menor intensidade.

No local o caminhão em pedaços não era mais identificado, havia uma cratera e um pedestre morto, atingido por parte do motor do caminhão. Ao redor as casas de madeira estavam destruídas ou destelhadas, e os fios de luz estavam no chão.

Parte do motor do caminhão foi parar em cima da marquise da Fábrica de Biscoitos Lucinda, que ficava a mais de 100 metros do local da explosão. A tragédia só não teve mais vítimas porque o motorista e o ajudante do caminhão viram o fogo,  e sairam gritando para alertar os moradores. Veja mais detalhes no vídeo abaixo.

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Contato com José Wille.

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Roteirista curitibano concorre à indicação ao Oscar 2020

Um curitibano assina o longa-metragem brasileiro que concorre a uma indicação ao Oscar 2020 na categoria Melhor Filme Estrangeiro. O drama A Vida Invisível, que tem direção do cearense Karim Aïnouz, foi escrito pelo roteirista curitibano Murilo Hauser, em parceria com Inês Bortagaray.

Hauser, que atualmente mora em São Paulo, fez o primeiro curso sobre cinema na Cinemateca de Curitiba e voltou à capital paranaense na última semana para a pré-estreia especial do longa, no Cine Passeio. O filme já ganhou o prêmio principal da mostra Um Certo Olhar, no Festival de Cannes de 2019.

A produção é uma adaptação do romance “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão”, da escritora pernambucana Martha Batalha. A história é estrelada por Julia Stockler e Carol Duarte e tem participações de Fernanda Montenegro, Gregório Duvivier e António Fonseca. A estreia está prevista para a próxima quinta-feira, dia 31 de outubro.

OSCAR 2020: INDICAÇÕES A MELHOR FILME ESTRANGEIRO

Para o roteirista curitibano Murilo Hauser concorrer à indicação, o filme brasileiro precisa atender a alguns requisitos. Um deles, é ser exibido durante sete dias, com pelo menos três sessões por dia, em Los Angeles. O lançamento nas salas de cinema dos Estados Unidos está previsto para o dia 20 de dezembro. A Amazon comprou os direitos de exibição e é a responsável pela distribuição do longa no mercado norte-americano.

Adriano de Souza é o campeão no surfe, curitibano Yago fica em terceiro

Por Leopoldo Scremin

Em um dia para entrar na história da Praia de Saquarema, litoral norte do Rio de Janeiro, o brasileiro Adriano de Souza, o Mineirinho conquistou pela primeira vez a etapa brasileira do World Surf League, campeonato mundial de surfe.  Supremo desde a primeira fase da competição, o campeão mundial de 2015 venceu três baterias nesta quarta-feira e agora intensifica a luta pelo bicampeonato mundial. O curitibano Yago Dora terminou em terceiro.

Mineirinho já havia demonstrado todo seu talento nas fases preliminares da competição, e sem passar pela repescagem não surfava desde quinta feira. Depois de três dias sem competição, a manhã abriu com ondas enormes e a organização aproveitou para colocar todos os atletas na água.

O primeiro adversário de Adriano foi o australiano Joel Parkinson, que havia eliminado o brasileiro Wiggoly Dantas pela manhã. Adriano foi muito superior, alcançando a maior nota do dia, um 9,83. Depois foi a vez de encarar o curitibano erradicado em Florianópolis, Yago Dora, que já havia despachado nada menos que três campeões mundiais.

Porém Mineirinho não foi o quarto, e com boas ondas e muita experiência deixou para trás o novato em decisões do circuito e avançou a final para enfrentar o australiano Adrian Buchan. E foi apertada a decisão, fazendo com que o público presente fosse ao delírio.

Mineirinho foi o primeiro a conseguir uma boa onda, e depois de encaixar outra com nota 7,83 abriu grande vantagem para Buchan. Porém o australiano se manteve tranquilo a poucos minutos do fim conseguiu uma nota 9,20, precisando de uma onda simples para virar o jogo. Mas Mineirinho não deixou por menos e “quebrou tudo” ao conseguir uma grande onda e levar o público ao delírio com uma nota 9,80.

O australiano ainda conseguiu mais uma boa onda (8,03), mas não o suficiente para passar o brasileiro, que já nos segundos finais comemorava dentro d’água. No final, a vantagem foi de 17,63 contra 17,23.

“Estou muito feliz com tudo isso”, disse Mineirinho. “Nem sei como agradecer a Deus e a esta torcida por tudo. Estava sem chegar ao pódio desde dezembro de 2015 e batalhei muito neste período. Isso demonstra o que é o povo brasileiro, que mesmo com todas as dificuldades com um sorriso no rosto.”

Curitibano surpreendeu:

Outro grande destaque da etapa brasileira do WSL foi o curitibano Yago Dora, que depois de entrar no campeonato como convidado foi “escalando” a competição e deixou para trás nada menos que três campeões mundiais pelo caminho: Mick Fanning, Gabriel Medina e o atual campeão John John Florence.

Yago, que atualmente vive em Florianópolis, não disputa todas as etapas do WSL, e a partir de agora deve ter um pouco mais de ajuda – leiam-se patrocínios – para conseguir disputar a elite do surfe mundial. O paranaense ficou conhecido por ser o primeiro surfista a executar o “back flip” em cima de uma prancha.

Barueri vence o BRH/Sulflex Clube Curitibano e é campeão da Superliga B

Com uma grande atuação da oposto Suele, o Barueri venceu o BRH/Sulflex-Clube Curitibano por 3  sets a zero (parciais de 10×25, 11×25 e 15×25) na noite de segunda-feira (10) e foi o campeão da Superliga B. O clube de Curitiba chegou à final depois de uma arrancada a partir da segunda fase onde chegou invicta para a partida desa noite. O time de Barueri, que havia perdido apenas um set na competição terminou o torneio de forma invicta. Apesar de perder a vaga para a divisão de elite nesta partida, o time de Curitiba ainda tem a Taça Ouro para disputar e a chance de disputar a Superliga A.

Sobre isso,  o técnico do Clube Curitibano, Jorge Edson, disse que o futuro do time será discutido com patrocinadores. “Uma etapa terminou agora, vamos nos reunir, discutir as coisas com calma”, afirmou.

O técnico campeão, José Roberto Guimarães ressaltou o projeto do Barueri. “Foi muita uma dedicação muito grande dessas meninas, nem salários tínhamos e aos poucos fomos construindo tudo isso”, completou.

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Clube Curitibano perde para o líder Barueri na Superliga

O Clube Curitibano perdeu para o Barueri por 3 sets a 1 (parciais de 21×25, 25×27, 25×17 e 13×25), na noite de sábado, em partida disputada no ginásio do clube, em Curitiba. Com o resultado a equipe paranaense precisa derrotar a equipe do Bradesco no próximo final de semana para avançar na Superliga B Feminina.

Segundo o técnico Jorge Edson, o time sempre trabalha pela vitória, mas precisa finalizar mais. “A gente sempre trabalha pela vitória, nos jogos fazemos 3 a 2, sempre estamos pontuando, mas agora a hora é esta, dias 12 e 18 serão fundamentais”, comentou.

 

BRH-Sulflex/Clube Curitibano tenta reagir na Superliga Feminina

Da Redação com Assessoria

O BRH-Sulflex/Clube Curitibano folgou na última rodada da Superliga B e, com isso, o treinador Jorge Edson teve mais tempo para preparar a equipe para a partida deste sábado, dia 11, diante do São José Voleibol, no ginásio Ney Braga, em São José dos Pinhais. “O jogo deve ser mais tenso, pois as duas equipes ainda não venceram na competição. Fizemos um amistoso de pré-temporada contra o São José e vencemos. Estamos preparados, treinamos bem e vamos atrás no nosso objetivo, que é vencer”, afirma Jorge Edson.

Com todas as jogadoras à disposição, o técnico espera que o time esteja mais entrosado nesta terceira rodada. “O jogo promete ser muito disputado, do primeiro ao último ponto, e digno de uma partida de Superliga B, com resultados bem apertados e partidas muito duras. Eu acredito que os fãs de voleibol vão ver uma partida de altíssimo nível no ginásio Ney Braga”, acrescenta.

A partida está marcada para as 18 horas, no ginásio Ney Braga, em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba. Os ingressos para o jogo serão vendidos na hora e custam R$5 (meia entrada).

BRH Sulflex-Curitibano perde para o Havan Brusque na estreia da Superliga B

O BRH Sulflex-Curitibano perdeu na estreia da Superliga B Feminina de Vôlei, para o Havan Brusque, por 3 a 2 (parciais de 27×29, 23×25, 25×19,25×22 e 11×15 tie-break). A partida teve duração de quase três horas e foi decidida somente no tie-break. O time catarinense abriu dois sets de vantagem, mas o Curitibano chegou a empatar a série, porém perdeu nos minutos finais.

O técnico Jorge Edson disse que a equipe se portou bem dentro da quadra, ter buscado um resultado que era totalmente adverso, mas por ser início de temporada há também a necessidade de se ganhar mais entrosamento. “Hoje foi dado um grande passo, um passo para frente, com a torcida ao nosso lado, as meninas sentem um pouco essa pressão, que é boa, e ela vão se acostumar com isso”, avaliou.

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BRH-Sulflex/Curitibano desafia o Havan Brusque na estreia da Superliga

Da Redação com Assessoria de Imprensa

Após uma ausência de uma década e meia das quadras na disputa de uma Superliga, o  BRH-Sulflex/Clube Curitibano estreia na Superliga B neste sábado (21), às 18 horas, no Clube Curitibano, na capital paranaense e tenta resgatar os torcedores do esporte na capital paranaense, que desde o fim do Paraná Vôlei – Rexona-Ades ficaram sem representantes no cenário nacional.

A equipe enfrenta o Abel Havan Brusque, de Santa Catarina e o técnico Jorge Edson conta com o apoio da torcida neste primeiro desafio. “Contamos com a presença de todos os curitibanos que gostam de voleibol para nos apoiar nesse primeiro desafio. Estamos preparados e garantimos que vai ser um grande espetáculo”, afirmou o treinador, que foi campeão olímpico em Barcelona-92 com a Seleção Masculina e conta com a experiência de ter treinado equipes no Japão, Coreia do Sul e Turquia, além de ter sido auxiliar técnico de Zé Roberto Guimarães na Seleção Feminina entre 2005 e 2008.

O elenco do BRH-Sulflex/Clube Curitibano está fechado para a estreia, atualmente com 18 atletas, sendo que os destaques ficam com a central Waleskinha, campeã olímpica em Pequim-2008, a também central Flávia Assis, ex-Osasco, Pinheiros e Rexona e a ponteira Raquele, que defendeu Finasa e Rexona e foi vice-campeã mundial juvenil com a Seleção Brasileira. Todas têm passagem pelo voleibol do exterior. “Além delas temos três jogadoras da base do Clube Curitibano, entre 16 e 17 anos, e outras atletas que trouxemos dos Estados Unidos, compondo um elenco bem diversificado entre juventude e experiência”, acrescenta Jorge Edson.

Os treinos têm a supervisão da assistente técnica Cris Pirv, campeã da Superliga pelo MRV/Minas na temporada 2001-2002, maior pontuadora da competição nas quatro temporadas em que atuou no Brasil e melhor jogadora do Campeonatos Europeus de 1990 e 1998, pela Seleção Romena. “Eu espero que seja um ótimo jogo e que as meninas possam mostrar em quadra o melhor do que foi trabalhado até agora nos treinos e nos amistosos. Quero ver superação a cada jogada, a cada bola, para que o público saia feliz de ver um bom espetáculo”, conta a auxiliar.

A partida de estreia será disputada no ginásio principal do Clube Curitibano, que fica na sede do Água Verde. A entrada é gratuita e será feita pelo portão da Rua Petit Carneiro. O ginásio tem capacidade para mil pessoas sentadas acompanharem os jogos.

Serviço:

Jogo: BRH-Sulflex/Clube Curitibano x Abel Havan Brusque

Horário: 18h

Local: Ginásio principal do Clube Curitibano

Endereço: Rua Petit Carneiro, na altura do número 970 (entrada exclusiva por esse portão)

 

Feras da natação juvenil disputam torneio internacional em Curitiba

Com a participação de 581 atletas de 111 clubes de todo o país, o Clube Curitibano será palco do XXIV Campeonato Brasileiro Juvenil de Natação – Troféu Carlos Campos Sobrinho, de 30 de novembro a 3 dezembro. Os tempos cravados na competição servirão como parâmetro para a convocação da Seleção Brasileira de Natação para o Multinations Junior Swimming Meet e o Multinations Youth Swimming Meet, campeonatos internacionais que serão disputados na República Tcheca e Grécia, respectivamente.

Principal promessa olímpica da natação brasileira, Rafaela Raurich (foto) disputará a competição, além das campeãs mundiais escolares Fernanda Andrade e Fernanda Goeij. Após ficar a menos de um segundo de atingir o índice olímpico para os Jogos Rio-2016, com apenas 15 anos na época, a nadadora Rafaela Raurich, atualmente com 16 anos, é a principal favorita do torneio.

Recentemente, além de vencer suas três provas no Troféu Chico Piscina, renomado torneio internacional realizado este ano em Mococa (RJ), Rafaela também foi eleita a melhor atleta do torneio. Destaque também para as atletas Fernanda Andrade e Fernanda Goiej, ambas campeãs mundiais escolares na Turquia. As três nadadoras são treinadas pelo técnico Waldemyr Saldanha (foto), eleito o melhor treinador do Troféu Chico Piscina deste ano pelo portal Best Swimming.

Cerimônia de abertura

Com previsão de início às 16h45 do dia 30 de novembro, quarta-feira, a cerimônia de abertura apresentará as delegações e atletas ao público. A entrada ao Parque Aquático do Clube Curitibano é gratuita, sendo feita obrigatoriamente pela portaria da Rua República Argentina. As eliminatórias começam às 9h00 e as finais às 17:00 em todas os dias.

Da Assessoria