Foragido da Colônia Penal, suspeito de assaltar joalheria em Curitiba é preso

A Polícia Civil prendeu na terça-feira (19) o homem suspeito de ter assaltado uma joalheria dentro do Shopping Mueller, no Centro Cívico, em Curitiba, na última segunda-feira (18). Os policiais também prenderam um homem suspeito de receptar os objetos.

Segundo o delegado Rodrigo Brown, a polícia também recuperou parte dos objetos levados e apreendeu um veículo e roupas de alto padrão, que teriam sido compradas com o dinheiro da venda das mercadorias roubadas.

Bandidos invadem e assaltam joalheria do Shopping Mueller

“Descobrimos que o suspeito se tratava de um foragido da Colônia Penal, que respondia por roubo e receptação, por tanto já possuía mandado de prisão em aberto”, explica o delegado.

Foto: Divulgação

No celular do suspeito preso, os policiais encontraram fotos dos relógios que foram anunciados para venda, o vídeo do assalto divulgado pela imprensa e um áudio dele preocupado com sua prisão.

Como muitos objetos roubados foram vendidos, o delegado frisa que os compradores podem ser enquadrados pelo crime de receptação e devem procurar a Delegacia de Furtos e Roubos para entregar os objetos.

“Quem, por ventura, adquiriu que nos procure de boa fé para não ser responsabilizado futuramente por uma participação na quadrilha do suspeito preso”.

O assalto

Ao menos três pessoas teriam participado do assalto registrado na joalheria Dalitz, em Curitiba. O estabelecimento fica no piso L3 do Shopping Mueller, no bairro Centro Cívico. Toda a movimentação dos criminosos foi gravada por câmeras de segurança. A ação dos bandidos foi rápida e o grupo fugiu a pé pela rua Mateus Leme em direção ao Largo da Ordem.

Na saída, os bandidos saíram ameaçando os clientes do shopping com simulacros de armas.

Em nota, a assessoria de imprensa do Shopping Mueller afirma que, apesar do roubo, não houve prejuízo direto aos clientes.

Veja:

Operação mira quadrilha que aplicava golpes em pessoas que tiveram veículos roubados

A Polícia Civil do Paraná deflagrou uma operação nesta quarta-feira (5) para prender uma quadrilha que aplica golpes em vítimas de furtos e roubos de veículos em pelo menos três estados do país.

A operação, batizada como Boi na Linha, foi deflagrada pela Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos nos estados de Goiás e também no Distrito Federal. Ao todo, mais de 70 policiais civis do Paraná e de Goiás cumprem 20 mandados judicias, sendo 12 de prisão temporária e oito de busca e apreensão.

A investigação, que levou um ano, revela que o chefe da organização criminosa é um homem que está preso numa penitenciária na cidade de Luziânia, no Estado de Goiás.

De dentro da cela, por telefone, ele obtinha informações sobre as vítimas que tinha o veículo roubado ou furtado e depois entrava em contato com elas exigindo dinheiro em troca de entregar o automóvel.

Além da perda do veículo, a vítima ainda depositava dinheiro para os criminosos com a esperança de recuperar o bem – o que nunca acontecia.

A suspeita é que esta quadrilha tenha aplicado pelo menos dez golpes por semana. O valor pedido variava de R$ 1 mil até R$ 7 mil, dependendo do modelo do veículo. A investigação da DFRV conseguiu identificar vítimas desta quadrilha nos estados do Paraná, São Paulo e Goiás.

Além do homem apontado como chefe do esquema criminoso, a polícia está atrás das pessoas que cediam as contas bancárias para que os depósitos em dinheiro fossem feitos. Entre os alvos da operação Boi na Linha estão a mulher do preso e uma cunhada.

Aliás, este trio é um velho conhecido da polícia. No ano de 2015 os três foram presos no Estado de São Paulo suspeitos de aplicar exatamente o mesmo golpe – utilizando o mesmo modus operandi: obtinha informações sobre os roubos e furtos e depois exigia dinheiro das vítimas com a promessa de devolução do veículo.

Polícia identifica suspeito de desviar celulares e prende quatro por receptação

A Delegacia de Furtos e Roubos de Curitiba identificou e prendeu cinco pessoas envolvidas com furto e receptação de aparelhos celulares, nesta quinta-feira (17). O suspeito de praticar os furtos era funcionário da loja de um shopping de Curitiba e teria gerado um prejuízo de R$ 130 mil

O delegado-adjunto da DFR, Emmanoel David, que coordenou os serviços de investigação que culminaram na identificação do ex-funcionário revela que o suspeito foi conduzido para a delegacia, onde admitiu ter subtraído os aparelhos. “Ele afirmou que agia sozinho e que teria lucrado aproximadamente R$ 50 mil com a venda dos aparelhos”, afirma David.

As investigações iniciaram há dois meses quando o gerente da loja notou a falta de aparelhos no estoque, foi onde formalizou o boletim de ocorrência. Ao iniciarem as investigações, os policiais logo perceberam que a pessoa que cometeu os furtos tinha amplo conhecimento da rotina do local, como também do sistema de monitoramento por câmeras e alarmes. “Foi possível concluir que o suspeito seria um funcionário, pois também sabia utilizar as chaves de acesso dos produtos. Assim, chegamos até o nome de um funcionário que acabou demitido em março deste ano”.

O ex-funcionário foi autuado pelo crime de furto qualificado, pois tinha fácil acesso aos produtos. Foi apurado ainda que ele tinha um salário mensal de R$ 1,4 mil.

Principal receptador

Ainda no curso das investigações, a polícia identificou um homem para o qual o ex-funcionário teria repassado a maior parte dos celulares furtados, ele também prestou depoimento e vai responder por receptação qualificada. Durante seu depoimento, o suspeito afirmou que conheceu o ex-funcionário através de um aplicativo de compra e venda onde ele ofertou um telefone a preço muito baixo. A partir dali o receptador comprou mais de 60 celulares.

Outros receptadores

Dentre os quatro suspeitos presos por receptação, estão a esposa e o cunhado do ex-funcionário da loja. Os dois foram flagrados utilizando aparelhos furtados. Um advogado e um policial militar também foram identificados utilizando aparelhos furtados, porém assinaram um Termo Circunstanciado por receptação culposa e foram liberados.

“Essas prisões servem de alerta à população, para que não sejam adquiridos telefones sem procedência ou origem comprovada. A orientação é para que o consumidor exija nota fiscal e fique atento quando produtos são anunciados por valores muito abaixo do praticado no mercado”, alerta o delegado.

David afirma que as investigações seguem para localizar os demais aparelhos e identificar os eventuais compradores. De acordo com as investigações, alguns telefones foram habilitados fora do Paraná. “Inúmeros aparelhos estão sendo utilizados no estado de São Paulo, no Distrito Federal e até em alguns estados do Nordeste do País”, revela.

Polícia prende trio suspeito de aterrorizar farmácias de Curitiba e região

A Polícia Civil prendeu três homens suspeitos de praticar uma série de assaltos contra farmácias de Curitiba e região metropolitana. De acordo com o delegado responsável, todos os presos possuem passagens anteriores por crimes semelhantes e ganharam liberdade após audiência de custódia.

As câmeras de monitoramento dos estabelecimentos registraram diversos roubos. O grupo seria responsável por, no mínimo, 12 roubos em um único mês. Além de dinheiro, os ladrões também levavam produtos e celulares de clientes. “Eles revezavam… um ficava protegendo o perímetro e outro entrava armado e retirava dinheiro dos caixas”, conta o delegado-adjunto da Delegacia de Furtos e Roubos, Emmanoel David.

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> Operação prende quadrilha de mulheres especializada em furtos

Um deles já havia sido preso em flagrante pela própria Delegacia de Furtos e Roubos, no dia 14 de fevereiro, em razão do mesmo tipo de roubo. Ele ganhou liberdade em audiência de custódia. O mesmo ocorreu com um segundo, depois que ele foi preso em flagrante no dia 26 de fevereiro, logo após roubar uma farmácia em Campo Largo, Região Metropolitana de Curitiba.

Os suspeitos irão responder por pelo menos 12 roubos majorados, com uso de arma de fogo, e associação criminosa. Eles permanecem custodiados pela Polícia Civil, à disposição da Justiça. “Eles não conseguem negar porque a rede tem câmeras boas e mostra claramente a situação, com armas… o que nos resta agora é imputar mais fatos para eles para que a Justiça não os libere na audiência de custódia novamente”, diz David.

Operação prende quadrilha de mulheres especializada em furtos

Quatro mulheres suspeitas de integrar uma quadrilha, responsável por diversos furtos contra estabelecimentos comerciais de Curitiba, foram presas na manhã desta quinta-feira (22). Os mandados judiciais, de prisão temporária e busca e apreensão, foram cumpridos nas residências das suspeitas. No local, os policiais da Delegacia de Furtos e Roubos (DFR) encontraram uma variedade de produtos, entre peças de vestuário, alimentícios, produtos de perfumaria e até materiais para construção civil.

“Elas foram identificadas em mais de dez furtos de Curitiba e região metropolitana. As imagens são claras, mostram o rosto, e o modus operandi. Uma delas fica chamando atenção dos vendedores e as outras colocam os produtos na bolsa. […] Elas confessaram que não sabiam de onde os produtos haviam sido furtados de tão grande que foi a atividade criminosa nos últimos meses”, conta o delegado-adjunto da especializada, Emmanoel Ashidamini David.

O delegado informa ainda, que parte do grupo foi reconhecida por vítimas e testemunhas de furtos ocorridos na região Central da cidade, em diferentes lojas da Rua Dr. Faivre, nos dias 29 setembro de 2017 e 18 de janeiro deste ano. “Em setembro as mulheres furtaram uma panela elétrica e no outro, em janeiro, levaram utensílios domésticos. No mesmo dia, as suspeitas praticaram furtos em um mercado, no Bairro Alto. Em ambos os casos, a ação das suspeitas foi registrada por câmeras de segurança”, completa David.

No caso envolvendo o mercado do Bairro Alto, as imagens mostram claramente o momento em que duas das mulheres colocam duas garrafas de whisky e três quilos de queijo em um sacola, enquanto as outras duas distraem os funcionários. “As imagens que revelam a ação do grupo criminoso foram fundamentais para elucidar os furtos e representar pela prisão das suspeitas”, afirma o delegado.

De acordo com o sistema policial, todas as mulheres presas na ação contam com uma extensa ficha criminal e diversas passagens pelo crime de furto. “Agora elas irão responder por furto qualificado e também por associação criminosa”, finaliza David. As quatro mulheres estão presas e permanecem detidas à disposição da Justiça.

Polícia prende quadrilha de roubo de relógios de luxo que atua no PR, SP e RJ

Fernando Garcel com colaboração de Francielly Azevedo

A Polícia Civil do Paraná, por meio da Delegacia de Furtos e Roubos (DFR), prendeu nove pessoas que atuavam em uma quadrilha especializada em roubos de relógios de alto valor comercial que agia em Curitiba, no Rio de Janeiro (RJ) e em São Paulo (SP). Um suspeito foi morto durante uma abordagem policial na capital fluminense. Outros três permanecem foragidos. Os presos serão transferidos para a capital paranaense.

Batizada de Olho de Thundera, a operação contou com a participação de 70 policiais, entre agentes da Polícia Civil do Paraná, equipes do grupo Garra da cidade de Sorocaba (SP) e do Core, do Rio de Janeiro (RJ). De acordo com as investigações, o grupo foi responsável por mais de uma centena de roubos de relógios de luxo só no ano passado. Os relógios são avaliados entre RS 30 mil e R$ 100 mil.

Segundo André Gustavo Feltes, delegado da Furtos e Roubos que coordenou a operação, foram expedidos 46 medidas cautelares pela 7ª Vara Criminal de Curitiba. Foram 12 mandados de prisão, 16 mandados de busca e apreensão, seis mandados de sequestro de veículos e bloqueios judiciais de contas bancárias.

“As investigações foram iniciadas no final de 2016 quando a DFR recebeu boletins de ocorrência que noticiavam roubos em que relógios Rolex eram os alvos”, revela Feltes.

Foto: Francielly Azevedo
Foto: Francielly Azevedo

Nas diligências, a polícia encontrou vários relógios de pulso, dentre eles sete Rolex e um Cartier, três armas de fogo e apreendeu uma motocicleta BMW 850GS, uma motocicleta Yamaha XT600, um veiculo utilitário GM Captiva e um Renault Logan.

Ainda segundo o delegado, as os trabalhos de investigação demoraram a avançar porque os suspeitos vinham de fora do estado e praticavam os roubos em poucos dias deixando a cidade de Curitiba logo depois. As investigações avançaram nos últimos dois meses quando os suspeitos passaram a ter os telefones monitorados. “Nesse período. nós identificamos aproximadamente 30 roubos em várias cidades além de Curitiba, nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro”, conta Feltes.

Em coletiva de imprensa, o delegado André Feltes destacou que os criminosos tinham mais facilidade de realizar os roubos em Curitiba do que em São Paulo e no Rio de Janeiro porque os motoristas estão mais desatentos na capital paranaense.

“Eles passavam muito tempo aqui em Curitiba, justamente pela facilidade que eles encontravam. A gente percebeu que no Rio de Janeiro e em São Paulo eles tinham muito mais dificuldade em realizar as abordagens pelo maior número de veículos blindados, ou a vítima estava com segurança ou estava atenta e conseguia evitar o roubo”, conta Feltes. “As vítimas transitavam com veículos de alto padrão, com os vidros abaixados. […] Certas atitudes preventivas das vítimas com certeza iriam diminuir esses roubos”, finaliza o delegado.

Operação Olho de Thundera

As equipes partiram de Curitiba para as capitais paulista e fluminense, onde estaria parte dos alvos. No mesmo dia, três suspeitos praticaram um roubo em um bairro nobre da cidade do Rio de Janeiro. Durante a abordagem, realizada pelos agentes da Core, um dos suspeitos, de 20 anos, tentou reagir e foi baleado e morreu.

O delegado-titular da DRF, Matheus Laiola, revela que durante o monitoramento dos telefones, foi identificado o contato de um dos suspeitos com um homem que se identifica como policial militar do estado de São Paulo. As informações sobre o policial militar serão encaminhadas para a Polícia Civil de São Paulo e para a corregedoria da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

Empresário suspeito de desviar R$ 10 mi do Banco do Brasil se entrega à polícia

Um empresário de Goiás, suspeito de envolvimento em um esquema que teria desviado R$ 10 milhões do Banco do Brasil, se entregou à Polícia Civil de Curitiba na manhã desta segunda-feira (23). Além dele, ex-gerente de uma agência do banco no Centro de Curitiba e outras quatro pessoas foram alvos da Operação Sangria, da Delegacia de Furtos e Roubos (DFR) da capital paranaense. A operação deflagrada na última terça-feira (17) ainda procura um outro empresário foragido.

Demitido em junho do ano passado, após o próprio banco descobrir a fraude, o ex-gerente da agência da Rua Comendador Araújo, em Curitiba, está entre os presos, junto com dois contadores e dois empresários.

Segundo a polícia, o esquema criminoso contava com a participação dos dois contadores, que são irmãos e sócios. Entre 2015 e 2016, eles abriam contas bancárias sem o conhecimento dos donos de empresas e com documentos falsos.

Os dados eram repassados para o gerente da agência que realizava empréstimos financeiros e antecipações de títulos. A polícia afirma que o ex-gerente da agência chegou a alterar o cadastro de empresários no sistema do Banco do Brasil, sem que eles soubessem, para que as transferências bancárias fossem realizadas. O dinheiro desviado era transferido para contas de empresas envolvidas com a organização criminosa.

O próprio banco fez a denúncia depois de demitir o gerente da agência. Ele trabalhava havia 17 anos na instituição. De acordo com o delegado Matheus Laiola, os desvios ocorreram por pelo menos dois anos. “A gente tem como os maestros dessa empreitada criminosa o ex-gerente geral de uma das agências aqui de Curitiba e um contador. O contador – que era contador de todas as sete empresas investigadas – adulterava documentos para conseguir a abertura de contas junto ao ex-gerente geral”, afirma o delegado.

As empresas investigadas, algumas delas de grande porte, são a Vale do Sul; Rios & Associados; Vgel Geral Eletroquímica; Backdom Ltda; Multiagrícola Comércio Atacadista; TM Esportes; e Sttallyon Indústria e Comércio.

O delegado afirma que apenas o banco foi lesado. Segundo o delegado, alguns sócios das empresas investigadas não tinham conhecimento do esquema e também podem ter sido lesados. “Sócios que não sabiam dos desvios”, aponta.

As prisões são temporárias. A polícia tem indícios de que os investigados tentaram coagir testemunhas para que mentissem. Depois da coleta dos depoimentos dos presos, a delegado vai decidir se pede a prorrogação das prisões temporárias ou conversão em preventivas, caso entenda que os suspeitos podem atrapalhar as investigações.

A ação policial, batizada de “Sangria”, foi realizada no Paraná, São Paulo, Goiás e Brasília.

Por meio de nota, o banco afirma que o ex-gerente foi demitido por justa causa após a descoberta da conduta.

“O Banco do Brasil informa que, após identificar indícios de irregularidades, concluiu investigações da auditoria interna que resultaram na demissão por justa causa de um funcionário, em junho de 2016, e na apresentação de notícia crime à polícia. O Banco do Brasil colabora com as investigações policiais para que todos os fatos sejam esclarecidos”. 

As defesas de investigados foram questionadas na delegacia, mas não quiseram se pronunciar.

 

Gerentes de hotel e de fast food são presos por desvio de energia elétrica

Dois homens de idades entre 31 e 36 anos foram presos em flagrante por investigadores da Delegacia de Furtos e Roubos (DFR), em duas ações distintas realizadas na última semana, em Curitiba. Os dois são gerentes de estabelecimentos comerciais localizados em áreas nobres da capital.

De acordo com a Polícia Civil, durante diligências em parceria com a Companhia de Energia do Paraná (Copel), foram visitados vários estabelecimentos comerciais. Um hotel localizado no Centro de Curitiba estava desviando energia elétrica, bem como uma rede de fast foods no bairro Água Verde.

Os responsáveis legais dos estabelecimentos foram autuados em flagrante e encaminhados para a DFR para prestar depoimentos. Eles foram autuados pelo crime de furto qualificado e permanecem à disposição da Justiça.

O delegado-adjunto da especializada, Emmanoel David, conta que somando os débitos que o hotel e a rede de fast foods tinham com a Copel, o valor ultrapassa R$ 100 mil.