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“Cena de guerra”, diz delegado após visitar apartamento que sofreu explosão em Curitiba

O delegado da Delegacia de Explosivos Armas e Munições, Adriano Chohfi, definiu como “cena de guerra” o estado do apartamento que sofreu uma explosão no último sábado (29), em Curitiba. O acidente provocou a morte de um menino de 11 anos e deixou outras três vítimas no hospital – duas delas em estado grave.

“Foi uma explosão de proporções gigantescas, uma cena horrível. O elevador destruído, as portas de vidro do prédio, a parede arremessada em cima do carro… A distância que o menino que foi arremessado… É uma cena de guerra”, comentou Chohfi.

O delegado esteve no apartamento nesta segunda-feira (1) acompanhando a perícia responsável pelo caso e o pessoal da segurança do gás do apartamento. Foram verificadas as possibilidades de um vazamento ou algum de produto utilizado na impermeabilização de um sofá ter causado a explosão. Entretanto, não foi constatada nenhum indício.

Por fim, ainda há suspeita de uma mistura entre dois produtos químicos na origem da explosão.

EMPRESA

De acordo com Chohfi, a empresa Impseg – responsável pela impermeabilização do apartamento – pode ser responsabilizada pela tragédia. Além disso, a página da empresa no Facebook foi excluída desde a tragédia.

“Tudo vai depender da investigação. Se houve uma imprudência no manuseio do produto, se não tinha regularidade para aplicação, se a ventilação do apartamento era pequena e o impermeabilizador foi lá e aplicou correndo risco… A empresa pode ser penalizada sim. O caso é muito sério e muito grave”, ressaltou Chohfi.

A Polícia segue ouvindo testemunhas e aguardando a análise do material para identificar o produto que era utilizado na impermeabilização. Além disso, a perícia trata o caso como prioridade. “Queremos apresentar as causas da explosão o mais rápido possível”, finalizou o delegado.

INTERDIÇÃO

O edifício permanece interditado pela Prefeitura de Curitiba até que um laudo ateste a estabilidade do local. O documento deve ser providenciado pelo próprio condomínio. A seguradora do prédio deve enviar um engenheiro para o local. Entretanto, ainda não há previsão para que o serviço seja concluído.

Até lá, os moradores estão alojados em casas de familiares. A Guarda Municipal faz a segurança do edifício, e apenas moradores acompanhados de bombeiros podem entrar no local.

Delegado suspeito de atirar contra um bombeiro é investigado pela Polícia Civil

O delegado da Polícia Civil Daniel Prestes Fagundes vai ser investigado pelo suposto envolvimento em duas situações de disparo de arma de fogo. Um dos tiros acertou de raspão um bombeiro. Fagundes é presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Estado do Paraná (Adepol). O caso aconteceu na madrugada deste domingo (14) em Curitiba.

Segundo a Polícia Militar (PM), a primeira ocorrência foi por volta das 4h30, em um posto de combustíveis entre a Avenida Vicente Machado e a Rua Brigadeiro Franco. O delegado teria sido cercado por um grupo de skatistas, que tinha a intenção de agredi-lo. Para se defender, disparou três tiros em direção ao chão. Logo após, Fagundes seguiu para a região da Alameda Carlos de Carvalho, onde efetuou os disparos contra o bombeiro.

No Boletim de Ocorrência, a vítima relatou que estava na rua esperando um Uber, quando o delegado passou de carro e o mandou correr. Imediatamente o bombeiro acatou o pedido, quando Fagundes disparou a arma na direção dele. Um dos tiros acertou de raspão o braço direito do homem, que não precisou de atendimento médico. Ainda segundo a vítima, o delegado estaria visivelmente “transtornado”.

De acordo com a polícia, depois dos fatos, o delegado entrou em uma casa noturna, saiu pela porta de emergência e se hospedou em um hotel, onde foi localizado pela PM. Ele foi encaminhado para a Central de Flagrantes e liberado mais tarde. A arma usada, uma pistola calibre 40, foi apreendida.

Em nota a Polícia Civil disse que, segundo o servidor, não houve qualquer desentendimento prévio entre este e o bombeiro militar. O disparo de arma de fogo teria ocorrido em direção ao chão, sendo que estilhaço veio a atingir acidentalmente de raspão o braço do oficial que estava próximo. Ainda que todos os fatos envolvendo o servidor serão apurados. E que caso alguma irregularidade seja apontada serão punidas de acordo com a legislação vigente.

Já a Associação dos Delegados de Polícia do Paraná (Adepol) manifestou apoio irrestrito ao presidente da entidade. Em nota a Adepol disse que vai acompanhar o desenrolar dos fatos.

Delegado da Lava Jato assumirá Departamento de Justiça do governo Ratinho Junior

O delegado Felipe Eduardo Hideo Hayashi, da Polícia Federal, será o diretor do departamento de Justiça na  Secretaria de Justiça, Família e Trabalho do Paraná no governo Carlos Massa Ratinho Junior.

Felipe é Mestre em Direito Econômico e Socioambiental pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Especialista em Ciências Criminais e Processo. Graduado em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina. Professor de Compliance da FAE Business School.

Autor do livro “Corrupção: Combate Transnacional, Compliance e Investigação Criminal”. Delegado de Polícia Federal. Chefe da Delegacia de Repressão a Corrupção e Crimes Financeiros no Paraná. Integrante da equipe original da Força Tarefa da Operação Lava Jato desde 2014.

O convite foi realizado pelo deputado Ney Leprevost, que será o titular da Secretaria.  Ney disse que a decisão foi em conjunto com o governador eleito e teve a aprovação do diretor-geral da Polícia Federal. “Fico muito grato ao diretor geral da Polícia Federal, dr . Maurício Valeixo, pela liberação deste excelente profissional que aceitou nosso convite para servir ao Paraná e que irá me ajudar muito na elaboração de políticas públicas anticorrupção e na interlocução com o Ministério da Justiça na gestão do dr. Sérgio Moro”.

Estelionatário, filho de delegado, é preso por aplicar golpes em várias vítimas

Um homem, de 35 anos, foi preso, em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba, após a polícia receber várias denúncias de que o suspeito vendia o mesmo imóvel e carro para praticar crime de estelionato. Conforme as investigações, ele oferecia o mesmo item para várias pessoas, pedindo um sinal de pagamento em dinheiro ou algum objeto como garantia. Após o pagamento, ele desaparecia.

Quando foi autuado em flagrante, o homem teria marcado um encontro com uma vítima para que ela fizesse o pagamento de parte do dinheiro referente à troca de um carro.

O delegado-titular da Delegacia de Araucária, João Marcelo Chagas, explica como era o modus operandi do suspeito.”Ele demonstrava interesse, ou no apartamento ou no carro. E ele sempre pedia um sinal deste apartamento ou no caso do carro pedia algo em troca. Então ele fazia esses rolos, sempre dando golpes nas pessoas”, explicou.

De acordo com as investigações, o homem é filho de um delegado aposentado, que a princípio não sabia dos delitos do filho. Com o suspeito foi encontrada uma carteira funcional da Polícia Civil.

“A carteira a princípio é falsa. Ela não condiz com a carteira de delegado, a colagem é diferente, então a princípio seria falsa. Mas lógico que vamos mandar para perícia para averiguar. O que sabemos é que ele não é policial civil”, contou.

Conforme o delegado, o homem já tem passagens, inclusive por estelionato. “O que temos de informação é que ele teria dado golpes em Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Ele já tem passagem aqui no Paraná por estelionato e vários boletins de ocorrência contra ele”, disse.

O suspeito foi autuado em flagrante pelo crime de estelionato e segue preso à disposição da Justiça.

Idoso é preso por se passar por delegado no Boqueirão

Policiais do 13º Distrito Policial cumpriram nesta quarta-feira (26) um mandado de prisão contra um homem  de 70 anos, suspeito de se passar por delegado de polícia. Após receber diversas denúncias, foram iniciadas as investigações, chegando à residência do suspeito, que foi preso em flagrante.

Segundo o delegado responsável pela investigação, Gerson Alves Machado, o idoso teria conseguido uma carteira funcional de investigador de polícia. “O documento pertencia a Antonio Wilson Olstan, que no passado era investigador e teria atuado como ‘delegado calça curta’. O suspeito modificou a carteira de investigador para delegado de polícia”, explica. Através das investigações, apurou-se que o investigador Olstan teria falecido em 20 de agosto de 2017.

Ao ser abordado pela equipe, o suspeito teria se apresentado como policial, dizendo ser delegado da Polícia Civil por 30 anos, e que teria sido nomeado em 1987. Em sua residência foram encontradas uma carteira funcional da Polícia Civil, uma camisa preta caracterizada de delegado de polícia, dois coletes da polícia, duas camisas da polícia, uma branca e uma preta, três distintivos de metal de investigador, dois logotipos de couro da polícia civil e um celular novo. O material será encaminhado para ser objeto de perícia no Instituto de Criminalística.

Ele foi encaminhado para o 13º DP e responderá pelos crimes de falsificação de documento particular, uso de documentos falsos e usurpação de função. Qualquer pessoa que tenha sido prejudicada pelo falso delegado, deve procurar a delegacia e assim colaborar com as investigações.

Justiça determina bloqueio de bens de ex-delegado de polícia de Cerro Azul

O Juízo de Cerro Azul, na Região Metropolitana de Curitiba, determinou liminarmente o bloqueio de bens, no valor de R$ 112.368,60, de um ex-delegado de polícia da cidade. O delegado, que atuou na comarca de setembro de 2014 a julho de 2015 e de abril de 2016 a novembro de 2017, é réu em ação civil pública por ato de improbidade administrativa ajuizada pela Promotoria de Justiça de Comarca e pelo núcleo de Curitiba do Grupo Especializado na Proteção ao Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa (Gepatria), órgão do Ministério Público do Paraná.

A ação teve por fundamento relatório da Corregedoria da Polícia Civil, que, a pedido do MPPR, realizou inspeção extraordinária da delegacia, na qual “verificou-se que, de todos os inquéritos policiais analisados, não havia diligências no período em que estes permaneciam na unidade”. Constatou-se ainda ausência de despacho do delegado de polícia, tanto nos inquéritos, quanto nos boletins de ocorrência, e que em inúmeros inquéritos policiais analisados não havia expedição de ordem de serviço, intimações e ofícios, sendo sucessivos os pedidos de dilação de prazo, sem que tenha havido diligências no período em que os autos permaneceram na unidade policial. Além disso, no período de um ano, foram certificadas 60 faltas da autoridade policial à unidade local.

Considerando que o delegado não cumpria a função para a qual era pago, o Ministério Público concluiu ter ocorrido enriquecimento ilícito. A autoridade policial, conforme a ação, “deixava de promover, de forma reiterada e injustificada, atos inerentes à sua função, seja pela não realização de atos investigativos, seja pela não realização de atos de gerência de seu pessoal”.

Além do pedido liminar de bloqueio de bens, o MPPR requer na ação a condenação do delegado às penas da Lei de Improbidade, como perda da função pública, suspensão dos direitos políticos, ressarcimento do dano ao erário e pagamento de multa.

**Do MP-PR**

MP pede condenação de delegado que utilizou carro roubado

O Ministério Público do Paraná pede a condenação por improbidade administrativa e a perda de função pública do delegado que utilizou para fins particulares um carro que era roubado. O caso aconteceu em 2015, em Almirante Tamandaré, quando o delegado Hertel Rehbein teria se apropriado de um veículo apreendido, trocado as placas e passado a utiliza-lo diariamente. A denúncia foi feita na semana passada. O delegado, que está em licença médica, teria até mesmo colocado placas “reservadas” no automóvel.

Esse tipo de placa é restrito a alguns veículos do estado e apenas para uso em caráter policial. Em outro momento, a placa colocada no veículo seria a de uma moto com registro em Rondônia. A Polícia Civil alega que instaurou um processo administrativo na Corregedoria para apurar o caso. O delegado não foi localizado pela reportagem.

Delegado da PF invade acampamento pró-Lula e quebra equipamento de som

O delegado da Policia Federal Gastão Schefer Neto é acusado de quebrar o equipamento de som do acampamento Marisa Letícia, que apoia o ex-presidente Lula, na manhã desta sexta-feira (4). Ninguém ficou ferido.

Segundo a assessoria de imprensa do acampamento que fica ao redor da Polícia Federal, no bairro Santa Cândida, em Curitiba, o delegado invadiu o acampamento durante o evento “Bom dia Presidente”. Gastão mora nas proximidades da PF e do acampamento.

“Um homem, infiltrou-se no meio do ato e em momento oportuno vandalizou o equipamento de som, ele estava calmo e sem motivos se transformou em um homem completamente transtornado. O bom dia já havia ocorrido. O vândalo já está detido, empurrou uma das caixas de som que ao cair puxou outros equipamentos que ficaram inutilizável também. Os seguranças voluntários o detiveram e impediram que o agressor fosse linchado pela multidão”, diz a postagem do acampamento.

Página foi removida do Facebook do movimento por volta das 16hs

Gastão foi candidato a deputado federal em 2014 pelo PR. O Paraná Portal tenta entrar em contato com o delegado. A Polícia Federal informou que o fato ocorrido em via pública não tem relação com o cargo na corporação e, por isso, não vai se manifestar sobre o assunto.

A Polícia Militar afirmou que apenas interveio na situação devido a possibilidade de briga e não abriu boletim de ocorrência (B.O). O caso foi encaminhado para a PF já que ocorreu dentro da área interditada pela corporação. O  homem se identificou aos policiais como servidor da PF, de acordo com a PM.

A Polícia Federal informou que não vai instaurar inquérito. O acampamento informou que vai abrir um boletim de ocorrência na 4ª delegacia da Polícia Civil.

Em nota, o movimento “Lula livre” cobrou providências da Polícia Federal e afirmou que o delegado “aproximou-se aos berros da esquina democrática Olga Benário, ameaçando a todos e todas que ali estavam… depois de continuar tentando intimidar os militantes, registrando seus rostos com um telefone celular”.

Atentato ao acampamento

Na madrugada do último sábado (4) um homem disparou vários tiros contra o acampamento e deixou duas pessoas feridas. O sindicalista Jefferson Lima de Menezes foi atingido por um tiro de raspão no pescoço e passou três dias internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital do Trabalhador.

Ele prestou depoimento à Polícia Civil na quinta-feira (3).

O ataque aconteceu por volta de 4h. O suspeito ainda não foi identificado. Ele teria disparado tiros contra os manifestantes acampados, ferindo as duas pessoas. Por volta de 7h, os manifestantes fecharam a Av. Mascarenha de Morais, próxima ao local, em protesto. Eles atearam fogo em pneus e mantiveram o bloqueio por cerca de meia hora.

A Polícia trata o caso como tentativa de homicídio. Até o momento, ninguém foi preso. A polícia encontrou seis cápsulas de arma 9 milímetros no local.

Foto: Joka Madruga/Futura Press/Folhapress

Tiros contra caravana de Lula foram ataque planejado, diz delegado

O delegado Helder Laudia, que investiga o ataque à caravana do ex-presidente Lula, pediu mais 30 dias ao Ministério Público para concluir o inquérito. O delegado afirma que o atirador tinha a intenção de acertar o ônibus que levava integrantes e apoiadores do Partido dos Trabalhadores.

O ataque à caravana aconteceu no último dia 27 de março, entre as cidades de Quedas do Iguaçu, no Oeste, e Laranjeiras do Sul, na Região Central do Paraná.

Para o delegado Helder Laudia, a perícia permite descartar a hipótese de que a pessoa que atirou contra o ônibus tenha disparado um tiro acidental.

“Ela (a pessoa que atirou) olhou, ela mirou ali, mas também ela, pelo que os peritos levantaram, usou um calibre muito fraco. Uma garrucha 32 é difícil de transfixar uma lataria, não é um calibre forte. Foi dado (o tiro) no ônibus e a pessoa tinha a intenção de atirar”, afirmou

O crime é investigado como disparo com arma de fogo com dano provocado. Até agora, o delegado já ouviu 30 testemunhas, entre passageiros do ônibus, policiais, moradores e integrantes da caravana. Foi por meio do depoimento delas que foi possível identificar o local em que o ataque aconteceu. A polícia ainda trabalha para ouvir outras pessoas.

O delegado reforça que a maior dificuldade da investigação é a falta de denúncias que possam levar à identificação do atirador.

“Cerca de 30 pessoas (ouvidas) e ninguém afirmou que viu nada e, nesse tempo todo, ninguém procurou a gente para falar ‘nós vimos, fomos testemunhas oculares’. Isso é o que mais dificulta, nem informação anônima, nada”, disse.

A perícia feita pela Polícia Científica nos ônibus apontou que apenas um dos três veículos da caravana foi atingido por dois disparos de calibre .32.

O perito criminalista que assinou o documento, Inajar Kurowski, informou que os tiros acertaram a lataria e o vidro do ônibus. Ainda de acordo com a perícia, o ônibus teve dois pneus furados por miguelitos, que são pregos retorcidos usados por criminosos para furar pneus de carros.

A perícia apontou que o atirador tem uma altura aproximada de 1,70m e estava de altura de quase 5 metros no momento dos disparos. O documento apontou que o atirador estava à uma distância média de 20 metros.

Delegado que interrogou Lula deixa Lava Jato e atuará na Rio-16

Os delegados Eduardo Mauat e Luciano Flores serão substituídos na equipe da Operação Lava Jato em Curitiba. Mauat voltou à sua unidade de origem, no Rio Grande do Sul. Luciano Flores assumirá funções na coordenação das Olimpíadas.

A Força-Tarefa Lava Jato não confirmou os nomes dos delegados que deverão substituir os dois. A assessoria da Polícia Federal não deve se manifestar sobre o assunto.

Lula

Na 24ª fase da Operação Lava Jato, Luciano Flores foi o responsável por interrogar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o cumprimento do mandado de condução coercitiva, em março deste ano, no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

Ele também participou da busca a apreensão na casa do ex-presidente, na sede do Instituto Lula e outros locais na 24ª fase da Lava Jato.

No dia da deflagração da operação, o Instituto Lula divulgou nota dizendo que a ação foi “arbitrária, ilegal e injustificável”.

O delegado Eduardo Mauat também foi um dos responsáveis pela condução de inquéritos ligados ao ex-presidente Lula. Entre eles, o que investiga o Instituto Lula, a empresa LILS Palestras e o sítio em Atibaia.