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Sindicatos anunciam greve na Petrobras a partir desta segunda

Três semanas após assinatura de acordo coletivo de trabalho com a Petrobras, sindicatos ligados à FUP (Federação Única dos Petroleiros) iniciam nesta segunda-feira (25) paralisação de cinco dias em protesto contra programas de demissão e transferência de trabalhadores.

A mobilização tem como pano de fundo o plano de venda de oito refinarias que, segundo estudo do Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Econômicos), impactará 4.895 empregados lotados nessas unidades.

A FUP acusa a estatal de descumprir cláusulas do acordo ao propor os programas de demissão incentivada e de transferência sem negociação prévia com os sindicatos. Alega ainda que o uso de indicadores de segurança como critério para pagamento de bônus também fere o acordo.

A Petrobras e os sindicatos ligados à FUP assinaram acordo coletivo no dia 4 de novembro, após meses de impasse que culminaram com mediação do TST (Tribunal Superior do Trabalho) -processo que chegou a ser acompanhado de perto pelo GSI (Gabinete de Segurança Institucional) diante do risco de greve.

De acordo com o diretor da FUP Deyvid Bacellar, a estatal deveria negociar com os sindicatos mudanças no efetivo de suas unidades, como a implantação de programas de demissão e transferência. “Eles estão descumprindo cláusulas do acordo que já existem por alguns anos e foram renovadas”, diz ele.

Segundo o sindicalista, os planos de demissão incentivada e de transferência são parte do processo de redução das atividades da estatal por meio da venda de ativos. Este ano, a empresa abriu negociação para se desfazer de oito de suas refinarias, reduzindo à metade sua capacidade de refino.

O estudo do Dieese aponta que 51% dos empregados da empresa no segmento serão afetados. O Paraná, onde há duas unidades á venda, terá o maior impacto: 939 pessoas. Depois, vêm Bahia e Rio Grande do Sul, com 871 e 817, respectivamente.

A estatal pretende ainda vender refinarias em Pernambuco, Minas Gerais, no Amazonas e no Ceará, mantendo apenas as unidades de São Paulo e do Rio.

Por enquanto, a greve envolve apenas os sindicatos ligados à FUP, excluindo a base de Minas Gerais, que não aprovou paralisações. Os cinco sindicatos FNP (Federação Nacional dos Petroleiros) assinaram nesta sexta o acordo mediado pelo TST.

Entre as bases que prometem paralisar as atividades, está a responsável pela operação das plataformas de produção de petróleo da Bacia de Campos, a segunda maior produtora do país. A base responsável pela Bacia de Santos, a maior produtora, está ligada à FNP.

Procurada, a Petrobras ainda não se manifestou.

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13º salário: 5 milhões de paranaenses vão receber R$ 12,6 bilhões

Até o dia 20 de dezembro, 5 milhões de paranaenses vão receber R$ 12,6 bilhões das duas parcelas do 13º salário, segundo dados do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

O Paraná vai receber cerca de 6,22% de todos os pagamentos aos trabalhadores brasileiros. Esse número representa uma alta de 5,02% em relação ao ano passado, sendo que cada paranaense com direito ao benefício vai receber em média R$ 2.965,54.

A primeira parcela do 13º salário deve ser paga até o dia 30 de novembro, sendo que os trabalhadores irão receber os valores correspondentes ao seu tempo de emprego. Ou seja, quem teve registro durante todo o ano terá direito ao benefício integral, enquanto os demais profissionais irão ganhar de acordo com os meses trabalhados.

Aposentados e pensionistas têm um calendário especial de depósitos. A primeira parcela foi paga entre os meses de agosto e setembro e a segunda irá ser depositada a partir do dia 25 de novembro.

NÚMEROS NACIONAIS

A economia nacional vai receber a injeção de R$ 214 bilhões com o pagamento do 13º salário para 81 milhões de brasileiros. Esse valor equivale a 3% do PIB nacional, com uma média de R$ 2.451 para cada trabalhador.

A divisão por regiões mostra que 49,2% do montante será destinado aos trabalhadores do Sudeste, enquanto 16,7% estão residem no Sul, seguidos pelo Nordeste com 15,5% dos vínculos empregatícios. Já os profissionais do Centro-Oeste e do Norte terão direito a 9% e 4,7% dos valores totais, respectivamente.

Já os maiores valores médios serão pagos no Distrito Federal com R$ 4.558 para os trabalhadores do estado, enquanto Maranhão e Piauí ficaram com R$ 1.651 e R$ 1.647, os menores registros respectivamente.

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Paraná tem mais de 500 mil pessoas desempregadas

Levantamento feito pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) aponta que o Paraná tem 9% de desempregados. Um total de 545 mil pessoas que estão à procura de uma colocação no mercado de trabalho, mas que estão economicamente ativas.

Apesar do índice estar abaixo da média nacional, o número crescente de trabalhadores que recorrem à alternativas em setores informais, chama a atenção dos analistas, sobretudo, pela precarização da mão de obra da população paranaense, que se submete a trabalhos sem carteira assinada.

De acordo com Fabiano Camargo, economista do Dieese, o aumento no índice de empregos no Estado é reflexo do aumento de trabalhadores sem carteira assinada. A cada 10 trabalhadores que estão entrando no mercado de trabalho, explica o especialista, oito se alocam em espaços informais de serviços.

“Grande parte do avanço da ocupação de trabalhadores, tanto no Brasil quanto no Paraná, é decorrente do crescimento de ocupações sem carteira assinada e também dos trabalhadores por conta própria. Ou seja, a desocupação está caindo em função de uma maior flexibilização e precarização do próprio mercado de trabalho”, ressaltou o especialista.

Ainda conforme o economista, a taxa de desemprego no Paraná está 3 pontos abaixo da média nacional, mas, se comparada a anos anteriores, os números são desanimadores à população do Estado.

“São 545 mil trabalhadores fora do mercado de trabalho. Há, ainda, o agravante da informalidade no Estado que também está crescendo, justamente em função do avanço dos trabalhos sem carteira assinada e autônomos”, destacou Camargo.

MERCADO FORMAL EXIGE CAPACITAÇÃO

Andressa Felcar, coordenadora de Recrutamento e Seleção de uma instituição de ensino superior de Maringá, dá dicas para a construção, formação e notoriedade do perfil de quem está à procura de emprego.

Para a coordenadora, o currículo do profissional deve ser breve e preciso. “O currículo deve vir de forma objetiva, que seja constituído com as informações essenciais do profissional, como dados pessoais, formação e escolaridade, experiências profissionais e destaques, como cursos”, comenta Felcar.

A capacitação do profissional e a assertividade nas respostas durante a entrevista de trabalho devem ser pontos a serem destacados pelo entrevistado, para melhorar as chances de contratação.

“Os recrutadores se baseiam nas experiências dos candidatos e também destacam aspectos que são de extrema importância na hora da entrevista de emprego, sendo eles pontualidade, simpatia, cordialidade, bem como se portar de forma modesta e comedida”, destacou.

Tarifa de água pode ter mais um reajuste no ano

O Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulgou um estudo em que considera abusivo o aumento de 12,13% da tarifa de água e esgoto da Sanepar, homologado no último dia 15, pela Agência Reguladora do Paraná (Agepar).

De acordo com o estudo do Dieese, o impacto maior é para quem recebe um salário mínimo, já que o reajuste foi acima do índices inflacionários. Por conta do momento da economia, há defasagem salarial e também desemprego, o que tem comprometido consideravelmente a renda da população. O órgão alerta que a Sanepar, que é de economia mista e tem uma parte do estado, deveria pensar no lado social antes da decisão.

Para o economista do Dieese, Fabiano Camargo da Silva, o reajuste só beneficia os acionistas já que o ganho real com a elevação da tarifa pode chegar a 7%. “O aumento é maior do que a inflação do período. Se pegar o IPCA o ganho real chega a mais de 7%, muito acima do que qualquer reajuste salarial. Com a nova gestão, a partir de 2011/2012, houve uma mudança na política de  administração da empresa, de aumentar expressivamente as tarifas. E com isto as receitas acabam crescendo as receitas e consequentemente o lucro, que aumento 600% no período.”

Segundo Dieese novos reajustes não estão descartados. O pedido de revisão tarifária feito pela Sanepar a Agência Reguladora do Paraná (Agepar) foi de quase 23%. O órgão regulador liberou os 12,3% e deixou margem para que novas solicitações de aumento sejam feitas.  “A nota divulgada pela Agepar abre a possibilidade para que nos próximos meses haja uma revisão de tarifas extraordinárias. com audiências públicas. Não está descartada a possibilidade de novos aumentos para o consumidor.” disse o economista do Dieese.

Comércio apreensivo

A Associação Comercial do Paraná (ACP) também se posicionou contrária ao aumento.

O presidente Glauco Geara publicou um manifesto nas redes sociais da organização.

No texto, ele demonstra preocupação com o reajuste e diz que o índice (12,13%) supera muito o da inflação oficial do país (IPCA), que foi de 4,3% – de maio de 2018 a abril de 2019.

O texto diz ainda que “a autorização de tal índice de reajuste para a tarifa de água e esgoto dos consumidores paranaenses causará impacto significativo nos custos de empresas de vários segmentos, contribuindo para a elevação dos preços finais de seus produtos”.

O manifesto encerra com o pedido de revisão ou parcelamento do índice, para diminuição do impacto ao consumidor.

Assembleia

O aumento na conta de água e esgoto foi discutido pelos parlamentares paranaenses na semana passada. Na manhã desta terça-feira (23), o diretor-presidente da Sanepar, Claudio Stabile, e o presidente da Agepar, Omar Akel, participam de uma reunião com os deputados para prestar contas sobre o reajuste.

Cesta básica tem aumento de 7% em Curitiba, segundo o Dieese

O custo da cesta básica subiu 7,20% em Curitiba no mês de março, em relação a fevereiro deste ano. A capital paranaense foi a quarta cidade com o maior aumento, segundo levantamento feito pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), realizado todos os meses em 18 capitais.

Dos 13 produtos pesquisados, onze registraram alta em março de 2019 em Curitiba: o tomate, com aumento de 36%, o feijão preto com 20%, a banana registrou aumento de 19% e a batata com 18%. Por outro lado, apenas um item teve queda, foi a carne com redução de 0,22%. O pão francês foi o único produto que não teve variação de preço. Com isso, o valor da cesta básica em Curitiba passou de R$ 414,03 em fevereiro, para R$ 443,86 em março. No período de 12 meses, entre março de 2018 e março deste ano, a cesta básica em Curitiba teve variação de 10%.

Valor da cesta básica tem queda de 4% em Curitiba, segundo Dieese

O custo da cesta básica medida pelo Dieese em Curitiba, teve queda de 4,16% em relação a dezembro de 2018. O valor passou de R$ 419 em dezembro para R$ 401 em janeiro. Foi a terceira maior queda entre as nove capitais pesquisadas. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (06).

Dos 13 produtos pesquisados, oito registraram queda em janeiro de 2019 em relação a dezembro. Destaque para o tomate, que teve redução de 33%, café com queda de 4% e o leite com redução de 3%. Por outro lado, cinco itens tiveram aumento em janeiro. A batata, com 16%, a manteiga e a farinha de trigo, com 2% de aumento.

Na comparação com janeiro de 2018, o custo da cesta básica em Curitiba cresceu 0,48% em janeiro de 2019.

Preço da cesta básica sobe 11,76% em um ano em Curitiba

A cesta básica curitibana está mais cara. De acordo com o levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), o valor da cesta passou de R$ 416,41 para R$ 419,05 no último mês de dezembro, o que representa um aumento de 0,63% em relação ao mês anterior. No comparativo dos últimos doze meses, os alimentos tiveram alta de 11,76% em um ano. A pesquisa foi divulgada nesta terça-feira (8).

Um dos alimentos que mais teve alta no último foi o tomate, com variação de 102,87% no preço. Segundo o DIEESE, a oferta esteve reduzida, devido à diminuição da área plantada e ao clima seco, que propiciou o aparecimento de pragas.

Além disso, em dezembro de 2018, os preços médios do leite integral, pão francês, carne bovina de primeira, arroz agulhinha e batata, pesquisada na região Centro-Sul, apresentaram aumento na maior parte das cidades pesquisadas, na comparação com dezembro de 2017. Já o café em pó e o açúcar tiveram taxas negativas na maioria das capitais.

Conforme o DIEESE, em dezembro de 2018, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 3.960,57, ou 4,15 vezes o mínimo de R$ 954,00 vigente naquele mês.

Cesta básica sobe 8,40% em Curitiba, segundo Dieese

O preço da cesta básica subiu 8,40% em Curitiba em 2018. No mês de outubro, os curitibanos tiveram que desembolsar R$ 406,42 para adquirir os itens básicos. A pesquisa divulgada nesta quarta-feira (7) pelo Departamento Intersindical de estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) aponta que o preço da cesta subiu em 16 das 18 capitais pesquisadas.

As altas mais expressivas foram registradas em Fortaleza (7,15%), Porto Alegre (6,35%), Vitória (6,08%) e Rio de Janeiro (6,02%). As retrações aconteceram em Recife (-0,77%) e Natal (-0,12%).

A cesta mais cara foi a de Florianópolis (R$ 450,35), seguida pelas de Porto Alegre (R$ 449,89), São Paulo (R$ 446,02) e Rio de Janeiro (R$ 443,69). Os menores valores médios foram observados em Natal (R$ 329,90) e Recife (R$ 330,20).

Em 2018, 14 capitais acumularam alta, entre as quais Vitória (8,96%), Curitiba (8,40%) e Campo Grande (8,34%).

Com base na cesta mais cara, que, em outubro, foi a de Florianópolis, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário. Em outubro de 2018, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 3.783,39, ou 3,97 vezes o salário mínimo nacional, de R$ 954,00.

 

Cesta básica de Curitiba tem a sexta maior queda do país

O preço da cesta básica caiu 5,12% em Curitiba no mês de julho, sendo a sexta maior queda entre 19 capitais pesquisadas. Os dados são da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos (PNCBA) divulgada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Em junho, a cesta básica custava R$ 412,44 na capital paranaense. Em julho, o valor passou para R$ 391,32. No levantamento dos últimos 12 meses, o preço médio da cesta caiu 1,92%. Já de janeiro a julho deste ano a variação acumula alta de 4,37%.

As cestas mais caras do país são observadas em São Paulo (R$ 437,42), seguida por Porto Alegre (R$ 435,02) e Rio de Janeiro (R$ 421,89). Entre junho e julho de 2018, houve aumento nos preços do leite integral, da farinha de trigo, do pão francês e do arroz agulhinha. Em Curitiba, nos últimos 12 meses, a farinha de trigo teve aumento de 13,16%.

As reduções mais frequentes foram observadas no tomate, batata, banana e carne bovina de primeira, segundo Dieese. O Dieese usa o preço da cesta básica para estimar mensalmente o valor do salário mínimo necessário para despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência. Em julho, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 3.674,77, ou seja, quase quatro vezes o salário mínimo nacional, que é de R$ 954.

Brasil

Segundo a pesquisa, o valor do conjunto de alimentos essenciais diminuiu em 19 capitais. As reduções mais expressivas foram registradas em Cuiabá (-8,67%), São Luís (-6,14%), Brasília (-5,49%), Belém (-5,38%), Rio de Janeiro (-5,32%) e Curitiba (-5,12%). A alta foi verificada em Goiânia (0,16%). A cesta mais cara foi a de São Paulo (R$ 437,42), seguida pela de Porto Alegre (R$ 435,02) e Rio de Janeiro (R$ 421,89). Os menores valores médios foram observados em Salvador (R$ 321,62), São Luís (R$ 336,67) e Natal (R$ 341,09).

Em 12 meses, entre julho de 2017 e 2018, os preços médios da cesta caíram em todas as cidades, com destaque para as taxas de Salvador (-9,98%), São Luís (-8,41%) e Belém (-7,09%). Nos primeiros sete meses de 2018, a única capital que apresentou taxa acumulada negativa foi a de Florianópolis (-0,80%); as demais mostraram aumento acumulado, com variações entre 0,46%, em Belo Horizonte, e 5,51%, em Vitória.

Preço da cesta básica diminui em 16 capitais em abril, diz Dieese

A Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), mostra que o preço da cesta básica diminuiu em 16 capitais em abril. As maiores quedas ocorreram em João Pessoa (4,02%), Recife (2,73%) e Fortaleza (2,58%) enquanto houve alta em Goiânia (1,49%), Salvador (0,79%), Aracaju (0,77%) e Manaus (0,66%).

A cesta mais cara no Rio de Janeiro (R$ 440,06), seguida por São Paulo (R$ 434,80), Porto Alegre (R$ 430,29) e Florianópolis (R$ 426,73). Os menores valores foram encontrados em Salvador (R$ 325,42) e Recife (R$ 333,11).

Considerando os últimos 12 meses, entre abril de 2017 e 2018, os preços médios caíram em todas as cidades. Já nos quatro primeiros meses de 2018, todas as capitais mostraram elevação acumulada, com variações entre 0,29% em Recife, e 6,39% em Vitória.

Leite dispara

Segundo a pesquisa, os produtos que mais reduziram de preço foram o açúcar, tomate e óleo de soja, enquanto o leite integral e o arroz dispararam.

O preço do óleo de soja diminuiu em 15 capitais, entre março e abril. O valor ficou estável em Goiânia e Manaus e aumentou em Curitiba, Recife e Belém.

A pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos Custo e variação da cesta básica é feita em 20 capitais.