Petrobras aumenta preço de diesel e gasolina após três meses

A Petrobras anunciou que a partir desta quinta-feira (1º) os preços da gasolina e do diesel serão reajustados, com aumento em ambos.

A gasolina terá um reajuste médio de R$ 0,0658, enquanto o aumento no diesel será de R$ 0,0757.
Com isso, o preço médio da gasolina vai de R$ 1,6457 para R$ 1,7115 (3,99%), no que representa a primeira alta em três meses.

Já o diesel foi de R$ 2,0205 para R$ 2,0962 (3,74%), também a primeira alta em três meses.

Os preços consideram valores à vista, sem encargos e sem tributos, praticados nas modalidades de venda padrão nos diversos locais de entrega, disse a Petrobras.

“Nossa política de preços para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo”, informa a petroleira.

Petrobras baixa gasolina em R$ 0,03 e diesel em R$ 0,04

A Petrobras anunciou, nesta quinta-feira (18), uma redução no preço do litro da gasolina de R$ 0,0360 e no litro do diesel de R$ 0,0444. Os valores são referentes aos preços médios dos combustíveis vendidos pelas refinarias aos distribuidores e valem a partir da meia-noite desta sexta-feira (19).

O presidente Jair Bolsonaro informou, em sua conta no Twitter, que a redução [média] foi de 2,1% na gasolina e de 2,2% no diesel.

Os preços variam segundo cada refinaria da estatal, nos diversos estados brasileiros. Os menores valores da gasolina são praticados em São Luís (MA), R$ 1,51; Itacoatiara (AM), R$ 1,55; e Manaus (AM), R$ 1,58. Os maiores valores da gasolina estão nas refinarias de Brasília, R$ 1,81; Senador Canedo (GO), R$ 1,80; e Uberaba, R$ 1,80.

Os menores preços do diesel S500, mais vendido nas estradas, estão em Itacoatiara (AM), R$ 1,93; São Luís, R$ 1,94; Guamaré (RN), R$ 1,96; e Manaus (AM), R$ 1,96. Os maiores valores são os praticados em Senador Canedo (GO), R$ 2,17; Brasília, R$ 2,17; e Uberaba (MG), R$ 2,17.

Segundo a estatal “os preços para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras têm como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias”.

Combustíveis tipo A

A gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras são diferentes dos produtos no posto de combustíveis. São os combustíveis tipo A, ou seja, gasolina antes da sua combinação com o etanol e diesel também sem adição de biodiesel. Os produtos vendidos nas bombas ao consumidor final são formados a partir do tipo A misturados a biocombustíveis. Os preços divulgados pela estatal se referem aos produtos tipo A.

Sobre esses valores, vão incidir a margem de lucro das distribuidoras e dos postos de combustíveis, os impostos, que variam de um estado para outro, o custo da mão de obra, entre outras variáveis. A tabela completa com os valores pode ser conferida no site da Petrobras.

Petrobras reduz gasolina em 7,1% e diesel em 6%

A Petrobras anunciou nesta sexta (31) cortes de 7,1% no preço da gasolina e de 6% no preço do diesel. Os novos valores passam a vigorar em suas refinarias a partir deste sábado (1º).

O preço da gasolina cairá, em média, R$ 0,1399, passando a R$ 1,8144 por litro, o menor valor desde o dia 16 de março.

É o segundo corte no preço da gasolina em uma semana. Na última sexta (24), a estatal já havia reduzido em 4,4% o valor de venda do combustível em suas refinarias.

O corte no preço do diesel será de R$ 0,1383, para R$ 2,1664 por litro. A estatal mantinha o valor inalterado desde 3 de maio, quando houve aumento de 2,5%.

O presidente Jair Bolsonaro compartilhou a notícia no Twitter, desejando boa noite aos seus seguidores.

Desde março, a Petrobras pratica prazos mínimos de 15 dias para reajustes no preço do diesel. Já a política de preços da gasolina prevê prazos máximos de 15 dias para alterações.

Os cortes ocorrem em um momento de queda das cotações internacionais do petróleo. Nesta sexta, o barril do tipo Brent, negociado em Londres, caiu 3,31%, diante de temores sobre efeitos da guerra comercial na economia mundial.
Em maio, o preço do petróleo Brent acumula queda de 11,4%.

Petrobras anuncia aumento de R$ 0,10 no diesel

Em entrevista coletiva à imprensa, a Petrobras anunciou nesta quarta-feira (17) aumento de 4,5% a 5,1% no preço do diesel, dependendo do ponto de venda. A alta será de R$ 0,10.

Na semana passada, a estatal havia anunciado alta de 5,7% e depois voltou atrás.

A suspensão do reajuste ocorreu após telefonema de Bolsonaro a Castello Branco no fim da tarde de quinta. O presidente alegou preocupação com nova greve dos caminhoneiros e a Petrobras decidiu esperar “alguns dias”, segundo informou na ocasião.

A decisão derrubou as ações da estatal na sexta (12), reduzindo em R$ 32 bilhões o valor de mercado na bolsa, diante dos riscos de novas intervenções políticas em sua gestão. O represamento dos preços dos combustíveis durante o governo Dilma foi um dos motivos para o crescimento da dívida da empresa.

Esta semana, o governo anunciou um pacote de medidas para acalmar os caminhoneiros e escalou ministros para reforçar a independência da Petrobras na gestão dos preços dos combustíveis. Entre os transportadores, porém, as medidas foram consideradas insuficientes.

A Petrobras anunciou nesta quarta também que contratou nove bancos para conduzir o processo de venda de ações da BR Distribuidora. Ainda não foi divulgado qual será o volume vendido. Em 2017, a estatal repassou a investidores privados 18,75% do capital da subsidiária.

Governo não vai manipular preço do diesel, diz Guedes

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse hoje (16) que o governo está comprometido em não manipular preços e em aumentar a transparência da Petrobras. Ele e o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, explicaram ao presidente Jair Bolsonaro, em reunião do Palácio do Planalto, como funciona o processo de formação de preços dos combustíveis.

Em coletiva de imprensa após a reunião, Guedes alertou que um eventual congelamento de preços colocaria em risco os futuros leilões de gás e petróleo, inclusive do excedente de barris da camada pré-sal.

“Quem estabelece as práticas de preço é a Petrobras. A maior demonstração que podemos dar de que foi uma reunião de esclarecimento é que não saímos com preço [dos combustíveis] fechado. O presidente da Petrobras tem o encargo de tornar cada vez mais transparente a política de preços O que está claro é que tem uma dimensão econômica a ser respeitada para não colocar em risco nossos leilões”, declarou Guedes, em sua primeira entrevista coletiva desde que assumiu o cargo.

Segundo Bento Albuquerque, o presidente “foi esclarecido” sobre o assunto e a definição sobre qual será o percentual reajuste no preço do combustível, e quando ele será aplicado, são decisões exclusivas da Petrobras. “Desde 2002, o preço do mercado de combustíveis é livre e quem vai tratar desse assunto é a Petrobras”, afirmou.

Na semana passada, a Petrobras havia anunciado um reajuste de 5,74% do no preço do óleo diesel nas refinarias, mas a medida foi suspensa a pedido do presidente da República. Segundo o governo, Bolsonaro queria entender aspectos técnicos da decisão da Petrobras. Após a decisão de suspender o reajuste do diesel, ocorrida na última sexta-feira (12), houve queda das ações da petroleira na Bolsa de Valores de São Paulo, que registraram desvalorização de 8,54%.

Guedes manifestou confiança em Bolsonaro e negou qualquer mudança na regra de reajuste de preços. Segundo o ministro, a decisão do presidente de suspender o reajuste no diesel foi motivada por preocupações políticas e com uma possível greve de caminhoneiros.

“Acho que o presidente da República tem uma preocupação maior do que apenas a preocupação do mercado. Tenho que reconhecer que o presidente representa 200 milhões de pessoas e que ele pode estar preocupado com uma greve. Tenho total confiança no presidente. Se fosse regra nova, mudança de política, ele teria falado comigo. A preocupação do presidente é legítima”, ressaltou o ministro.

Em maio do ano passado, a alta no preço do diesel levou à paralisação da categoria, afetando a distribuição de alimentos e outros insumos, o que causou prejuízos a diversos setores produtivos.

O ministro de Minas e Energia ressaltou que o preço definido pela Petrobras incide nas refinarias e corresponde a 54% do valor final do que é vendido nas bombas. A formação final do preço, segundo ele, ainda inclui impostos federais e estaduais. Bento Alburqueque argumentou também que os preços cobrados no país estão abaixo da média mundial. “Hoje, o valor do diesel no Brasil, praticado na bomba, é 12%, em média, abaixo do que é praticado no mundo. O Brasil é o 102º país no preço do diesel, em comparação com 165 países que têm o acompanhamento do preço do diesel”, afirmou.

No mês passado, a Petrobras já havia anunciado mudança na periodicidade do reajuste do diesel vendido para as refinarias, que passaria a ocorrer em intervalos não inferiores a 15 dias, como forma de minimizar a oscilação de preços.

Monopólios

O ministro Paulo Guedes reiterou que, no médio prazo, o governo pretende fazer privatizações no setor de distribuição de petróleo e gás e mudar a regulamentação para atacar monopólios e cartéis no mercado de energia. Segundo ele, essas mudanças vão tornar a energia mais barata nos próximos anos.

“Nossa convicção é de que vamos para um choque de energia barata, não só no petróleo, mas também no gás. Precisamos tirar esse problema do colo do governo, algo que existe no Brasil por conta de monopólios”, acrescentou.

Indexação

Ainda segundo Paulo Guedes, o governo estuda medidas de compensação da oscilação do preço do diesel para os caminhoneiros. Uma delas seria a indexação da tabela do frete ao preço do combsutível, como ocorre nos Estados Unidos. “Essa solução americana, de indexar o preço do frete ao diesel, está sendo analisada também”, disse.

Mais cedo, o governo anunciou um pacote de medidas para atender o setor de transporte de cargas do país. Uma delas é a oferta, pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), de uma linha de crédito especial para caminhoneiros autônomos, no valor total de R$ 500 milhões. Os recursos deverão ser usados para aquisição de pneus e manutenção dos veículos.

Outra medida anunciada pelo governo federal foi recomposição de R$ 2 bilhões do orçamento do Ministério da Infraestrutura para a conclusão de obras de pavimentação e manutenção de rodovias.

‘Não sou economista, já falei que não entendia de economia’, diz Bolsonaro após intervir no preço do diesel

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse que não é intervencionista, nem quer fazer “as políticas que fizeram no passado”, mas ligou para o presidente da Petrobras pedindo explicações sobre a proposta de reajuste de 5,7% sobre o preço do diesel e pedindo que recuasse da decisão.

A fala aconteceu após a inauguração do novo aeroporto de Macapá, nesta sexta-feira (12). Essa foi a primeira visita do presidente ao Amapá, o único estado que não visitou durante a campanha eleitoral, segundo ele.

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Bolsonaro disse que convocou funcionários da petroleira para conversar na próxima terça-feira (16), para esclarecer a política de preços adotada. Bolsonaro questiona o porquê de o aumento ficar acima da inflação, projetada para 3,90% em 2019 (segundo o Boletim Focus do BC). Citou também os caminhoneiros para justificar a decisão.

“Não sou economista, já falei que não entendia de economia, quem entendia afundou o Brasil, tá certo? Estou preocupado também com o transporte de cargas no Brasil, com os caminhoneiros.

São pessoas que realmente movimentam as riquezas, de norte a sul, leste a oeste e que tem que ser tratados com devido carinho e consideração. Nós queremos um preço justo para o óleo diesel”, disse ele.

A categoria chegou a ameaçar uma nova greve este ano. Em entrevista à Folha, na quinta, o líder dos caminhoneiros, Wallace Landim, o Chorão, agradeceu a Bolsonaro pela decisão.

O presidente disse que precisa entender a política de preços da empresa. Segundo ele, quer perguntar a funcionários como o percentual é calculado, quanto custa um barril de petróleo que é retirado no Brasil em comparação com outros países.

“Onde é que nós refinamos, a que preço, a que custo, eu quero o custo final. Mostrar para a população também, que sempre critica o governo federal, o ICMS é altíssimo, tem que cobrar de governador também, não só do presidente da República”, afirmou ele.

Depois do recuo, as ações da Petrobras operam em queda de mais de 7%.

Um dia após marcar os 100 dias de seu governo, com dois terços das metas cumpridas, como mostrou a Folha, Bolsonaro respondeu ainda sobre a demora para articular a reforma da Previdência no Congresso. Ao lado do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM), eleito pelo Amapá, ele cobrou o legislativo e retrucou um repórter que falou em “tempo perdido”.

“Não sei a que você atribui tempo perdido, fiquei 17 dias dentro do hospital, fiz viagens internacionais extremamente importantes. Agora, o governo é muito grande e a responsabilidade nossa é do mesmo tamanho da do Legislativo”

Distribuidoras temem corrida aos postos antes do fim do subsídio do diesel

As distribuidoras de combustíveis temem uma corrida aos postos na véspera do fim da subvenção ao preço do óleo diesel, marcado para o dia 31 de dezembro. As empresas defendem uma retirada gradual do subsídio de R$ 0,30 por litro.

“Tem que haver uma transição, uma rampa [para a retirada gradual do subsidio]”, disse nesta quinta (27) o presidente da Raizen, que opera com a marca Shell, Luiz Henrique Guimarães. Ainda não há uma proposta para o tema, mas o mercado defende que o subsídio não seja estendido integralmente.

Na quarta (26), o ministro do Planejamento, Esteves Colnago, disse que o tema será debatido com equipes de transição após as eleições. A crise fiscal é um obstáculo para a manutenção do desconto por um período mais longo. Este ano, o subsídio vai custar R$ 9,5 bilhões.

“Se houver este aumento [de R$ 0,30 por litro], certamente a gente tem que estar preparado”, disse o presidente da BR, Ivan de Sá, acrescentando que poderá ser necessário ampliar os estoques nos postos no fim do ano.

Guimaraes apontou também a possibilidade de transferência indevida de recursos na cadeia dos combustíveis como uma das preocupações para o fim do subsídio. Segundo ele, as distribuidoras ou postos que tiverem comprado diesel mais barato ao fim de 2018 ganharão mais dinheiro quando o preço subir.

Movimento contrário ocorreu no início da subvenção. Em seus balanços, as três maiores distribuidoras do país apontaram perdas somadas de quase R$ 600 milhões com a venda, a valores mais baixos, de estoques comprados antes da implantação do subsídio.

A Raizen anunciou na quarta que a intervenção nos preços levou a empresa a suspender investimentos de até R$ 2 bilhões em infraestrutura para armazenagem e transporte de combustíveis. Guimarães, porém, não quis detalhar quais projetos foram suspensos, alegando que trata-se de informação estratégica da companhia.

Nesta quinta, a BR informou que não teve projetos suspensos. A empresa, porém, não tem atuação forte nas importações e, por isso, foi menos prejudicada pelo tabelamento do preço do diesel.
Pelo contrário, tem recuperado a participação de mercado perdida para distribuidoras regionais que tiveram atuação mais agressiva nas importações quando os preços justificavam a compra no exterior, disse o presidente da companhia.

Após aumentos, Petrobras altera política de preços da gasolina

Por Nicola Pamplona

Após uma sequência de aumentos, a Petrobras decidiu alterar sua política de preços da gasolina. A estatal informou nesta quinta (6) a criação de um mecanismo para manter os preços estáveis por prazos de até 15 dias.

Desde o dia 18 de agosto, o preço da gasolina vendida pelas refinarias da estatal acumula alta de 12%, pressionado pela desvalorização cambial. Já o preço do diesel está tabelado pelo programa de subvenção do governo federal.

Em nota, a estatal informou que o objetivo da mudança é “aumentar os períodos de estabilidade no preço da gasolina por prazos curtos”. “A companhia entende ser importante conciliar seus interesses empresariais com as demandas de seus clientes e agentes de mercado em geral”, disse a companhia.

Os preços podem ser mantidos por prazos de até 15 dias. Desde julho de 2017, a companhia vem praticando preços diários. “Isso não altera nossa política de preços”, disse o diretor financeiro da companhia, Rafael Grisolia.

“A Petrobras escolherá os momentos em que aplicará o instrumento, considerando a análise de conjuntura, em cenários de elevada volatilidade do mercado”, diz a companhia, afirmando que o preço continuará sujeito a mudanças até diárias, já que o novo mecanismo será utilizado de forma opcional.

Senado aprova MP que subsidia diesel até dezembro

Na última semana de esforço concentrado antes do primeiro turno das eleições de outubro, o plenário do Senado aprovou hoje (5) a Medida Provisória (MP) 838/18 que concede subsídio na comercialização do óleo diesel de até R$ 0,30 por litro.

Conforme acordo feito entre o governo federal e os caminhoneiros, o que encerrou a paralisação da categoria em maio deste ano, ao todo serão destinados R$ 9,5 bilhões para garantir o desconto total de R$ 0,46 no litro do combustível para cobrir parte dos custos das distribuidoras.

O texto, que também já que havia sido aprovado ontem (4) pela Câmara, garante subsídio até 31 de dezembro de 2018.

Aprovado em forma de projeto de lei de conversão, o texto restringe o pagamento da subvenção à venda de óleo diesel de uso rodoviário.

Caberá à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) estabelecer um preço de referência e um preço de comercialização para a distribuidora de forma regionalizada.

ANTT ajusta preços da tabela de frete após alta do diesel

Por Laís Alegretti

A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) divulgou nesta quarta-feira (5) tabela com novos preços mínimos de frete. O reajuste médio foi de 5%, a depender do tipo de carga, segundo a agência reguladora.

A alteração ocorre após a alta do preço do diesel. Na semana passada, a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis) divulgou novos valores do combustível, com alta no preço de venda que varia de 10,5% a 14,4%, a depender da região.

O aumento do diesel é resultado da desvalorização do real frente ao dólar, que também vem pressionando o preço da gasolina. Com a alta, os preços de venda do combustível por refinarias se aproximam do valor cobrado pela Petrobras antes da greve.

A ANTT já havia informado, no último fim de semana, que ajustaria a tabela devido à variação no preço do combustível, de acordo com a lei que determina reajuste na tabela sempre que oscilação no preço do óleo diesel for acima de 10%. O órgão divulgou nota após a circulação de mensagens que diziam que os caminhoneiros poderiam fazer nova paralisação.

A diretoria da ANTT se reuniu nesta terça-feira (4). Ainda não foi divulgada, contudo, decisão sobre o pedido dos caminhoneiros para que a agência reguladora fiscalize o cumprimento da tabela de frete.

A Polícia Federal vai investigar mensagens com informações falsas sobre suposta paralisação de caminhoneiros que circulam pelo WhatsApp desde a madrugada desta segunda-feira (3), segundo o Ministério da Segurança Pública.

O governo argumentou que esse tipo de informação causa transtorno à população, prejuízo para produtores e representa “grave fator de desestabilização e tem grande potencial para provocar desordem pública.”