Campanha apadrinhada por estrelas internacionais da música possibilita ajudar crianças de instituição curitibana

A data limite para participação na campanha promovida pela fundação Playing for Change está próxima. Mas a solidariedade pode fazer a diferença através de doações a partir de R$ 1,00.

Criada para transformar realidades e provocar uma mudança positiva no mundo através da música e da educação artística, a organização internacional visa arrecadar fundos até o próximo dia 23 de junho para dar continuidade no atendimento a crianças e famílias de regiões carentes do mundo.

O objetivo é fazer com que crianças das comunidades onde a Playing for Change atua se desenvolvam em harmonia, crescendo num ambiente que inspire paz, música e aprendizado.

Os artistas e bandas Bono Vox (U2), Keith Richards (The Rolling Stones), Maroon 5, Jason Mraz, Chad Smith (Red Hot Chilli Peppers), Keb’Mo’ e Jack Johnson, entre outros, apoiam a fundação, que tem projetos na África do Sul, Argentina, Bangladesh, Brasil, Gana, Mali, Marrocos, México, Ruanda e Tailândia.

 

Brasil

No Brasil, a sede da fundação está localizada no bairro Cajuru, em Curitiba, no Paraná. São aproximadamente 60 crianças atendidas, com idades de 7 a 14 anos, em contraturno escolar. Elas participam de aulas que visam desenvolver cidadania, disciplina, técnica e conhecimento em instrumentos diversificados, expressões corporais e voz.

A metodologia adotada pela escola está focada em atender individualmente cada criança, respeitando sua história pessoal. São cursos de musicalização, percussão, canto, teatro musical, noções de educação ambiental, dança, violão, inglês e futebol. O custo mensal para a manutenção do projeto é de aproximadamente R$ 15.000,00, entre a administração e professores.

A startup curitibana BIGHUG é parceira da fundação Playing for Change no Brasil. Seu diretor, o empresário Felipe Rigoni, afirma que “o potencial exponencial desse projeto pode proporcionar um futuro melhor para muito mais crianças em situação de vulnerabilidade social. Mas é necessária a participação efetiva de pessoas que se engajem com a causa”.

A conexão da BIGHUG com a Playing for Change neste ano aconteceu com a campanha “Colors Are Just Colors”, que consistiu numa ação desenvolvida com as crianças atendidas pelo programa da instituição no Cajuru. Pintada com a participação de todos os alunos do projeto, uma tela foi transformada em quadro. Este será entregue a quem for sorteado(a) através da campanha de doação.

Solicita-se doações a partir de R$ 1,00, que são feitas através do website www.bighug.life/playing-for-change ou do aplicativo BIGHUG.

Além disso, o participante concorre a uma viagem com passagens e hospedagem pagas, a sua escolha, para qualquer lugar do mundo em que esteja ocorrendo o evento Playing for Change Day 2019, que acontece simultaneamente no dia 21 de setembro em diversos lugares do mundo. O evento PFC Day ocorre em cidades como Nova York, Rio de Janeiro, Mumbai, Metz e Madrid.

Felipe completa: “Nós investimos muito trabalho e dedicação na criação dessa campanha para que se torne mundial e possa realizar o sonho de mais crianças e famílias, além de proporcionar a realização desse sonho a um grande sortudo”. As doações são feitas pela internet e pelo aplicativo da BIGHUG.

Para conhecer e acompanhar as atividades desenvolvidas com as crianças na instituição brasileira, o doador pode acessar as redes sociais da Playing for Change Brasil e também pelo website e aplicativo BIGHUG.

 

Site oficial da campanha: www.bighug.life/playing-for-change

 

Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=3TSStCbnziE&t=47s

 

https://www.facebook.com/BigHug.life/

Quatro cães da Guarda Municipal estão para adoção

Colt, Sheeva, Happy e Fred estão disponíveis para adoção. O primeiro está se aposentando da Guarda Municipal de Curitiba, depois de atuar no Grupo de Operações com Cães (GOC). Já os outros três não se adaptaram ao trabalho e vão ganhar novos lares.

Colt e Sheeva são pastores belgas mailnois: o primeiro é um macho de oito anos, sendo que Sheeva é uma fêmea de dois anos e meio. Happy é um golden retriever de três anos e Fred é um rottweiler de 6 anos. Todos são castrados e têm carteira de vacinação.

COMO SE INSCREVER

A doação será feita por meio de um edital, publicado pela Secretaria Municipal da Defesa Social na semana passada.

O período de inscrições vai até esta quarta-feira (22). Os interessados devem ir até o canil da Guarda Municipal, entre às 8h30 e 17h30, para preencher o formulário. O canil fica localizado na Rua Professor Arthur Virmond de Lacerda, s/n, dentro do Parque dos Tropeiros, no bairro São Miguel.

O resultado final do edital de doação será publicado entre os dias 10 e 12 de julho, no Diário Oficial do Município. Uma comissão avaliadora vai definir o candidato que poderá adotar o cão, considerando que os interessados terão que ir até o canil da Guarda Municipal conhecer de perto os cachorros.

VEJA

Colt. Foto: Daniel Castellano / SMCS

 

Sheeva. Foto: Daniel Castellano / SMCS

 

Fred. Foto: Daniel Castellano / SMCS

 

Happy. Foto: Daniel Castellano / SMCS

Banco de leite humano do HU de Londrina precisa de doações

O Banco de Leite Humano do Hospital Universitário (HU/UEL) necessita, urgentemente, de doação de leite humano. O estoque está com nível baixo e já compromete o fornecimento.

Mães com leite excedente e que queiram doar podem ir ao Banco de Leite do HU ou fazer a doação na própria residência, com auxílio de técnicos do banco. Eles também providenciam todo o material necessário para recolher a doação.

O leite doado tem contribuído para a sobrevivência e a boa alimentação de bebês, especialmente os prematuros, cujas mães têm maior dificuldade de produzir o leite.

Todo o leite doado passa por pasteurização e controle rigoroso de qualidade no Banco de Leite do HU/UEL, referência estadual na área.

Região

Além do HU, as doações podem ser feitas também em postos de coleta, em cidades como Cornélio Procópio, Cambé e Rolândia, Maternidade Municipal de Londrina, Hospital Evangélico e Hospital Infantil.

Mais informações pelo telefone 3371-2390.

Vara de Infância e Juventude promove campanha de arrecadação de material escolar

A 2ª Vara da Infância e Juventude de Curitiba está promovendo uma campanha de doação de materiais escolares para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade econômica.

Entre os materiais pedidos estão cadernos, lápis, canetas, cola, réguas, pastas e mochilas (veja lista completa abaixo).

Em Curitiba, as doações podem ser entregues, até o dia 5 de fevereiro, na 2ª Vara da Infância e da Juventude e Adoção de Curitiba, localizada na Rua da Glória, nº 290, 6º andar, no Centro Cívico. Confira outros locais de coleta no site.

Em União da Vitória, a própria Vara da Infância receberá as doações.

Os kits serão distribuídos a partir do dia 8 de fevereiro com o auxílio de instituições de acolhimento, antes do início do ano letivo escolar.

 

Paraná registra aumento de 32% nas doações de órgãos

De janeiro a julho deste ano, foram realizados 324 transplantes de órgãos no Paraná. O número é 32% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado, quando foram registradas 246 doações. Os dados foram apresentados pela Secretaria de Estado da Saúde nesta quinta-feira (16), em Toledo, no oeste do estado.

Segundo dados da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), no primeiro trimestre deste ano, o Paraná ficou em primeiro lugar no ranking de doações, com 44.2 doadores efetivos para cada milhão de habitantes. Neste mesmo período, o estado foi o que mais realizou transplantes de rim e o ficou em terceira colocação nos transplantes de fígado.

 

Hospital paranaense realizou 207 transplantes em 2017

O Hospital Angelina Caron, em Campina Grande do Sul, Região Metropolitana de Curitiba, realizou 207 transplantes de janeiro a maio deste ano. De acordo com os últimos dados da Central de Transplante do Paraná, a instituição é a que mais fez procedimentos no Paraná em 2017. Os receptores ganharam uma nova oportunidade de viver com os transplantes de coração, córnea, fígado, medula óssea, pâncreas ou rim.

Para o médico responsável pela Central de Transplantes do Hospital Angelina Caron, João Nicoluzzi, esse desempenho é um alento contra a desinformação, o preconceito e alguns temores que envolvem a doação de órgãos, mas pode melhorar. “A doação de órgãos ainda é um assunto tabu presente na sociedade. Mesmo com o acesso à informação e o constante esforço para se desmistificar a doação. Os números podem melhorar ainda mais, precisamos sensibilizar permanentemente a população para a necessidade da doação de órgãos e tecidos e mostrar quantas vidas podem mudar”, explica.

Volume que impressiona

A quantidade de transplantados pelo Angelina Caron representa 18% dos procedimentos realizados em todo o estado em 2017.

“Índices para os transplantes de coração e fígado, 66% e 40% respectivamente, reforçam a posição do Angelina Caron como referência para transplantes no Paraná. Para comparativo, em 2016 foram feitos 300 procedimentos, sendo o hospital que mais realizou transplantes no estado”, menciona Nicoluzzi.

Cinco coisas para se pensar

1. Para se assumir doador, não é preciso nenhum registro por escrito
2. Um único doador salva em média de 8 a 10 pessoas, com o transplante de córneas, coração, pulmões, rins, fígado, pâncreas, pele, ossos e válvulas cardíacas
3. Não existe nenhuma despesa de operação. O SUS se responsabiliza por todos os gastos
4. Idade e histórico médico não importam. Todas as pessoas são doadoras potenciais. O fator determinante é a condição médica
5. Até mesmo as religiões contrárias à transfusão de sangue, como testemunhas de Jeová, são favoráveis à doação de órgãos e tecidos

Campanha pelo Hospital Evangélico pede doações a partir de R$ 10

Com Narley Resende / Band News FM Curitiba

Como parte de um plano de recuperação da instituição hospitalar, foi lançada nesta terça-feira (14), a Associação Independente e Laica Amigos do Hospital Evangélico.

A entidade adotou um sistema de recebimento de doações financeiras e de serviços para ajudar o hospital a enfrentar a crise na entidade que dura pelo menos uma década. Em 2014, o Evangélico passou a ser gerido por um interventor nomeado pela Justiça do Trabalho.

A campanha de arrecadação tem como objetivo inicial viabilizar quatro projetos de reestruturação e ampliação: o Pronto Socorro Resolutivo, a UTI NeoNatal, o Ambulatório Interdisciplinar e o Centro Cirúrgico de Alta Complexidade.

Segundo o presidente Associação, Eliseu Portugal, uma conta foi aberta na Caixa Econômica para receber doações de valores a partir de 10 reais.

Além das doações financeiras, a campanha lançou um pacote de possibilidades de contribuições, passando por serviços, insumos, apoio, e voluntariado.

Com o lançamento da campanha, o hospital pretende ganhar fôlego para atender a população adequadamente e superar a crise.

A Associação Independente e Laica Amigos do Hospital Evangélico é composta por médicos, profissionais de saúde, empresas e voluntários. O novo modelo pretende ampliar a rede de colaboradores.

Por inadimplência no pagamento de obrigações trabalhistas, o plano de recuperação do hospital teve início em dezembro de 2014  com a intervenção judicial pedida pelo Ministério Público do Trabalho.

Desde o ano passado, a direção do Evangélico alerta que a instituição corre, inclusive, o risco de fechar para atendimento público.

O hospital deve cerca de 350 milhões de reais, segundo balanço mais recente divulgado no fim do ano passado. Desse valor, 270 milhões são dívidas com sete bancos e 80 milhões em passivo trabalhista.

O faturamento mensal da instituição é de nove milhões e meio de reais – a maior parte é dinheiro do Fundo Nacional de Saúde que é destinado ao atendimento do SUS.

Somente com salários regulares dos funcionários, o Evangélico paga 5 milhões. Sobram apenas quatro milhões e meio de reais mensais que estão comprometidos com bancos, fornecedores e manutenção.

Atualmente, o Hospital Evangélico conta com 434 leitos gerais, sendo 373 disponíveis à rede pública de saúde. Mensalmente, o Evangélico realiza em Curitiba 29 mil consultas e mais de 30 mil procedimentos de diagnósticos e terapias em ambulatórios.

As informações, portanto, para ajudar por meio da nova Associação de Amigos do Evangélico estão no site SouUmAmigo.com ou pelo Facebook, na páginaHospital Evangélico Vida Nova

Árvore Solidária reúne cartinhas de crianças do Hospital Pequeno Príncipe

O Hospital Pequeno Príncipe está arrecadando presentes de Natal para as crianças e adolescentes internados na instituição.

Os pequenos escreveram cartinhas com os pedidos, que podem ser pegas na Árvore Solidária, que está na praça de alimentação do shopping Estação, em Curitiba. As cartas podem ser adotadas até o dia 24 e os presentes devem ser entregues na própria árvore, durante o horário de funcionamento do shopping – de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos, das 11h às 20h.

A Coordenadora do Voluntariado do Hospital Pequeno Príncipe, Rita Lous, conta que a maior parte dos presentes pedidos são brinquedos, roupas, livros e material escolar. “Na medida em que vem alguma coisa de fora e torna o ambiente mais suave, mais tranquilo e alegre para as crianças, isso faz muita diferença. É muito importante que o hospital esteja relacionado com o que a criança vivia fora dele”, explica.

A Coordenadora de Marketing do hospital, Larissa Pereira, explica que é muito fácil colaborar com a iniciativa. “As pessoas podem escolher as cartinhas, de acordo com presente, com o poder aquisitivo, o que podem pagar”, afirma. “A entrega vai ser realizada de forma parcial, agora no dia 22 de dezembro e o restante em janeiro”, conta.

O Hospital Pequeno Príncipe é referência nacional no atendimento de crianças e adolescentes. Todos os anos, são realizados mais de 300 mil atendimentos, 23 mil internamentos e 20 mil cirurgias.

Dilma mandou Odebrecht pagar R$ 4 milhões a Gleisi, diz revista

Manchete da revista IstoÉ que chega as bancas neste sábado destaca trecho do que seria o depoimento de Marcelo Odebrecht em seu acordo de delação premiada com a força-tarefa da Operação Lava Jato. Segundo a revista, nas preliminares do depoimento, Marcelo Odebrecht já informou aos procuradores que detalhará como repassou à senadora paranaense Gleisi Hoffmann mais de R$ 4 milhões não declarados para saldar dívidas de sua campanha ao governo do Paraná em 2014. O dinheiro saiu do setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, conhecido como o “departamento de propina”. De acordo com a revista, a transferência do montante ocorreu a mando da então presidente da República, Dilma Rousseff.

A matéria narra que endividada, Gleisi teria pedido socorro a Dilma, depois de amargar a derrota nas urnas, quando ficou em terceiro lugar com apenas 14,87% dos votos válidos atrás do senador Roberto Requião (PMDB) e do governador Beto Richa (PSDB). O PT negou-lhe ajuda. A prioridade da legenda era investir em candidatos competitivos, que ainda precisavam de apoio financeiro para seguir na disputa pelo segundo turno. Àquela altura, Dilma tentava se reeleger presidente da República e, para isso, contava com vultosos recursos à disposição. Tanto pelo caixa oficial como por fora, conforme apontam as investigações em curso. Gleisi, então, lhe contou que precisava de mais de R$ 4 milhões a fim de saldar pagamentos pendentes. Dentre eles, a fatura com o marqueteiro responsável por sua campanha, Oliveiros Domingos Marques Neto, dono da Sotaque Brasil Propaganda. Dilma ouviu a história e se compadeceu. Em retribuição à fidelidade incondicional devotada pela paranaense durante os anos de trabalho no Executivo e depois também no Legislativo, como senadora, Dilma, então, resolveu ajudar Gleisi.

O primeiro passo da presidente foi procurar o intermediador da negociação: o tesoureiro de campanha, Edinho Silva (PT), hoje prefeito eleito de Araraquara (SP), e homem forte do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no seio da campanha presidencial. Na conversa com Edinho, Dilma explicou a situação de Gleisi e disse que não haveria outra saída senão procurar a Odebrecht. E que caberia a ele a tarefa. “Edinho cumpriu as ordens da chefe sem titubear, como era de costume”, afirma a revista.

“Com autorização de Marcelo Odebrecht, Migliaccio teria marcado então um encontro entre um sócio do marqueteiro da campanha da senadora e Leones Dall’Agnol, chefe do gabinete de Gleisi, no escritório da empreiteira em São Paulo, onde foi acordado o pagamento de R$ 4 milhões, que não teriam sido incluídos na prestação de contas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE)”, relata a matéria.

Procurada, a assessoria de imprensa da senadora informou que “a senadora Gleisi Hoffmann não se pronunciará sobre matéria publicada pela imprensa que se baseia exclusivamente em vazamentos de informações”.