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Índice de Confiança da Indústria cresce pelo terceiro mês consecutivo, diz pesquisa

O ICEI (Índice de Confiança do Empresário Industrial) registrou alta em setembro, alcançando o patamar de 59,6 pontos em uma escala que vai até 100.

O índice anterior, referente ao mês de agosto, era de 59,4 pontos. Há um ano, em setembro de 2018, o índice calculado pela Fiep (Federação das Indústrias do Paraná) era de 52,1 pontos.

O aumento da confiança do empresário do meio industrial no Paraná acompanha os resultados analisados em âmbito nacional. O índice calculado pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) é bem próximo ao resultado estadual: 59,4 pontos.

Segundo a Fiep, o aumento do índice de confiança na Indústria pode estar ligado a uma expectativa por melhora no cenário econômico. Nesta semana, o Copom (Comitê de Política Monetária) reduziu mais uma vez a taxa básica de juros, que passou de 6% para 5,5% ao ano.

O Boletim Focus, divulgado pelo BC (Banco Central), apontou uma previsão de inflação de 3,45% para 2019 — abaixo da meta do governo, que é de 4,25%.

Investigador de polícia é preso após tentar extorquir empresário no PR

Um investigador de polícia foi preso em flagrante, no bairro Boqueirão, em Curitiba, após tentar extorquir um empresário, exigindo a quantia de R$ 5 mil para não autuá-lo. A prisão aconteceu na última quarta-feira (21), mas veio a público nesta sexta-feira (23).

Segundo a Polícia Civil, as investigações começaram depois de uma denúncia anônima, que relatou que estaria ocorrendo a prática de corrupção passiva por parte do policial civil.

Diante do fato, os policias civis passaram a acompanhar a transação e abordaram o servidor no momento em que ele havia acabado de receber R$ 5 mil da vítima. O dinheiro foi encontrado na parte lateral da porta esquerda da viatura (lado do motorista) em que o investigador estava.

O policial foi autuado por corrupção passiva e encontra-se detido, afastado de suas funções policiais. Em paralelo ao Inquérito Policial, foi instaurado um processo administrativo que irá apurar a conduta do servidor, que pode levar à pena de demissão de cargo.

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Confiança do empresário cai pelo 2.º mês consecutivo

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) registrou queda de 1,8% no mês de maio. O Paraná fechou o mês com 128,4 pontos. É a segunda variação negativa, visto que de março para abril o índice já tinha caído de 133,4 para 131,1 pontos.

Com as duas quedas em sequência, o índice de confiança já é menor do que o número calculado em fevereiro, que registrou 129,1 pontos.

Apesar da variação negativa no mês (-1,8%), o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) aponta uma elevação anual de 15,6%. Mesmo com a queda em relação a abril, este foi considerado o melhor mês de maio desde 2012.

No Paraná, a sondagem calculou uma pontuação de 128,4 pontos ante um índice nacional de 122,4 pontos. No Brasil, nos últimos 12 meses, a confiança também teve um crescimento menor do que o do estado: 7,6%.

O índice de confiança é calculado pela Confederação do Comércio do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e divulgado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR).

Outros indicativos

A sondagem também calculou como os empresários têm avaliado outras questões.

O Índice de Condições Atuais do Empresário do Comércio (ICAEC), em que o empresário entrevistado avalia as condições referentes à economia, ao comércio em geral e das empresas comerciais, ficou 25,4% acima do registrado em maio do ano passado. Na variação mensal, de abril a maio, houve recuo de 4,3%.

O Índice de Expectativas do Empresário do Comércio (IEEC), em que o entrevistado avalia a expectativa com relação à segurança na economia brasileira, comércio e empresas, ficou 0,9% menor em maio, mas se manteve 11,3% superior na comparação com maio de 2018.

Confiança do empresário de serviços cai 3,1 pontos em maio

O Índice de Confiança de Serviços, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 3,1 pontos de abril para maio. Essa foi a quarta queda consecutiva do indicador, que acumula perdas de 9,2 pontos. Com isso, o índice chegou a 89 pontos, em uma escala de zero a 200.

A queda da confiança do empresário foi observada em 12 das 13 atividades pesquisadas pela FGV. O Índice de Expectativas, que registra a confiança dos empresários no futuro, recuou 5,1 pontos, para 92 pontos.

O Índice da Situação Atual, que mede a confiança no momento presente, também caiu, mas de forma mais moderada (0,9 ponto), recuando para 86,3 pontos.

Segundo o pesquisador da FGV Rodolpho Tobler, os empresários de serviços estão desconfortáveis com a situação do setor e se tornam cada vez menos otimista com a evolução dos negócios nos próximos meses.

Bombeiros encontram corpo de empresário desaparecido no Rio Paraná

Equipes do Corpo de Bombeiros encontraram, por volta das 17h, desta segunda-feira (19), o corpo do empresário Otávio Beluco, de 66 anos. O homem tinha sumido no Rio Paraná, em Porto Rico, na região noroeste do estado.

Empresário em Cianorte, Beluco desapareceu no sábado quando caiu no rio. Ele passeava de barco com a família, perto da Ilha Mutum.

Nesta segunda-feira, cinco embarcações dos bombeiros, Marinha, além de um helicoptero e amigos da vítima ajudaram nas buscas.

O corpo de Beluco foi encontrado no fim da tarde a cerca de 25 km do local onde ele desapareceu. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Paranavaí.

Ex-miss e namorado PM acusados de sequestro são incluídos na lista da Interpol

A ex-miss Pinhais Karina Cristina Reis e o namorado dela, o policial militar Janerson Gregório da Silva, já estão com os nomes inseridos no sistema da Polícia Federal que impede a saída deles do país e também na lista vermelha da Interpol.

A inclusão foi determinada pelo juiz substituto Siderlei Ostrufka Cordeiro, da 2ª Vara Criminal de São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. Na ordem, emitida na semana passada, o magistrado afirma que o Estado deve arcar com todos os custos necessários para a extradição do casal na hipótese de prisão no exterior. Mas a conta-salário do soldado, por meio da qual ele recebe os vencimentos como integrante da Corporação, segue liberada.

Logo depois da fuga do acusado do Batalhão de Guarda, em Piraquara, ainda na Grande Curitiba, a PM pediu o bloqueio dos recursos. Mas, argumentando que isso extrapolaria a jurisdição do Juízo por ser uma providência “alheia à normatividade legal e processual penal”, nenhuma medida foi tomada. Com isso, mesmo sendo foragido, o militar continua recebendo normalmente a remuneração, que sai dos cofres do governo do estado.

O soldado foi preso em flagrante no fim de agosto do ano passado e fugiu no dia 4 de junho. A informação chegou à Justiça por meio da defesa da mãe dele, Sueli de Fátima Gregório da Silva, que também responde ao processo, mas em liberdade. A mulher morava com o filho em uma casa no bairro Jardim Botânico, em Curitiba. E foi para lá que Janerson e Vinícius Camilo da Silva, amigo e vizinho dele, levaram o empresário que havia sido rendido em São José dos Pinhais.

Já a ex-miss Pinhais, que também foi presa em flagrante suspeita de ser a mentora da ação criminosa, tinha conseguido um habeas corpus em outubro de 2017 e era monitorada por tornozeleira eletrônica. No dia 2 de junho, no entanto, a modelo – que chegou a ficar entre as semifinalistas do concurso Miss Paraná 2017 – rompeu o dispositivo. Desde então, a moça desapareceu e o empresário que foi vítima do sequestro e que estava fora do Brasil cancelou o retorno ao país por medo de vingança.

A BandNews tenta há vários dias, mas não consegue contato com o advogado do casal. No momento, apenas Vinícius Camilo seque atrás das grades.

Em 29 de agosto de 2017, a vítima foi atraída para uma suposta reunião com clientes. As investigações apontam que o empresário foi rendido pelo militar e o amigo e levado para a casa de Janerson, em Curitiba. Um resgate de R$ 200 mil foi pedido, mas o montante não chegou a ser pago. Antes disso, a polícia rastreou o veículo da vítima e chegou até Janerson, que contou onde era o cativeiro.

Quando foi encontrado pelas equipes, o empresário estava amarrado, vendado e amordaçado no porta-malas de um segundo automóvel que estava na garagem do imóvel. À polícia, Janerson admitiu a participação no crime e disse que precisava de dinheiro, mas eximiu a mãe e a namorada de qualquer envolvimento no caso.

A Secretaria de Segurança Pública conduz um procedimento interno sigiloso para apurar de que forma o soldado escapou do Batalhão de Polícia de Guarda. A possibilidade de facilitação não está descartada, especialmente porque, depois dele, mais dois agentes que estavam presos conseguiram escapar.

Ex-miss acusada de sequestro de empresário é considerada foragida da Justiça

A Secretaria de Segurança Pública do Paraná (Sesp-PR) confirmou que a ex-miss Pinhais Karina Cristina Reis, 25 anos, é considerada foragida da Justiça após romper a tornozeleira eletrônica. De acordo com a Sesp, Karina rompeu o equipamento no último sábado (2), horas antes do namorado e policial militar Janerson Gregório da Silva fugir do Batalhão de Guarda da Polícia Militar em Piraquara, na região metropolitana de Curitiba.

Policial que confessou sequestro de empresário foge no PR

Os dois são acusados pelo sequestro de um empresário do ramo publicitário, com quem a modelo trabalhava, em agosto do ano passado. O policial militar foi preso na época do crime e a miss foi presa em setembro, acusada de ser a mentora do sequestro.

O empresário foi localizado horas após o pedido de resgate à família, amordaçado dentro do porta-malas de um carro, que estava estacionado na casa de Janerson, no bairro Jardim Botânico, em Curitiba.

Karina Reis foi solta dois dias após a prisão por um habeas corpus concedido pela 2ª Vara Criminal de São José dos Pinhais e era monitorada por tornozeleira eletrônica. A polícia descobriu que ela rompeu o equipamento após ele ficar sem bateria no final de semana.

Agora a ex-miss e o policial militar são considerados foragidos da Justiça. Um terceiro participante do crime segue preso. Sobre a fuga do PM do Batalhão onde estava detido, um procedimento interno sigiloso foi aberto para apurar de que forma a fuga ocorreu.

Desde a fuga do policial militar, o Paraná Portal tenta contato com o advogado que defende o casal mas não obteve retorno.

Investigação

Janerson Gregório da Silva fugiu do Batalhão de Polícia de Guarda em Piraquara, na Região de Curitiba, onde estava preso entre a noite de domingo e a madrugada de segunda-feira (4) | Foto: Reprodução/ PM

De acordo com as investigações, o policial teria sequestrado a vítima a pedido de sua namorada, a ex-miss Pinhais Karina Reis. Porém, em depoimento, o policial militar confessou o crime, contou à polícia que precisava de dinheiro e eximiu a Karina e a mãe, que também foram presas na época, de qualquer envolvimento.

A PM não deu detalhes de como a fuga aconteceu, mas garante que buscas estão sendo feitas na região para localizar o foragido e que um Inquérito Policial Militar será aberto para apurar as circunstâncias da fuga e se comprovado a participação de agentes ou facilitação na fuga os mesmos serão punidos com o rigor da lei.

“A PM não compactua com desvios de conduta de seus integrantes e ressalta que, para qualquer situação potencial envolvendo policiais, busca a elucidação de todos os fatos, e, se restar comprovada responsabilidade, os instrumentos adequados de saneamento, correição e expurgo são adotados, na forma legal, sendo respeitados os direitos ao devido processo legal, à ampla defesa e ao contraditório, para qualquer militar estadual e neste caso não é diferente”, finaliza a nota.

O crime

O empresário foi atraído pelos sequestradores que se passaram por clientes interessados no serviço que ele oferece e marcaram um encontro. Ele foi rendido em São José dos Pinhais na tarde do dia 29 de agosto de 2017, segundo o delegado Cristiano Augusto Quintas dos Santos, do Tigre, o grupo da Polícia Civil, especializado em sequestros.

A vítima foi encontrada amordaçada, amarrada e vendada no porta-malas de um carro. O automóvel estava na garagem da casa do PM no bairro Jardim Botânico, em Curitiba. A mãe de Janerson, Sueli de Fátima Gregório, também estava no imóvel e acabou presa, mas deixou a cadeia há duas semanas por força de outro habeas corpus.

Além de confessar o crime, Janerson contou à polícia que precisava de dinheiro, mas eximiu a mãe e a namorada de qualquer envolvimento.

“Diante do conjunto de provas que se apresentou aqui não tem como eximir, tanto a mãe, que foi no mínimo conivente com a situação, muito provavelmente – isso é o juiz que vai afirmar -, muito provavelmente ela sabia de tudo que se passava ali: o rapaz estava amarrado no interior do veículo e o veículo estacionado logo abaixo da janela do quarto dela. Ela também foi presa, continuamos diligenciando, descobrimos que havia uma terceira pessoa envolvida, que seria a namorada do principal sequestrador, e essa menina foi encontrada no município de Pinhais”, afirmou o delegado.

Como resgate, o grupo teria pedido R$ 200 mil. O delegado Luiz Artigas, também do Tigre, afirma que o crime foi solucionado graças à reação da família da vítima.

“A família recebeu um pedido de resgate e nos procurou imediatamente, o que foi determinante no sucesso da investigação, o que nos permitiu trabalhar o caso desde bem o seu início. Com base nas informações prestadas pela família, no fato da família ter acreditado no trabalho da polícia e não ter pago o resgate, houve a possibilidade de resgatarmos o refém”, afirmou.

Justiça manda soltar empresário suspeito de matar vizinho por causa de som alto

O empresário suspeito de matar um engenheiro durante uma discussão motivada pelo som alto no apartamento do vizinho, no bairro Juvevê, em Curitiba, foi solto pela Justiça. A decisão é do juiz Daniel Surdi de Avelar, da 2ª Vara do Tribunal do Júri. Antônio Humia Dorrio, de 49 anos, teria atirado contra Douglas Reges Junckes, de 36, no dia 20 de maio. Ao ser preso, o empresário disse que se irritou com o som alto num domingo à tarde e, ao tirar satisfações com o vizinho, uma briga teria se iniciado.

Em seguida, Antônio teria buscado a arma e efetuado pelo menos quatro disparos, sendo que um deles atingiu o próprio braço. Ele foi preso no Hospital Cajuru, onde recebia atendimento. Apesar de conceder a liberdade ao homem, o juiz determinou que ele não frequente mais o prédio onde o crime aconteceu e também não mantenha contato com nenhuma testemunha do inquérito.

Liminar autoriza acesso de policial a condomínio

O Juiz Rubens dos Santos Júnior reconheceu o direito do policial Antônio Gabriel Castanheira de entrar no condomínio da família do empresário Luís Mussi, em Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba. O local foi cedido pela dona do imóvel, a irmã do empresário, Liliane Mussi.

“Com efeito, não existe, no ordenamento jurídico, qualquer norma que, em um condomínio divisível, como na espécie, vede que determinado condômino proceda à locação do bem que está sob sua posse exclusiva a terceiro. Neste particular, note-se que até mesmo a venda do bem a terceiros seria permitida… Daí que não vejo como considerar viável, do ponto de vista estritamente jurídico, a pretensão do autor de vedar o acesso do requerido pela via principal do condomínio”, considerou.

Na quarta-feira da semana passada o policial, armado com fuzil e granada, invadiu o condomínio depois de ser impedido pelo seguranças de entrar no local. A ação foi registrada pelas câmeras de segurança. O policial alega que vinha sendo coagido a deixar o local desde janeiro, quando se mudou para o condomínio, e teve o “acesso de fúria” depois de ser impedido de entrar na própria casa.

A ação “possessória” foi impetrada por Luís Musse depois da “invasão” para impedir a entrada de Castanheira no condomínio. O juiz diferiu parcialmente a liminar “a fim de que o requerido (Castanheira) se abstenha de praticar atos de violência desproporcionais contra o requerente… sob pena de multa de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) por cada ato praticado”.

No início da semana que vem, a assessoria do empresário Luiz Mussi “irá disponibilizar a íntegra das imagens que comprovam o comportamento anormal do policial e as ameças feitas a família, de crimes de homicídio e violência sexual”.  Segundo a assessoria, na próxima semana tudo será esclarecido. “A defesa do policial vem criando factoides na imprensa para beneficiar o seu cliente”, diz em nota.

Veja a LIMINAR

Nota da assessoria de Luiz Mussi: 
“Apesar de ter conseguido decisão cível que o autoriza a entrar no condomínio por ele invadido no último dia 18, em Campo Largo, na Grande Curitiba, o policial Antonio Gabriel Castanheira será preso se adentrar ao local. Segundo o advogado da Família Mussi, dona do Condomínio, Rodrigo Muniz Santos, além do interdito proibitório na esfera cível há outra decisão judicial liminar que proíbe Castanheira de se aproximar a menos de 300 metros do Haras Rio Verde. “Caso ele entre no condomínio será preso”, destacou Santos. A decisão liminar é baseada no comportamento truculento de Castanheira durante a invasão. Naquele dia ele quebrou o vidro de uma guarita com um fuzil, jogou uma granada dentro do condomínio e proferiu vários impropérios contra a Família Mussi, os ameaçando de morte e de violência sexual contra as mulheres da família. “
Nota do advogado de Gabriel Castanheira:
“Em resposta à nota lançada por Luiz Mussi, o advogado de Luiz Mussi afirma que o local não é um condomínio mas sim um chácara com várias residências. Que Antônio Gabriel Castanheira foi criminosamente impedido de ingressar na casa onde reside. Que Luiz Mussi foi e está sendo processado criminalmente pelas condutas que vem perpetrando há muito tempo no imóvel de propriedade de sua irmã e ocupado por Castanheira. Que Luiz Mussi detém o mesmo espaço e o mesmo direito que a também proprietária de um dos imóveis da Chácara Rio Verde. Que a decisão liminar que afasta o senhor Castanheira, por ora, do seu domicílio, será objeto de análise por parte do Juiz Criminal de Campo Largo, quando da exposição real dos fatos. Que as supostas ameaças propaladas pelo senhor Luiz Mussi são fruto de vídeos e áudios editados e criminosamente lançados na grande mídia a fim de criar impacto contra a conduta de Castanheira acessar sua residência em seu exercício regular de direito e em legítima defesa ao aparato criminoso montado com o propósito de impedir o policial de ingressar em sua casa. Cláudio Dalledone”