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Escolas de ensino médio integral receberão R$ 118 milhões do MEC

O Ministério da Educação (MEC) liberou o montante de R$ 118 milhões para ser investido em escolas em tempo integral. A decisão, já publicada no Diário Oficial da União, contempla 18 estados para a implementação de escolas que se encaixem ao modelo novo do Ensino Médio.

O valor liberado integra a segunda parcela de incentivos previstos pelo programa, que começou a repassar recursos para as instituições educacionais ainda em 2018, ano em que houve a nova Reforma do Ensino Médio que destacava o aumento progressivo da carga horária das escolas, alcançando o modelo integral.

O estado que recebeu maior número de recursos foi o Ceará, com cerca de R$ 19,5 milhões. Na sequência, vêm Pernambuco, com cerca de R$ 15,2 milhões; Goiás, com R$12, 9 milhões e Rio de Janeiro com uma verba de cerca de R$ 10,3 milhões.

O projeto visa ampliar a carga horária do Ensino Médio de quatro para sete horas diárias. Na reforma, a meta é que dentro de um período de cinco anos as escolas já tenham carga de 1000 horas anuais, o que corresponde a cinco horas por dia. Já o planejamento final é chegar a 1.400 horas anuais, alcançando o regime integral cursando sete horas diárias.

Para quem não pode pagar o valor de uma mensalidade em escolas integrais, há opções como o Educa Mais Brasil. O programa oferece bolsas de estudo para várias modalidades de ensino e já beneficiou mais de 1 milhão de estudantes em todo o país. Acesse o site do programa e confira todas as oportunidades. Para escolas de ensino integral ou parcial os descontos podem chegar a 50% nas mensalidades.

Agência Educa Mais Brasil

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MEC planeja ampliar o projeto Educação Conectada; objetivo é atender mais de 24,5 mil escolas

O Ministério da Educação (MEC) anunciou que pretende ampliar o projeto Educação Conectada. O objetivo, segundo a pasta, é democratizar o acesso à internet de qualidade em escolas públicas no Brasil. É esperado investimento estimado de R$ 82,6 milhões, alcançando mais de 24,5 mil escolas públicas urbanas. A ação, se colocada em prática, irá beneficiar cerca de 11,6 milhões de estudantes em todo Brasil.

Durante coletiva de imprensa, o ministro da educação Abraham Weintraub ressaltou que a medida tem a ver com as mudanças anunciadas para o Exame Nacional do Ensino Médio. “Para ter o Enem Digital, é preciso dar condições iguais para todos”. Ano que vem, será lançado o Enem Digital em edição piloto. A previsão é que, até 2026, o exame seja totalmente digitalizado.

A maior parte das escolas públicas que devem receber conexão de internet é da rede municipal. São 13.634 unidades de ensino com mais de 5,5 milhões de estudantes. Já da rede estadual de educação básica tem total de 10.828 escolas com 6,1 milhões de alunos. Para participar do projeto Educação Conectada, as escolas precisam ter: número de matrículas maior que 14 alunos; no mínimo três computadores para uso dos alunos; no mínimo um computador para uso administrativo e pelo menos, uma sala de aula em funcionamento.

*matéria produzida com informações do MEC

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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Ferramenta do Inep possui dados de mais de 226 mil escolas brasileiras

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), a partir de dados colhidos no último Censo Escolar, de 2018, lançou o Catálogo de Escolas da Educação Básica. A ferramenta, que pode ser usada por qualquer pessoa, permite buscar informações de mais de 226 mil escolas em todo Brasil de maneira personalizada.

No Catálogo de Escolas estão reunidos os principais dados da instituição como endereço, telefone e outros aspectos mais gerais da oferta educacional. As informações podem ser pesquisadas por região, rede de ensino (privada, estadual, federal ou municipal), porte da escola ou, ainda, pela etapa e modalidade de ensino. Há, ainda, a possibilidade de buscar uma unidade específica, através do código do centro de pesquisa ou o nome.

A ferramenta foi desenvolvida pela equipe da Diretoria de Estatísticas Educacionais do Inep, responsável por coletar e compilar as informações que são fornecidas ao Censo Escolar por cada instituição de ensino do país. De acordo com o Inep, o catálogo será atualizado anualmente, no mês de maio, seguindo o cronograma do Censo Escolar.

Outra plataforma

O Educa Mais Brasil, que há 15 anos atua no segmento educacional através do incentivo ao estudo, também disponibiliza informações de instituições de ensino de todo o país. Para acessar as informações, basta acessar o site do Educa, selecionar a opção “escolas”, escolher a região e se deseja fazer a busca por série ou através do nome da unidade.

Além de disponibilizar dados sobre estrutura e proposta pedagógica da unidade de ensino, o Educa Mais também informa se há bolsas de estudo disponíveis para a instituição desejada. São milhares de escolas parceiras e os descontos são de até 50%.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil | *com informações da Agência Brasil

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Projeto que prorroga mandatos de diretores de escolas é adiado na CCJ

O Governo do Estado quer prorrogar por mais um ano os mandatos dos atuais diretores e diretores auxiliares das escolas da rede estadual de educação básica. A proposta começou a ser debatida na Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa nesta terça-feira (29).

Segundo o projeto, os diretores devem permanecer na função até dezembro de 2020. Com isso, a eleição que ocorre mediante consulta à comunidade escolar a cada quatro anos, será transferida para os meses de novembro e dezembro do ano que vem.

O Poder Executivo justifica ser importante garantir a isonomia no processo de consulta àqueles que não possuem especialização em Gestão Escolar. Devido a trâmites burocráticos o curso não pode ser ofertado em 2019, como explica o relator da proposta deputado Tiago Amaral (PSB).

“A legislação determina no estado do Paraná que os diretores que desejam disputar a eleição eles passem por um processo de qualificação e o estado precisa ofertar. Como o estado não conseguiu ofertar esses cursos em função de um novo governo e para não prejudicar esses diretores, o estado decidiu prorrogar por um ano esse processo”, explicou.

O deputado Tadeu Veneri (PT) pediu vista. Para ele, a eleição dos diretores de escolas não pode ser feita no mesmo ano das eleições proporcionais e majoritárias. “No meu entendimento, quando nós aprovamos em 2013 e em 2015, o projeto que prevê dois anos o mandato de diretores prorrogáveis por mais dois, nós escolhemos anos ímpares para que não houvesse coincidência com as eleições parlamentares. Porque eu entendo que as eleições de deputados, vereadores, e etc acabam contaminando o processo”, destaca.

O deputado Tiago Amaral explica que não há qualquer problema em relação a prorrogação em função do período eleitoral. “A lei atual ela já estipula que o momento da realização das eleições de diretores é em novembro e dezembro”, afirmou.

Como recebeu pedido de vista, o projeto retorna a pauta da CCJ na semana que vem.

 

Presos - Paraná - Escolas

Presos diminuem sua pena com reformas em escolas estaduais no Paraná

Redução de pena para os presos e economia para o poder público em reformas de escolas estaduais. Esses são os objetivos do projeto Mãos Amigas, que utiliza a mão de obra dos detentos para reparos, manutenção e pequenos consertos nos colégios do Paraná.

O projeto é desenvolvido pelo Governo do Estado, por meio de parceria entre o Fundepar (Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional), Secretaria de Estado da Segurança Pública, e pelo Depen (Departamento Penitenciário).

Ao todo, o projeto beneficiou 636 escolas em todo Paraná, sendo 416 somente em Curitiba e região metropolitana. Apenas presos que estejam no regime semiaberto e que tenham bom comportamento podem ser aceitos no processo de seleção.

Os detentos fazem desde serviços de pintura e jardinagem até obras emergenciais, como troca de telhas e forros. Além de Curitiba e região metropolitana, o projeto atende escolas de Ponta Grossa, Londrina, Maringá, Cascavel, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão e Guarapuava.

Para o coordenador do projeto, Nabor Bettega Júnior, do Instituto Fundepar, a ação ajuda a reinserir o preso no mercado de trabalho. “Eles recebem capacitação e passam a fazer um trabalho de cidadania, indo ao encontro de sua real vocação e habilidades, promovendo participação ativa na sociedade”, avalia Bettega Júnior.

Todos os detentos que participam do projeto recebem mensalmente R$ 748,50 (20% fica retido em uma poupança individual e o restante é destinado para sua família). Além disso, a cada três dias trabalhados nas escolas, os presos retiram um dia de sua pena.

Desde a sua criação em 2012, passaram mais de 600 presos pelo projeto e o índice de reincidência é zero. “Nunca tivemos reincidência, todos que passaram por aqui conseguiram entrar no mercado de trabalho e geralmente aparecem para agradecer. Os resultados são muito positivos” enfatiza Nabor.

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Paraná deve plantar 700 mil mudas de árvores até o final do ano

O estado do Paraná pretende plantar 700 mil mudas de árvores nativas até o final de 2019. Iniciado junto ao início da Primavera, o programa Paraná Mais Verde já concluiu o plantio de mais da metade da meta.

Segundo o Palácio Iguaçu, 400 mil mudas de árvores foram plantadas. As ações alcançaram 2.100 escolas estaduais e 400 escolas especiais. As mudas foram distribuídas em todos os 399 municípios paranaenses.

“Buscamos o desenvolvimento econômico, mas sem deixar de aliar com o desenvolvimento social e ecológico”, disse o governador Ratinho Junior (PSD), destacando que a apresentação dos número se deu no mesmo dia em que a cúpula da ONU (Organização das Nações Unidas) trouxe à tona assuntos como preservação ambiental.

Mudas de árvores nativas

As mudas são produzidas nos 19 viveiros administrados pelo IAP (Instituto Ambiental do Paraná). Os locais desenvolvem 100 espécies da flora nativa, como por exemplo Araucária, Peroba Rosa e Imbuia. As três citadas estão ameaçadas de extinção.

“Conseguimos produzir as mudas das árvores nativas nos viveiros para, então, entregar às crianças. Queremos que a partir de hoje haja um incentivo de plantio nas casas, nos parques e onde mais for possível”, afirmou o secretário Estado do Desenvolvimento Sustentável e Turismo, Márcio Nunes.

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Escola de Curitiba é a única do Paraná entre finalistas de projeto da ONU Meio Ambiente

A Escola Pedro Apóstolo, de Curitiba, é a única do Paraná entre as 10 finalistas do ‘Mares Limpos‘. O projeto, promovido pela ONU Meio Ambiente, foi feito para alunos e professores desenvolverem ações para reduzir o consumo de plástico. Foram 25 instituições participantes, mas agora o colégio curitibano pode se sagrar o vencedor neste sábado (31), quando o resultado é divulgado.

A principal autoridade global em meio ambiente é uma agência do Sistema das Nações Unidas (ONU), responsável por promover a conservação do meio ambiente. A partir disso que o projeto foi lançado.

A Pedro Apóstolo, localizada no bairro Capão Raso, teve 50 dias de atividades e acabou reunindo diversas ações lúdicas criadas pelos professores e alunos do 7.º e 8.º ano.

“A partir do momento em que o aluno trabalha toda essa importância de reduzir o plástico dentro da escola, isso acaba refletindo em casa e no relacionamento com os pais e amigos”, ressalta a diretora da escola, Carolina Paschoal.

Na festa junina deste ano, por exemplo, a escola conseguiu promover o evento 98% livre de plástico. A escola também sugeriu que os alunos levassem as próprias garrafas de água, para evitar o uso do copo plástico.

“Ficamos muito felizes com o engajamento dos alunos, professores e colaboradores. Pretendemos continuar realizando projetos. Os próprios alunos escolheram o tema com o auxílio dos professores”, completa a diretora.

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Foto: Divulgação

O PROJETO DA PEDRO APÓSTOLO

De acordo com a ONU, de 60% a 80% de todo o lixo no mar é plástico. A estimativa é de que até 2050 teremos mais plástico do que peixes no mar. Com esse dado, uma das ações da escola foi “O impacto do plástico nos oceanos”.

O projeto teve o objetivo de medir a quantidade de lixo plástico descartável produzido por um grupo de 14 estudantes e suas famílias. Para isso, os alunos levavam o lixo acumulado até à escola e, juntos, construíram um painel no portão da instituição.

“Queríamos ver o que realmente as famílias usavam de plástico. Foi um projeto super legal, e além da gente conseguir realmente medir o impacto de consumo plástico durante esse período, também vamos doar toda a quantidade acumulada para uma usina de reciclagem, para que esse lixo tenha o descarte correto”, diz Ana Cláudia Cruz, diretora pedagógica da escola e que também esteve na coordenação do projeto.

Com as ações de conscientização, o projeto foi atraindo a atenção de todos os outros alunos, que passaram a praticar hábitos sustentáveis. Um exemplo foi a aluna Eduarda Anderle Prado, do nono ano.

“Mudamos o canudo de plástico para o de metal, sacolas plásticas por retornáveis e aprendemos que quanto mais pessoas praticarem essas pequenas ações, podemos mudar o mundo para melhor”, conta Eduarda.

AS 10 FINALISTAS

Além da escola do Paraná, outras duas escolas são na Região Sul. Uma é de Alvorada, no Rio Grande do Sul, e outra fica em Itajaí, em Santa Catarina.

São Paulo domina a lista, com instituições de Campinas, Campos do Jordão, Cananeia, Itanhaém e Rio Claro. Para fechar, as cidades de Ribeirão das Neves, em Minas Gerais, e Águas Belas, Pernambuco, completam as finalistas.

Gaeco cumpre 17 mandados em 12 cidades na Operação Quadro Negro

O Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná (MP-PR), cumpre 17 mandados de busca e apreensão, na manhã desta quinta-feira (8), contra empresários investigados na Operação Quadro Negro, que apura o desvio de dinheiro em obras de reforma e construção de escolas estaduais. São alvos da ação os proprietários de 14 construtoras.

A ação é realizada em 12 cidades do interior do estado na segunda etapa da 6ª fase da Quadro Negro. Os alvos estão em Cascavel, Ponta Grossa, Londrina, Maringá, Foz do Iguaçu, Pitanga,  Paranavaí, Itaipulância, Pato Branco, Tomazina, Umuarama e Realeza.

Ontem, 32 mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Curitiba, Cascavel, Castro e Campo Magro. Quatro pessoas foram presas em flagrante: duas por posse ilegal de arma de fogo, uma com munição indevida e uma por desacato à autoridade.

Nesta quarta-feira, o coordenador-geral do Gaeco, Leonir Batisti, disse em coletiva que o objetivo desta fase é colher mais informações para etapa final da Operação. O foco das buscas é a apreensão de celulares, computadores, documentos ou valores. “Nós estamos em busca de outras informações, porque a apuração é de que houve pagamento de propina para proporcionar o desvio de dinheiro público utilizado nas obras em escolas. Estamos em busca de informações que podem corroborar com os fatos”, explicou.

QUADRO NEGRO

A Operação Quadro Negro investiga o desvio de verba que seria usada na construção e reforma de escolas do estado entre 2012 e 2015. Segundo as investigações, a Construtora Valor recebeu aproximadamente R$ 20 milhões, mas não entregou as obras.

No dia 19 de março, o ex-governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), foi preso pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná. Alguns dias depois, o tucano, a ex-primeira-dama e ex-secretária da Família e Desenvolvimento Social, Fernanda Richa, e outras cinco pessoas viraram réus por obstrução de investigação de organização criminosa no âmbito da Operação Quadro Negro. Richa também é réu por  organização criminosa, corrupção passiva e prorrogação indevida de contrato de licitação.

Ao todo, sete processos criminais integram a operação. Richa é réu em três deles.

O ex-governador é acusado, juntamente com outros 13 denunciados, de promover oito aditivos contratuais em obras de escolas públicas estaduais para aumentar o valor repassado à construtora Valor em R$ 4,924 milhões. Segundo a denúncia, a Valor teria sido orientada a apresentar uma proposta bastante baixa na licitação, para vencer o certame e, posteriormente, ser “compensada” com os aditivos, que foram concedidos “de forma absolutamente injustificada, fraudulenta e eivada de vícios (de motivo, forma e finalidade), sem qualquer imprevisto ou situação fática que demandasse a revisão dos montantes originariamente pactuados”. O MP aponta ainda que os recursos repassados a maior teriam sido utilizados como Caixa 2 da campanha de reeleição de Richa ao governo do Estado em 2014.

O engenheiro e ex-diretor da Secretaria de Educação Maurício Fanini, afirmou, em depoimento à Justiça, que atuou para a arrecadação de propinas na secretaria e que os valores tinham como objetivo promover benefício pessoal e eleitoral a Beto Richa. Fanini também declarou que o dinheiro também pagou viagens e a compra de um apartamento do ex-governador.

Richa nega envolvimento no caso e argumenta que foi seu governo que investigou e descobriu o esquema fraudulento nas obras das escolas estaduais, afastando os envolvidos e denunciando o caso ao Ministério Público.

câmeras de seguraça escolas e creches curitiba Foto Valdecir GalorSMCS

Câmeras de segurança: Curitiba vai gastar R$ 900 mil para evitar furtos em escolas e creches

Câmeras de segurança começaram a ser instaladas em escolas e creches de Curitiba para evitar furtos, roubos e atos de vandalismo. A prefeitura vai gastar R$ 900 mil com os equipamentos. Ao todo, 64 unidades que não contavam com câmeras de segurança passarão a ter monitoramento em vídeo.

O objetivo é coibir crimes contra o patrimônio público. Atos desse tipo são parte da rotina de algumas escolas e Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs). Só no ano passado foram 872 ocorrências de arrombamentos, furtos, roubos e atos de vandalismo nestes espaços.

De acordo com dados do Departamento de Logística da Secretaria Municipal da Educação, apenas o CMEI da Vila Verde, na CIC (Cidade Industrial de Curitiba), registrou mais de uma ocorrência por mês – ao todo, só em 2018, foram 15 ocorrências.

Este Centro está na lista de unidades em áreas consideradas “vulneráveis”, com histórico de furtos de cabos de energia elétrica, cilindros de gás e de vandalismo. Segundo a diretora do Departamento de Logística, Maria Cristina Brandalize, uma equipe vai acompanhar em tempo real o funcionamento do sistema.

“Os equipamentos vão contar com câmeras analíticas de vídeo, além do monitoramento via sistema de segurança on-line. Com isso, ações de furtos e vandalismos são abordadas em tempo real”, explicou.

Além de câmeras de segurança, rondas intensificadas

Além disso, as rondas escolares da Guarda Municipal também serão intensificadas. Segundo o superintendente Executivo da SME, Oséias Santos de Oliveira, as 64 unidades escolares municipais vão receber câmeras de segurança ao longo do recesso escolar de julho, que vai até próximo dia 22.

“Vamos coibir as ações de vandalismo para investir o dinheiro gasto nos consertos e reparos em melhorias dos espaços escolares”, afirmou.

Denuncie o vandalismo em escolas e creches

Os cidadãos podem denunciar atos de vandalismo contra escolas e CMEIs pelo telefone 153 da Guarda Municipal. Além disso, é possível ligar para a empresa G5, contratada pela Secretaria da Educação para o serviço de monitoramento interno (áreas cobertas por sensores), por meio do telefone: (41) 3045-7940.

*Com informações da Prefeitura de Curitiba

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Escolas brasileiras registram casos de bullying semanalmente

No ambiente educacional brasileiro é registrado, semanalmente, ao menos 10% de ações de bullying, conforme o relatório Teacher and School Leaders as Lifelong Learners. Realizado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o estudo foi feito a partir dos dados obtidos na pesquisa Teaching and Learning International Survey (Talis). Professores de 48 países pertencentes à OCDE participaram dessa pesquisa.

No conjunto de países da Talis 2018, 3% das escolas brasileiras enfrentam problemas de intimidação ou ofensa verbal a professores ou funcionários, ao menos uma vez por semana. Continuando com a comparação entre o Brasil, 28% dos diretores de unidades de ensino do país apontaram casos corriqueiros de bullying e intimidação entre os alunos, contra 14% reportado pelos outros países participantes da pesquisa.

A pedagoga Sandra Costa acredita que ações como palestras e debates são fundamentais para amenizar e até conter atos violentos entre os alunos. Atuando como coordenadora de uma escola particular, Costa ainda aposta que a união família-escola é de extrema importância para o estímulo às boas atitudes entre os estudantes. “Na instituição em que trabalho, conscientizamos os alunos contra o bullying na matéria de ética e com projetos de não violência. A família também é convidada a participar já que tem também um papel fundamental neste processo. Não adianta o professor ajudar o aluno e família ficar fora”, explicou a pedagoga.

A profissional também ressalta que o diálogo é um dos caminhos mais eficazes para combater o bullying nas escolas, incluindo primordialmente entender a origem do problema e como o aluno agressor deve se comportar. “Toda vez que um caso desse ocorre na nossa escola, a gente procura conversar com o aluno e pede para que ele faça uma reflexão e se coloque no lugar do colega. Com essa conversa a gente já percebe uma grande mudança”, conclui Sandra.

Fonte: Agência Educa Mais Brasi