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Star Wars: A Ascensão Skywalker será promovido por Daisy Ridley, Byega e J.J. Abrams na CCXP 2019

Os principais astros de Star Wars: A Ascensão Skywalker vêm ao Brasil promover o capítulo final da saga, que estreia nos cinemas no dia 20 de dezembro. Daisy Ridley, Oscar Isaac, John Boyega e J.J. Abrams são presenças garantidas na CCXP 2019, marcada para o dia 7 de dezembro. O filme fechará o ciclo de uma das sagas mais famosas da sétima arte, iniciada em 1977, com Star Wars: Episódio IV.

Os eventos narrados em Star Wars: A Ascensão Skywalker, começam cerca de um ano depois do desfecho do episódio anterior (Star Wars: O Último Jedi). A história mostra o conflito entre os sobreviventes da Resistência. Além disso, o enredo vai explorar a luta contra a Primeira Ordem. No entanto, para a surpresa de muitos, o vilão Palpatine vai reaparecer.

Conforme a protagonista Daisy Ridley, intérprete de Rey, a origem da personagem será contada em Star Wars: A Ascensão Skywalker. Além disso, o episódio final deve reunir os amigos de Rey e Finn. Enquanto o roteiro é mantido sob segredo absoluto, já sabemos que o capítulo final será o mais longo de toda a saga: a película terá 2 horas e 35 minutos (155 minutos).

CCXP 2019 CONTARÁ COM ASTROS E DIRETORES

Protagonistas do episódio 9 da saga, Daisy Ridley, John Boyega e Oscar Isaac são presenças confirmadas na CCXP 2019. Eles participarão do painel da Disney no dia 7 de dezembro. Além disso, o painel contará também com o direto J.J. Abrams e pela presidente da Lucasfilm, Kathleen Kennedy.

A CCXP 2019 também contará com outros astros do mundo pop, tais como Gal Gadot (Princesa Diana, de Mulher Maravilha) Iain Glen (Jorah, de Game of Thrones), Margot Robbie (Arlequina, do Universo DC), Ryan Reynolds (Esquadrão 6). A Comic Con Experience acontecerá entr os dias 5 e 8 de dezembro, no São Paulo Expo.

CONFIRA O TRAILER DE STAR WARS: A ASCENSÃO SKYWALKER

Tite_Brasil

É hoje! Brasil encara a Bolívia na abertura da Copa América

O Brasil encara a Bolívia nesta sexta-feira (14), às 21h30, e dá largada na Copa América 2019. Com jejum de quase seis anos sem títulos – a última conquista foi a Copa das Confederações em 2013, a seleção brasileira inicia o torneio que não vence desde 2007, quando Dunga era o treinador da amarelinha.

O duelo também reedita a final de 1997, quando o Brasil bateu os bolivianos por 3 a 1. Naquela ocasião, Ronaldo, Edmundo e Zé Roberto marcaram os gols brasileiros.

ONDE ASSISTIR

Na TV aberta, o jogo será transmitido pela Rede Globo, com narração de Galvão Bueno e comentários de Júnior e Walter Casagrande. Já entre os canais fechados, o SporTV exibirá a partida com narração de Milton Leite e comentários de Maurício Noriega e Muricy Ramalho.

ESCALAÇÕES

Com uniforme especial para a decisão, o Brasil tem uma principal dúvida no time titular: quem será o substituto de Arthur. O meio campista do Barcelona sofreu uma pancada na goleada por 7 a 0 sobre Honduras no último amistoso de preparação e, no máximo, ficará como opção no banco de reservas.

Fernandinho e Allan disputam a vaga em aberto.

Paranaense, nascido em Londrina, Fernandinho tem sua experiência a seu favor. Aos 34 anos, o jogador é um dos grandes destaques e um dos líderes do Manchester City, atual bicampeão inglês.

Ele ganha vida nova na seleção brasileira após ser apontado como um dos vilões na eliminação para Bélgica na Copa do Mundo da Rússia. Chegou a sofrer ataques nas redes sociais, mas agora pode ter a chance de comprovar seu valor e conquistar a redenção com a torcida.

Já o segundo é uma das novidades de Tite nessa primeira fase de reformulação. Com 28 anos, Allan é uma peça fundamental do Napoli, da Itália. Revelado pelo Vasco e com passagem pela Udinese, ele já foi procurado pela Federação Italiana de Futebol para se naturalizar italiano e defender a Azzurra. Com muita qualidade técnica, é um jogador com capacidade de ajudar na marcação e pisar na área rival.

OUTRO LADO

A aposta da Bolívia para essa Copa América segue sendo em Marcelo Moreno, que chegou defender as categorias de base da seleção brasileira. O atacante de 31 anos tem currículo extenso, com passagens por Cruzeiro, Flamengo, Grêmio e Vitória.

Atualmente na China, ele soma, nesta temporada, sete gols em nove jogos pelo Shijiazhuang Yongchang. Com a camisa da seleção, são 17 gols e seis assistências em 73 partidas.

Essa será a 27.ª participação dos bolivianos na Copa América. A melhor campanha foi em 1963, quando eles acabaram levantando o caneco.

FICHA TÉCNICA

BRASIL x BOLÍVIA

Data, hora e local: sexta-feira, às 21h30 (de Brasília), no Morumbi, em São Paulo.

Brasil: Alisson, Daniel Alves, Marquinhos, Thiago Silva e Filipe Luís; Casemiro, Fernandinho (Allan) e Phillipe Coutinho; David Neres, Richarlison e Roberto Firmino. Técnico: Tite.

Bolívia: Lampe, Diego Bejarano, Haquin, Jusino e Marvin Bejarano; Justiniano, Saucedo, Castro e Fernández; Vaca e Marcelo Moreno. Técnico: Eduardo Villegas

Arbitragem: Nestor Pitana será auxiliado por Hernán Maidana e Juan Belatti. Patricio Loustau será o responsável pelo árbitro de vídeo (VAR). Todos são da Argentina.

uniforme_Copa_América

Brasil vai usar uniforme especial na estreia da Copa América

O Brasil terá uma grande novidade na estreia da Copa América 2019. Ao invés de usar a famosa camisa amarelinha, a seleção brasileira vai usar um uniforme especial no duelo contra a Bolívia, marcado para às 21h30 desta sexta-feira (13), no Morumbi, em São Paulo.

A camiseta branca é inspirada e homenageia os 100 anos do primeiro título do Brasil: o Campeonato Sul-Americano de Seleções, em 1919. O torneio viria a mudar de nome em 1967, quando passou a se chamar de Copa América. Antes da equipe brasileira, o Uruguai conquistou as duas taças disputadas anteriormente.

Agora, o time comandado por Tite vai ostentar o uniforme, que conta com um aspecto retrô, para conquistar o primeiro triunfo na competição.

ESCALAÇÃO

A tendência é que os 11 iniciais tenha duas mudanças em relação ao time que goleou Honduras por 7 a 0 no último domingo (9). No meio campo, Arthur deve ficar de fora por ainda sentir uma pancada sofrida contra os hondurenhos e a vaga é concorrida por Allan ou Fernandinho. Já no ataque, Gabriel Jesus deve perder espaço para Roberto Firmino mesmo tendo marcado gol nos últimos amistosos.

A expectativa é que o Brasil entre em campo com: Alisson, Daniel Alves, Marquinhos, Thiago Silva e Filipe Luís; Casemiro, Allan (Fernandinho) e Phillipe Coutinho; David Neres, Richarlison e Roberto Firmino (Gabriel Jesus).

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Titular sob comando de Tite, Coutinho também tirou fotos com o uniforme. Foto: Lucas Figueiredo / CBF

‘Vingadores’ deve faturar R$ 3 bi e atores deixam suas marcas na Calçada da Fama

Parte do elenco do longa “Vingadores: Ultimato”, que estreia nesta quinta-feira (25),  cravou as suas mãos na Calçada da Fama de Hollywood, em Los Angeles, na Califórnia.

Os atores Robert Downey Jr (Homem de Ferro), Chris Evans (Capitão América), Mark Ruffalo (Hulk), Chris Hemsworth (Thor), Scarlett Johansson (Viúva Negra) e Jeremy Renner (Arqueiro) participaram de uma cerimônia nesta terça (23) em que deixaram marcadas suas assinaturas e mãos sobre ladrilhos de cimento da famosa calçada.

O mais recente capítulo da franquia bilionária “Vingadores” chega aos cinemas com a perspectiva de ser o maior lançamento do ano. A Marvel e a Disney esperam quebrar recordes e faturar até US$ 900 milhões (mais de R$ 3 bilhões) em todo o mundo, informa o site Hollywood Reporter.

Só nos Estados Unidos, o filme vai estrelar em 4.600 salas e pode render até US$ 300 milhões (mais de R$ 1 bilhão). A grande ressalva é o tempo de duração do filme, que é de mais de três horas.

O QUE É O UNIVERSO CINEMATOGRÁFICO MARVEL?

O Universo Cinematográfico Marvel (ou MCU, na sigla em inglês) é um contexto compartilhado pelos 22 filmes com personagens de quadrinhos produzidos pela empresa, que pertence à Disney.

Cada um conta sua própria história distinta, mas também se conecta com outros filmes no MCU a fim de construir uma narrativa mais abrangente. É uma técnica que o pioneiro da Marvel Comics, Stan Lee, também usou em seus quadrinhos.

O MCU é a franquia de filmes de maior sucesso de todos os tempos, faturando até agora mais de US$ 18,6 bilhões (cerca de R$ 73,3 bilhões).

‘A Melhor Escolha’ traz Bryan Cranston como veterano de guerra

O ator americano Bryan Cranston, 62, tem se dedicado a uma missão ingrata: fazer o público não associá-lo a Walter White, o papel de anti-herói que interpretou em “Breaking Bad” de 2008 a 2013. Mas ninguém é protagonista de uma das séries mais cultuadas da história TV e se afasta facilmente do personagem. Na teoria, “A Melhor Escolha” (“Last Flag Flying”) poderia ajudá-lo. Não faltaram expectativas para um novo longa de Richard Linklater, indicado em 2015 ao Oscar de melhor filme, roteiro e direção com “Boyhood”.

No entanto, o filme que estreia nesta quinta (22) no Brasil não teve nos Estados Unidos uma grande repercussão. A culpa não é de Cranston nem de seus colegas de elenco, os também consagrados Laurence Fishburne e Steve Carell. Não vale procurar um culpado, aliás. “A Melhor Escolha” não é um projeto fácil, e o ator reconhece isso à reportagem. “É um filme triste, mas uma história muito bonita. Não sei se seria viável realizá-lo sem Richard Linklater, que é um contador de histórias nato, não é alguém que se apega a técnicas habituais de se amarrar um roteiro, que não serviriam muito para três personagens como esses.”

O ator se refere a três veteranos da Guerra do Vietnã que voltam a se reunir em 2003. Larry Doc Shepherd (Carell) procura por Sal Nealon (Cranston) e Richard Mueller (Fishburne) para pedir que eles o acompanhem na viagem de busca do corpo de seu filho, soldado morto no Iraque. O personagem de Cranston é um dono de bar que passou por estresse pós-traumático. “A maneira que ele escolhe para lidar com isso é uma espécie de automedicação. Fuma, bebe, usa drogas e não toma exatamente as melhores decisões. Mas é o primeiro a querer ajudar o amigo.”

Para Cranston, há uma lição que o filme pode ensinar. “Quando você aceita uma pessoa em sua vida, tem de aceitá-la em sua integridade, não apenas pelas características dela que o agradem.”
Cranston era pré-adolescente nas convocações para o Vietnã. Para o papel, teve contato com muitos veteranos. “A Guerra do Vietnã foi a primeira em que nossos homens foram lutar num país que ninguém conhecia e por uma causa que não tinha repercussão entre os americanos. E por lá 58 mil soldados americanos morreram sem um motivo justificável.”

Ele afirma que o filme tem uma clara mensagem pacifista. “É interessante ser um filme contra as guerras e não mostrá-las, não há uma cena de batalha na tela. Acho que filmes de guerra precisam ter cuidado para não glorificar a coisa toda. A última decisão que qualquer país deve tomar é declarar guerra a outro.”

Contra Trump

Crítico contumaz do presidente americano Donald Trump, Cranston aproveita para mais um disparo. “Penso que o atual presidente americano deveria compreender que diplomacia e negociação não são métodos menos valorosos. O filme poderia ensinar algo a Trump, mas ele não tem capacidade para aprender qualquer coisa.”

A química do trio de atores rendeu elogios unânimes na crítica americana. O papel dele talvez seja o mais difícil, porque é em Sal Nealon que o roteiro deposita algumas cenas de humor, que surgem em meio ao drama. Cranston acha que tentar trabalhos bem diferentes do tipo que viveu em “Breaking Bad” é um desejo natural e compreensível. “Se eu já fiz alguma coisa, não quero ficar me repetindo”, diz. “Fui para a Broadway, depois interpretei no cinema um personagem real, o roteirista Dalton Trumbo”, lembra, referindo-se a “Trumbo”, que lhe deu uma indicação ao Oscar em 2016.

Ele diz que, apesar de o novo filme ser “muito triste” há “esperança” nele. “É uma história com momentos engraçados. Esse papel foi desafiador em muitos níveis.” O roteiro de “A Melhor Escolha” tem ligações com o filme “A Última Missão” (1973), de Hal Ashby, um dos primeiros grande trabalhos de Jack Nicholson.

Ambos são baseados em personagens do escritor Darryl Ponicsan. Apesar de nomes modificados, o soldado interpretado por Cranston seria o mesmo vivido por Nicholson naquele filme.
Ele não quis rever “A Última Missão”. “Não sou louco. Jack Nicholson é um ícone, você não pode querer fazer nada parecido com ele. Seria muita estupidez da minha parte.”

“Star Wars: Os Últimos Jedi” estreia com muita ansiedade pelos fãs

Com Band.com.br

Como todo episódio do meio em uma trilogia, Star Wars: Os Últimos Jedi serve mais para conduzir uma história maior do que para resolver em si a trama. Não que o filme escrito e dirigido por Rian Johnson não tenha começo e fim. Mas, no final das contas, apenas cumpre o papel obrigatório de um segundo filme numa trilogia, ou seja, tentar manter o interesse até o capítulo realmente conclusivo.

No longa, Rey (Daisy Ridley) pede para que o bom e velho Luke Skywalker (Mark Hamil), que estava vivendo numa ilha isolada, a treine como Jedi. Enquanto isso, Leia (Carrie Fisher) tenta acender “uma fagulha de esperança” no universo dominado por forças do mal.

Os Últimos Jedi é sobre o embate entre tradição e modernidade, sobre o novo substituindo o veterano. O mais interessante é como esses conflitos estão no próprio filme. Toda vez que o diretor Johnson tenta levar seu longa para um lugar diferente, uma certa Força o traz de volta para a mitologia de Star Wars.

Veja o trailer do filme:

Veja os horários de exibição nos cinemas.

Enfim, juntos! Heróis da DC Comics se unem na ‘Liga da Justiça’

Com Metro Jornal

Desde o fiasco de “Batman Vs Superman”, no ano passado, fãs de quadrinhos ficaram com um pé atrás em relação ao aguardado “Liga da Justiça”, que reuniria os principais heróis da DC Comics.

A falta de entrosamento entre os protagonistas, vividos respectivamente por Ben Affleck e Henry Cavill, denunciava certa tensão em relação a como o universo expandido da DC poderia se desdobrar.

O longa, que chega aos cinemas nesta quinta (16) após o sucesso de “Mulher-Maravilha”, ameniza tais falhas ao tentar equalizar o peso de cada herói na história. O ponto de partida é um mundo desesperançoso após a morte de Superman.

O medo surgido com o episódio evoca o retorno do vilão Lobo da Estepe, que pretende destruir a Terra com a reunião da força presente em três objetos chamados “Caixas Maternas”, cada uma delas vigiada por um povo diferente: amazonas, atlantes e humanos.

Sentindo-se culpado pelo que aconteceu a Superman, Batman decide reunir os meta-humanos para combater o mal iminente.

Com isso, entram na jogada Mulher-Maravilha (Gal Gadot), Flash (Ezra Miller), Aquaman (Jason Momoa) e Victor Stone (Ray Fisher), que trazem Superman de volta à vida para conter a ameaça.

Mais do que buscar criar empatia com as motivações de cada personagem, a direção de Zack Snyder e do co-roteirista Josh Wheedon – que assumiu o comando após o primeiro abandonar o posto – opta por priorizar a ação. Na contramão desse movimento, quem se destaca é o desajeitado Flash, num alívio cômico de pegada teen.

Conhecido por “Precisamos Falar sobre Kevin”, Ezra Miller faz aqui sua estreia em um potencial blockbuster. “Adorei o treinamento físico pelo qual precisei passar para esse filme. O mais desafiador foi me comprometer a fazer algo tão grande duradouro”, diz ele, que minimiza sua participação no longa. “Ainda assim, estou sob a sombra de gigantes”, afirma.

Para Gal, a dificuldade foi retomar sua Mulher-Maravilha em outro estágio da vida. “Ela é uma deusa, mas eu não posso tratá-la como tal. O fato de ela lutar bem e não poder morrer já está dado. Precisava esquecer disso para mostrar suas imperfeições”, diz ela.

A mensagem do filme poderia ser a de que problemas podem ser resolvidos com a união, mas, para a atriz, a situação real é outra. “Não há nada contra o que lutar. Não há alienígenas ou monstros. A verdade é que são as próprias pessoas que criam esses problemas. Tudo se trata de saber viver junto.”

Clique aqui e veja os horários de exibição nos cinema.

Documentário ‘A Gente’ retrata dia a dia dos presídios

Com Metro Jornal

Estreia nesta quinta (14) o filme “A Gente”, um documentário produzido pelo cineasta Aly Muritiba que retrata a realidade das prisões brasileiras.

Roteirista e produtor, Aly Murtiba já dirigiu 12 produções cinematográficas e duas séries de TV, trabalhos que lhe renderam mais de 150 prêmios em festivais de cinema.

No documentário “A gente”, o diretor dá sequência à trilogia de dois curta-metragens (“A Fábrica” e “Pátio”) que abordavam o mesmo tema.

Nesta nova produção, o roteirista retorna à uma prisão localizada em São José dos Pinhais, onde trabalhou como agente penitenciário durante sete anos, para dar vida a um novo enredo.

O filme retrata o cotidiano da Equipe Alfa, um grupo de 28 agentes carcerários formado por homens e mulheres de diferentes origens e formações.

Buscando mostrar a rotina das prisões brasileiras, o documentário mostra o dia a dia dos agentes sob a liderança de Jefferson Walkiu, que fazem a guarda e a custódia de cerca de mil criminosos.

O líder, que comanda o grupo para ficar por dentro dos acontecimentos da prisão na expectativa de dar conta do trabalho, logo descobre que os desafios de chefiar uma penitenciária são bem maiores do que pensava.

Em Curitiba, o filme será exibido a partir desta quinta (14) no Cine Guarani, na Cinemateca, no Espaço Itaú do Shopping Crystal e no Cineplus do Shopping Jardim das Américas.

Os horários das sessões de cada cinema podem ser conferidos no site www.olhardistrib.com.br.

Lava Jato em filme: estreia bem no dia da Independência do Brasil

Com Metro Jornal

Um dos filmes mais aguardados do ano, ‘Polícia Federal: a Lei é para todos’ estreia nesta quinta (7) contando a história da Operação Lava Jato da forma mais autêntica possível para os padrões cinematográficos.

O diretor Marcelo Antunez, porém, alerta aos entendidos de Lava Jato que forem aos cinemas a partir deste Dia da Independência – data escolhida por coincidência, segundo garante – que não adianta caçar cenas que não batam com a realidade, já que não se trata de um documentário.

“Nada é exatamente como aconteceu na vida real”, diz o diretor, que foi rigoroso na cronologia dos fatos e no conteúdo de partes sensíveis, como os depoimentos oficiais dos personagens, mas carregou nas tintas em cenas de ação para deixar o filme com cara de thriller – o que era, afinal, o objetivo da obra.

Veja o trailer oficial do filme:

Logo de início o espectador é avisado que os fatos narrados se passam entre o ano 1500 (quando chegaram os primeiros ‘corruptos’ no Brasil) e março de 2016 – mês da condução coercitiva do ex-presidente Lula e da divulgação das conversas telefônicas do petista com Dilma.

Por excesso de envolvidos na vida real, poucos personagens foram retratados com precisão. Os delegados Ivan (Antonio Calloni), Bia (Flávia Alessandra) e Júlio César (Bruce Gomlevisky), são inspirados, respectivamente, nos delegados Igor Romário de Paula, Erika Marena e Márcio Anselmo.

Mas cada um representa vários policiais: o delegado Ivan, por exemplo, é quem bate à porta de Lula (Ary Fontoura) para levá-lo a depor em Congonhas, mas na vida real foi outro delegado, Luciano Flores, quem cumpriu esse papel.

Em um filme em que as estrelas são os policiais, o juiz Sérgio Moro (Marcelo Serrado) tem participação periférica, refletindo sobre decisões críticas sozinho no gabinete ou em casa, com a família.

Antunez – que se diz de esquerda e jura sempre ter votado em Lula – considera que as interpretações políticas do público são inevitáveis, mas o filme apenas conta uma história. “A gente não pretende analisar nada”, afirma o diretor.

Veja os locais e horários de exibição do filme em Curitiba.

Filme sobre a operação Lava Jato terá celebridades em Curitiba nesta segunda (28)

Que o ano de 2017 está cheio de “estreias super aguardadas e polêmicas” não é novidade nenhuma. Quase toda semana você acompanha, aqui no Gente+, algumas críticas destes filmes que tem um ‘Q’ a mais do que todos os outros que entram em cartaz.

E claro que o que retrata o maior escândalo de corrupção do Brasil não seria diferente. Aliás, este sim tido como “o mais aguardado do ano” terá a sua pré-estreia nesta segunda (28), em Curitiba. “Polícia Federal – a lei é para todos” retrata de forma nua e crua como se deu todo o escândalo de roubos, propinas e desvio de dinheiro na maior estatal brasileira, a Petrobras.

A história você já está careca de saber, pois está estampada na capa dos noticiários dia sim outro também. Agora, o que você provavelmente não sabe é que este filme foi praticamente inteiro rodado em Curitiba, inclusive na sede da própria Polícia Federal (aquela mesma em que você vai para tirar o passaporte que te autoriza a curtir suas merecidas férias além das nossas fronteiras).

Veja o trailer do filme:

E você também pode não saber, mas a pré-estreia nesta segunda (28) será também aqui em Curitiba, no ParkShopping Barigui. Aliás, esta sessão, que será para convidados, terá todo um esquema de segurança reforçado por conta dos convidados que vão acompanha-la. Além de alguns dos atores que deram vida aos responsáveis, como Antonio Calloni, Ary Fontoura, Flávia Alessandra e Marcelo Serrado, as próprias “estrelas” da Lava Jato estarão lá: o procurador Deltan Dallagnol, os delegados Igor de Paula, Maurício Moscardi e Érika Mares, e muito provavelmente o juiz Sérgio Moro.

Apesar de o lançamento ser nesta segunda (28), a estreia nos cinemas brasileiros será no dia 7 de setembro, dia da Independência do Brasil (qualquer semelhança não será mera coincidência). Segundo o cineasta Marcelo Antunes, como a operação ainda está longe do fim, “esta é a primeira parte de uma trilogia que conta a história da Lava Jato no país”.

Nesta segunda (28), você acompanha uma transmissão ao vivo do ‘red carpet‘ da pré-estreia do filme “Polícia Federal – a lei é para todos”, com a chegada dos convidados e entrevistas exclusivas. Será na fanpage do Paraná Portal, a partir das 20h.