febre amarela dados consolidados paraná Foto Fernanda CarvalhoFotos Públicas

Febre Amarela: ciclo é encerrado com uma morte e 17 casos confirmados

O ciclo 2018-2019 da Febre Amarela terminou em junho com uma morte e 17 casos confirmados no Paraná. Ao todo, foram 480 notificações da doença no estado. Os dados consolidados foram divulgados nesta quinta-feira (04).

Segundo o Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), as regiões mais afetadas foram Paranaguá, Curitiba e Ponta Grossa, mas as notificações aconteceram em todo o Paraná.

O período sazonal da doença, estipulado pelo Ministério da Saúde, considera os dados registrados entre o dia 1.º de julho de 2018 e 30 de junho de 2019.

“O monitoramento da doença segue em todas as regionais, tanto dos casos de febre amarela em humanos como das epizootias, que registram os casos em macacos”, afirma a coordenadora de Vigilância Epidemiológica, Acácia Nasr.

Segundo a Sesa, a vacinação também continua disponível.

“A população não pode se descuidar. A febre amarela é uma doença infecciosa grave, transmitida por um mosquito, e a melhor forma de prevenção é a vacina”, alerta a médica.

Febre Amarela em animais

As chamadas epizootias – confirmações da doença em animais – encerraram o ciclo sazonal da Febre Amarela com 49 casos registrados em 73 municípios diferentes.

O Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública (Coes), destaca que os macacos não transmitem a febre amarela. Vítimas, assim como humanos, os primatas são considerados sentinelas aliados para o sistema de vigilância.

“O óbito de macacos em determinada área é um dos principais indícios de circulação do vírus em regiões de matas e florestas, servindo como um alerta para as autoridades de saúde adotarem medidas de prevenção, com a vacinação dos moradores”, explica a enfermeira Laurina Tanabe, do Coes.

Incentivo à vacinação

Ao divulgar os dados consolidados da Febre Amarela no Paraná, a Sesa reforça o apelo para que a população busque a imunização — considerada a forma mais eficiente de prevenção. As vacinas são aplicadas dentro da faixa etária de 9 meses até 59 anos, 11 meses e 29 dias. A imunização acontece com única dose da vacina.

Telas são instaladas no Zoológico para proteger primatas contra febre amarela

O Zoológico de Curitiba está instalando telas nos recintos dos primatas dentro e fora da área de exposição do parque. A medida é preventiva e busca proteger os animais do vírus da febre amarela, em circulação em municípios vizinhos, como São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.

“É importante salientar que não tivemos animais infectados e que a morte de um primata foi longe da divisa com Curitiba”, conta a chefe de fauna do Zoo, Nancy Banevicius.

Os ambientes em que vivem os micos-leões-dourados, micos-leões-da-cara-dourada, micos-de-cheiro, saguis, cuxiús, macacos-aranha e monocarvoeiros recebem a proteção antimosquito. Estão sendo colocados 2,2 mil metros quadrados de telas.

“Além do telamento, alguns animais mais vulneráveis foram remanejados para fora da área de exposição”, explica a bióloga do Zoológico. “Estamos zelando pela saúde e pelo bem-estar dos animais, os macacos não transmitem o vírus para os humanos”, completa Nancy.

Outros zoos do Brasil próximos de áreas onde houve infecção comprovada também tomaram esta medida. É o caso das unidades de São Paulo (SP) e Brusque (SC). Em razão do reflexo da luz nas telas, as equipes de manutenção vão fazer a pintura com tinta preta sem odor e atóxica, sem prejuízo aos animais, nas faces voltadas para os visitantes.

Aumenta número de macacos infectados por febre amarela no Paraná

Em uma semana foram confirmados sete casos de macacos encontrados mortos, com o vírus da febre amarela no Paraná. Segundo o boletim divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde na última quarta-feira (19), os casos de epizootias passaram de 42 na semana passada, para 49 nesta semana. Os novos registros foram em Tibagi, Campo Largo, Carambeí, Piraí do Sul e Ponta Grossa.

O número de casos em humanos permaneceu o mesmo na última semana, com 17 ocorrências e uma morte. Outros 76 ainda estão em investigação. A forma mais eficaz de prevenir a doença é a vacina, que está disponível em todo o estado e pode ser tomada por pessoas de 9 meses até 60 anos incompletos.

A Secretaria de Estado da Saúde reforça que há risco da febre amarela voltar a crescer em todo o estado, e por isso alerta que a vacina deve ser tomada principalmente por moradores do litoral, da Região Metropolitana de Curitiba e dos Campos Gerais.

Os sintomas iniciais da febre amarela são febre alta de início súbito, associada a dor de cabeça, calafrios, náuseas, vômitos, dor no corpo e dor abdominal. A doença pode evoluir rapidamente para formas graves com icterícia e sangramentos no sistema digestivo. A orientação é procurar atendimento médico assim que os primeiros sintomas aparecerem.

Saúde confirma caso de febre amarela na RMC; já são 17 no Paraná

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) confirmou mais um caso de febre amarela no Paraná. A pessoa infectada é de Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), conforme o boletim epidemiológico da doença divulgado nesta quinta-feira (13). Com isso, o número de casos chega a 17 desde julho do ano passado.

Até agora, o estado teve uma morte pela doença em março deste ano. A vítima morava em Morretes, no litoral do Paraná.

Os casos foram registrados em Antonina, Guaraqueçaba, Paranaguá e Morretes, no litoral; São José dos Pinhais, Adrianópolis e Quatro Barras, na RMC; Itaóca e Barra do Turvo.

Ao todo, são 467 notificações da doença, sendo que 76 ainda estão em investigação.

Em relação aos macacos, houve morte de 42 animais. Um aumento de nove óbitos desde a semana anterior. Os novos registros foram em Jaguariaíva (4), Carambeí (2), São José dos Pinhais (1), Campo Largo (1) e Balsa Nova (1).

A Sesa afirma que continua com a vacinação contra a febre amarela em todas as unidades de saúde do estado. Podem se imunizar pessoas a partir de nove meses de idade até 60 anos. Uma dose é suficiente por toda a vida.

Novo caso de febre amarela é confirmado no Paraná

Mais um caso de febre amarela foi confirmado no Paraná, segundo o último boletim divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), nesta quinta-feira (16).

Uma mulher, de 35 anos, moradora de Curitiba, apresentou uma forma leve da doença. Segundo a Sesa, o local de contração da doença está sob investigação.

Até agora 16 casos de febre amarela foram confirmados no estado e 74 casos em investigação. O boletim anterior apresentava 15 casos confirmados e 85 em investigação. Houve uma morte por febre amarela, em março deste ano, no município de Morretes, litoral do estado.

Entre os casos confirmados, 14 são do sexo masculino, com idades variando entre 10 e 60 anos. Os locais prováveis de infecção foram os municípios de Antonina, Guaraqueçaba, Paranaguá, Morretes, São José dos Pinhais e Adrianópolis.

A Secretaria de Estado da Saúde alerta a população que não deixe de tomar a vacina contra a febre amarela, mesmo com a ocorrência de dias mais frios. O motivo da orientação é que o mosquito transmissor da doença continua vivo, apesar da queda das temperaturas.

A secretaria ainda informou que mantém o trabalho de Vigilância de Epizootias, que investiga as mortes de macacos contaminados pela febre amarela no Paraná. Até o momento, 32 mortes pelo vírus foram confirmadas e 75 seguem em investigação.

Desde o início do monitoramento, de junho do ano passado até o 14 de maio, foram confirmados casos em de febre amarela em macacos em Antonina, Morretes, Paranaguá, São José dos Pinhais, Castro, Jaguariaíva, Ipiranga e Carambeí.

*Com informações da Secretaria de Estado da Saúde

 

Três unidades de saúde vacinam contra a febre amarela neste sábado (13), em Curitiba

Três unidades de saúde da Prefeitura vão abrir na manhã deste sábado (13) para vacinar a população contra a febre amarela: Monteiro Lobato (Tatuquara), Caiuá e Jardim Gabineto (CIC).

A estratégia de abrir unidades de saúde aos sábados para ofertar a vacina contra a febre amarela foi adotada em Curitiba no início de fevereiro, como uma opção extra para aquelas pessoas que não conseguem comparecer de segunda a sexta-feira.

Neste mês de abril, a Secretaria Municipal da Saúde tem concentrado a vacinação em unidades da região Sul da cidade, onde há áreas silvestres, o chamado “corredor ecológico”. Nestes locais pode haver proliferação dos mosquitos Haemagogus e Sabethes, transmissores da febre amarela e que exigem maior atenção.

“É nessa área em que também se encontram com maior frequência a população de macacos, que são sentinelas para o ser humano da presença do mosquito transmissor. Por isso temos priorizado a abertura de unidades de saúde aos sábados nessas regiões”, destaca o diretor do Centro de Epidemiologia da Secretaria da Saúde, Alcides de Oliveira.

Curitiba segue livre da circulação do vírus da febre amarela e a vacina também é ofertada de segunda a sexta-feira em 110 unidades de saúde da capital.

Indicação

A vacina é aplicada em dose única e o público-alvo são pessoas a partir de 9 meses até 59 anos. A dose é contraindicada para crianças menores de 6 meses ou para quem tem o sistema imunológico enfraquecido, com histórico de reação alérgica grave a algum componente da vacina ou doença febril aguda.

Pessoas acima dos 60 anos, gestantes e mães que estão amamentando bebês menores de 6 meses precisam de prescrição médica para tomar a vacina. Para os idosos, a prescrição médica é feita após se avaliar o risco de a vacina descompensar outras doenças preexistentes.

Em Curitiba, para gestantes e mulheres que amamentam bebês menores de 6 meses, a orientação é vacinar apenas aquelas que frequentam ou moram em sítios ou áreas de matas, onde há o risco de contaminação. As mães que amamentam bebês maiores de seis meses podem se vacinar sem restrições.


Vacinação contra a febre amarela neste sábado (13/4)

8h às 12h – Unidade de Saúde Monteiro Lobato (Rua Olívio José Rossetti, s/n, Tatuquara)
8h às 12h – Unidade de Saúde Cauiá (Rua Arnaud Ferreira Vellozo, 200, CIC)
8h às 12h – Unidade de Saúde Jardim Gabineto (R. Eng. João Visinoni, 458, CIC)

Saúde confirma mais um caso de febre amarela no Paraná

Chega a 15 o número de casos de febre amarela confirmados no Paraná. De acordo com o último boletim epidemiológico da doença divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SESA), nesta quinta-feira (11), o paciente é morador de Curitiba e teria contraído a doença em Morretes, no litoral do Paraná.

Desde o início do ano, 328 casos foram notificados. Destes, 236 foram descartados e 77 ainda estão em investigação.

A única morte pela doença aconteceu em Morretes, no último dia 6 de março. O homem teria contraído a doença no próprio município. Segundo a 1ª Regional de Saúde, o paciente teria assinado um termo de responsabilidade em que se recusou a tomar a vacina. “Na verdade ele assinou uma autorização para sua própria morte, o que é muito trágico. É importante que a população saiba que a posição do cidadão em procurar o serviço de saúde é fundamental”, afirmou o diretor da 1ª Regional de Saúde, José Carlos de Abreu.

Segundo a SESA, entre os casos confirmados 13 (86,6%) são do sexo masculino, com idade média de 36 anos e três (20,0%) são trabalhadores rurais. Quanto ao local provável de infecção, sete (46,6%) são nos municípios da 1ª Regional de Saúde (Antonina, Guaraqueçaba, Paranaguá e Morretes), três (20,0%) da 2ª Regional de Saúde (São José dos Pinhais e Adrianópolis), quatro (26,6%) importados (Itaóca e Barra do Turvo-SP) e um (6,6%) permanece em investigação quanto ao município de residência e local provável de infecção.

Além disso, neste período de monitoramento ocorreram 114 mortes de macacos em 62 municípios. Até o momento, cinco foram confirmadas como vítimas de febre amarela, 32 estão em investigação e 33 são indeterminadas. A mortes de macacos pela doença foram confirmadas Antonina, Morretes, Paranaguá, São José dos Pinhais e Castro.

Paciente que morreu de febre amarela assinou termo se recusando a tomar vacina

Um dos pacientes que morreu vítima de febre amarela no Paraná teria assinado um termo dizendo que não gostaria de tomar a vacina contra a doença. O homem era morador do litoral do Paraná. De acordo com o boletim epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde (SESA), só neste ano já foram confirmados 14 casos de febre amarela no Paraná. Outros 85 seguem em investigação.

“Um dos pacientes que adquiriu uma forma grave da doença, e que inclusive foi a óbito, declarou por escrito que não gostaria de tomar a vacina. Na verdade ele assinou uma autorização para sua própria morte, o que é muito trágico. É importante que a população saiba que a posição do cidadão em procurar o serviço de saúde é fundamental”, afirmou o diretor da 1ª Regional de Saúde, em Paranaguá, José Carlos de Abreu.

O último caso da doença foi registrado em Paranaguá, no litoral, na sexta-feira (5). Uma menina, de 11 anos, contraiu a febre amarela há dois meses, mas só agora o caso foi confirmado, porque dependia de exames complementares. Ela passou por tratamento e passa bem.

Os outros municípios com casos confirmados são Antonina, Morretes, Adrianópolis, Campina Grande do Sul, Curitiba, Piraquara e São José dos Pinhais.

Na maior parte dos municípios litorâneos, os índices de imunização contra a febre amarela ainda não atingiram a meta de 95% de cobertura vacinal, estipulada pela secretaria estadual de Saúde. “Há ainda, infelizmente, alguma resistência, especialmente adultos na tomada dessa vacina. É um desafio para o sistema de saúde de ir e convencer essas pessoas. É dramática essa opção de não vacinar”, destacou Abreu.

Segundo a Secretaria de Saúde de Paranaguá, entre janeiro e 4 de abril, foram aplicadas 17.996 doses contra a febre amarela. Alguns postos de saúde funcionam em horário estendido até às 11 horas da noite.

Em Antonina, onde houve três casos confirmados da doença, o receio em tomar a vacina também é um dos principais problemas enfrentados. O secretário de saúde do município, Odileno Garcia Toledo, conta que há vacinas suficientes, mas as equipes de saúde precisam convencer a comunidade a se imunizar. “A gente tem uma dificuldade muito grande na vacinação ainda. Mas nós temos insistido nas casas”, explicou.

Entre janeiro e a primeira semana de abril foram vacinadas 8.515 pessoas em Antonina, com cobertura vacinal de 95% da população alvo. Em Matinhos, entre janeiro e março foram vacinadas 12.361 pessoas. Segundo a secretaria de saúde, houve queda na procura pela vacinação contra a febre amarela. Para garantir a imunização, os agentes de saúde tem percorrido escolas, mercados, praças e áreas rurais.

Em Guaratuba, desde janeiro, foram aplicadas 18.735 vacinas contra a febre amarela.

Com um caso de óbito confirmado, a cidade de Morretes, atingiu cerca de 77% da meta de vacinação contra a febre amarela.A Secretaria Municipal de Saúde informou que a procura pela vacina diminuiu significativamente e há vacinas suficientes para os atendimentos.

O secretário Estadual de Saúde, Beto Preto, reforça a importância da vacina contra a doença. “É a forma mais eficaz de proteção e está disponível em todas as unidades de Saúde do Paraná. Todos com idade entre 9 meses e 59 anos devem ser vacinados. O Paraná informa os números com muita transparência pois está realizando ações de combate e de intensificação da vacinação em todos os municípios do Estado”, ressaltou.

Além dos casos em humanos, até o momento foram confirmadas cinco mortes de macacos por febre amarela em Antonina, Morretes, Paranaguá, Castro e São José do Pinhais. Outros 27 óbitos de animais estão em investigação.

 

Aumenta o número de casos de febre amarela no Paraná

O Paraná registrou mais um caso de febre amarela. De acordo com o boletim epidemiológico semanal, divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), agora são 14 casos confirmados no estado. Seguem em investigação 86 ocorrências e 202 já foram descartadas.

O caso confirmado esta semana foi notificado em Paranaguá, no litoral. De acordo com a Sesa, a pessoa contraiu a febre amarela no próprio município. Os outros municípios com casos confirmados são Antonina, Morretes, Adrianópolis, Campina Grande do Sul, Curitiba, Piraquara e São José dos Pinhais.

Além disso, até o momento foram confirmadas mortes de macacos em Antonina, Morretes, Paranaguá, Castro e São José do Pinhais. Outros 27 óbitos de animais estão em investigação e Castro e 27 estão em investigação.

O secretário de Saúde, Beto Preto, reforça a importância da vacina contra a doença. “É a forma mais eficaz de proteção e está disponível em todas as unidades de Saúde do Paraná. Todos com idade entre 9 meses e 59 anos devem ser vacinados. O Paraná informa os números com muita transparência pois está realizando ações de combate e de intensificação da vacinação em todos os municípios do Estado”, afirma.

Macacos mortos encontrados em Castro são encaminhados para análise em Curitiba

Os 12 macacos encontrados mortos em Castro, município nos Campos Gerais do Paraná, foram enviados para Curitiba para análise sobre a possibilidade de morte por febre amarela. Cinco deles foram encontrados na segunda-feira (25) e os outros na semana passada.

Todos os animais foram encontrados na zona rural da cidade. As amostras foram recolhidas e encaminhadas para análise do Laboratório Central do Estado do Paraná (Lacen) e o resultado dos exames devem ficar pronto e divulgados nesta semana.

> Número de casos confirmados de febre amarela aumentou de 8 para 12 no Paraná

A secretária de Saúde de Castro diz que durante esse período a vacinação contra febre amarela foi intensificada. De acordo com a prefeitura do município, 240 pessoas foram vacinadas no final de semana. Além disso, nesta segunda (25), cinco equipes visitaram residências na zona rural para imunizar pessoas que não receberam a vacina da febre amarela.

Segundo a Secretaria de Saúde do município, os macacos não são responsáveis pela transmissão da febre amarela para os humanos. A morte dos animais pode auxiliar na identificação da existência do mosquito transmissor da doença, segundo a secretária de saúde Lídia Kravutschke.

“É importante deixar o alerta: o macaco não é transmissor. Ele serve de alerta de que o vírus está circulando. Não matem esses animais”, pede Lídia.

De acordo com o último boletim de febre amarela divulgado pela Secretaria de Saúde do Estado, já são 12 casos confirmados da doença. Os municípios atingidos são Antonina, Morretes, Adrianópolis, Campina Grande do Sul, Curitiba, Piraquara e São José dos Pinhais. Dos pacientes, (91,6%) são do sexo masculino, com idade média de 36 anos, três deles são trabalhadores rurais. Há um óbito confirmado no Paraná por febre amarela, em 6 de março, tendo com residência e local provável de infecção o município de Morretes.

> Mais de 250 mil curitibanos se vacinaram contra a febre amarela em 2019

Funcionários da Secretaria da Saúde seguem fazendo a busca de pessoas que ainda não foram imunizadas e moram em áreas de difícil acesso, além de reforçar as orientações sobre a importância da vacinação em eventos comunitários.

Outra frente de atuação contra o avanço da febre amarela se dá pela intensificação das ações da vigilância das epizootias, ou seja, o controle da doença e morte em macacos. A Secretaria de Saúde tem orientado a população sobre as formas de contágio e reforça que os macacos não transmitem a doença. Os animais servem de alerta para a circulação do vírus, já que nas regiões onde eles aparecem infectados o mosquito transmissor está presente.