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Três macacos morreram por febre amarela no Paraná na última semana

Mais três macacos morreram infectados com febre amarela na última semana, segundo informações da Sesa (Secretaria da Saúde do Paraná). Desde julho de 2019, 117 primatas faleceram pela doença no estado.

As novas mortes foram registradas em Piên (região Sul), Rebouças (região Centro-Sul) e Pitanga (região central).

Ao todo são 672 notificações de mortes de macaco, sendo que destas 117 foram confirmadas, 199 estão sendo investigadas, 295 aconteceram por causas indeterminadas e outras 61 foram descartadas para a doença.

O Paraná ainda não apresenta casos humanos de febre amarela neste ciclo. Até o momento são 95 notificações, sendo 82 já descartadas e 13 que seguem em investigação.

“Os casos de morte de macacos sinalizam a presença do vírus da doença na região e alertam para a necessidade de se tomar a vacina. A Secretaria da Saúde orienta a população sobre a importância de estar imunizado contra a febre amarela”, afirmou o secretário da Saúde, Beto Preto.

A vacina está disponível em todas as unidades de saúde. A dose é única e a pessoa fica protegida para toda a vida. O público-alvo para vacinação da febre amarela é dos nove meses de vida até 59 anos, sendo que desde 2018, todos os municípios do Estado passaram a ser área com recomendação vacinal contra a doença.

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Febre Amarela: vírus circula em 31 cidades, aponta Sesa

Um novo boletim divulgado nesta quarta-feira (04) pela Sesa (Secretaria da Saúde do Paraná) aponta que 31 cidades têm circulação ativa do vírus da febre amarela. A identificação é feita por meio da análise das carcaças de macacos mortos. Por enquanto, não há registros da doença em humanos neste ciclo de monitoramento, que começou em julho de 2019.

Os dados divulgados nesta quarta-feira apontam para 23 novas mortes de macacos infectados com o vírus da febre amarela. Assim, o total de primatas mortos neste ciclo chega a 114.

De acordo com a Sesa, as mortes mais recentes foram registradas nas cidades de Araucária (5), São Mateus do Sul (4), Balsa Nova (3), Lapa (2), Quitandinha (2), Antonio Olinto (2), Piên (1), São José dos Pinhais (1), Rio Negro (1), Rio Azul (1) e Paulo Frontin (1).

Ainda conforme a Secretaria da Saúde do Paraná, as notificações de macacos mortos possivelmente pela febre amarela estão espalhadas por todo o estado. 20 das 22 regionais de saúde investigam casos suspeitos. Foram 610 notificações de julho de 2019, o que corresponde a 2,5 notificações por dia, em média.

“Os macacos não transmitem a doença, mas também são infectados pela picada do mosquito transmissor da febre como os humanos. No entanto, as epizootias mostram que o vírus está circulando e que é fundamental que a população esteja imunizada. A vacina contra a febre amarela está disponível em todas as unidades de saúde e é a única forma de se proteger contra a doença”, afirma o secretário da Saúde, Beto Preto.

Em relação à febre amarela em humanos, foram 93 notificações desde julho de 2019. Exames descartaram 79 casos, enquanto 14 suspeitas continuam em análise.

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Febre amarela: número de macacos mortos sobe para 91 no Paraná

Oito macacos foram encontrados mortos com o vírus da febre amarela no Paraná durante a última semana. O número total de primatas infectados passou de 83 para 91, de acordo com o boletim mais recente divulgado nesta quarta-feira (26) pela Sesa (Secretaria de Estado da Saúde).

Conforme os dados atualizados, o número de notificações passou de 485 para 560. Além disso, 188 casos permanecem em investigação. De acordo com a Sesa, desde o início do período epidemiológico, outros 60 casos suspeitos foram descartados. Enquanto isso, 221 mortes foram consideradas “indeterminadas”.

De acordo com a Secretaria da Saúde, Ponta Grossa lidera as notificações. O município dos Campos Gerais do Paraná registra 32 mortes de macacos por febre amarela dentre os 91 confirmados em todo o estado.

“Os casos de macacos mortos sinalizam que o vírus está circulando no Estado, isso alerta para a necessidade de tomar a vacina contra a doença. A taxa de letalidade nos casos mais graves da doença é de 60%. Isso é muito preocupante, precisamos que a população entenda a necessidade e a importância da vacina na prevenção da doença”, alerta o secretário da saúde, Beto Preto.

FEBRE AMARELA AVANÇA NO PARANÁ

Conforme o boletim divulgado nesta quarta-feira (26) pela Sesa, seis novos municípios confirmaram pela primeira vez mortes de macacos com febre amarela.

São eles: Guarapuava, Campo do Tenente, Contenda São José dos Pinhais, Santa Maria do Oeste e Paulo Frontin (2).

CASOS EM HUMANOS

Desde o início do ano, nenhum caso de febre amarela em humanos foi confirmado no Paraná. No entanto, 16 suspeitas permanecem em investigação. Conforme a Secretaria da Saúde do Paraná, 76 notificações foram descartadas.

A febre amarela pode ser evitada por meio da vacina. As doses de imunização estão disponíveis gratuitamente na rede pública estadual. A vacina em dose única é indicada para pessoas com idades entre nove meses de idade e 60 anos incompletos.

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Febre amarela: número de macacos mortos chega a 83 no Paraná

A Sesa (Secretaria de Estado da Saúde) confirmou 30 novas mortes de macacos no Paraná pelo vírus de febre amarela desde a semana passada. O boletim divulgado nesta quarta-feira (19) aponta que a epizootia (epidemia em animais) registra 485 casos em 77 municípios do estado desde julho de 2019.

Já que o último relatório apontava 53 mortes de macacos pela doença, o número de óbitos chega a 83. Ou seja, o crescimento foi de 56% em uma semana.

Além disso, 181 casos estão em investigação enquanto 51 já foram descartados. Por fim, outros 170 são indeterminados, ou seja, sem coleta de amostra para exames.

MORTES DE MACACOS POR MUNICÍPIOS

Confira a lista da quantidade de mortes de macacos por cada cidade do Paraná:

  • Castro – 12.
  • Ponta Grossa – 8.
  • Antônio Olinto – 8.
  • Lapa – 7.
  • São João do Triunfo – 7.
  • Mallet – 7.
  • São Mateus do Sul – 6.
  • Balsa Nova – 3.
  • Araucária – 2.
  • Piên – 2.
  • Cândido de Abreu – 2.
  • Sapopema – 2.
  • Piraí do Sul – 2.
  • Ipiranga – 2.
  • Rio Azul – 2.
  • Teixeira Soares – 2.
  • Prudentópolis – 2.
  • Mandirituba – 1.
  • Quatro Barras – 1.
  • Rio Negro – 1.
  • Palmeira – 1.
  • Imbituva – 1.
  • Campina do Simão – 1.
  • Turvo – 1.

VACINA DE FEBRE AMARELA

14.759 pessoas se vacinaram contra a febre amarela no Paraná em janeiro de 2020, de acordo com o PNI (Programa Nacional de Imunização). Conforme os dados, a maioria das doses foi aplicada em pessoas de 15 a 59 anos.

“Quando um macaco morre por febre amarela, indica que o vírus está presente naquela região. Portanto, é necessário uma atenção redobrada e a importância da vacinação deve ser reforçada para toda a população”, diz Beto Preto, secretário de Estado da Saúde.

Desde 2017, o Ministério da Saúde segue a orientação de ofertar apenas uma dose da vacina de febre amarela durante toda a vida. Contudo, no ano passado a pasta orientou os estados para que em 2020 seja dado um reforço da vacina para crianças com quatro anos de idade, devido à diminuição na resposta imunológica da criança que é vacinada muito cedo.

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Morte de macacos no Paraná por febre amarela chega a 53

A Sesa (Secretaria de Estado da Saúde) está em alerta com o vírus da febre amarela. Nesta terça-feira (12), órgão divulgou boletim epidemiológico da doença e mostrou que 53 macacos morreram no Paraná desde julho de 2019.

Os novos casos de febre amarela aconteceram nos municípios de São João do Triunfo (quatro casos) e em Castro (um caso). Ambos os municípios se localizam na região dos Campos Gerais, área que concentra o maior número de ocorrências da doença.

“É importante ressaltarmos sempre que o macaco não transmite febre amarela; da mesma forma que o homem, ele é infectado pela picada do mosquito contaminado. Assim, o macaco é um sinalizador da doença; onde há morte de macaco existe a circulação do vírus”, explicou o secretário da Saúde do Paraná, Beto Preto.

Ainda não foram apurados casos em humanos neste ciclo da febre amarela, embora tenham sido registradas 79 notificações, com 19 ocorrências ainda sendo investigadas.

“Estamos em pleno verão, período de maior ocorrência de doenças transmitidas por mosquitos, como a febre amarela. Por isso, mesmo sem casos humanos ressaltamos a necessidade de se receber a dose da vacina contra a febre amarela, que está disponível em toda a rede de saúde. A vacina é a forma mais eficaz de se proteger contra a doença”, reforçou Beto Preto.

O público-alvo para vacinação é dos nove meses até os 59 anos, sendo que desde janeiro deste ano, o Ministério da Saúde recomenda foco na imunização das crianças aos quatro anos de idade.

Desde 2018, todos os municípios do Paraná passaram a ser área com recomendação vacinal contra a febre amarela.

CASOS DE FEBRE AMARELA POR MUNICÍPIO

Antonio Olinto: 2 casos;

Araucária: 1 caso;

Balsa Nova: 1 caso;

Cândido de Abreu: 2 casos;

Castro: 12 casos;

Imbituva: 1 caso;

Ipiranga: 2 casos;

Lapa: 5 casos;

Mallet: 1 caso;

Mandirituba: 1 caso;

Palmeira: 1 caso;

Piên: 1 caso;

Piraí do Sul: 2 casos;

Ponta Grossa: 8 casos;

Prudentópolis: 1 caso;

Quatro Barras: 1 caso;

Rio Negro: 1 caso;

São João do Triunfo: 5 casos;

São Mateus do Sul: 1 caso;

Sapopema: 2 casos;

Teixeira Soares: 2 casos;

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Araucária confirma a primeira morte de macaco por febre amarela

A prefeitura de Araucária confirmou que um macaco encontrado morto no município estava com febre amarela. Esse foi o primeiro registro de morte por causa do vírus na cidade da Região Metropolitana de Curitiba. Contudo, de acordo com a Sesa (Secretaria de Estado da Saúde do Paraná), o Paraná já registrou 46 mortes de animais pela doença desde julho de 2019. Não há registro de febre amarela em humanos até o momento.

O animal foi encontrado no dia 14 de janeiro em Campestre, área rural da cidade. Outros três macacos mortos também foram encontrados, mas eles ainda passarão por exames médicos para detectar a presença do vírus.

Além de Araucária, outras 19 cidades paranaenses também tiveram macacos mortos por causa da febre amarela.

  • Castro – 11
  • Ponta Grossa – 8
  • Lapa – 5
  • Cândido de Abreu, Sapopema, Teixeira Soares, Antônio Olinto, Ipiranga, Piraí do Sul – 2
  • Balsa Nova, Mandirituba, Quatro Barras, Rio Negro, Palmeira, São João do Triunfo, Imbituva, Mallet, Prudentópolis e São Mateus do Sul – 1

FEBRE AMARELA

Os sintomas mais comuns da doença são dor de cabeça, mal estar, calafrios, tonturas e dor lombar. A única forma de prevenção contra a doença é a vacina, disponibilizada em todas as unidades de saúde. Contudo, o organismo leva 10 dias, após a vacina, para criar os anticorpos que combatem o vírus.

De acordo com a Sesa, o público-alvo para a vacinação são as pessoas entre nove meses e 59 anos e é importante ressaltar que os macacos não transmitem a doença para humanos. Ou seja, a transmissão é feita pelo mosquito contaminado com o vírus.

Por fim, a secretaria informa que, desde julho de 2018, todos os municípios do estado passaram a ser área com recomendação vacinal contra o vírus.

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Paraná soma 40 mortes de macacos por febre amarela, aponta boletim

O Paraná tem 40 casos confirmados de morte de macacos com febre amarela, de acordo com o boletim epidemiológico da doença divulgado, nesta quarta-feira (22), pela Secretaria de Estado da Saúde. Somente na última semana foram sete novas confirmações de mortes do animal. Além disso, 104 óbitos seguem em investigação.

As mortes estão distribuídas em 18 municípios de sete regionais de saúde. As novas confirmações foram em: Quatro Barras (1), Rio Negro (1), Mallet (1), Antônio Olinto (1), São Mateus do sul (1) e Cândido de Abreu (2).

Os municípios de Balsa Nova (1), Mandirituba (1), Castro (11), Ipiranga (2), Palmeira (1), Piraí do Sul (2), Ponta Grossa (8), São João do Triunfo (1), Imbituva (1), Teixeira Soares (2), Prudentópolis (1) e Sapopema (2) já tinham casos confirmados.

O boletim não registra casos de febre amarela em humanos. O Paraná segue em alerta com 15 ocorrências em investigação.

O período epidemiológico começou a ser monitorado em julho de 2019. No período anterior, julho de 2018 e junho de 2019, foram confirmados 17 casos da doença e um óbito.

VACINA 

O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, reforça a importância da vacinação contra a febre amarela em todo Paraná, principalmente nas regiões onde já existe confirmação da circulação do vírus. “As epizootias confirmam que o vírus está presente nestes locais. É preciso que a população busque a unidade de saúde mais próxima da sua casa e tome a vacina contra a doença, que está disponível nos 399 municípios”, alerta.

A vacina é indicada para crianças a partir dos nove meses, com reforço aos quatro anos, e para adultos até os 59 anos. Para gestantes, mulheres que amamentam, crianças até nove meses de idade, adultos maiores de 60 anos, pessoas com alergia grave a ovo ou imunodeprimidos, a recomendação é que só sejam vacinados com a avaliação de um profissional de saúde. Apenas uma dose da vacina garante a imunidade por toda a vida.

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Dengue, Zika, Chikungunya e Febre Amarela: saiba como reconhecer os sintomas

O Paraná tem 5.343 casos de dengue, de acordo com o último boletim epidemiológico da doença divulgado na última semana pela SESA (Secretaria de Estado da Saúde). Os dados são computados desde o início do período epidemiológico, em agosto.

De acordo com a Sesa, mais de 23 mil notificações de dengue foram realizadas no Paraná desde então. Os casos confirmados estão distribuídos por 160 municípios de todas as regiões do estado.

Com a chegada do verão e o aumento das chuvas, o mosquito Aedes Aegypti, transmissor da Dengue, Zika, Chikungunya e Febre Amarela, encontra espaço para reprodução e ataque. Estima-se que apenas 20% das pessoas infectadas por Zika e Dengue manifestam sintomas. Com a Chikungunya essa proporção se inverte e 80% têm manifestações da doença, quase sempre com dores articulares intensas que podem permanecer por mais de seis meses. Os dados são de uma pesquisa desenvolvida pela Unirio, UFRJ e Fiocruz.

No caso da Zica, por exemplo, já são pelo menos 14 estados brasileiros atingidos. Outro ponto preocupante é o fato de a doença ter se espalhado pela América Latina de maneira rápida e alarmante. Não há vacina para a prevenção da Zika e da Chikungunya, então, a saída é combater o mosquito. As duas principais formas são acabar com os focos do mosquito (locais de água parada) e usar repelente para evitar a picada do inseto.

Já no caso da Febre Amarela, mais de quatro mil municípios são considerados áreas com recomendação de imunização. A vacina contra a Febre Amarela é ofertada gratuitamente nos postos e apenas uma dose é suficiente para a proteção por toda a vida. No caso da Dengue, a vacina é recomendada para algumas áreas e situações específicas.

Para ajudar na prevenção, o médico especialista em infectologia, Jaime Rocha, listou algumas dicas de como se prevenir da Febre Amarela, Dengue, Zika e Chikungunya.

  • Elimine os focos de água parada

Segundo as autoridades brasileiras, a principal forma de prevenir as doenças é combater o mosquito que transmite o vírus. Para isso, é necessário eliminar todos os possíveis focos de reprodução do Aedes aegypti. O mínimo de água pode virar um foco da doença, já que mosquito dela para colocar seus ovos. Isso inclui vasos de plantas,  poças de água da chuva no quintal ou na calçada e privadas sem tampa. Também é importante manter a limpeza das calhas em dia e cobrir os reservatórios de água e piscinas.

  • Use repelente

Para evitar ser picado pelo mosquito, a melhor estratégia é passar repelente em todas as partes expostas do corpo.  Segundo recomendação do O Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC) o ideal é usar repelentes à base de n,n-Dietil-meta-toluamida (DEET) ou icaridina. A orientação é que se aplique o repelente regularmente. Vale lembrar que o filtro solar deve ser aplicado antes do repelente para não mascarar os efeitos preventivos.

  • Prefira roupas claras e compridas

O ideal é usar roupas claras e que deixem poucas partes do corpo expostas. Calças e camisetas de manga comprida podem evitar as picadas.

  • Crie uma casa “à prova de mosquito”

Especialistas recomendam criar uma casa “à prova de mosquitos” com o simples hábito de dormir atrás de “barreiras físicas”, como portas fechadas, janelas vedadas e telas de mosquito.

Durante a noite, um mosquiteiro também pode ser uma proteção extra. Porém, não se pode esquecer que o Aedes aegypti costuma agir mais durante o dia, ou seja, cuidado deve ser permanente.

  • Organize o lixo

O lixo doméstico também pode se tornar um terreno fértil para os mosquitos, pois podem acontecer acúmulos de água nele.  É importante mantê-lo organizado em sacos plásticos, sempre fechados. Pneus velhos e restos de materiais de construção também devem ser removidos dos quintais.

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Febre Amarela: Ponta Grossa confirma quatro mortes de macacos infectados

Exames laboratoriais confirmaram que quatro macacos encontrados em Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná, estavam infectados com o vírus da febre amarela. A informação foi confirmada nesta quarta-feira (18) pela FMS (Fundação Municipal de Saúde).

Os primatas foram encontrados na região de Guaragi, nos Campos Gerais. Com os novos quatro casos confirmados, já são cinco morte de macacos em Ponta Grossa nesta temporada.

Conforme as autoridades da vigilância sanitária, os macacos são importantes aliados para o departamento de controle de zoonoses. Assim, as mortes por febre amarela indicam onde o vírus está ativo e onde devem se concentrar as ações preventivas.

“Estamos em um período que iniciam as férias, as pessoas gostam de ir para áreas de mata, rios, ou seja, natureza de modo geral. Nossa preocupação é com esta população flutuando, que vai de passagem e que ainda não se imunizou. Por isso o alerta: quem ainda não tomou a vacina, deve procurar a sala de imunização mais próxima e se prevenir”, destacou o médico veterinário e coordenador da Zoonoses, Leandro Inglês.

FEBRE AMARELA

A febre amarela é uma doença altamente infecciosa transmitida por mosquitos. Pessoas não vacinadas estão sujeitas às complicações, que podem ser graves. A doença não tem cura, embora haja tratamento para amenizar os sintomas. A única forma de prevenção é a vacina.

Casos leves pode causar febre, dor de cabeça, náuseas e vômitos. No entanto, os casos mais graves podem implicar em problemas cardíacas, hepáticos e renais, levando à morte.

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Febre amarela: morte de macaco confirma circulação do vírus no Paraná

Um macaco morreu infectado com o vírus da febre amarela em Castro, nos Campos Gerais do Paraná. A suspeita ocorreu no final de setembro, mas a infecção só foi confirmada nesta quarta-feira (23), após o resultado dos exames laboratoriais. Sete casos em humanos são investigados pelas autoridades da Saúde.

De acordo com com a Sesa (Secretaria de Estado da Saúde), essa é a primeira morte causada pela febre amarela confirmada desde o início do ciclo epidemiológico. Desde julho, foram registradas 78 notificações de mortes suspeitas.

Conforme as autoridades de vigilância sanitária, 11 casos foram descartados e 26 não foram conclusivos. Assim, restam ainda 40 mortes de macacos em investigação.

Ao contrário do que pode parecer, o macaco não é um agente transmissor. Os primatas são aliados da área da saúde e a morte deles pelo vírus indica em quais regiões a febre amarela está circulando e, por isso, quais são os cuidados que precisam ser adotados.

FEBRE AMARELA EM HUMANOS: CASOS INVESTIGADOS PARANÁ

Desde o início do novo ciclo epidemiológico, em julho, nenhum caso em humanos foi confirmado no Paraná.

De acordo com a Sesa, sete casos são investigados. Ao todo, foram 24 notificações da doença, das quais 17 já foram descartadas.

“Por isso, é fundamental que todos estejam vacinados. Isso porque o período epidemiológico da febre amarela está apenas começando. A vacina é a única forma proteção”, alertou o secretário da Saúde do Paraná, Beto Preto.

A vacina que previne a febre amarela está disponível gratuitamente em todas as unidades de saúde do Paraná. Ela é indicada para todas as pessoas entre nove meses e 59 anos de idade. Em municípios com casos confirmados em humanos, idosos também podem receber a dose.

No ciclo epidemiológico anterior, o Paraná registrou 17 casos e uma morte pela doença.