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Vettel vence GP de Singapura e acaba com jejum na temporada

O piloto Sebastian Vettel foi o vencedor do Grande Prêmio de Singapura em uma prova marcada pelas três entradas do safety car na pista.

Seu colega de escuderia, Charles Leclerc, que havia largado na pole position, ficou na segunda colocação após sair atrás do alemão em sua parada no pit stop e não conseguir recuperar a ponta. Pela primeira vez, uma escuderia conseguiu a dobradinha no complicado circuito de Marina Bay.

Max Verstappen aproveitou as brechas dadas pelos rivais e terminou na terceira colocação. Lewis Hamilton, que lidera o campeonato, chegou a ocupar a 1ª posição temporariamente, mas a estratégia adotada para a prova não surtiu resultado e ele acabou o GP apenas na quinta colocação.

A corrida teve uma largada “limpa” e Leclerc conseguiu defender a posição que conquistou durante o treino classificatório de ontem (21). Durante as 10 primeiras voltas do circuito, o piloto monegasco conseguiu manter vantagem considerável sobre Hamilton, o segundo colocado, e Vettel, que vinha logo atrás do inglês na terceira posição.

Os destaques do início da prova foram a briga por posições entre Valteri Bottas e Max Verstappen, quarto e quinto colocados, respectivamente, e a excelente corrida de recuperação desempenhada por Daniel Ricciardo, que chegou à 12ª colocação após largar dos boxes por conta de punições sofridas no treino classificatório.

Na 20ª volta, a Ferrari optou que Vettel fizesse seu primeiro pit stop, deixando Leclerc mais tempo na pista. Ao sair dos boxes, o piloto voltou na 10ª posição. Mas Verstappen, que vinha logo atrás, também fez sua parada e retornou na 12ª colocação.

Leclerc entrou no pit stop na volta 21 e fez excelente parada, ficando apenas 2,4 segundos no boxe. Contudo, o piloto voltou atrás de seu colega de escuderia na oitava colocação. Hamilton, que assumiu a ponta após a parada do monegasco, apostou em ir para os boxes bem depois de seus concorrentes. O britânico só fez seu pit stop na 27ª volta, e acabou voltando na oitava colocação.

Próximo à metade da corrida, Sebastian Vettel assumiu a primeira posição. O piloto fez manobra arrojada para ultrapassar Gasly, sendo que os carros chegaram até a tocar rodas no momento. Contudo, a direção da prova optou por não abrir investigação sobre o incidente.

Lewis Hamilton, em conjunto com a escuderia, montou toda sua estratégia apostando na entrada do safety car na prova, já que, historicamente, o carro é acionado com frequência no circuito de Marina Bay. E se a estratégia vinha dando errado até a 35ª volta, pareceu que o cenário mudaria após Grosjean e Russell se tocarem e o piloto da Williams colidir contra o muro.

Foi necessária a entrada do safety car na prova para que o carro do inglês fosse retirado da pista, confirmando assim as previsões da Mercedes. Quando o safety car foi acionado, Vettel ocupava a primeira colocação, seguido por Leclerc, Verstappen, Hamilton e Bottas.

O safety car deixou a pista na volta 40, e Vettel conseguiu manter bem sua vantagem na relargada da prova. Como a pista é a que tem o maior número de curvas na temporada (23), os pilotos tiveram dificuldade para tentar ultrapassagens. Quatro voltas depois, o safety car precisou retornar à pista após Perez ter problemas com seu carro.

Enquanto o safety car ainda estava na pista, Charles Leclerc conversou com membros da Ferrari, que o alertaram sobre a importância de uma dobradinha da escuderia na prova. Mesmo incomodado, o piloto deixou claro que não tentaria nenhuma manobra que pudesse arriscar o domínio na prova.

A corrida teve sua relargada na volta 47, e Vettel mais uma vez seguiu na ponta, uma vez que Leclerc não acelerou o ritmo para pressionar o colega de Ferrari. Contudo, a prova nem chegou a engrenar, já que após apenas três voltas o carro de segurança foi acionado novamente após incidente entre Raikonnen e Kvyat. O safety car ficou na pista por apenas uma volta, mudando pouco o panorama que já estava traçado desde as interrupções anteriores.

Vettel seguiu apresentando o desempenho consistente que teve durante toda a prova e terminou a corrida na primeira colocação, seguido de perto por seu colega de escuderia, Charles Leclerc. Max Verstappen terminou na terceira posição e conseguiu garantir um lugar no pódio ao chegar na frente dos pilotos da Mercedes, Bottas e Hamilton, que ficaram na quarta e quinta colocação, respectivamente.

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Leclerc garante pole position para Grande Prêmio de Singapura

O piloto Charles Leclerc teve o melhor desempenho no treino classificatório para a etapa de Singapura da Fórmula 1. Na manhã deste sábado (21), o piloto obteve o menor tempo no Q3, com 1m36s217. Lewis Hamilton vai largar na segunda colocação após cravar 1m36s408 no treino. Quem sairá da terceira posição é o alemão Sebastian Vettel, que terminou a volta em 1m36s437.

O piloto monegasco da Ferrari foi pole position e vencedor das duas etapas do Campeonato Mundial de Fórmula 1. Após o treino, Leclerc explicou que chegou a perder o controle do carro em alguns momentos, mas conseguiu superar os problemas para garantir o melhor tempo na classificação.

“Estou extremamente feliz. Foi uma volta muito boa, mas tiveram vários momentos em que quase perdi o controle (do carro). Preciso agradecer ao meu time, eles foram fantásticos. Ontem não era meu dia, mas hoje me sinto ótimo”, explicou Leclerc.

Lewis Hamilton, que ficou na segunda colocação, enalteceu o desempenho das Ferraris no circuito de Marina Bay.

“Eu não sei de onde a Ferrari tirou esse ritmo de hoje, não era potencialmente uma das pistas deles, mas o Charles fez uma grande volta. Eu acho que amanhã nós poderemos ser agressivos e, se der tudo certo, dividí-los”, declarou Hamilton.

Por fim, Sebastian Vettel analisou a sua volta. O piloto vinha tendo um bom desempenho, mas caiu um pouco de ritmo no Q3.

“O final da volta no Q3 não foi tão bom, mas algumas vezes as coisas acontecem assim. Nós fomos rápidos hoje e é sempre divertido dar umas voltas aqui. Estou ansioso por amanhã”, explicou Vettel.

Valteri Bottas foi quem teve o melhor desempenho no Q1, marcando tempo de 1:37.317. Logo atrás veio Lewis Hamilton, com 1:37,565, e Charles Leclerc, com 1:38.014. Ficaram fora do Q2 Kvyat, Stroll, Grosjean, Russell e Kubica.

Já no Q2, quem se destacou foi Leclerc, que teve o melhor tempo: 1:36.650. Seu companheiro de equipe, Sebastian Vettel, obteve a segunda melhor marca, com 1:36.720. Hamilton ficou com o terceiro melhor tempo: 1:36.933. Ficaram fora do Q3 Perez, Giovinazzi, Gasly, Raikkonen e Magnussen.

A prova do Grande Prêmio de Singapura acontece neste domingo (22), às 9h10 (horário de Brasília), no circuito de Marina Bay.

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Leclerc vence o GP da Bélgica em dia de luto por piloto da Fórmula 2

O dia foi de luto por Anthony Hubert, pela morte do jovem piloto francês ontem, em prova da Fórmula 2. Mas, na pista, houve motivo para Charles Leclerc e a Ferrari comemorarem. O piloto monegasco conquistou sua primeira vitória, ao dominar o GP da Bélgica e conseguir manter uma boa vantagem para o líder do Mundial 2019, Lewis Hamilton. O resultado fez Leclerc, de 21 anos, chorar, no misto de sentimentos do fim de semana: “É um sonho que se torna realidade”, disse, pelo rádio.

Leclerc fechou a prova em Spa-Francorchamps na primeira colocação, tendo perdido a liderança apenas no pit stop – um jogo de equipe com Vettel, que o havia passado, o levou de volta à primeira colocação, na metade da prova. Hamilton foi o segundo colocado, com Valtteri Bottas, também da Mercedes, em terceiro.

Hubert foi lembrado diversas vezes durante o domingo: os pilotos fizeram um minuto de silêncio para ele antes da corrida, um safety car hasteou a bandeira francesa, e o público o aplaudiu de pé na 19ª volta. O francês usava o número 19.

Com o resultado, Hamilton mantém a liderança do Mundial de pilotos.

A Fórmula 1 retorna já na semana que vem, com o GP da Itália, domingo, às 10h10.

A largada teve Hamilton se dando bem, pelo menos momentaneamente. Leclerc manteve com tranquilidade a liderança, mas viu seu parceiro Sebastian Vettel ser ultrapassado pelo inglês da Mercedes. Ainda na primeira volta, Vettel deu o troco e voltou à segunda posição.

A nota triste para os belgas foi a batida de Max Verstappen, da Aston Martin, que bateu logo na primeira volta, em disputa de posição com Kimi Raikkonen. Eles se tocaram, roda com roda, e Max chegou a levantar o rival. A batida avariou o carro de Verstappen, que em certa curva acabou indo direto para a proteção de pneus. O safety car entrou na pista e a corrida foi retomada na quinta volta.

As primeiras alterações entre os líderes vieram com a parada de Vettel, que retornou com cerca de 20 a 21 segundos de desvantagem para o líder Leclerc, que se mantinha sem problemas à frente.

O piloto da Fórmula 2 Anthoine Hubert, que recebeu homenagens antes da prova após morrer em batida ontem, em prova da categoria, recebeu aplausos da torcida quando o GP da Bélgica chegou à 19ª volta. Ele usava o carro número 19.

Leclerc fez sua parada nos boxes na 22ª volta, na metade da prova, de 44 voltas. O pit stop foi perfeito, mas não conseguiu retornar à frente de Vettel, com Hamilton e Bottas assumindo a primeira e a segunda colocações, antes de suas paradas. Após todas as paradas, a sequência ficou: Vettel na liderança, Leclerc à sua caça, e Hamilton e Bottas um pouco mais atrás.

Durou pouco. Logo na 27ª volta o rendimento mais veloz de Leclerc falou mais alto e ele passou o companheiro de Ferrari, em um jogo de equipe que fez sentido devido à disparidade entre os dois – já que Vettel trocou pneus cedo na corrida.

Hamilton passou a andar muito mais rápido que Vettel e conseguiu conquistar a segunda posição na 32ª volta, sem grandes problemas para fazer a ultrapassagem e prometendo pressionar Leclerc nas voltas finais.

Foi o que aconteceu. Hamilton chegou a ficar a menos de dois segundos de distância do francês, mas não foi o suficiente para o veterano tomar a primeira vitória do piloto da Ferrari.

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Leclerc conquista a pole position do GP da Bélgica, com Hamilton em 3º

A Ferrari sairá na frente do Grande Prêmio da Bélgica de Fórmula 1 deste domingo (1º), com largada às 10h10. Depois de dominar as duas primeiras partes do treino deste sábado (31), Charles Leclerc também levou a melhor no Q3 e conquistou a pole position, com 1min42s519.

A escuderia italiana ainda terá o segundo colocado na largada, com Sebastian Vettel, que cravou 1min43s267 no classificatório. Lewis Hamilton, que lidera o Mundial de pilotos com 250 pontos, sairá na terceira colocação (1min43s282).

Na sequência, estarão Valtteri Bottas, companheiro de Hamilton na Mercedes, e Max Verstappen, da Red Bull -eles ocupam a segunda e terceira colocação do campeonato, com 188 e 181 pontos, respectivamente.

Durante o Q1, chamou a atenção a explosão do motor de Robert Kubica, da Williams. O carro pegou fogo e obrigou a organização a dar bandeira vermelha, por cerca de dez minutos. O mesmo aconteceu com Antonio Giovinazzi, da Alfa Romeo, causando mais atrasos, o que ajudou Hamilton.

Durante o terceiro treino livre, o piloto inglês bateu contra uma barreira de pneus após perder o controle do carro na curva Les Fagnes. O tempo extra garantiu que os mecânicos da Mercedes consertassem o veículo, que teve a suspensão dianteira danificada.

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Hamilton supera Verstappen e vence GP da Hungria

Após perseguir Max Verstappen durante quase todo o Grande Prêmio da Hungria de Fórmula 1 na manhã deste domingo (4), Lewis Hamilton superou o holandês nas voltas finais graças à estratégia da Mercedes e venceu mais uma corrida.

A briga entre Verstappen e Hamilton foi impressionante. O jovem holandês de 21 anos de idade mostrou muita habilidade ao se defender do pentacampeão mundial, que insistiu muito na ultrapassagem. A Mercedes decidiu fazer uma jogada tática ao chamar seu piloto para os boxes e, então, o inglês acabou com a diferença e superou o adversário nas voltas finais.

Sebastian Vettel conseguiu ultrapassar o companheiro Charles Leclerc também no fim da corrida e completou o pódio com a terceira colocação.

A próxima prova acontece no dia 1º de setembro, no circuito de Spa-Francorchamps, na Bélgica. A largada será às 10h10 (de Brasília).

A largada do GP da Hungria foi agitada. O pole Max Verstappen conseguiu se manter na ponta com tranquilidade e deixou a briga por posições para trás. A disputa, então, ficou entre as Mercedes de Valtteri Bottas e Lewis Hamilton. Ambos largaram em segundo e terceiro, respectivamente, e acabaram se tocando.

Bottas fritou os pneus ao tentar se defender nas duas primeiras curvas, tocou no companheiro, ainda acabou com a asa dianteira danificada por um toque na Ferrari de Charles Leclerc e caiu de segundo para quinto. Além disso, o finlandês teve que parar nos boxes antes do previsto para ajustar o carro e foi para último.

Verstappen seguiu forte na ponta no início da corrida e Hamilton acelerou para entrar no ritmo do holandês. A distância entre os dois ficou em 2 segundos nas primeiras voltas.

Aos poucos, Hamilton foi se aproximando de Verstappen e diminuiu a diferença para menos de um segundo. A asa móvel na reta, portanto, ficou permitida, o inglês avisou que seus pneus “estavam muito bons” e foi para cima. Enquanto isso, o holandês insistia aos mecânicos da Red Bull que estava perdendo muita aderência.

Verstappen teve que ir para os boxes para trocar os pneus. O holandês retornou em segundo lugar com pneus duros/brancos, pronto para não parar mais.

Hamilton demorou para fazer a parada e ainda fez um pitstop lento, de quatro segundos. Verstappen abriu três segundos de vantagem, mas o inglês se recuperou muito rapidamente e foi para a briga pela ponta.

Com Hamilton voando na pista, Verstappen mostrou habilidade para se defender do pentacampeão mundial da Fórmula 1. Em uma dessas disputas, o inglês até saiu da pista, mas não conseguiu superar o holandês.

Estrategicamente, a Mercedes chamou Hamilton para os boxes para a troca de pneus antes mesmo de Verstappen parar de novo.

Lembrando que o pentacampeão fez a primeira parada muito depois que o adversário holandês. O inglês voltou em segundo lugar com pneus médios/amarelos.

Pelo rádio, Verstappen mostrou-se preocupado com essa parada de Hamilton. Não restou outra alternativa para a Red Bull a não ser permanecer na pista.

Hamilton então acabou com a diferença de tempo entre ele e Verstappen e, com o carro mais inteiro, conseguiu a ultrapassagem, selando a vitória no Grande Prêmio da Hungria.

Com os pneus muito desgastados, Verstappen, que não tinha mais chance de vencer, resolveu parar para manter a segunda colocação.

Hamilton

Hamilton supera Bottas e crava pole no GP da França

A Mercedes confirmou o favoritismo que mostrava durante todos os treinos livres para o GP da França. No treino classificatório deste sábado (22), Lewis Hamilton superou Valtteri Bottas e cravou a pole position, com o tempo de 1min28s319. O finlandês ficou na segunda colocação, com 1min28s605.

Coadjuvante na disputa, Charles Leclerc ficou na terceira colocação. A decepção, contudo, ficou com Sebastian Vettel. O alemão largará apenas na sétima posição.

Outra equipe que muito comemorou ao final do treino classificatório foi a McLaren. Seus dois pilotos ocuparão a terceira fila do grid de largada, com Lando Norris em quinto e Carlos Sainz na sexta posição.

A corrida está prevista para começar às 10h10 (de Brasília) de amanhã (23).

Outra equipe que muito comemorou ao final do treino classificatório foi a McLaren. Seus dois pilotos ocuparão a terceira fila do grid de largada, com Lando Norris em quinto e Carlos Sainz na sexta posição.

Q1

A primeira parte do treino classificatório já indicava que o domínio da Mercedes em Paul Ricard continuaria. Valtteri Bottas liderou com o tempo de 1min30s500, seguido por Lewis Hamilton (1min30s609) e Charles Leclerc (1min30s647). Sebastian Vettel ficou apenas na décima posição.

Na parte final do grid, a Toro Rosso mostrou dificuldades, especialmente com Daniil Kvyat. O russo chegou a dar indícios de que conseguiria avançar, mas acabou eliminado na 16ª posição, atrás do companheiro de equipe Alexander Albon. Outro que decepcionou foi Romain Grosjean. O piloto largará apenas na 17ª posição e deixou o treino com cara de poucos amigos.

Q2

A Mercedes manteve seu domínio na segunda parte da sessão. Mesmo utilizando pneus médios, Lewis Hamilton foi o primeiro a baixar a casa do 1min30s e anotou o recorde da pista em 1min29s520. Mas a marca durou pouco. Logo na sequência, Valtteri Bottas assumiu a liderança com o tempo de 1min29s437, também de pneu médio.
Sebastian Vettel surpreendeu na parte final do Q2. Ainda sofrendo com o carro, que precisou trocar o bico e o assoalho ontem (21), o alemão conseguiu anotar o tempo de 1min29s506, superando Lewis Hamilton e ficando atrás apenas de Valtteri Bottas.

Q3

As Mercedes foram as primeiras a marcar tempo na casa de 1min28. Em suas primeiras voltas no Q3, Lewis Hamilton anotou 1min28s448, enquanto Valtteri Bottas ficou com o tempo de 1min28s605.

Pelo lado da Ferrari, a vida andava um pouco mais complicada. A primeira volta de Leclerc foi de 1min29s015. Em seu retorno aos boxes, o piloto questionou a equipe sobre o motivo de ter perdido tanto tempo no último. No caso de Vettel, o alemão nem sequer conseguiu anotar um tempo na primeira tentativa. Ele teve sua volta anulada após exceder o limite de uma das curvas.

O erro do alemão custou caro. Na tentativa final, ele não conseguiu um bom desempenho e ficou apenas na sétima colocação, com 1min29s799.

A última tentativa serviu para mostrar a força de Lewis Hamilton. Após perder o Q1 e Q2 para Bottas, o inglês melhorou ainda mais seu tempo e fechou com 1min28s319, novo recorde da pista. Já o finlandês cometeu um erro e não conseguiu melhorar sua volta, ficando na segunda colocação.

Hamilton é beneficiado por punição a Vettel e vence o GP do Canadá

Lewis Hamilton venceu neste domingo (10) o GP do Canadá de F-1 sem ter cruzado a linha de chegada à frente. O britânico chegou em segundo lugar, próximo de Sebastian Vettel. Mas por causa de uma punição dada ao alemão, Hamilton conquistou o primeiro lugar. Vettel foi o segundo e Charles Leclerc, também da Ferrari, o terceiro.

Valtteri Bottas (Mercedes) foi o quarto, à frente de Max Verstappen (Red Bull) e Daniel Ricciardo (Renault). Nico Hulkenberg (Renault), Pierre Gasly (Red Bull), Lance Stroll (Racing Point) e Daniil Kvyat (Toro Rosso) completaram as dez primeiras colocações.

Hamilton foi beneficiado a 12 voltas do fim, quando os comissários acrescentaram 5 segundos ao tempo final de Vettel. Na volta 48 (de um total de 70), o alemão escapou da pista e voltou fechando a porta para Hamilton, movimento que causou a punição.

Vettel acabou cruzando a linha de chegada em primeiro, mas pouco tempo à frente de Hamilton. Desta forma, o britânico acabou promovido à primeira colocação, mantendo a série de triunfos da Mercedes: nas sete primeiras provas da temporada 2019, a equipe alemã venceu todas. Hamilton subiu ao degrau mais alto do pódio no Bahrein, na China, na Espanha, em Mônaco e no Canadá, enquanto Valtteri Bottas foi o vitorioso na Austrália e no Azerbaijão.

A Ferrari chega assim a dez corridas sem vencer, o que não consegue desde o primeiro lugar de Kimi Raikkonen no GP dos EUA de 2018. Vettel, cuja última vitória veio na corrida da Bélgica do ano passado, chegou a sua 15ª prova sem vencer.

PROVA

A prova teve uma largada ortodoxa: Sebastian Vettel manteve a ponta, à frente de Lewis Hamilton, Charles Leclerc, Daniel Ricciardo e Pierre Gasly. Sexto colocado no grid, Valtteri Bottas foi superado por Nico Hulkenberg. Mais atrás, Alexander Albon foi tocado pela Alfa Romeo de Antonio Giovinazzi e teve o bico quebrado, sendo obrigado a parar nos boxes para a troca da peça.

No pelotão intermediário, Lando Norris (oitavo) e Max Verstappen (nono) disputavam posições nas primeiras voltas. O britânico da McLaren, porém, durou pouco: na nona volta, a roda traseira direita sofreu uma avaria, forçando o abandono da prova.

Entre os líderes, Sebastian Vettel parou na volta 27 para trocar pneus, voltando em terceiro – Hamilton assumiu a ponta, à frente de Leclerc. O britânico da Mercedes parou duas voltas depois, voltando em terceiro, atrás das Ferrari – agora, com o monegasco em primeiro. Leclerc, por sua vez, parou na 33 e voltou em quarto, devolvendo a Vettel à ponta e Hamilton à segunda colocação. Max Verstappen assumiu o terceiro posto.

Leclerc retomaria a terceira posição pouco depois, mas a equipe italiana não estaria tranquila na prova. Na volta 48, quando fazia a chicane entre as curvas 3 e 4, Vettel perdeu a traseira e passou pela grama, quase tocando o muro; Hamilton vinha logo atrás, se aproximou, e os dois escaparam por pouco de uma colisão. O alemão, porém, fechou o espaço à direita e evitou a ultrapassagem do rival.

Só que os comissários investigaram a manobra e decidiram punir Vettel com um acréscimo de 5 segundos, o que acabou dando novo ritmo para o fim da prova. Com 12 voltas para a bandeirada, o alemão tinha uma vantagem de 2s7 para o britânico, que passou a diminuir a diferença.

Hamilton não conseguiu superar Vettel na pista, mas chegou a uma diferença suficiente para tomar a primeira colocação nos tempos. Na transmissão oficial, Vettel ainda foi anunciado vencedor. Pouco depois, nas redes sociais, a Fórmula 1 deu a vitória a Hamilton.

Hamilton sofre, mas vence em Mônaco, e punição tira Verstappen do pódio

Mesmo correndo abaixo dos padrões da Mercedes e diante de dificuldades com pneus que geraram uma série de reclamações via rádio, o inglês Lewis Hamilton segurou seus adversários, liderou de ponta a ponta e venceu o GP de Mônaco, sexta etapa da temporada 2019 da Fórmula 1. O pentacampeão venceu pela quarta vez na temporada e aumentou sua vantagem na liderança do campeonato em relação ao companheiro Valtteri Bottas, que terminou em terceiro lugar hoje.

O finlandês só obteve essa posição porque Max Verstappen (HOL/Red Bull Racing), que cruzou a linha de chegada em segundo em uma corrida de muita aproximação ao inglês, pagou uma punição de cinco segundos por passar Bottas de forma insegura nos boxes e foi deixado em quarto. Assim, Sebastian Vettel (ALE/Ferrari) ficou com a vice-liderança no circuito de Monte Carlo.

Hamilton, Bottas e Verstappen mantiveram as primeiras posições logo após a largada, e grandes mudanças ocorreram apenas nas últimas posições, como as ultrapassagens de Robert Kubica (POL/Willians) para cima de Antonio Giovinazzi (ITA/Alfa Romeo) e George Russell (ING/Williams). Inclusive, quando o italiano foi para cima do polonês para recuperar posição, na 16ª volta, uma leve batida deixou os dois carros, além da Ferrari de Leclerc, parados na pista.

O monegasco, aliás, foi personagem marcante da corrida. Ele terminou o treino classificatório em 16º em razão de um erro de estratégia da Ferrari, mas largou uma posição à frente após punição de Giovinazzi. Na pista ele rapidamente tomou posições. Fez ótima ultrapassagem sobre Romain Grosjean (FRA/Haas) e chegou à 12ª colocação. Quando tentou passar Nico Hulkenberg (ALE/Renault) na Rascasse acabou batendo o pneu na proteção e furou o pneu. Sua corrida foi totalmente prejudicada. O pneu ficou destroçado e espalhou lixo pela pista até que ele chegasse aos boxes. Leclerc ainda parou duas vezes até abandonar a prova na volta 18.

O acidente que sepultou a prova de Charles Leclerc colocou o safety-car na pista durante a limpeza e vários pilotos foram aos boxes, que teve congestionamento na saída. Foi justamente no retorno à pista que Verstappen tocou no carro de Bottas e ganhou a segunda posição. Bottas ainda parou de novo para trocar pneus e perdeu mais uma posição. Após alguns minutos a organização confirmou punição de cinco segundos para Verstappen por deixar os boxes de maneira insegura.

A punição de Verstappen, que andava colado no carro de Lewis Hamilton, deu emoção ao GP de Mônaco. O próprio inglês admitiu à Mercedes, via rádio, que estava andando mais lentamente do que o normal em razão dos pneus, então só segurava os outros carros. O time manteve a estratégia, mesmo com o holandês da Red Bull próximo. Para aumentar as expectativas, foi neste momento em que a chuva começou a engrossar em Mônaco.

A chuva não foi capaz de mudar o curso da prova e as grandes disputas por posição ocorreram somente em posições intermediárias, como Kimi Raikkonen (FIN/Alfa Romeo) tentando passar Lance Stroll (CAN/Racing Point) e Sergio Perez (MEX/Racing Point) partindo para cima de Kevin Magnussen (DIN/Haas). Enquanto isso, na liderança, Verstappen não tentou a ultrapassagem sobre Hamilton, que reclamava frequentemente sobre as condições de seu pneu dianteiro esquerdo. A Mercedes não tinha um pit-stop nos planos e manteve o inglês na pista.

Naquele momento, o excesso de reclamações de Hamilton causava discussão com os engenheiros da equipe via rádio. Ele considerava impossível segurar os carros com seu pneu naquelas condições, mas a equipe insistiu. A corrida chegou a um estágio em que Hamilton podia vencer se o carro mantivesse o ritmo, Vertappen podia vencer se ultrapassasse Hamilton e abrisse os cinco segundos de vantagem e até Vettel poderia vencer se os dois primeiros se embolassem.

A três voltas do fim, e com mais potência de motor, Verstappen fez a última aposta para passar Hamilton, mas o inglês defendeu bem a posição, os carros colidiram, e o cenário não se alterou. Mais uma vitória para o inglês em 2019.

Veja a classificação final do GP de Mônaco:

1º – Lewis Hamilton (ING/Mercedes)
2º – Sebastian Vettel (ALE/Ferrari)
3º – Valtteri Bottas (FIN/Mercedes)
4º – Max Verstappen (HOL/Red Bull Racing)
5º – Pierre Gasly (FRA/Red Bull Racing)
6º – Carlos Sainz Jr (ESP/McLaren)
7º – Daniil Kvyat (RUS/Toro Rosso)
8º – Alexander Albon (TAI/Toro Rosso)
9º – Daniel Ricciardo (AUS/Renault)
10º – Romain Grosjean (FRA/Haas)
11º – Lando Norris (ING/McLaren)
12º – Kevin Magnussen (DIN/Haas)
13º – Sergio Perez (MEX/Racing Point)
14º – Nico Hulkenberg (ALE/Renault)
15º – George Russell (ING/Williams)
16º – Lance Stroll (CAN/Racing Point)
17º – Kimi Raikkonen (FIN/Alfa Romeo)
18º – Robert Kubica (POL/Williams)
19º – Antonio Giovinazzi (ITA/Alfa Romeo)
* Abandonou – Charles Leclerc (MON/Ferrari)

Hamilton reage, vence GP da Espanha e volta à liderança na Fórmula 1

Lewis Hamilton reagiu à ascensão de Valtteri Bottas e venceu neste domingo (12) o GP da Espanha, em Barcelona, na quinta etapa da temporada da Fórmula 1. O atual campeão mundial, que largou em segundo, superou o companheiro de Mercedes logo na largada. Verstappen, da Red Bull, completou o pódio. Vettel (4°) e Leclerc (5°), dupla da Ferrari, chegaram logo atrás.

O resultado obtido no GP da Espanha fez o piloto inglês assumir a liderança do campeonato, com 112 pontos, contra 105 do finlandês – Hamilton também fez a melhor volta corrida e, com isso, ganhou um ponto extra. A Mercedes, líder do Mundial de Construtores, alcançou a quinta dobradinha nas cinco primeiras provas de 2019, recorde histórico da Fórmula 1. Hamilton soma três vitórias na atual temporada, contra duas de Bottas.

A próxima etapa da temporada será daqui a duas semanas, em Mônaco. O treino classificatório será no dia 25 de maio, às 10h (horário de Brasília). A sexta corrida do ano acontecerá no dia seguinte, às 10h10.

Hamilton conseguiu superar Bottas após a largada, no trecho de 739 metros antes da primeira curva. O piloto finlandês acabou sendo atrapalhado por Vettel, que forçou uma ultrapassagem e quase superou o pole position – o alemão da Ferrari tentou fazer a curva por fora e até saiu da pista. Pressionado, Bottas sustentou a segunda posição, mas não conseguiu evitar que Hamilton assumisse a ponta. Vettel, por sua vez, perdeu a terceira posição para Verstappen.

Antes do encerramento da segunda volta, Hamilton já tinha aberto dois segundos de vantagem para Bottas. Na décima, com o inglês marcando a volta mais rápida da prova àquela altura, a diferença já era de três segundos. Na 23ª, ela estava próxima de oito segundos.

Hamilton parou nos boxes na 28ª volta e optou por pneus médios, assim como Vettel e Bottas. Leclerc escolheu os duros. Verstappen, macios. As escolhas não mudaram o panorama da corrida, mas ajudaram Bottas a alcançar a melhor volta da corrida na 31ª volta. Vettel, porém, conseguiu ser o mais rápido da prova na 43ª volta. Hamilton, já no fim, superou ambos.

Depois de buscar a liderança na largada e ter perdido a terceira posição para Verstappen, Vettel passou a ser pressionado por Charles Leclerc, que estava mais rápido na pista. Na 12ª volta, após uma ordem da Ferrari, Vettel abriu para o companheiro. A demora, porém, atrapalhou os planos da equipe. Na ocasião, Verstappen já estava quase cinco segundos à frente de Leclerc, que iniciou a busca ao piloto da Red Bull. Após as paradas nos boxes, Vettel, mais rápido na pista, conseguiu superar Leclerc, sem a intervenção dos diretores da Ferrari.

Na 46ª volta, a 20 do fim, um acidente resultou na entrada do carro de segurança na pista. Os carros de Lando Norris e Lance Stroll se tocaram na curva 12 depois que o piloto da McLaren tentou uma ultrapassagem por fora. A limpeza da pista durou seis voltas. Na relargada, Hamilton manteve o bom desempenho e passou novamente a abrir vantagem em relação a Bottas nas últimas 14 voltas.

Bottas supera Hamilton de novo e conquista a pole para o GP da Espanha

Valtteri Bottas manteve o bom desempenho na atual temporada de F-1 ao conquistar neste domingo (11) a pole position do GP da Espanha. Hamilton, que está um ponto atrás do companheiro de Mercedes, ficou com a segunda posição, seguido de Vettel, Verstappen e Leclerc. A quinta etapa do ano será amanhã às 10h10 (horário de Brasília).

Bottas alcançou, dessa forma, a terceira pole seguida em 2019, a nona da carreira. O treino foi marcado por um duelo particular entre os dois pilotos da Mercedes, que se revezaram na primeira posição no Q2 e no Q3 – com isso, o recorde da pista da Catalunha foi batido em várias ocasiões.

Bottas e Hamilton também disputam ponto a ponto a liderança do campeonato. Ambos somam duas vitórias cada. O finlandês soma 87 pontos, contra 86 do inglês pentacampeão mundial.

Na disputa do Q1, Bottas manteve a boa performance na abertura ao marcar o melhor tempo. O finlandês ficou à frente de Verstappen, Hamilton, Leclerc e Vettel. No pelotão de trás Hulkenberg, Stroll, Giovinazzi, Russell e Kubica não conseguiram avançar ao Q2.

A primeira parte do treino clalssificatório foi marcado por uma escapada de Hulkenberg. O alemão da Renault ainda conseguiu alcançar a 15ª posição, mas acabou superado pelo companheiro de equipe, Daniel Ricciardo.

A segunda parte do treino que definiu o grid de largada do GP da Espanha começou com Hamilton em evidência. O piloto inglês chegou à primeira posição ao marcar o melhor tempo da pista da Catalunha. Nos últimos segundos, Bottas deu o troco, assumiu a ponta e bateu o recorde do circuito.

Os momentos derradeiros do Q2, inclusive, foram emocionantes. Ricciardo e Leclerc se salvaram no fim e garantiram vaga no Q3. Os cinco pilotos fora da última parte do treino foram: Norris, Albon, Sainz, Raikkonen e Pérez.