Explosão de dinamite provocou tragédia em Curitiba no ano de 1976

 

Em setembro de 1976, o estrondo de uma explosão foi ouvido em toda a cidade. Um caminhão, que transportava uma tonelada e meia de dinamite,  pegou fogo e explodiu, deixando dois mortos e dezenas de feridos no bairro Cabral.

 

Vídeo produzido para a TV Band Paraná sobre o caso.

 

O jornalista Ney Hamilton foi um dos primeiros a chegar. Ele trabalhava no Instituto de Biologia (Depois Tecpar) , que ficava na Rua dos Funcionários, a uma dez quadras.  Com o estrondo os vidros do laboratório cairam no chão.

Ele foi ver o que tinha acontecido, pensando ser uma queda de avião. Mais perto, pela coluna de fumaça, imaginou ser a explosão de um posto na Avenida Munhoz da Rocha. Ficou impressionado pelo numero pássaros mortos ao longo do caminho. E com os vidros de casas que quebraram, a quase um quilometro, em ondas de maior ou menor intensidade.

No local o caminhão em pedaços não era mais identificado, havia uma cratera e um pedestre morto, atingido por parte do motor do caminhão. Ao redor as casas de madeira estavam destruídas ou destelhadas, e os fios de luz estavam no chão.

Parte do motor do caminhão foi parar em cima da marquise da Fábrica de Biscoitos Lucinda, que ficava a mais de 100 metros do local da explosão. A tragédia só não teve mais vítimas porque o motorista e o ajudante do caminhão viram o fogo,  e sairam gritando para alertar os moradores. Veja mais detalhes no vídeo abaixo.

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Como era Curitiba há 120 anos

 

Veja neste vídeo como era a capital do Paraná há 120 anos, na passagem do século XIX para o século XX, em 1900.

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MON lança concurso de fotografias pelo Instagram

O MON (Museu Oscar Niemeyer) lançou nesta segunda-feira (06) um concurso de fotos no Instagram. O objetivo é aproveitar o período de férias e o maior fluxo de turistas em Curitiba para envolver o público que frequenta o espaço. A campanha vai distribuir 1.700 ingressos — 100 para cada um dos 17 vencedores.

Confira aqui o regulamento completo do concurso.

De acordo com a administração do museu, o concurso vai estimular os visitantes a descobrirem novos locais e ângulos do MON. A campanha vai até o dia 1º de março. As fotos devem ser postadas no Instagram com a hashtag “MeuMON” e a marcação ao perfil @museuoscarniemeyer.

Conforme o regulamento, para participar do concurso também é preciso seguir o perfil oficial do MON (Museu Oscar Niemeyer) no Instagram.

MUSEU COMPLETA 17 ANOS

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José Fernando Ogura/AEN

A campanha que envolve as fotos no Instagram com a hashtag “MeuMON” marca o início das celebrações pelo 17º aniversário do MON. Por isso, serão 17 vencedores.

Cada um deles receberá 100 ingressos que podem ser distribuídos livremente para amigos e familiares durante o ano de 2020. Além disso, os vencedores terão a fotografia exposta em uma galeria virtual do museu.

“Queremos aproximar cada vez mais nossos visitantes e proporcionar novas e incríveis experiências. Assim, estimulamos o olhar inusitado sobre os inúmeros espaços conhecidos e também os inexplorados dentro do Museu”, explicou a diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika.

MUSEU OSCAR NIEMEYER

Maior museu da América Latina, com 17 mil m² para exposições, o MON (Museu Oscar Niemeyer) tem um acervo de aproximadamente 7 mil peças. Ao todo, são mais de 35 mil m² de área construída.

A instituição abriga obras das mais variadas formas de arte, entre elas artes visuais, design e arquitetura. Além disso, o MON tem a mais sinificativa coleção de arte asiática da América Latina.

SERVIÇO: MON

  • Endereço: Rua Marechal Hermes, 999
  • Horário: de terça a domingo, das 10h às 18h
  • Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)
    • Entrada franca às quartas

Como era Curitiba nos anos 1980

 

Veja um resumo da história de Curitiba nos anos 1980, uma década de grave crise econômica, mas com muitas inovações que deram fama, trouxeram turismo e novas empresas para a capital do Paraná.

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A história das Cataratas e Foz do Iguaçu

 

Veja neste vídeo como foi a descoberta das Cataratas de Foz do Iguaçu no século dezesseis, no tempo em que a região era habitada só pelos Índios Guaranis. E a formação da cidade de Foz do Iguaçu como uma colônia militar no final do século dezenove. A produção é da TV Band Paraná em parceria com esta coluna.

Faça parte do grupo Memória Paranaense clicando aqui.  O grupo foi criado no Facebook por este portal para preservar a memória. Ao abrir a página, clique em “participar do grupo”.

Faça parte também do grupo de memória de Foz do Iguaçu e Cataratas. Clique aqui para abrir o grupo.

 

 

 

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neve em curitiba

Neve em Curitiba completa 44 anos nesta quarta; veja imagens e relatos

O dia 17 de julho deste ano, em Curitiba, foi gelado. A capital registrou uma geada leve e os termômetros chegaram à 0°C. Mas o frio de hoje não se compara ao que foi registrado há 44 anos.

Nesse mesmo dia, só que em 1975, a capital viu a sua última nevasca. O fenômeno não era inédito, mas a neve não era vista pelos curitibanos desde 1928.

Desde aquele ano, não houve episódio parecido com aquele registrado há 44 anos. E ainda há quem aguarda por neve como aquela.

“Parecia que era piada”

O jornalista José Wille, colunista do Paraná Portal, relembra o 17 de julho de 75. Na época, ele estudava à noite e servia o Exército. No dia que nevou, Wille dormia em casa e foi acordado por seu pai.

“Não tinha essa história de nevar em Curitiba. Não acontecia desde 1928. Mas meu pai abriu a janela e pediu para que olhássemos para fora. E realmente vimos a grama branca e a neve caindo. Foi uma surpresa muito grande”, relatou.

A neve foi terrível para a economia paranaense. A maior parte das plantações de café se perderam, deixando milhares de trabalhadores do campo desempregados e desamparados. Mas os prejuízos foram calculados depois. No dia que nevou o clima da cidade era festivo.

“A primeira sensação que você tem, quando acontece algo assim, é que se tornaria corriqueiro. Como se a neve tivesse vindo para ficar”, contou o jornalista.

Wille destaca que o episódio de 1975 surpreendeu pela duração. A impressão é de que a neve duraria poucos minutos. No entanto, ela permaneceu caindo por horas, ficando ainda mais intensa por alguns momentos da manhã e da tarde.

“Não é sempre assim?”

Vilma Barbosa havia chegado recente à capital paranaense. Vinda de Minas Gerais, ela trouxe os sete filhos para morar em Curitiba. Foi na casa da família, no bairro Água Verde, que viu a neve pela primeira vez.

“Nós éramos de uma cidade bem ‘encalorada’. Lá não tinha nada disso. Foi uma surpresa! Ninguém esperava por isso”, conta ela, que hoje tem 82 anos.

Num misto de medo e euforia, ela tratou de agasalhar os filhos para que todos pudessem aproveitar a manhã nevada na capital. Ela conta que a neve foi suficiente para espalhar a cor branca pelos telhados, gramados e ruas de toda a vizinhança.

“Meu filhos saíram todos de moletom, casacos e jaquetas. Tudo estava branco e as crianças se divertiam fazendo bonecos de neve”, relatou.

Uma frustração de Vilma foi nunca mais ter visto neve como aquela. Para uma recém-chegada a Curitiba, a impressão era de que o fenômeno aconteceria com mais frequência.

 

Dia de folga

Orlando Sálvaro, conhecido como ‘Seu Orlando’, guarda uma memória extraordinária da ocasião. Ele morava no Bairro Alto e tinha que fazer uma boa caminhada para pegar o ônibus e ir até Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, onde trabalhava como contador de uma empresa. O problema é que, naquele dia, não tinha como trabalhar.

“Nem fui trabalhar para presenciar a neve. Me enfiei em um cobertor e fiquei vendo a neve… Curtindo. Quando você nunca vê algo e acha bonito, fica entusiasmado. Foi fabulosa”, descreve.

Apesar de ter ficado encantado, nem tudo foi perfeito. “Uma lembrança que eu guardo muito é que meu filho iria fazer um ano no dia 22. Fomos aprontar uma festa e os canos da casa estouraram com o gelo. Foi um auê…”, relembra ele. Mesmo com o trabalho, o que ele guarda é saudade. “Foi uma experiência única. Infelizmente na época eu não tinha máquina, mas eu bem gostaria ter tirado uma foto”, completou.

Confira mais sobre a neve em Curitiba:

A história do Paraná nas fotos de Arthur Wischral

O fotógrafo paranaense, Arthur Wischral, deixou um grande acervo histórico. E é considerado um pioneiro da fotografia documental. Ele era filho de imigrantes alemães, e nasceu no ano de 1894. Começou a trabalhar com fotografia na década de 1910, prosseguindo até o ano de 1964. Foram mais de 50 anos. E pela qualidade de sua obra, foi considerado também um dos grandes fotógrafos do Brasil.

Veja no vídeo abaixo um resumo do trabalho de Arthur Wischral.

 

As fotos foram preservadas na antiga técnica de negativos em chapas de vidro, com quase 7000 imagens conservadas, que hoje estão na Fundação Cultural de Curitiba. O livreiro Paulo José da Costa também trabalha para salvar mais imagens deste fotógrafo. A fotografia de Arthur Wischral foi uma grande contribuição histórica. Através destas imagens, hoje se pode saber mais sobre o estilo de vida do século passado.

 

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O primeiro grande acidente aéreo na região de Curitiba

 

Foi um avião “Convair”, como o da foto acima, que caiu em 1958, perto da Colônia Muricy, em São José dos Pinhais. Era o segundo grande acidente aéreo da história do Paraná, com 18 mortos, entre os 24 ocupantes. E o mais grave da região de Curitiba.

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O final de tarde era de chuva forte, e o avião pode ter sido atingido pelo vento, quando se preparava para descer no Aeroporto Affonso Pena. Considerando o número de mortes, foi o segundo mais grave acidente da história paranaense. Morreram o então senador e ministro da Justiça, Nereu Ramos, o governador de Santa Catarina, Jorge Lacerda, e o deputado federal Leoberto Leal. Entre os mortos estavam ainda os cinco tripulantes, e o padre Osvaldo Gomes, um dos fundadores do Colégio Medianeira de Curitiba.

 

O avião tinha saído de Porto Alegre, com escala em Florianópolis. Em Curitiba o piloto sobrevoava a região, esperando autorização para descer, que viria da torre de controle do aeroporto. Mas houve preferência para uma decolagem. Logo a seguir o avião da Cruzeiro, pilotado pelo comandante Licínio Correia Dias, caiu na região de Capão do Cerrado, próximo à Colônia Muricy, em São José dos Pinhais, a 30 quilômetros de Curitiba.

 

 

Vídeo produzido com apoio desta coluna na Band Paraná sobre o acidente.

 

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Veja abaixo algumas fotos do acidente, postadas por Beatriz Brito, de São José dos Pinhais. Ela conta que o avô Rolf era taxista e gostava de fotografia. Estas fotos foram feitas por ele, no dia do acidente. O taxista, já falecido, dizia não haver outro registro fotográfico do caso.

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Nota da Aeronáutica no histórico de acidentes:

6 De Junho – O avião Convair CV-440 da Cruzeiro do Sul, procedente de Florianópolis (SC), acidentou-se durante o pouso em São José dos Pinhais, vitimando 18 dos 24 ocupantes. Também faleceram no acidente o Ex-Presidente da República Nereu Ramos, o Governador de Santa Catarina Jorge Lacerda e Leoberto Leal, então deputado federal.

 

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Edições de jornais da época abaixo:

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 jose.wille

Confira as imagens da comemoração do título do Athletico

O Athletico se tornou campeão do Campeonato Paranaense pela 25.ª vez em sua história.

O Furacão derrotou o Toledo nos pênaltis (6 a 5) após ter vencido por 1 a 0 no tempo normal, mesmo resultado que o Porco havia vencido no jogo de ida.

Confira os registros do fotógrafo Geraldo Bubniak na decisão do Estadual:

FESTA NA BAIXADA!!!Veja as imagens da comemoração do título do FuracãoFotos: Geraldo Bubniak

Publicado por Paraná Portal em Domingo, 21 de abril de 2019

 

PÊNALTIS!!! Athletico vence o Toledo por 1 a 0 e o título do Campeonato Paranaense 2019 será definido nas penalidades. O gol foi marcado pelo meia Matheus Rossetto, em cobrança de faltaConfira as imagens de Geraldo Bubniak na decisão do Estadual

Publicado por Paraná Portal em Domingo, 21 de abril de 2019

 

Foto: Geraldo Bubniak / AGB
Foto: Geraldo Bubniak / AGB

Encontre o grupo de fotos antigas de sua cidade no Facebook

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Foto: Guaratuba sem data.

Encontre, nesta lista abaixo, muitos grupos que trazem a memória de cidades paranaenses. Participe e ajude a preservar a nossa história. É só clicar no nome escolhido para abrir a página, e depois clicar em “participar do grupo” para fazer a sua inscrição:
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Cidades do Paraná:

 

Adrianópolis Memória

Almirante Tamandaré

Alto Paraná

Alvorada do Iguaçu

Andirá

Antonina

Arapoti

Antonio Olinto . 

Apucarana

Araucária

Arapongas Memória

Assaí  .

Balsa Nova 

Cafelândia Memória 

Campina Grande do Sul Memória

Campo Largo

Campo Mourão 

Capanema

Cambará Memória

Cambé Memória

Campo do Tenente

Cascavel Memória 

Castro de Antigamente .

Castro na Foto

Castro Memória 

Carambeí

Centenário do Sul

Colombo

Cornélio Procópio

Cruzeiro do Oeste

Cerro Azul

Cianorte Memória 

Coronel Vivida

Contenda Memória

Curitiba Memória

Curitiba Antigamente

Curitiba na Foto

Entre Rios – Guarapuava

Fazenda Rio Grande

Foz do Iguaçu Memória

Francisco Beltrão Memória

Goioerê

Guaira

Guaraci .

Guarapuava Memória

Guaratuba Memória 

Ibaiti Memória

Ilha do Mel

Ibiporã Memória

Itambé

Irati

Ivaiporã Ontem e Hoje

Ivatuba .

Jacarezinho

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Londrina Memória

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Medianeira Memória 

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Nova Esperança

Nova Londrina

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São Luiz do Purunã

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Tibagi

Tibagi de Antigamente .

Toledo Memória 

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Umuarama Memória 

Umuarama 60 anos .

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Wenceslau Braz

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Outras localidades turísticas do Paraná:

 

 

Vila Velha Memória e Fotos Atuais

Itaipú Memória e Fotos Atuais

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Lapa na Foto ( atuais )

Paraná em Fotos

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Canais de Televisão:

 

 

TV Paranaense Canal 12 memória

 

TV Independência – RIC Record 

 

TV Paraná Canal 6 Memória (OM e CNT)

 

TV Iguaçu Canal 4 Memória ( atual Rede Massa)

 

TV Curitiba Canal 2 Memória

 

TV Coroados de Londrina 

 

TV Tibagi de Apucarana  ( grupo aberto )

 

TV Tibagi de Apucarana ( fechado )

 

TV Tarobá

 

 

Educação:

 

 

UFPR Memória – Universidade Federal do Paraná

 

UTFPR Memória de Curitiba, antigo CEFET e ETFPR

 

CEFET – ETFPR  de Curitiba ( Atual UTFPR ) 

 

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Curitiba:

 

 

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Imigração:  Memória das etnias que vieram para o Brasil

 

Imigrações – Memória da imigração alemã no Brasil.

 

Imigrações – Memória da Imigração Espanhola no Brasil.

 

Imigrações – Memória da Imigração Holandesa no Brasil

 

Imigrações – Memória da imigração Italiana no Brasil

 

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