MC Kevin faz show em Curitiba nesta quinta-feira

O MC Kevin chega a Curitiba nesta quinta-feira (7), com show no palco da WS e a festa começa às 23h. Os ingressos para a apresentação estarão à venda na portaria do local, na entrada do evento, e custam a partir de R$ 10. Os clientes devem adicionar os nomes na lista do evento no site.

Nascido na zona norte de São Paulo, Kevin Nascimento Bueno, conhecido como MC Kevin é dono dos hits “Pra inveja é Tchau”, “Cavalo de Troia” e “Ressaca”. Atualmente, o artista faz parte de uma das principais produtoras de funk do país, a GR6 Eventos.

PRÓXIMOS EVENTOS

A WS Space, ou apenas “WS” como é chamada a queridinha dos curitibanos, recebe mais dois eventos nesta semana. Na sexta-feira (8), a festa do momento do Rio de Janeiro chamada o “Fluxo” desembarca pela primeira vez em Curitiba.

Já no sábado (9), é noite de “Lancinho” com o grupo de pagode Pra Sacudir.

Baile da Gaiola traz funk carioca para Curitiba na próxima sexta-feira

O baile funk mais famoso do Rio de Janeiro vai agitar Curitiba na próxima sexta-feira (17). O Baile da Gaiola desembarca pela primeira vez na capital paranaense para única apresentação no ReConcert. O evento começa a partir das 22h e contará com a apresentação do MC KS, DJ Corvina e DJ Grazy.

A atmosfera do autêntico baile carioca traz diversão no embalo de um som chamado 150 BPM, com batida acelerada. Símbolo atual do renascimento do funk carioca, o Baile da Gaiola teve início na Penha, Zona Norte do Rio de Janeiro. Já recebeu em suas edições celebridades, jogadores de futebol e turistas internacionais.

Após enorme sucesso, os organizadores do baile decidiram levar seu clima e animação para as outras cidades do país.

A festa é promovida pela CWB Brasil, Casarão, Planeta Brasil e Léo Bombini. Os ingressos estão a venda pelo site Eventim.

Funkeiro MC Sapão, do hit ‘Vou Desafiar Você’, morre no Rio, aos 40 anos

O cantor de funk Jefferson Fernandes Luiz, conhecido como MC Sapão, morreu no Rio de Janeiro após passar nove dias internado na UTI.

A informação foi confirmada nesta sexta-feira (19) pela assessoria do funkeiro.

Ele estava internado com um grave quadro de pneumonia e insuficiência cardíaca.

Segundo a assessoria de imprensa do artista, ele contraiu pneumonia durante as viagens de sua turnê.

Ele, que tinha 40 anos, estava no hospital municipal Rocha Faria, em Campo Grande, na zona oeste da capital fluminense.

O funkeiro deixa quatro filhos: Pedro, de 15 anos, Kevin, de 12, Odara, de 10, e Brisa, de 7.

Nascido e criado na comunidade da Nova Brasília, no Complexo do Alemão, MC Sapão fez sucesso com hits como “Vou Desafiar Você” e “Rei do Baile”, que ganhou versão com Mr. Catra e MC Guim.

Ele tinha problemas de saúde como pressão alta e diabetes, tendo sido internado várias vezes, uma delas com edema pulmonar. A saúde delicada o obrigou a emagrecer cerca de 40 quilos.

Sapão iniciou sua carreira com 18 anos, após mais de oito meses na cadeia, ocasião em que compôs um de seus maiores sucessos, “Eu Sei Cantar”.

Mc Livinho canta seus sucessos na capital

Com Metro Jornal

O cantor Mc Livinho se apresenta nesta sexta na capital paranaense como atração especial da programação de fim de ano da Wood’s Curitiba.

Um dos maiores nomes do funk nacional dos últimos tempos, o cantor vem a Curitiba trazendo um repertório composto pelos seus trabalhos mais recentes e de maior destaque.

Entre os seus novos sucessos, o artista embala o público com hits como “Vai Fazer Falta”, “Cheguei Pra Te Amar”, “Bem Querer”, “Azul Piscina” e “Tchau e Bênção”.

Além dos seus lançamentos mais recentes, Mc Livinho não deixa de lado as músicas que mais o consagraram ao longo dos seus 7 anos de carreira, como “Cheia de Marra”, “Tudo de Bom” e “Tenebrosa”.

Ativo na carreira artística desde os 14 anos idade, o funkeiro paulista passou a ganhar reconhecimento nacional quando abandonou a linha do funk ostentação e lançou hits como “Mulher Kama Sutra” e “Origem”.

Serviço:
Sexta a partir das 22h30 na Wood’s Curitiba.
Os ingressos estão a partir de R$ 30 com nome na lista bônus pelo site www.clubewoods.com.br/curitiba.

Vídeo de Cleo Pires na balada causa polêmica; lança perfume?

Um vídeo da  atriz Cleo Pires em uma balada viralizou nas redes sociais nesta segunda-feira (07).

Nas imagens, a atriz aparece dançando funk com uma suposta garrafa de lança perfume.

A assessoria da atriz afirma que o objeto seria apenas uma garrafa em miniatura de whisky Bourbon.

No Twitter, Cleo Pires negou ser um frasco de lança perfume e disse, na verdade, o que tentava esconder era a marca da bebida.

“Jesus transformou água em vinho e meus haters tentam transformar meu cigarro em maconha e meu whisky em lança. Calma gentchy acreditem menos “, disse a atriz. “Eu ganho dinheiro para divulgar, tá? Estamos em alta, né more”, falou.

 

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85% dos internautas apoiam proposta de lei que criminaliza o funk

Com Agência Senado

A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado (CDH) aprovou na quarta-feira (21) o requerimento de audiência pública para debater a criminalização do funk.

A proposta que transforma o estilo musical em crime está na Sugestão Legislativa (SUG) 17/2017, idealizada pelo cidadão Marcelo Alonso.

Segundo a proposta, os chamados bailes de “pancadões” estimulam a prática de crimes contra crianças e adolescentes, promovendo o uso, venda e consumo de álcool e drogas, bem como o agenciamento, orgia e exploração sexual.

Na CDH, a matéria vai ser relatada pelo senador Romário (PSB-RJ), que solicitou a audiência pública para discutir a questão. Romário quer trazer para o debate no Senado o autor da proposta, compositores e cantores de funk, além de antropólogos que estudam o gênero musical. Entre os artistas listados pelo senador para opinar sobre o assunto estão Anitta, Nego do Borel e Valesca Popozuda — expoentes do estilo musical.

Para Romário, é preciso avaliar em que medida os crimes ocorridos durante ou após os bailes podem ser coibidos pelo Estado, sem que seja necessária uma medida tão drástica como transformar o funk em crime.

— Como carioca nato e eterno funkeiro, faço questão de defender essa bandeira — disse o senador.

Para virar projeto de lei, a sugestão ainda precisa ser aprovada na CDH. Até a tarde desta quarta-feira (21), mais de 8 mil internautas haviam opinado sobre a proposição, que recebeu 85% de votos favoráveis.

Qualquer brasileiro pode apresentar ideias legislativas para modificar ou criar novas leis. Se em um período de 4 meses essas ideias receberem mais de 20 mil apoios são encaminhadas para a CDH e são formalizadas. A sugestão de Marcelo Alonso teve quase 22 mil apoios.

A comissão ainda vai divulgar a data para realização da audiência.

Agenda: o sábado tem 17 dicas para você curtir em Curitiba

Destaques do editor:

Forró Jazz Junino

16h, Dizzy Café Concerto – Rua 13 de Maio, 894, Centro
A festa junina no jardim do Dizzy terá a cantora Anaí Rosa acompanhada do sanfoneiro Alessandro Kramer. No repertório, clássicos de Dominguinhos, Sivuca, Hermeto Paschoal, Luiz Gonzaga, Zé Ramalho, entre outros.
Ingressos a partir de R$ 10.

Ensemble de Cordas – Octetos Russos

18h30, Capela Santa Maria – Rua Conselheiro Laurindo, 273, Centro
O Ensemble de Cordas da Orquestra de Câmara de Curitiba realiza um concerto único sob o som de violinos, violas e violoncelos e direção musical do spalla Winston Ramalho. A apresentação reúne octetos dos compositores russos Reinhold Glière(1875-1956) e Dmitry Schostakovich (1906 -1975). Veja na reportagem do Gente+.
Entrada gratuita.

Queen Forever

21h, Teatro Guaíra – Praça Santos Andrade, s/n, Centro
Considerado o melhor musical do mundo de tributo ao Queen, a banda argentina “God Save the Queen” se apresenta nesta noite no Teatro Guaíra. Veja na reportagem do Gente+.
Ingressos a partir de R$ 60.

Different

23h, Danghai Club – Rua Comendador Araújo, 609, Batel
A balada da Danghai vai ser para esquentar a gélida noite de sábado em Curitiba! Nada menos do que 12 dj’s vão se revezar na cabine, entre eles os paulistanos GKD (tech house) e Rick Romani (nu disco / deep house).
Entrada a partir de R$ 35.

Outros destaques do dia:

– Happy hour:

Blues na Calçada

18h, Bruschetta d’Italia – Av. Manoel Ribas, 348, Mercês
Neste sábado, o projeto Blues na Calçada recebe o músico Guilherme Tosin.
Entrada gratuita.

– Festas:

Any Mello, Aninha, Antonela

23h, Club Vibe – Rua Desembargador Motta, 2311, Centro
Any Mello, conhecida até então pelo seu trabalho como VJ, iniciou a próxima etapa da carreira como DJ e produtora, e vem despertando o interesse dos amantes de techno. Nesta noite, ela estreia na pista do Club Vibe ao lado das residentes Aninha e Antonela.
Entrada a partir de R$ 30.

Arraiá Parceiros do Mar

15h, Trip Bar – Rua Mateus Leme, 754, Centro Cívico
O bar praiano abre mais cedo com diversas atrações, como Juliano Rato e Bombaião no Garden, e Damatz e o dj Leandro Moska no porão.
Entrada a partir de R$ 15.

Baby Comeback

23h, Vitto Bar – Rua Trajano Reis, 326, São Francisco
Pop, indie, ragatanga e o que mais der na cabeça vai tocar no Vitto nesta noite, com os dj’s Carol Stopa, Rica Leão e Reh Freak.
Entrada a R$ 20.

Festa JONina

22h, Live Curitiba – Rua Itajubá, 143, Portão
Uma mistura de ritmos vai marcar a festa junina da Live neste sábado! Tocam os djs Tartaruga e Kritikos, a dupla Zé Henrique e Gustavo, e os cantores Kaduka e Pretinho.

It’s a Trap!

22h, Bar 351 – Rua Trajano Reis, 351, São Francisco
A balada do 351 vai ter Anaum e THD com o convidado Bastardman.
Entrada a R$ 15.

Pop Machine

22h, Verdant – Rua Dr. Claudino dos Santos, 126, Centro
Muito pop e funk na balada do Largo, com os dj’s Thiago Correa, Edryns Edin, Raul Lima e Douglas Lenon.
Entrada a R$ 30.

Se amarrar, pra que?

22h30, WS Brazil – Al. Dr. Carlos de Carvalho, 1330, Batel
A WS abre as portas para uma festa dos solteiros, misturando funk e samba a noite toda! Tocam Vennom, Beijo Bom e Jeito a Mais.
Entrada a partir de R$ 20.

Stardust

23h, Soviet – Rua Bispo Dom José, 2277, Batel
Os dj’s Duda Rezende, Luiz Otavio Motta, Pedro Grego e Vitor Cruz tocam muito pop e dance a noite toda.
Entrada a R$ 30.

Wood’spacito

22h30, Wood’s Bar – Rua Gen. Mario Tourinho, 387, Seminário
O reggaeton pegou forte em Curitiba, e até a Wood’s deixa de lado seu famoso sertanejo para dar lugar a alguns dias temáticos. Nesta noite, tocam Manza (Reggaeton/Funk), Murillo Bacchi e Kaduká.
Entrada a partir de R$ 10.

– Shows:

Cabarelle – Edição 50´s

22h, Jokers Bar – Rua São Francisco, 164, São Francisco
Cabarelle é uma festa temática inspirada nos antigos Cabarés Vaudeville (teatro de variedades), com música, circo, performances, humor e números de burlesco. Nessa edição, a banda Stomp’n’Jive faz um setlist com grande influência dos anos 40 e 50. As performances burlescas ficam por conta de Ruby Hoo e Rany Marshmallow.
Entrada a R$ 20.

Cia Vintage 80

18h, Phoenix American Mex – BR-116, 6000, Tarumã
O Phoenix recebe mais uma edição da festa temática só com hits dos anos 80. Nesta noite, toca o DJ Rogério, que foi residente na Angel’s Flight, uma das mais importantes casas da década de 80 e uma das mais icônicas da história da noite curitbana.
Entrada a partir de R$ 25.

Love Metal

22h, Blood Rock Bar – Rua Pres. Carlos Cavalcanti, 1212, Mercês
A banda The Days Bon Jovi Cover faz uma noite especial aos namorados e aos solteiros! Aliás, tem uma taça de espumante de brinde para todos até a 0h30.
Entrada a R$ 15 (feminino) e R$ 20 (masculino).

Agenda: veja 9 dicas para se divertir nesta quarta em Curitiba

Destaques do editor:

Festival Pão com Bolinho

Até dia 25, 39 bares de Curitiba
Começa nesta quarta mais uma edição do Festival Pão com Bolinho, que serve o tradicional sanduíche curitibano em receitas diferenciadas a R$ 10,90. Participam 39 bares da cidade, com preparos dos mais curiosos. Tem até bolinho vegetariano! Veja na reportagem do Gente+.

Steve Vai

21h30, Ópera de Arame – Rua João Gava, s/n, Abranches
O lendário guitarrista Steve Vai encerra em Curitiba nesta noite a turnê “Passion and Warfare 25th Anniversary Tour”, que está percorrendo o Brasil comemorando mais de 25 anos de uma das maiores gravações instrumentais de guitarra do rock de todos os tempos, o clássico Passion and Warfare (1990). Veja na reportagem do Gente+.
Ingressos a partir de R$ 100.

Dois Tempos de Um Lugar

20h, Centro Cultural Heitor Stockler de França – Av. Mal. Floriano, 458, Centro
Os músicos Dandara e Paulo Monarco apresentam doze canções do álbum produzido por Tó Brandileone e Swami Jr. Ela, cantora e performer. Ele, cantor e compositor, assina nove das doze composições do CD, em parcerias com os consagrados, Suely Mesquita (Pra Acordar), Celso Viáfora (Venha – autor de Dois Tempos de Um Lugar, canção que da nome ao álbum) e Zeca Baleiro (Tem Dó).
Ingressos a R$ 30 (meia disponível).

Outros destaques do dia:

– Cultura:

Trajetórias: Rosana Stavis

20h, Café do Espaço – Rua Alberto Folloni, 1534, Ahú
Dona de uma carreira impecável, acumuladora de indicações e prêmios, a atriz Rosana Stavis contará um pouco da sua carreira e histórias que a marcaram.
Entrada gratuita.

– Happy hour:

Roda das Minas

19h, A Caiçara Bar – Rua Dr. Claudino dos Santos, 90, São Francisco
Nesta noite, as meninas “As Brejeiras” apresentam um repertório de choro e samba feminino.
Entrada a R$ 5.

Babel no Boteco

20h, Gaúcho – Praça do Redentor, 23, Mercês
O happy-hour na praça do skate tem o encontro de intercambistas de várias partes do mundo para você aperfeiçoar o seu idioma estrangeiro.
Entrada gratuita.

– Festas:

Funkzomba feat. Me Gusta

23h, Soviet – Rua Bispo Dom José, 2277, Batel
A noite do meio de semana da balada alternativa do Batel terá muito funk, reaggeton e zouk com os dj’s Ana Guimarães (Me Gusta), Duda Rezende a.k.a. Funkzomba e Bila Sampaio.
Entrada a R$ 20.

– Shows:

Forró das 9

19h, Trip Bar – Rua Mateus Leme, 754, Centro Cívico
Quarta é dia da tradicional roda de forró do Trip, com Iara Trio colocando todo mundo para um quente arrasta-pé. Tem também aula para quem não sabe dançar o ritmo.
Entrada a partir de R$ 10.

Reles convida Marmanjos

21h, Empório São Francisco – Rua Pres. Carlos Cavalcanti, 1138, Mercês
Toda quarta-feira, a banda curitibana Relespública convida um grupo diferente para uma noite de muito rock. Nesta semana, são os Marmanjos que sobem ao palco.
Entrada a R$ 10 (feminino) e R$ 20 (masculino).

Agenda: a sexta-feira tem 15 dicas para você se divertir muito em Curitiba

Destaques do editor:

Olhares sobre o Refúgio

19h, Cinemateca – Rua Pres. Carlos Cavalcanti, 1174, Mercês
O filme “Estou com a Noiva” é um documentário que traz a história de um poeta palestino e um jornalista que ajudam refugiados a escaparem da guerra síria rumo à Suécia por meio de um casamento arranjado. Faz parte de uma mostra que busca mostrar o drama de pessoas refugiadas que precisam deixar toda a vida para trás. Veja na reportagem do Gente+.
Entrada gratuita.

CAC 2017, com regência de Mara Campos

20h, Capela Santa Maria – Rua Conselheiro Laurindo, 273, Centro
A Camerata Antíqua de Curitiba apresenta o concerto “Música Brasileira”, com obras de Henrique de Curitiba, Danilo Guanais, Osvaldo Lacerda e Davi Sartori. O grupo homenageia compositores brasileiros contemporâneos, e conta ainda com integrantes do Coro da Camerata como solistas – a soprano Luciana Melamed, a contralto Daniele Oliveira, o tenor Alexandre Mousquer e o baixo Marcelo Dias. O espetáculo também será apresentado no sábado (3), às 18h30.
Ingressos a R$ 30.

Outros destaques do dia:

– Cultura:

História das tirinhas

19h, Gibiteca – Rua Pres. Carlos Cavalcanti, 533, Centro
A Gibiteca de Curitiba promove nesta sexta (2) uma palestra com o paulista Franco de Rosa, desenhista conhecido por seus trabalhos na Folha de São Paulo e nas editoras Ebal e Grafipar. Também roteirista de histórias em quadrinhos e editor, Francisco Paulo de Rosa começou sua trajetória como desenhista por volta dos anos 70, quando produziu o seu primeiro fanzine, “O Frama”, com apenas 15 anos de idade. Veja na reportagem do Gente+.
Entrada gratuita.

“Mulheres de Esquerda”

19h30, Café Philo – Al. Prudente de Moraes, 1101, Centro
Será realizado nesta sexta (2), no Café Philo da Aliança Francesa, um debate com duas convidadas especiais que abre ao público uma discussão sobre as “Mulheres de Esquerda”. O evento, que comemora os 100 anos da Revolução Russa, levanta várias facetas do pensamento esquerdista e do feminismo, citando grandes figuras do movimento socialista, como Simone Beauvoir e Angela Davis. Veja na reportagem do Gente+.
Entrada gratuita.

– Festas:

¡Caliente especial Maluma!

22h, Paradis Club – Rua Paula Gomes, 306, São Francisco
O cantor queridinho da cena pop latina atual terá uma noite inteira em homenagem a ele no Paradis, com os dj´s Tomás Ramos (Rádio Espanha), Zost (Espanha), Tha Ramos (Las Hermosas do R&B) e Felipe Rocha (Glow in The Dark).
Entrada a R$ 30.

Hip Hop 4 Friends

22h, Paradis – Rua Cel. Dulcídio, 558, Batel
O bar de surf do Batel abre as portas nesta sexta para muito hip hop dos dj´s Ploc, Flem e Dias.
Entrada a R$ 20 (feminino) e R$ 30 (masculino).

I Love CWBeats

22h, Bar 351 – Rua Trajano Reis, 351, São Francisco
Vai rolar uma mistura de estilos com r&b, funk e hip-hop, com os dj´s Peen, Junes e Selectta KBC.
Entrada a R$ 15.

Illusionize

23h, Danghai – Rua Comendador Araújo, 609, Batel
A balada eletrônica da Danghai recebe o projeto Illuzione e também Salla, The Grounders e Zimmer.
Entrada a partir de R$ 40.

Pop Up feat Shine On

20h, Sláinte Irish Pub – Al. Pres. Taunay, 435, Batel
Os dj´s Edu, San, Bruno e Anaum tocam muito pop, rock, indie, indie rock, hip hop e funk.
Entrada a R$ 23.

Vidinha de Balada

22h30, Wood´s Bar – Rua Gen. Mario Tourinho, 387, Seminário
A festa desta sexta será com a dupla Gustavo Toledo e Gabriel e o grupo Seligaê.
Entrada a R$ 20 (feminino) e R$ 40 (masculino).

World Rock Tour

22h, Pixel Bar – Rua Visconde do Rio Branco, 69, Centro
O Pixel recebe os dj´s do James para uma noite de festa. Tocam Alexandre Dantas, Renata Worst e Claudia Bukowski.
Entrada a R$ 15.

– Shows:

Boogie Jump

20h, Casa da Flor Bistrô – Rua Pres. Carlos Cavalcanti, 1227, Mercês
Nesta sexta, a banda Boogie Jump apresenta um repertório de blues e boogie.

Marcos e Belutti

22h, Victoria Villa – Av. Victor Ferreira do Amaral, 2291, Tarumã
A dupla Marcos e Belutti apresenta nesta noite seu 7º álbum, “Acredite”. Gravado em formato de estúdio, quebrando a sequência de acústicos lançados em 2014 e 2015, as novas músicas vão mais para o lado romântico.

Marília Mendonça

22h, Live Curitiba – Rua Itajubá, 143, Portão
A rainha da sofrência, Marília Mendonça chega a Curitiba no show mais esperado do ano! Com o lançamento do DVD Realidade, a cantora se apresenta no palco da Live Curitiba com um repertório repleto de grandes sucessos. E aí? Encontro marcado?
Ingressos a partir de R$ 12.

South Bound Tour

19h, John Bull – Rua Mateus Leme, 2204, Centro Cívico
No John Bull, tocam hoje Silverstein, The Word Alive e For The Fallen Dreams.
Ingressos a R$ 90.

Professora usa funk para ensinar Marx, é afastada da escola, e vídeo viraliza

“Os burgueses não moram na favela. Estão nas empresas explorando a galera. E para os proletários o salário é uma miséria. Essa é a mais-valia vamos acabar com ela”.

A música de protesto, que cita Karl Marx em ritmo de funk, foi gravada por alunos do ensino médio dentro da sala de aula. O vídeo foi publicado nas redes sociais pela professora de sociologia Gabriela Viola, que coordenou o trabalho. A paródia viralizou, e a professora acabou afastada por uma semana da escola estadual Maria Gai Grendel, na periferia de Curitiba.

O vídeo é resultado de um trabalho sobre Karl Marx, conteúdo que faz parte da grade curricular obrigatória do primeiro ano de sociologia do ensino médio. Nas redes sociais, o material gerou polêmica. A iniciativa foi elogiada, criticada e a professora foi ofendida e até ameaçada.

A secretaria justificou o afastamento “para proteger a professora” e por conta da escolha da música “Baile de Favela”. Explicou ainda que “o acompanhamento não tem o objetivo de virar um policiamento de conteúdo”.

A professora afirmou que considera “a letra original machista” e que isso também foi questionado e debatido em sala de aula.

“Eu quis trabalhar com aquilo que os alunos já tinham de bagagem, dando um novo significado à música. Para mim, a educação deve respeitar a realidade do aluno”.

Veja o vídeo

Veja a entrevista da professora Gabriela Viola concedida ao Brasil de Fato e ao Mídia Ninja:

Em pouco tempo, o vídeo com a paródia “Karl Marx é baile de favela”, feita pelos seus alunos, viralizou nas redes sociais e seu caso ganhou repercussão nacional. Você poderia explicar melhor o que aconteceu?

Gabriela Viola – O vídeo foi um trabalho realizado em sala com os alunos do primeiro ano do ensino médio. Dentro das diretrizes curriculares, é preciso estudar os clássicos da sociologia como Marx, Weber e Durkheim. Buscando uma aproximação com a realidade dos alunos, resolvi trabalhar a paródia, que foi divulgada na internet como uma forma de mediação, uma forma de incentivo aos alunos. Como já tinha sido divulgada a paródia da outra sala [com a música Aquele 1%, do Wesley Safadão], os alunos queriam ver também o trabalho deles. Vivemos numa sociedade tecnológica, então os alunos têm esse contato direto com os meios de divulgação de informação.

Eu postei essa paródia no domingo à noite e, na segunda-feira, várias páginas, que têm um pensamento político ideológico diferente do autor, começaram os ataques. Nada mais foram do que ataques políticos ideológicos. Você percebe que esses comentários não tiveram nenhum tipo de fundamentação em relação ao teórico proposto. Muito menos foram comentários voltados para a questão da educação. Esses comentários foram todos vestidos pelo discurso do ódio, propagaram ódio em relação a mim, em relação aos estudantes que participaram dessa aula e desse projeto.

Mas ao mesmo tempo, os estudantes não deixaram barato e organizaram um protesto na escola e a campanha “VoltaGabi nas redes sociais. Pode comentar?

A partir do momento em que eu fiquei em casa por conta da repercussão desse vídeo na internet, eu não entrei mais em contato com os alunos por meio de rede social nenhuma. Me contaram que eles começaram a se mobilizar na escola, porque viram esse discurso de ódio e entenderam como uma injustiça, tanto em relação ao trabalho que fizerem, em relação a eles como estudantes e em relação a mim. Quem conhece a nossa realidade escolar somos nós. Sou eu que estou todos os dias em sala de aula e são esses estudantes que também estão em sala de aula. Então, repercutiu porque eles se sentiram injustiçados.

Para entendermos melhor o caso e também o próprio contexto de ensino e aprendizagem na escola, você pode contar um pouco mais sobre você e sua formação?

Eu cresci no Tatuquara [região Sul de Curitiba], onde fica localizado esse colégio [Colégio Estadual Profª Mara Gai Grendel]. Eu passei a minha infância, minha adolescência, minha juventude ali, e hoje eu atuo enquanto educadora nesse mesmo ambiente. Então, dessa realidade escolar e da realidade social, eu compreendo muito bem, porque eu faço parte dela.  Eu tive contato com a educação por meio de movimentos populares voltados à educação. Estudei, ingressei na universidade por meio do Prouni. Fui bolsista e, dentro da universidade, sempre defendi que ela deve se pintar de povo. A gente precisa de mais pessoas como eu dentro da universidade, que vão ser atuantes dentro da comunidade posteriormente.

Vivemos em um mundo dinamizado, com muitas interações e rapidez na troca de informações, que deve afetar também o ambiente escolar. Como é a sala de aula nesse século XXI e, a partir disso, por que a escolha de trabalhar o funk como instrumento pedagógico?

Quando você entra em sala de aula você não está dentro de um quadrado. Os alunos têm conhecimento do mundo. É só ele fazer uma busca na internet que ele pode buscar qualquer pessoa em qualquer outro lugar do mundo. O problema é que você entra numa sala de aula com pessoas com a mente do século XXI e encontra uma escola arcaica, uma escola tradicional, uma escola com os moldes do século XIX. Esse processo contraditório reflete no ensino.

A partir dessa compreensão é que vem a ideia de trazer a abordagem por meio da realidade social na qual o aluno está inserido. E é aí que vem a proposta do uso do funk. Nós não escutamos música clássica, nós escutamos outros estilos musicais. O papel da sociologia é trazer a ressignificação daquilo que já é posto. Qual foi o objetivo desse trabalho? A gente desconstruiu aquilo que foi construído. A gente construiu o novo em cima disso. A gente pegou uma música de funk, um estilo musical que é marginalizado e transformamos em teoria. Foi isso. A partir do momento em que a gente fez a junção do funk com Marx, a gente transformou o funk em uma forma de disseminação de conhecimento.

A junção do funk com Marx acabou virando uma bomba e a repercussão disso propulsionou o debate sobre o programa “Escola Sem Partido”. Qual a sua opinião sobre esse programa que defende uma “escola sem ideologia”, mas que está promovendo um verdadeiro patrulhamento ideológico?

A ‘escola sem partido’ nada mais é do que a escola de um partido só. Essa escola não respeita o que está dito na Constituição, que é a pluralidade de ideias. Respeitar a pluralidade de ideias é respeitar o sistema democrático, em que todos nós podemos pensar e agir de maneiras diferentes. A partir do momento em que você pauta apenas uma ideologia, você está privando os alunos do conhecimento das outras. É a construção de um estudante que aceita tudo como está. Mas o papel da educação é trazer ao estudante um pensamento crítico, é fazer com que o estudante se torne um cidadão, saiba que tem direitos, mas que tem deveres também.