Petrobras reduz preço do GLP residencial e empresarial nas refinarias

A Petrobras reduziu o preço do gás de cozinha (GLP) vendido nas refinarias às distribuidoras para botijões de 13 quilos de R$ 26,20 para R$ 24,06. O novo preço entra em vigor na próxima segunda-feira (5) nas unidades da empresa. Segundo o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás), a queda do GLP residencial oscilará entre 6,5% e 12% nas refinarias.

De acordo com a Petrobras, para ser comercializado em botijões de 13 quilos, o gás de cozinha tem o preço de venda formado pela média das cotações dos gases butano e propano no mercado europeu, mais uma margem de 5%. Os reajustes passaram a ser trimestrais em janeiro do ano passado.

Segundo a companhia, o preço do GLP vendido para as indústrias e o comércio caiu 13%. O Sindigás informou que a redução do GLP empresarial ficou entre 11% e 17%, dependendo do polo de suprimento. A redução do GLP empresarial também entra em vigor na segunda-feira.

As empresas associadas ao Sindigás foram infornadas pela Petrobras na tarde de hoje (2) da queda no preço do GLP residencial (embalagens de até 13 quilos) e empresarial (destinado a embalagens acima de 13 quilos). A redução passa a valer a partir de segunda-feira, dia 5 de agosto, nas unidades da petroleira. De acordo com as informações recebidas da Petrobras, a queda do GLP residencial oscilará entre 6,5% e 12%, e a queda do GLP empresarial entre 11% e 17%, dependendo do polo de suprimento.

Em nota, o sindicato informou que o ágio praticado pela Petrobras está em cerca de 31% em relação ao preço do mercado internacional. “Esse ágio vem pressionando ainda mais os custos de negócios que têm o gás liquefeito de petróleo entre seus principais insumos, impactando de forma crucial, empresas que operam com uso intensivo de GLP”, diz o Sindigás.

Petrobras reajusta gás de cozinha em 3,43% a partir de domingo

A Petrobras vai reajustar em 3,43%, em média, a partir do próximo domingo (5), o preço do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP Residencial), o gás de cozinha, para botijão de 13 quilos (kg) às distribuidoras sem a cobrança de tributos. O preço do botijão de 13kg vai custar R$ 26,20.

O último reajuste ocorreu no dia 5 de fevereiro, exatamente há três meses, quando o valor do gás de cozinha subiu para R$ 25,33 para as distribuidoras.

Em nota, o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) informou que as empresas distribuidoras associadas à entidade foram comunicadas na tarde de hoje pela Petrobras que o GLP residencial para embalagens de até de 13kg ficará mais caro a partir do próximo domingo. De acordo com o Sindigás, o reajuste oscilará entre 3,3% e 3,6%, de acordo com o polo de suprimento.

GLP

Em um ano, preço do gás sobe quase R$ 10 em Maringá

Após quatro aumentos feitos em 2018, o botijão do gás de cozinha em Maringá, de 13 kg, custa quase R$ 10 a mais para o consumidor em julho deste ano em relação ao mesmo mês de 2017, com preço médio de R$ 78,81 e R$ 69,46, respectivamente, segundo levantamento da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).

A variação é de cerca de 13%. O GLP (Gás Liquefeito de Petróleo) foi reajustado pela última vez, em agosto, pelo PMPF (Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final). No Paraná, a alta chegou a 8% no preço da compra pelos revendedores. Em julho, a Petrobras repassou às distribuidoras reajuste de 4,4%.

Como a expectativa é de novas correções nos próximos meses, o preço deve subir mais. Segundo a presidente do Sinegás (Sindicato das Empresas de Atacado e Varejo de Gás Liquefeito de Petróleo de Maringá e região), Sandra Ruiz, em setembro será realizado reajuste dos salários dos funcionários das revendedoras e distribuidoras, aumentando o custo operacional das empresas do setor.

E em outubro a Petrobras divulga outro reajuste, que pode ser para cima ou para baixo, já que o valor do gás de cozinha varia conforme o preço do barril do Petróleo no mercado internacional.

“As pessoas devem desconfiar se o botijão estiver custando muito barato. Tem muita gente vendendo o produto adulterado”, alerta Sandra.

Mais barato

Filiados a sindicatos de trabalhadores podem comprar o botijão de gás de cozinha de 13 kg com desconto de R$ 5, à vista, em qualquer revenda vinculada ao Sinegás em Maringá, Sarandi, Paiçandu e Marialva. Basta apresentar a carteirinha do sindicato parceiro. Ao todo, são 23.

Cada revenda vai arcar com a diferença no valor. “É uma forma de valorizar os empregados sindicalizados. O benefício contribui para a economia no orçamento familiar”, diz Sandra, acrescentando que essa é uma forma de oferecer um produto de qualidade e segurança por um preço mais em conta.

A ação, que é permanente, vai abranger cerca de 10 mil trabalhadores. A lista dos sindicatos parceiros pode ser conferida no site do Sinegás ou pelo telefone (44) 3034-0243

GLP

Preço do gás de cozinha sobe a partir desta quinta-feira

O gás de cozinha (GLP – gás liquefeito de petróleo) ficará mais caro a partir desta quinta-feira (5). Isso porque, a Petrobras reajustou nesta quarta-feira (4) em 4,4% o preço do botijão de 13 kg, seguindo a política de reajuste trimestral.

Com o aumento, o preço sobe de R$ 22,13 para R$ 23,10 para as distribuidoras. Já para o consumidor final, em algumas cidades, o botijão de 13 kg ultrapassa os R$ 70.

Segundo a Petrobras, o reajuste é necessário em função da desvalorização do real em relação ao dólar, que entre março a junho foi 16%. Além do reajuste de 22,9% no preço do gás de cozinha no mercado internacional. A estatal ainda disse que caso fosse repassar o aumento real desses ajustes, o preço do GLP teria que subir acima de 20%.

REAJUSTE TRIMESTRAL

Dentro da política de reajuste trimestral, em janeiro o botijão chegou a custar R$ 23,16. Mais tarde, em abril, caiu para R$ 22,13. Agora, na nova alteração, sobe para R$ 23,10.

No acumulado do ano, o GLP subiu 5,2%, se comparado ao preço praticado em dezembro de 2017.

GLP

Ainda há filas por botijão de gás em nove estados e no DF

Por João Pedro Pitombo e Marcelo Toledo

A cena é quase inacreditável para quem conhece de perto a realidade do Recife (PE). A capital em que parte da população mais pobre trocou o gás por lenha e carvão por causa de preços altos se depara com filas gigantescas nas portas das revendedoras de botijões.

E a situação não é um problema local. Duas semanas após o fim da paralisação dos caminhoneiros, nove estados e (DF) Distrito Federal ainda enfrentam desabastecimento parcial de gás de cozinha.

Em capitais como Cuiabá, Campo Grande e Brasília, há filas nas portas das revendedoras, lista de espera e botijão ao custo de R$ 150. Também há problemas pontuais em Salvador, João Pessoa, Goiânia e no interior de São Paulo, Minas Gerais e Paraná.

Essa “segunda onda” de desabastecimento de gás é resultado do efeito cascata gerado pela paralisação dos caminhoneiros. “Estamos atendendo à demanda normal e à demanda reprimida de dez dias de paralisação. Ficou difícil administrar essa logística, o que mostra o quanto nosso setor é vulnerável”, afirma José Luiz Rocha, presidente da Abragás (Associação Brasileira de Entidades de Classe das Revendas de Gás).

Limitações de armazenamento, explica Rocha, limita os estoques. Eles não durem mais que quatro dias -revendas de pequeno porte, por exemplo, só podem ter 40 botijões em estoque. As limitações são definidas pela ANP (Agência Nacional de Petróleo) por segurança.

O problema foi agravado pelo fato de os consumidores comprarem uma quantidade maior de botijões por receio de novo desabastecimento. Também há problemas logísticos como a necessidade de troca de botijões entre as fornecedoras. “Na paralisação, a fidelização de clientes deixou de existir. Compravam gás onde conseguiam, e isso aumentou a necessidade da chamada retroca entre as companhias, atrasando a distribuição”, disse Alexandre José Borjali, presidente da Asmirg-BR (Associação Brasileira dos Revendedores de GLP).

O Centro-Oeste é a mais afetado. No Distrito Federal, o problema persistia na tarde desta terça-feira (12). Com consumo médio diário de 20 mil botijões, Brasília ficou cerca de de dez dias sem gás. No Nordestes, há desabastecimento em capitais. Em Salvador, 50% das revendas não têm gás.

Revendas de botijão de gás estão sem produto, diz sindicato

A situação do abastecimento de gás de botijão é crítica no país e só há produtos disponíveis na região Norte, segundo a Abragás, entidade que reúne sindicatos de revendedores pelo país.

“A situação é caótica. Os revendedores estão fechando as revendas por não terem mais o que fazer”, disse o presidente da entidade, José Luiz Rocha.

Segundo ele, os estoques estão zerados em todo o Brasil, com exceção da região Norte. O Brasil tem cerca de 68,5 mil revendedores de botijão de gás. Rocha acredita que serão necessários entre cinco e sete dias para equilibrar a situação após o retorno do fornecimento.

Dependendo do caso, porém, o prazo pode chegar a 10 dias. Isso porque algumas empresas são ligadas às refinarias da Petrobras por dutos e podem estar com os estoques cheios. Aquelas que dependem de caminhões para receber o gás da Petrobras devem levar um prazo maior.

Com alta do gás, 1,2 mi domicílios apelaram a lenha ou carvão em 2017

Por Nicola Pamplona

No ano em que preço do gás de cozinha teve alta histórica, 1,2 milhão de domicílios brasileiros passaram a usar também lenha e carvão como alternativa para cocção de alimentos, de acordo com pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Em 2017, 12,3 milhões de domicílios usaram lenha ou carvão como combustível para cocção. O número representa um crescimento de 11% com relação aos 11,1 milhões verificados no ano anterior, segundo pesquisa divulgada nesta quinta (26) pelo instituto.

Em junho de 2017, a Petrobras alterou sua política de preços do gás de cozinha, com o objetivo de pôr fim a anos de subsídio, e passou a acompanhar mais de perto as cotações internacionais do produto. Entre a mudança e o fim do ano, a elevação do preço nas refinarias foi de 67,8%.

Para o consumidor, segundo a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis), o botijão de gás teve aumento de 16,4% no ano, já descontando a inflação. Foi o maior percentual desde 2002, quando a Petrobras também implementou política de preços mais próxima das cotações internacionais.

Feita com base em dados coletados pela Pesquisa Nacional por Amostra em Domicílio Contínua (Pnad-C), a pesquisa do IBGE detectou que 98,4% dos 68,6 milhões de domicílios no país usaram gás de botijão ou canalizado para cocção de alimentos em 2017.

A coordenadora da Pnad-C, Maria Lúcia Vieira, disse que é possível que muitos dos domicílios tenham usado gás e lenha. “No Nordeste, por exemplo, é comum que as casas tenham fogão a gás e fogão a lenha”, disse ela. O crescimento do número de usuários de lenha ou carvão, porém, indica que houve troca pelo combustível mais barato, ressaltou.

Houve maior disseminação do uso de lenha ou carvão em todas as regiões, com destaque para o Norte (alta de 16% ou 239 mil domicílios) e Sudeste (alta de 13% ou 244 mil domicílios). Em números absolutos, o maior aumento foi no Nordeste, onde 411 mil domicílios passaram a usar os dois combustíveis, aumento de 10% com relação ao ano anterior.

Entre as capitais, a maior alta se deu em Curitiba, onde o número de domicílios onde lenha ou carvão foram usadas para cocção quase triplicou, saltando de 18 mil para 51 mil. Belém, porém, é a capital com a maior proporção de domicílios que usam os dois combustíveis: 42,7% do total.

Energia elétrica

Houve grande crescimento também no uso de energia elétrico como combustível para o preparo de alimentos. Neste caso, porém, Vieira acredita em mudança de hábitos da população, com a opção por equipamentos elétricos como panelas de arroz e fritadeiras.

De acordo com a pesquisa, 27,3 milhões de domicílios usaram eletricidade para preparar alimentos em 2017, 23% a mais do que no ano anterior. A conta inclui todos os equipamentos usados para preparo, e não só cocção, como liquidificadores e batedeiras, por exemplo.

Petrobras vai rever política após alta de preços no gás de cozinha

Do Metro Jornal

A Petrobras informou que vai revisar a metodologia de reajuste de preços do gás de cozinha.

A decisão ocorre após uma disparada nas cotações do produto para os distribuidores, com impacto para grande parte da população. Segundo a estatal, o Grupo Executivo de Mercado de Preços (GEMP) da empresa concluiu que, embora os preços praticados no Brasil devam ser referenciados ao mercado internacional, a metodologia necessita ser revista, para que seja suavizado o efeito do repasse da volatilidade dos preços externos para um bem de primeira necessidade.

“O fundamento para isso é que o mercado de referência (butano e propano na Europa) está apresentando alta volatilidade nos preços, agravada pela sazonalidade (inverno) naquela região. Desta forma, a correção aplicada esta semana foi a última realizada com base na regra vigente”, declarou a empresa, sem detalhar a nova metodologia.

A companhia anunciou na última segunda-feira um aumento de 8,9% no preço do gás vendido para distribuidoras, impulsionando para 68% a alta acumulada desde o início de junho, quando a estatal adotou a nova política de preços para o produto. Entre janeiro e novembro deste ano, o preço médio cobrado do consumidor no país já subiu 17,2%, passando de R$ 55,61 para R$ 65,19, segundo a ANP (Agência Nacional do Petróleo).

Petrobras reajusta preço do gás de cozinha em 8,9%

Douglas Corrêa – Repórter da Agência Brasil

A Petrobras reajustou em 8,9%, em média, o preço do gás liquefeito de petróleo (GLP) para uso residencial, engarrafado pelas distribuidoras em botijões de até 13 quilos (kg). O reajuste do gás de cozinha entra em vigor à 0h desta terça-feira (5).

Petrobras reajusta preço da gasolina em 7% em dois dias
Petrobras eleva preço da gasolina e reduz o do diesel

O aumento se deve principalmente à alta das cotações do produto nos mercados internacionais, que acompanha a alta do Brent, (petróleo cru), que indica a origem do óleo e o mercado onde ele é negociado, segundo a Petrobras.

O percentual anunciado de reajuste leva em contra preços praticados sem incidência de tributos. Se for integralmente repassado ao consumidor, a Petrobras estima que o preço do botijão de gás de cozinha de 13 kg deve subir, em média, 4%, ou cerca de R$ 2,53 por botijão, isso se forem mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos.

Em nota, o Sindicato das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) afirma que o reajuste anunciado pela Petrobras ainda deixa o preço dos botijões de cozinha de 13kg cerca de 1,3% abaixo do preço de paridade internacional.

Petrobras aumenta preço do gás de cozinha pela quinta vez

Com informações de Cristina Indio do Brasil – Repórter da Agência Brasil

Os preços do gás de cozinha para uso residencial em botijões de até 13 kg (GLP P-13), vão aumentar em 4,5% nas refinarias, em média, a partir da 0h de domingo (5). Segundo a companhia, a causa principal do reajuste é a “alta das cotações do produto nos mercados internacionais, influenciada pela conjuntura externa e pela proximidade do inverno no hemisfério norte”. Ainda conforme a companhia, a variação do câmbio também contribuiu para a necessidade do aumento.

A Petrobras informou que a elevação foi aplicada sobre os preços praticados nas refinarias sem incidência de tributos. Como a legislação brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, o preço para o consumidor dependerá de cada distribuidora e revendedora.

“O reajuste foi causado principalmente pela alta das cotações do produto nos mercados internacionais, influenciada pela conjuntura externa e pela proximidade do inverno no Hemisfério Norte. A variação do câmbio também contribuiu”, explicou a empresa, em nota.

Pelos cálculos da companhia, se a alta for repassada integralmente aos preços finais, o preço do botijão de GLP P-13 pode ser reajustado, em média, em 2%, cerca de R$ 1,21 por botijão, caso sejam mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos.

Desde agosto, a Petrobras já anunciou cinco aumentos para o gás de cozinha. De acordo com a Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), o acumulado é de alta de 15,58% no ano.

De acordo com a Petrobras, o reajuste acompanha a política de preços divulgada no início de junho. O último aumento entrou em vigor no dia 11 de outubro deste ano. A alteração valerá a partir de domingo não se aplica ao gás liquefeito de petróleo (GLP) destinado a uso industrial e comercial.