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Gripe mata criança de um ano no Paraná; número de casos sobe para 672

Uma menina, com apenas um ano de vida, morreu por causa de gripe em Mandaguari, na região Norte do Paraná. Além dela, uma mulher de 29 anos, em Marilândia do Sul, também morreu por causa do vírus Influenza. Os casos foram divulgados pela Secretaria da Saúde hoje (18), junto com o boletim sobre a gripe no estado.

De acordo com o relatório, o número de casos subiu para 672 – 12 a mais desde o último boletim.

São 129 mortes por causa da doença neste ano, sendo 109 causadas pelo vírus influenza da gripe H1N1, conhecida como gripe suína.

CASOS POR CIDADE DO PARANÁ

De acordo com o boletim, os casos de gripe são registrados em todas as regiões do Paraná.

Curitiba, com 157 casos, lidera o ranking das cidades que apresentam maior ocorrência. Foz do Iguaçu, com 76, aparece em segundo lugar e Ponta Grossa, com 38, fecha o pódio.

São José dos Pinhais, com 31, e Maringá, com 28 casos, completam os cinco municípios.

PREVENÇÃO DA GRIPE

As medidas de prevenção à gripe devem ser mantidas, mesmo no verão. A principal delas é a vacinação anual, capaz de promover imunidade e redução do agravamento da doença.

Além disso, também é aconselhada a frequente higienização das mãos – com água, sabão ou álcool gel – antes de consumir algum alimento e após tossir ou espirrar. Evitar aglomerações e ambientes fechados e não compartilhar objetos pessoais também fazem parte das recomendações.

Por fim, caso você esteja com algum sintoma – como calafrios, mal-estar, dores musculares, dor de cabeça, dor de garganta, tosse seca, diarreia, vômito, fadiga, rouquidão e hiperemia conjuntival – é de extrema importância procurar atendimento médico.

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127 pessoas morreram em decorrência de gripe neste ano no Paraná

A gripe continua a vitimar pessoas no Paraná. Segundo dados da Sesa (Secretaria de Estado da Saúde) divulgados no boletim epidemiológico desta quarta-feira (27), 127 pessoas faleceram em decorrência da doença neste ano, sendo cinco somente entre outubro e novembro.

Dentro das 127 mortes, 109 foram causados pelo vírus influenza na gripe H1N1, também conhecida como gripe suína.

Outro crescimento registrado foi no número de casos no Paraná. Dos 588 registros no boletim anterior, o indicativo atual demonstrou 35 novos casos, totalizando 623 ocorrências no estado.

Todos óbitos registrados foram em pessoas que não haviam se vacinado e que apresentavam fatores de risco. Uma mulher de 52 anos com cardiopatia e diabetes em Cianorte, uma senhora de 82 anos com diabetes em Maringá, uma idosa de 94 anos e portadora de doença neurológica, pneumonia e cardiopatia em Curitiba, um menino de cinco anos com cardiopatia em Curitiba, além de uma mulher de 73 anos em Foz do Iguaçu.

CUIDADOS PARA EVITAR A GRIPE

Entre as principais medidas preventivas estão a higienização frequente das mãos, principalmente antes das refeições, e a ventilação constante dos ambientes.

“Os casos de gripe atingem com maior gravidade os maiores de 60 anos, os adultos na faixa dos 50 a 59 anos e os menores de seis anos. As pessoas nestas faixas devem estar atentas às infecções por Influenza. A idade, associada a outros fatores de risco como, por exemplo, doenças neurológicas, renais e do coração, pode levar ao óbito”, destaca o chefe da Divisão de Doenças Transmissíveis da Secretaria da Saúde, Renato Lopes.

Os principais sintomas da gripe são febre alta, acima de 38 graus, com início repentino, além de dor de garganta e de cabeça, calafrios, sensação de cansaço e tosse seca. Diante dos sintomas a recomendação a busca de atendimento médico nas unidades de saúde.

“A oscilação da temperatura, com dias frios e de muito calor, ajuda provocar a gripe. Por isso, a prevenção deve ocorrer durante todo o ano”, finaliza Lopes.

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Mais duas pessoas morrem vítimas da gripe no Paraná

Mais duas pessoas morreram por gripe no Paraná, de acordo com o boletim da doença, divulgado nesta quarta-feira (30), pela Secretaria de Estado da Saúde. Ao todo, já são 122 mortes por Influenza A (H1N1) desde o início do ano.

Segundo o boletim, as vítimas são: um homem, de 57 anos, morador de Curitiba, que tinha como fator de risco a obesidade; e uma mulher, de 57 anos, moradora de Ivaiporã, com diabetes, cardiopatias e obesidade. Ambos não tinham tomado a vacina contra a doença.

Em relação aos casos confirmados de gripe, o boletim aponta que o total chega a 639, sendo 86% deles provocados pelo vírus H1N1. Além disso, são 1.617 casos de síndromes respiratórias graves provocadas por outros vírus.

GRIPE

A gripe apresenta como sintomas febre alta, com início repentino, calafrios, tosse seca, dor de garganta e mal-estar. Ao perceber os sintomas, o indicado é procurar por atendimento médico.

Para prevenir a doença, é necessário higienizar as mãos com frequência; cobrir nariz e boca com a dobra do braço ao tossir ou espirrar; não compartilhar objetos como talheres, pratos e copos; e manter os ambientes ventilados.

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Com sete óbitos em duas semanas, mortes por gripe chegam a 111 no PR

Sete pessoas morreram por gripe no Paraná, nos últimos 15 dias, de acordo com o boletim periódico divulgado pela Sesa (Secretaria de Estado da Saúde). De janeiro até agora, 111 mortes relacionados às complicações da doença foram registrados.

Nas últimas duas semanas, as autoridades sanitárias confirmaram 53 novos casos de infecções pelo vírus Influenza, totalizando 580 desde o início do ano. O boletim anterior (3 de setembro) contabilizava 527 casos.

As sete mortes mais recentes foram confirmadas nos municípios de Castro, Guarapuava, Cianorte, São José dos Pinhais e Curitiba. Entre as vítimas estavam três crianças, dois idosos e dois adultos.

“A Influenza atinge principalmente as faixas etárias extremas, menores de 6 anos e pessoas com mais de 60 anos estão nas faixas consideradas favoráveis e preocupantes para as complicações da doença. A idade, associada a fatores como doenças cardiovasculares, renais, neurológicas e hepáticas; pneumonia, diabetes, obesidade e asma, podem levar ao óbito”, explicou o chefe da Divisão de Vigilância das Doenças Transmissíveis, Renato Lopes.

De acordo com a Sesa, o subtipo viral da Influenza com maior circulação no Paraná é o A H1N1. Esse vírus causou 95 das 111 mortes registradas no Paraná, e 480 dos 580 casos de gripe.

A regional de Curitiba, que abrange os municípios da região metropolitana, lidera as confirmações, com quase metade dos casos (216).

*Com informações da Secretaria de Estado da Saúde

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Paraná tem três novas mortes por gripe; já são 104 desde janeiro

O Paraná teve mais três mortes por gripe na última semana, de acordo com o Informe Influenza, divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), nesta quarta-feira (4). Desde o início de janeiro, já foram 104 óbitos pela doença no estado.

Segundo a Sesa, as mortes ocorreram em Curitiba, uma mulher de 93 anos; São Mateus do Sul, uma mulher de 82 anos; e em Foz do Iguaçu, uma mulher de 78 anos. Além da idade, considerada como fator de risco, as mulheres apresentavam outras doenças crônicas e não foram vacinadas.

O Paraná tem 527 casos confirmados de Influenza. Sendo que o vírus H1N1 é o subtipo de maior circulação, com incidência de 446 casos. A Região Metropolitana de Curitiba é a área com mais casos, são 171. Na sequência aparecem Foz do Iguaçu, com 58; Ponta Grossa, com 36, e a região de Maringá, com 25 casos confirmados.

A faixa etária acima dos 60 anos é a que registra maior número de mortes por gripe, com 53,85%. Outros fatores apontados como risco para as complicações da Influenza são doenças cardiovasculares, pneumopatias, diabetes, doenças neurológicas, renais, hepáticas e hematológicas, além de obesidade e asma.

PREVENÇÃO

De acordo com a Secretaria da Saúde, todos os subtipos da gripe são transmitidos pelo contato com gotículas da saliva e secreções respiratórias de pessoas infectadas. O vírus pode ficar ativo de duas a oito horas em várias superfícies. Por isso, a recomendação para a higiene frequente das mãos ajuda a reduzir as chances de contaminação.

“Além de lavar as mãos, principalmente, antes de consumir algum alimento, reforçamos como medidas preventivas que as pessoas cubram o nariz e a boca com a dobra do braço quando espirrar ou tossir; que não compartilhem objetos de uso pessoal e mantenham os ambientes sempre ventilados”, orienta o chefe da Divisão de Doenças Transmissíveis da Secretaria Estadual da Saúde, Renato Lopes.

SINTOMAS 

Os sintomas da gripe incluem febre alta (acima de 38°), dor muscular, dor de garganta, dor de cabeça e tosse.

*Com informações da AEN*

Gripe: Paraná tem 101 mortes pela doença desde janeiro

O Paraná registra 101 mortes por gripe desde o início do ano. Os dados constam no boletim semanal da Influenza divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde. Na última semana, foram contabilizados mais três óbitos pela doença.

As mortes ocorreram em Foz do Iguaçu, na região oeste; Teixeira Soares, no sudeste; e Itaúna do Sul, no noroeste.

Os municípios com mais mortes são Foz do Iguaçu (18), Curitiba (16) e Cascavel (5).

CASOS 

Segundo o monitoramento da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por Influenza, são 518 casos confirmados, sendo oito a mais que o último boletim. Os novos casos foram registrados nos municípios de Cambará, Foz do Iguaçu, Francisco Alves, Iporã, Itaúna do Sul, Londrina, Paranavaí e Rio Azul.

Dos casos confirmados, 27% são de pessoas acima de 60 anos, enquanto os óbitos correspondem a 52,5% nesta faixa etária. Os municípios de Cambará, Francisco Alves, Iporã e Itaúna do Sul ainda não tinham casos da doença registrados.

CUIDADOS

A Secretaria orienta que os cuidados contra a gripe precisam ser redobrados para evitar novos casos. O chefe da Divisão de Doenças Transmissíveis da secretaria, Renato Lopes, destaca que algumas medidas são indispensáveis para combater a gripe.

“Entre elas estão a higienização das mãos, principalmente antes de consumir alimentos, cobrir o nariz e a boca ao espirrar ou tossir, não compartilhar objetos de uso pessoal, como copos e talheres, manter ambientes arejados e seguir hábitos saudáveis de alimentação balanceada”, diz.

SINTOMAS DA GRIPE

Conforme a Secretaria, os sintomas incluem o aparecimento súbito de febre, calafrios, mal-estar, cefaleia (dor de cabeça), mialgia (dores musculares), dor de garganta, prostração, tosse seca, diarreia, vômito, fadiga, rouquidão, hiperemia conjuntival, entre outros.

A secretaria estadual da Saúde alerta que mediante qualquer sintoma deve-se procurar imediatamente uma unidade básica de saúde para o início do tratamento oportuno, não ultrapassando o prazo máximo de 48h para evitar agravamento da doença.

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Influenza: gripe já matou 98 pessoas no PR em 2019

Novos dados divulgados nesta quarta-feira (21) pela Sesa (Secretaria de Estado da Saúde ) confirmam mais três mortes causadas pelo Influenza no Paraná, totalizando 98 desde o início do ano. Os casos de gripe seguem avançando no Paraná. Já são 512 confirmações em 2019, sendo que 438 contaminações são por H1N1.

Os óbitos confirmados na última semana vêm de Almirante Tamandaré, na região metropolitana (uma jovem de 17 anos); de Mamborê, na região centro-oeste (um idoso de 88 anos); e de Curiúva, nos Campos Gerais (um homem de 59 anos).

De janeiro até agora, a região metropolitana de Curitiba lidera o número de casos de gripe: 201. Outras regiões do Paraná também seguem inspirando cuidados com o vírus Influenza. A região de Foz do Iguaçu tem 57 casos confirmados, Ponta Grossa registra 41, e a região de Maringá apresenta 32 confirmações de gripe.

Cuidados com a gripe

O boletim semanal divulgado pela Sesa indicam que mais da metade das contaminações pelo Influenza (53,1%) atingem pessoas com 60 anos ou mais, ou com comorbidades associadas. Por isso, os cuidados precisam ser dobrados para este grupo.

As principais recomendações incentivadas pela Secretaria Estadual da Saúde são: higienização das mãos, principalmente antes de consumir alimento; cobrir o nariz e a boca ao espirrar ou tossir; não compartilhar objetos de uso pessoal, como copos e talheres, manter ambientes arejados e seguir hábitos saudáveis de alimentação balanceada.

Os sintomas mais comuns da gripe Influenza são: aparecimento súbito de calafrios, mal-estar, dores de cabeça, garganta ou articulações, coriza insistente e tosse seca. Pessoas que apresentarem estes sintomas devem procurar atendimento médico.

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Como a hidratação pode ajudar a vencer a gripe

Quando o corpo é tomado pela influenza, mais conhecida como gripe, é provável que a pessoa passe alguns dias com pastilhas para a garganta e aquecida com um cobertor. Além de repouso, chegam também os conselhos para beber bastante líquido como forma de combater a doença.

Isso porque a hidratação é uma parte importante da recuperação em um quadro de gripe. Ela ajuda não só a amenizar os seus sintomas, mas também colabora para o corpo começar a se recuperar.

“A influenza pode vir com febres muito altas que consomem a água do corpo e fazem com que o restante seja eliminado pelo suor”, explica  Patrícia Ruffo, nutricionista e Gerente Científico da Divisão Nutricional da Abbott no Brasil.

Confira abaixo outras seis dicas sobre como os fluidos e eletrólitos ajudam no combate à gripe

  • Fortalecimento do sistema imunológico

“Os fluidos corporais transportam as células imunes pelo corpo todo, e manter-se hidratado ajuda a levá-las aonde elas precisam chegar para combater infecções”, afirma Patrícia. Ela explica que a água é um componente essencial da linfa (fluido linfático). É um líquido incolor e viscoso com composição bastante semelhante à do plasma sanguíneo, que contém muitos dos leucócitos, incluindo linfócitos, que atacam os invasores presentes no sangue para ajudar a combater doenças.

  • Redução da febre

A água é fundamental para regular a temperatura central, e a desidratação pode exacerbar uma febre já existente. Por outro lado, é importante notar que febres baixas podem ser uma parte saudável da resposta do sistema imune, pois elas significam que o corpo está trabalhando para eliminar aquilo que está fazendo mal.

Caso tenha uma febre alta ou de longa duração, o recomendado é buscar orientação com um médico especialista para decidir o melhor tratamento.

  • Alívio das dores de cabeça

O corpo contém muita água, cerca de dois terços do corpo são fluidos, mas o cérebro contém ainda mais. “Cerca de oitenta por cento do cérebro é água. E uma vez que a desidratação afeta o volume de sangue, isso pode significar que o cérebro não está recebendo o oxigênio e os nutrientes necessários, produzindo sintomas como tontura e dores de cabeça”, explica Patrícia.

Pode ser difícil distinguir o mal-estar na cabeça e no corpo que é causado pela doença daquele em decorrência da desidratação, mas ao retirar a desidratação da equação é possível prevenir qualquer dor e desconforto adicionais.

  • Promoção da sinalização celular saudável

Quando se trata de combater a desidratação desencadeada pela doença, os fluidos não são o único fator. Os eletrólitos, incluindo o sódio, cloreto e potássio, também são eliminados pelo suor, vômitos e diarreia. Eles são importantes para manter o pH do corpo e ajudar as células a absorverem e utilizarem os fluidos ingeridos.

As perdas de eletrólitos e fluidos podem causar cãibras, dores de cabeça e desidratação crônica ao desregular a sinalização celular saudável entre o cérebro e os músculos. Um pouco de açúcar (glicose) é necessário para a reidratação com eletrólitos e água, mas a nutricionista observa que refrigerantes ou sucos adoçados contêm menos eletrólitos e mais açúcar do que o ideal. O excesso de açúcar também pode agravar as cãibras e a diarreia ao inundar os intestinos com fluidos.

Em vez de servir bebidas isotônicas e refrigerantes, ela recomenda uma bebida que auxilia a reidratação balanceada como Pedialyte® Max, que contém todos os eletrólitos necessários, além de açúcar em um nível ideal para combater a desidratação leve a moderada em adultos e crianças.

  • Hidratação das mucosas

“O ressecamento das mucosas do nariz e da boca é um sinal típico da desidratação, e a manutenção delas é essencial para que o corpo possa combater infecções”, afirma Patrícia. Níveis de hidratação saudáveis ajudarão o nariz e a boca a eliminarem bactérias e vírus de maneira eficaz por meio da tosse, espirros, e até mesmo da própria respiração. A hidratação também ajuda a curar rachaduras nas mucosas, para impedir que mais bactérias entrem no corpo.

  • Melhora da absorção de nutrientes

A hidratação também é fundamental para a digestão, e o trato gastrointestinal consegue absorver e utilizar melhor os nutrientes dos alimentos quando há água suficiente no organismo. Quando os nutrientes essenciais estão disponíveis para as células no corpo, ele pode se recuperar adequadamente da doença.

Infelizmente, em alguns casos, as medidas preventivas não conseguem evitar de contrair uma gripe. A forma mais efetiva de se evitar e prevenir a gripe é a vacinação. Caso apresente sintomas de gripe, consulte um especialista para fazer testes e receber tratamento imediatamente.

Mais três cidades paranaenses registram primeiros casos de gripe

O boletim semanal da Secretaria da Saúde do Paraná desta quarta-feira (14) confirmou mais uma morte por gripe no estado. O óbito foi registrado em Astorga, na Regional de Saúde de Maringá.

Agora, são, no total, 95 mortes por gripe confirmadas no Paraná desde janeiro deste ano.

O monitoramento da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por Influenza ainda aponta 510 casos confirmados, 11 a mais desde o último informe, na semana passada.

Os novos casos foram registrados nos municípios de Almirante Tamandaré (1), Astorga (1), Curitiba (2), Curiúva (1), Lapa (1), Maringá (2), Paranaguá (1), Piraí do Sul (1) e Umuarama (1).

Segundo a Divisão de Doenças Transmissíveis da secretaria, três dos nove municípios com novos casos ainda não tinham nenhuma confirmação da doença, o que indica que as medidas de prevenção devem ser reforçadas em todo o Estado.

Medidas simples podem prevenir a contaminação, como higienização das mãos, principalmente antes de consumir algum alimento; cobrir nariz e boca ao espirrar ou tossir; evitar tocar os olhos, nariz e boca; não compartilhar objetos de uso pessoal; manter os ambientes bem arejados; evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas da doença; evitar aglomerações e ambientes fechados; adotar hábitos saudáveis como alimentação balanceada e ingestão de líquidos.

“Embora a maioria dos casos geralmente envolva idosos e pessoas portadoras de outras doenças, vale ressaltar que ninguém deve deixar de realizar as medidas preventivas, tendo ou não sido vacinado, e caso apresente os sintomas, indicamos que procure uma unidade básica de saúde para iniciar tratamento, de preferência nas primeiras 48 horas”, orienta o chefe da divisão, Renato Lopes.

A população deve ficar alerta ao aparecimento súbito de calafrios, mal-estar, cefaleia (dor de cabeça), mialgia (dores musculares), dor de garganta, prostração, tosse seca, diarreia, vômito, fadiga e rouquidão, entre outros.

Número de casos de gripe chega a 94 no Paraná

O Paraná registrou mais quatro óbitos por gripe na última semana, segundo o boletim semanal divulgado nesta terça-feira (7) pela Secretaria de Estado da Saúde. Ao todo, já são 499 casos de gripe no Paraná, 11 a mais que o boletim anterior, que apontava 488 casos.

Em relação aos óbitos, são 94 confirmados até agora. As principais vítimas são idosos (53,2% dos casos). São 50 mortes de pessoas com mais de 60 anos. A maioria delas também apresentava outros problemas de saúde como fator de risco.

Entre os óbitos registrados nos últimos dias estão o de uma mulher de 49 anos, de Paranaguá. Ela apresentava, também, um quadro de pneumopatia crônica como fator de risco. Em Curitiba, uma mulher de 38 anos portadora de diabetes faleceu. Em Medianeira, um homem de 48 anos. E, em Piraí do Sul, uma jovem de 15 anos morreu por complicações relacionadas à gripe. Ela também era portadora de diabetes.

A melhor forma de evitar a gripe é fazer a higienização frequente das mãos, principalmente antes de consumir alimentos; cobrir nariz e a boca quando espirrar ou tossir; não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, copos e pratos; e deixar os ambientes sempre ventilados.

Os sintomas da gripe incluem febre alta (acima de 38°), dor muscular, dor de garganta, dor de cabeça e tosse.

Caso perceba os sintomas, o paciente deve procurar os serviços de saúde para avaliação médica e início do tratamento com antiviral específico. O medicamento está disponível na rede pública de saúde.