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Com sete óbitos em duas semanas, mortes por gripe chegam a 111 no PR

Sete pessoas morreram por gripe no Paraná, nos últimos 15 dias, de acordo com o boletim periódico divulgado pela Sesa (Secretaria de Estado da Saúde). De janeiro até agora, 111 mortes relacionados às complicações da doença foram registrados.

Nas últimas duas semanas, as autoridades sanitárias confirmaram 53 novos casos de infecções pelo vírus Influenza, totalizando 580 desde o início do ano. O boletim anterior (3 de setembro) contabilizava 527 casos.

As sete mortes mais recentes foram confirmadas nos municípios de Castro, Guarapuava, Cianorte, São José dos Pinhais e Curitiba. Entre as vítimas estavam três crianças, dois idosos e dois adultos.

“A Influenza atinge principalmente as faixas etárias extremas, menores de 6 anos e pessoas com mais de 60 anos estão nas faixas consideradas favoráveis e preocupantes para as complicações da doença. A idade, associada a fatores como doenças cardiovasculares, renais, neurológicas e hepáticas; pneumonia, diabetes, obesidade e asma, podem levar ao óbito”, explicou o chefe da Divisão de Vigilância das Doenças Transmissíveis, Renato Lopes.

De acordo com a Sesa, o subtipo viral da Influenza com maior circulação no Paraná é o A H1N1. Esse vírus causou 95 das 111 mortes registradas no Paraná, e 480 dos 580 casos de gripe.

A regional de Curitiba, que abrange os municípios da região metropolitana, lidera as confirmações, com quase metade dos casos (216).

*Com informações da Secretaria de Estado da Saúde

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Paraná tem três novas mortes por gripe; já são 104 desde janeiro

O Paraná teve mais três mortes por gripe na última semana, de acordo com o Informe Influenza, divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), nesta quarta-feira (4). Desde o início de janeiro, já foram 104 óbitos pela doença no estado.

Segundo a Sesa, as mortes ocorreram em Curitiba, uma mulher de 93 anos; São Mateus do Sul, uma mulher de 82 anos; e em Foz do Iguaçu, uma mulher de 78 anos. Além da idade, considerada como fator de risco, as mulheres apresentavam outras doenças crônicas e não foram vacinadas.

O Paraná tem 527 casos confirmados de Influenza. Sendo que o vírus H1N1 é o subtipo de maior circulação, com incidência de 446 casos. A Região Metropolitana de Curitiba é a área com mais casos, são 171. Na sequência aparecem Foz do Iguaçu, com 58; Ponta Grossa, com 36, e a região de Maringá, com 25 casos confirmados.

A faixa etária acima dos 60 anos é a que registra maior número de mortes por gripe, com 53,85%. Outros fatores apontados como risco para as complicações da Influenza são doenças cardiovasculares, pneumopatias, diabetes, doenças neurológicas, renais, hepáticas e hematológicas, além de obesidade e asma.

PREVENÇÃO

De acordo com a Secretaria da Saúde, todos os subtipos da gripe são transmitidos pelo contato com gotículas da saliva e secreções respiratórias de pessoas infectadas. O vírus pode ficar ativo de duas a oito horas em várias superfícies. Por isso, a recomendação para a higiene frequente das mãos ajuda a reduzir as chances de contaminação.

“Além de lavar as mãos, principalmente, antes de consumir algum alimento, reforçamos como medidas preventivas que as pessoas cubram o nariz e a boca com a dobra do braço quando espirrar ou tossir; que não compartilhem objetos de uso pessoal e mantenham os ambientes sempre ventilados”, orienta o chefe da Divisão de Doenças Transmissíveis da Secretaria Estadual da Saúde, Renato Lopes.

SINTOMAS 

Os sintomas da gripe incluem febre alta (acima de 38°), dor muscular, dor de garganta, dor de cabeça e tosse.

*Com informações da AEN*

Gripe: Paraná tem 101 mortes pela doença desde janeiro

O Paraná registra 101 mortes por gripe desde o início do ano. Os dados constam no boletim semanal da Influenza divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde. Na última semana, foram contabilizados mais três óbitos pela doença.

As mortes ocorreram em Foz do Iguaçu, na região oeste; Teixeira Soares, no sudeste; e Itaúna do Sul, no noroeste.

Os municípios com mais mortes são Foz do Iguaçu (18), Curitiba (16) e Cascavel (5).

CASOS 

Segundo o monitoramento da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por Influenza, são 518 casos confirmados, sendo oito a mais que o último boletim. Os novos casos foram registrados nos municípios de Cambará, Foz do Iguaçu, Francisco Alves, Iporã, Itaúna do Sul, Londrina, Paranavaí e Rio Azul.

Dos casos confirmados, 27% são de pessoas acima de 60 anos, enquanto os óbitos correspondem a 52,5% nesta faixa etária. Os municípios de Cambará, Francisco Alves, Iporã e Itaúna do Sul ainda não tinham casos da doença registrados.

CUIDADOS

A Secretaria orienta que os cuidados contra a gripe precisam ser redobrados para evitar novos casos. O chefe da Divisão de Doenças Transmissíveis da secretaria, Renato Lopes, destaca que algumas medidas são indispensáveis para combater a gripe.

“Entre elas estão a higienização das mãos, principalmente antes de consumir alimentos, cobrir o nariz e a boca ao espirrar ou tossir, não compartilhar objetos de uso pessoal, como copos e talheres, manter ambientes arejados e seguir hábitos saudáveis de alimentação balanceada”, diz.

SINTOMAS DA GRIPE

Conforme a Secretaria, os sintomas incluem o aparecimento súbito de febre, calafrios, mal-estar, cefaleia (dor de cabeça), mialgia (dores musculares), dor de garganta, prostração, tosse seca, diarreia, vômito, fadiga, rouquidão, hiperemia conjuntival, entre outros.

A secretaria estadual da Saúde alerta que mediante qualquer sintoma deve-se procurar imediatamente uma unidade básica de saúde para o início do tratamento oportuno, não ultrapassando o prazo máximo de 48h para evitar agravamento da doença.

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Influenza: gripe já matou 98 pessoas no PR em 2019

Novos dados divulgados nesta quarta-feira (21) pela Sesa (Secretaria de Estado da Saúde ) confirmam mais três mortes causadas pelo Influenza no Paraná, totalizando 98 desde o início do ano. Os casos de gripe seguem avançando no Paraná. Já são 512 confirmações em 2019, sendo que 438 contaminações são por H1N1.

Os óbitos confirmados na última semana vêm de Almirante Tamandaré, na região metropolitana (uma jovem de 17 anos); de Mamborê, na região centro-oeste (um idoso de 88 anos); e de Curiúva, nos Campos Gerais (um homem de 59 anos).

De janeiro até agora, a região metropolitana de Curitiba lidera o número de casos de gripe: 201. Outras regiões do Paraná também seguem inspirando cuidados com o vírus Influenza. A região de Foz do Iguaçu tem 57 casos confirmados, Ponta Grossa registra 41, e a região de Maringá apresenta 32 confirmações de gripe.

Cuidados com a gripe

O boletim semanal divulgado pela Sesa indicam que mais da metade das contaminações pelo Influenza (53,1%) atingem pessoas com 60 anos ou mais, ou com comorbidades associadas. Por isso, os cuidados precisam ser dobrados para este grupo.

As principais recomendações incentivadas pela Secretaria Estadual da Saúde são: higienização das mãos, principalmente antes de consumir alimento; cobrir o nariz e a boca ao espirrar ou tossir; não compartilhar objetos de uso pessoal, como copos e talheres, manter ambientes arejados e seguir hábitos saudáveis de alimentação balanceada.

Os sintomas mais comuns da gripe Influenza são: aparecimento súbito de calafrios, mal-estar, dores de cabeça, garganta ou articulações, coriza insistente e tosse seca. Pessoas que apresentarem estes sintomas devem procurar atendimento médico.

Como a hidratação pode ajudar a vencer a gripe

Quando o corpo é tomado pela influenza, mais conhecida como gripe, é provável que a pessoa passe alguns dias com pastilhas para a garganta e aquecida com um cobertor. Além de repouso, chegam também os conselhos para beber bastante líquido como forma de combater a doença.

Isso porque a hidratação é uma parte importante da recuperação em um quadro de gripe. Ela ajuda não só a amenizar os seus sintomas, mas também colabora para o corpo começar a se recuperar.

“A influenza pode vir com febres muito altas que consomem a água do corpo e fazem com que o restante seja eliminado pelo suor”, explica  Patrícia Ruffo, nutricionista e Gerente Científico da Divisão Nutricional da Abbott no Brasil.

Confira abaixo outras seis dicas sobre como os fluidos e eletrólitos ajudam no combate à gripe

  • Fortalecimento do sistema imunológico

“Os fluidos corporais transportam as células imunes pelo corpo todo, e manter-se hidratado ajuda a levá-las aonde elas precisam chegar para combater infecções”, afirma Patrícia. Ela explica que a água é um componente essencial da linfa (fluido linfático). É um líquido incolor e viscoso com composição bastante semelhante à do plasma sanguíneo, que contém muitos dos leucócitos, incluindo linfócitos, que atacam os invasores presentes no sangue para ajudar a combater doenças.

  • Redução da febre

A água é fundamental para regular a temperatura central, e a desidratação pode exacerbar uma febre já existente. Por outro lado, é importante notar que febres baixas podem ser uma parte saudável da resposta do sistema imune, pois elas significam que o corpo está trabalhando para eliminar aquilo que está fazendo mal.

Caso tenha uma febre alta ou de longa duração, o recomendado é buscar orientação com um médico especialista para decidir o melhor tratamento.

  • Alívio das dores de cabeça

O corpo contém muita água, cerca de dois terços do corpo são fluidos, mas o cérebro contém ainda mais. “Cerca de oitenta por cento do cérebro é água. E uma vez que a desidratação afeta o volume de sangue, isso pode significar que o cérebro não está recebendo o oxigênio e os nutrientes necessários, produzindo sintomas como tontura e dores de cabeça”, explica Patrícia.

Pode ser difícil distinguir o mal-estar na cabeça e no corpo que é causado pela doença daquele em decorrência da desidratação, mas ao retirar a desidratação da equação é possível prevenir qualquer dor e desconforto adicionais.

  • Promoção da sinalização celular saudável

Quando se trata de combater a desidratação desencadeada pela doença, os fluidos não são o único fator. Os eletrólitos, incluindo o sódio, cloreto e potássio, também são eliminados pelo suor, vômitos e diarreia. Eles são importantes para manter o pH do corpo e ajudar as células a absorverem e utilizarem os fluidos ingeridos.

As perdas de eletrólitos e fluidos podem causar cãibras, dores de cabeça e desidratação crônica ao desregular a sinalização celular saudável entre o cérebro e os músculos. Um pouco de açúcar (glicose) é necessário para a reidratação com eletrólitos e água, mas a nutricionista observa que refrigerantes ou sucos adoçados contêm menos eletrólitos e mais açúcar do que o ideal. O excesso de açúcar também pode agravar as cãibras e a diarreia ao inundar os intestinos com fluidos.

Em vez de servir bebidas isotônicas e refrigerantes, ela recomenda uma bebida que auxilia a reidratação balanceada como Pedialyte® Max, que contém todos os eletrólitos necessários, além de açúcar em um nível ideal para combater a desidratação leve a moderada em adultos e crianças.

  • Hidratação das mucosas

“O ressecamento das mucosas do nariz e da boca é um sinal típico da desidratação, e a manutenção delas é essencial para que o corpo possa combater infecções”, afirma Patrícia. Níveis de hidratação saudáveis ajudarão o nariz e a boca a eliminarem bactérias e vírus de maneira eficaz por meio da tosse, espirros, e até mesmo da própria respiração. A hidratação também ajuda a curar rachaduras nas mucosas, para impedir que mais bactérias entrem no corpo.

  • Melhora da absorção de nutrientes

A hidratação também é fundamental para a digestão, e o trato gastrointestinal consegue absorver e utilizar melhor os nutrientes dos alimentos quando há água suficiente no organismo. Quando os nutrientes essenciais estão disponíveis para as células no corpo, ele pode se recuperar adequadamente da doença.

Infelizmente, em alguns casos, as medidas preventivas não conseguem evitar de contrair uma gripe. A forma mais efetiva de se evitar e prevenir a gripe é a vacinação. Caso apresente sintomas de gripe, consulte um especialista para fazer testes e receber tratamento imediatamente.

Mais três cidades paranaenses registram primeiros casos de gripe

O boletim semanal da Secretaria da Saúde do Paraná desta quarta-feira (14) confirmou mais uma morte por gripe no estado. O óbito foi registrado em Astorga, na Regional de Saúde de Maringá.

Agora, são, no total, 95 mortes por gripe confirmadas no Paraná desde janeiro deste ano.

O monitoramento da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por Influenza ainda aponta 510 casos confirmados, 11 a mais desde o último informe, na semana passada.

Os novos casos foram registrados nos municípios de Almirante Tamandaré (1), Astorga (1), Curitiba (2), Curiúva (1), Lapa (1), Maringá (2), Paranaguá (1), Piraí do Sul (1) e Umuarama (1).

Segundo a Divisão de Doenças Transmissíveis da secretaria, três dos nove municípios com novos casos ainda não tinham nenhuma confirmação da doença, o que indica que as medidas de prevenção devem ser reforçadas em todo o Estado.

Medidas simples podem prevenir a contaminação, como higienização das mãos, principalmente antes de consumir algum alimento; cobrir nariz e boca ao espirrar ou tossir; evitar tocar os olhos, nariz e boca; não compartilhar objetos de uso pessoal; manter os ambientes bem arejados; evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas da doença; evitar aglomerações e ambientes fechados; adotar hábitos saudáveis como alimentação balanceada e ingestão de líquidos.

“Embora a maioria dos casos geralmente envolva idosos e pessoas portadoras de outras doenças, vale ressaltar que ninguém deve deixar de realizar as medidas preventivas, tendo ou não sido vacinado, e caso apresente os sintomas, indicamos que procure uma unidade básica de saúde para iniciar tratamento, de preferência nas primeiras 48 horas”, orienta o chefe da divisão, Renato Lopes.

A população deve ficar alerta ao aparecimento súbito de calafrios, mal-estar, cefaleia (dor de cabeça), mialgia (dores musculares), dor de garganta, prostração, tosse seca, diarreia, vômito, fadiga e rouquidão, entre outros.

Número de casos de gripe chega a 94 no Paraná

O Paraná registrou mais quatro óbitos por gripe na última semana, segundo o boletim semanal divulgado nesta terça-feira (7) pela Secretaria de Estado da Saúde. Ao todo, já são 499 casos de gripe no Paraná, 11 a mais que o boletim anterior, que apontava 488 casos.

Em relação aos óbitos, são 94 confirmados até agora. As principais vítimas são idosos (53,2% dos casos). São 50 mortes de pessoas com mais de 60 anos. A maioria delas também apresentava outros problemas de saúde como fator de risco.

Entre os óbitos registrados nos últimos dias estão o de uma mulher de 49 anos, de Paranaguá. Ela apresentava, também, um quadro de pneumopatia crônica como fator de risco. Em Curitiba, uma mulher de 38 anos portadora de diabetes faleceu. Em Medianeira, um homem de 48 anos. E, em Piraí do Sul, uma jovem de 15 anos morreu por complicações relacionadas à gripe. Ela também era portadora de diabetes.

A melhor forma de evitar a gripe é fazer a higienização frequente das mãos, principalmente antes de consumir alimentos; cobrir nariz e a boca quando espirrar ou tossir; não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, copos e pratos; e deixar os ambientes sempre ventilados.

Os sintomas da gripe incluem febre alta (acima de 38°), dor muscular, dor de garganta, dor de cabeça e tosse.

Caso perceba os sintomas, o paciente deve procurar os serviços de saúde para avaliação médica e início do tratamento com antiviral específico. O medicamento está disponível na rede pública de saúde.

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Com mais quatro vítimas, gripe já matou 87 neste ano no PR

Mais quatro pessoas morreram por complicações relacionadas à gripe no Paraná, de acordo com o boletim semanal divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). Desde janeiro, 87 pessoas já perderam a vida pelo Influenza.

As vítimas recém-confirmadas viviam nas cidades de Curitiba, Morretes (litoral), Guarapuava (centro) e Foz do Iguaçu (oeste). Ao todo, mortes já foram confirmadas em 37 municípios diferentes.
De acordo com os dados novos, divulgados nesta quarta-feira (24), também houve avanço de 7,95% no número de confirmações da doença: eram 415, agora são 448 casos.

Os sintomas da gripe são: febre, tosse, dor de garganta, dor de cabeça e dores no corpo.

A orientação para pessoas que apresentem esse quadro é procurar atendimento o mais rápido possível. Para fazer o tratamento adequado é ideal começar no máximo 48 horas depois da manifestação dos sintomas.

Pessoas que apresentam esse quadro devem procurar atendimento o mais rápido possível, no máximo em até 48 horas, para o início de tratamento adequado.

“A gripe não é uma doença simples como muitos consideram. A influenza pode provocar complicações, como a pneumonia, principalmente nas faixas etárias extremas, ou seja, crianças e idosos”, explica o chefe da Divisão de Vigilância de Doenças Transmissíveis, Renato Lopes.

“Na terceira idade, além da imunidade baixa, a gripe pode se associar a outras doenças”, completa.

Prevenção contra a gripe

A Secretaria de Estado da Saúde reforça a importância em adotar boas práticas que podem ajudar na prevenção à gripe. Entre as medidas estão: higienizar as mãos com frequência, beber líquido, não compartilhar objetos de uso pessoal, como copos e talheres, e cobrir o nariz e a boca ao tossir ou espirrar.

A Sesa alerta, ainda, que a gripe é uma doença doença respiratória aguda de transmitida de pessoa a pessoa, principalmente pela tosse ou espirro. Na presença dos sintomas (inflamação na garganta, febre, tosse, dores no corpo, fadiga e calafrios), o paciente deve procurar uma unidade de saúde para avaliação e medicação.

Paraná registra seis novas mortes por gripe; já são 83 óbitos neste ano

Mais seis pessoas morreram por gripe na última semana no Paraná. Já são 83 óbitos por Influenza somente neste ano. Os dados são do boletim epidemiológico da doença divulgado, nesta quarta-feira (17), pela Secretaria de Estado da Saúde.

As novas mortes aconteceram em Ponta Grossa duas mulheres, uma de 72 anos e outra de 67 anos; em Foz do Iguaçu, uma mulher de 88 anos; em Curitiba, uma mulher de 80 anos; em Porecatu, uma mulher de 85 anos, e em São José dos Pinhais, um homem de 80 anos.

De acordo com a Secretaria, as mortes ocorreram entre 26 de junho e 9 de julho, período em que começaram a ocorrer as temperaturas mais baixas no Estado.

Ao todo, são 415 casos confirmados de gripe no Paraná. Na semana anterior eram 374 casos. Todas as 22 Regionais de Saúde do estado apresentam casos da doença.

A secretaria estadual ressalta que é necessário adotar a frequente higienização das mãos, manter os ambientes bem ventilados, cobrir o nariz e a boca com a dobra do braço ao tossir ou espirrar e não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas.

Os sintomas da Influenza são febre alta, que surge de forma repentina associada à tosse, dor de garganta, dor de cabeça, dores articulares, calafrios e falta de ar.

Número de mortes por gripe chega a 77 no Paraná

O Paraná já registrou 77 mortes em decorrência da gripe neste ano, 40 delas (51,9%) entre pessoas com mais de 60 anos. Os dados são do último Boletim de Influenza da Secretaria de Estado da Saúde, divulgado nesta quarta-feira (10). Ao todo, 374 casos da doença foram confirmados até agora, 105 deles (28,1%) entre idosos.

Em todo o estado, 66 municípios têm casos confirmados da doença, cujos vírus circulam em todas as regiões.

Para diminuir o risco de contaminação, recomenda-se a higienização correta e constante das mãos, com água e sabão. O uso do álcool em gel também ajuda a diminuir o risco, tanto para a limpeza das mãos quanto de superfícies como mesas, teclados e mouses, maçanetas, entre outras.

Também é importante evitar compartilhar talheres, copos e alimentos e sempre cobrir a boca e o nariz ao espirrar ou tossir. Os ambientes também devem ser mantidos sempre arejados.

Os cuidados valem também para quem tomou a vacina, para evitar que os vírus se espalhem.

Entre os sintomas da gripe estão a febre alta (acima de 38°), dor muscular, dor de garganta, dor de cabeça e tosse. Quem sentir estes incômodos, deve procurar os serviços de saúde.