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Em alegações finais, família de Daniel pede que acusados sejam levados a júri popular

O advogado que representa a família do jogador Daniel Corrêa Freitas, morto em outubro do ano passado, pediu em alegações finais que os sete acusados pelo assassinato sejam levados a júri popular. Entre os denunciados está o empresário Edison Brittes, que é réu confesso.

De acordo com o criminalista, Nilton Ribeiro, cinco dos sete réus devem ser pronunciados pelos crimes de homicídio qualificado por motivo torpe, meio cruel e dificuldade de defesa da vítima. Edison Brittes é o único dos sete envolvidos que segue preso.

Decisões recentes da 1ª Vara de São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, garantiram a liberdade condicional de Cristiana Brittes e Allana Brittes, além de outros três acusados pelo crime.

No dia 08 de outubro, o MPPR (Ministério Público do Paraná) já havia se manifestado e apresentado as alegações finais do caso, também pedindo o júri popular a todos que participaram da morte do jogador.

CASO DANIEL

Divulgação/São Paulo

Daniel Corrêa foi encontrado morto em 27 de outubro de 2018, perto de uma estrada rural da Colônia Mergulhão, em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. O corpo apresentava sinais de agressões e mutilações. Antes de ser morto, o jogador estava na festa de aniversário da filha de Edison, Allana, em um bar e depois seguiu com amigos para a casa da família Brittes, onde a comemoração continuou.

O assassino confesso diz que cometeu o crime para defender a esposa de uma tentativa de estupro. Isso teria ocorrido em um quarto da casa da família. A tentativa de estupro não foi confirmada nas investigações.

O processo judicial que apura o caso está chegando a uma fase decisiva. As alegações finais já foram apresentadas pelo Ministério Público Estadual e pelas defesas dos sete réus. Esta é a última etapa antes de a juíza definir se os acusados vão a júri popular.

Além de Edison Brittes, respondem ao processo por envolvimento no crime a esposa e a filha dele, Cristiana e Allana Brittes, Ygor King, Eduardo Henrique Ribeiro da Silva, David Willian Vollero Silva e Evellyn Brisola Perusso.

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No PR, homem é preso após matar esposa e sogra

Um homem de 39 anos foi preso na noite de sexta-feira (11), suspeito de esfaquear a esposa, a sogra e o sogro, com golpes de faca, em Araucária, na região metropolitana de Curitiba.

De acordo com a PMPR (Polícia Militar do Paraná), as duas mulheres não resistiram aos ferimentos e morreram no local. Já o homem, de 74 anos, foi levado ao hospital, em estado grave.

Ainda segundo a PM, o suspeito chegou em casa embriagado e com a faca na mão. Quando os policiais militares chegaram na residência, prenderam o homem em flagrante.

A PMPR também confirmou que a esposa do suspeito já havia registrado três boletins de ocorrência contra o marido, um deles por ameaça. O homem foi levado à Delegacia de Araucária, onde permanece detido

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Mais de 60 mandados de prisão são cumpridos em operação no PR

Uma operação deflagrada pela Polícia Civil, nesta quarta-feira (25), cumpre 61 mandados de prisão em Paranavaí, Nova Esperança e Alto Paraná, no noroeste do Estado. Os alvos fazem parte de uma quadrilha especializada no tráfico de drogas, roubos e homicídios. Além disso, foram expedidos 51 mandados de busca e apreensão.

Segundo as investigações, os líderes do grupo criminoso comandavam as ações de dentro das penitenciárias do Paraná. Eles aliciavam adolescentes para vender drogas e realizar furtos e roubos de carros e motos na região. Os veículos roubados eram trocados por drogas nas cidades de fronteira.

São investigados os crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, organização criminosa, tráfico de drogas, furto qualificado, roubo e homicídio.

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Casal e filho de seis anos são executados com 50 tiros no Paraná

Um homem de 32 anos, sua mulher, de 27, e o filho do casal, de apenas seis, foram assassinados na noite deste domingo (16), em Ponta Grossa. Os três chegavam em casa, no bairro Chapada, quando foram alvos de aproximadamente 50 tiros. Outras três crianças, sendo duas delas outros filhos do casal, e uma mulher também acabaram feridas, mas passam bem.

Robson e Daniele Ferreira morreram na hora, em frente ao portão. Já a criança faleceu a caminho do hospital. Os outros dois irmãos ficaram feridos por causa dos estilhaços de vidro, enquanto a amiga do casal foi atingida, na mão, por uma das balas.

ACERTO DE CONTAS

Para o delegado Nagib Palma, da Polícia Civil do Paraná (PCPR), o caso está sendo investigado como um acerto de contas. Com passagens pela polícia, Robson estava em regime semiaberto e usava tornozeleira eletrônica após ser condenado por roubo.

“Pela forma que foi feita e a dinâmica que se percebe, foi um acerto de contas do mundo do crime. O personagem principal tinha passagens por roubo, a caixa eletrônico e pedágio, e por tráfico. Em 2014, ele já havia sofrido um atentado com um filho, então estamos com a investigação orientada nesse sentido”, disse.

As perícias mais detalhadas já foram solicitavas. Enquanto isso, a polícia tenta identificar o veículo utilizado pelos criminosos.

Nesta segunda-feira (16), um carro queimado foi encontrado nas proximidades do Mosteiro da Ressurreição, que fica no mesmo bairro onde o crime aconteceu. Com alguns indícios, a polícia acredita que exista ligação com o crime.

Entretanto, pelo menos por enquanto, a PCPR ainda não tem nenhum suspeito.

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Carro queimado foi encontrado no bairro Chapada. Foto: A Rede / Colaboração

Curitiba tem 54% dos homicídios elucidados, mas alguns casos ficam anos sem solução

Curitiba teve, entre janeiro e maio deste ano, 97 homicídios. Destes, 54% dos casos foram elucidados pela Polícia Civil do Paraná. O percentual é maior do que o alcançado no mesmo período do ano passado, quando 39% dos crimes foram solucionados.

Dos 53 assassinatos com autoria identificada neste ano, 51 já tiveram os suspeitos presos.

A delegada Camila Cecconello, chefe da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), explica que a maioria dos casos elucidados está relacionada com o tráfico de drogas.

Os números atuais são positivos, no entanto, o Paraná tem crimes que ocorreram no passado que não há nem sinal do autor. Casos polêmicos completam anos a fio sem uma resposta.

O homicídio da menina Raquel Genofre completou 10 anos em novembro, sem solução. A menina, na época com oito anos de idade, desapareceu no dia 3 de novembro de 2008, após sair da escola na região central. Ela foi encontrada morta, esquartejada, com sinais de violência sexual e estrangulamento, dentro de uma mala deixada embaixo de uma escada na rodoferroviária de Curitiba dois dias depois do desaparecimento.

As câmeras de vigilância da rodoferroviária não funcionavam naquele dia. Mais de 200 testes de DNA já foram realizados e nenhum suspeito foi identificado.

Outro caso ainda sem resposta é o da adolescente Tayná Adriane da Silva, de 14 anos, encontrada morta dentro de um poço em frente a um parque de diversões, em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba. Na próxima terça-feira (25), o crime completa seis anos. Desde então, as circunstâncias da morte da garota seguem incertas.

A investigação mudou de mãos três vezes, em decorrência de reviravoltas no caso. A principal delas foi uma acusação feita pelos quatro suspeitos apontados pela polícia: eles disseram ter admitido participação na morte sob tortura.

A situação foi investigada, gerou apresentação de denúncia e condenação de um delegado e dois investigadores.

Após as acusações de tortura virem à tona – versão que implicava mais de 20 pessoas, entre elas 12 policiais – houve a primeira troca de delegado no caso e também a substituição do comando da Polícia Civil. Os quatro suspeitos foram colocados em um programa de proteção a testemunhas e retirados do estado ainda em julho daquele ano. Após a troca de condução do caso, surgiu a informação de novas provas.

Outro ponto de controvérsia era sobre a possibilidade de estupro, sustentada pela polícia, mas que foi descartada por uma perita que trabalhou no caso. Segundo ela, os exames feitos revelavam que a garota não apresentava sinais de resistência ou luta corporal, característicos em situações de abuso.

Diante disso, a promotoria autorizou a exumação do corpo de Tayná, procedimento feito dois meses depois do assassinato. Foi quando a Justiça aprovou o pedido do Ministério Público que obrigava policiais a fornecerem material genético para ser confrontado com o sêmen encontrado na vítima. O material genético não batia com o dos quatro suspeitos inicialmente apontados pela investigação.

Ainda em 2013, um quarto delegado assumiu o caso e o prazo para que o inquérito estivesse pronto era o fim de setembro daquele ano. O documento sobre a investigação foi enviado ao Ministério Público, mas devolvido para a realização de mais diligências. Não há informação sobre a conclusão do inquérito.

Homem não aceita separação, mata filho e comete suicídio no PR

Um homem, de 37 de anos, matou o filho, Davi Gabriel Franco da Rosa, de quatro anos, e depois cometeu suicídio na madrugada deste domingo (16), em Piraquara, município da Região Metropolitana de Curitiba.

A mãe da criança e o então marido estavam em processo de separação há cerca de um ano, após um relacionamento de cerca de oito anos, mas o homem não aceitava o término. Foi ela que encontrou os corpos em casa.

Pai enforca filha após discussão por pagamento de pensão

Em entrevista à Banda B, o tenente Renan, da Polícia Militar, afirmou que a mãe encontrou uma carta escrita pelo pai confirmando a motivação. “Nela, esse pai relata que não aceitava o fim do relacionamento. Então, pode ter esperado ficar sozinho com o filho e cometeu o crime”, explicou.

Segundo levantamento preliminar, a criança foi morta por estrangulamento. O pai foi encontrado enforcado no banheiro. Equipes de Criminalística e o Instituto Médico Legal (IML) recolheram os corpos. A criança será sepultada nesta segunda-feira em Piraquara. O caso será investigado pela Polícia Civil.

O Centro Municipal de Educação Infantil Ivone Martha, onde a criança estudava, teve as aulas canceladas nesta segunda-feira. A instituição publicou uma nota lamentando a morte.

“É com muita tristeza, lembranças e saudades que comunicamos o falecimento do nosso querido, doce e meigo aluno Davi. A maneira que se foi é revoltante, porém a certeza de estar em paz nos consola. […] Nossa estrela a partir de hoje irá brilhar no céu e estará em nossas lembranças e coração”, publicou com um vídeo do garoto.

Homem em situação de rua é preso suspeito de matar colega

Um homem em situação de rua foi preso pela polícia suspeito de ter matado um colega. O crime aconteceu no dia 30 de março, no bairro Sítio Cercado, em Curitiba. Desde então a Polícia Civil investiga o caso. Felipe Guedes Barros, de 34 anos, era considerado o principal suspeito do homicídio.

Segundo as investigações, ele matou Cléber Henrique Saldanha, de 30 anos, após uma discussão. “Encontramos vestígios de que a vítima havia sido estrangulada com um cadarço”, disse nesta terça-feira (28) o delegado Victor Menezes, responsável pelas investigações.

Na noite do crime, o suspeito e a vítima foram vistos juntos consumindo bebidas alcoólicas na rua. Os dois eram conhecidos por estarem sempre um na companhia do outro.

Ainda de acordo com as investigações, o suspeito passou a fazer ameaças: “cinco dias depois do crime, Barros começou a ameaçar testemunhas do fato, o que motivou o pedido de prisão preventiva”, justificou Menezes, que compõe a Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Preso, o suspeito preferiu não responder aos questionamentos. Durante o interrogatório, Felipe Barros ficou em silêncio. Ele foi indiciado por homicídio qualificado e, se condenado, pode ser punido com até 30 anos de prisão.

Polícia Civil prende traficante acusado de homicídio na Cidade Industrial de Curitiba

 

A Polícia Civil apresentou nesta sexta-feira (18), Alex de Souza Colla, 25 anos, preso pela acusação de ter cometido dois crimes. Uma tentativa de assassinato e um homicídio na Cidade Industrial de Curitiba.  Ele foi preso ao receber alta do Hospital do Trabalhador, onde estava internado por conta de ferimentos causados durante uma briga relacionada ao tráfico de drogas.

O primeiro crime aconteceu no dia 24 de abril de 2019, na Cidade Industrial de Curitiba.  Alex atirou seis vezes em uma mulher de 29 anos e três tiros atingiram a cabeça da vítima. Ela foi socorrida e sobreviveu à tentativa de morte. O ato teria sido motivado por uma dívida referente ao comércio de entorpecentes.

O acusado responde também por ter matado David Barbosa Sá, 24 anos, com um tiro na nuca. O crime também foi registrado na Cidade Industrial de Curitiba, com motivação por disputa de ponto de tráfico de drogas na região.

Durante a ação,  os policiais também cumpriram três mandados de busca e apreensão. Foram apreendidos telefones celulares e anotações referentes ao tráfico de drogas, que devem ser usadas pela Polícia Civil em investigações futuras. De acordo com o delegado Tiago Nóbrega de Almeida, o autor dos crimes é suspeito de estar envolvido em outros homicídios. “Essas investigações ainda estão em andamento”.  Ele já tem passagens pela polícia e responde por homicídio em São Paulo, onde ficou preso durante sete anos. Ele estava em liberdade provisória.

 

Polícia Civil prende traficante que é suspeito de assassinato no Largo da Ordem

A Polícia Civil do Paraná prendeu, neste fim de semana, um traficante de drogas na região central de Curitiba. Wellington José José da Silva Oliveira, conhecido por “Polaquinho”, de 19 anos, é suspeito de matar Alex Rodrigo Olimpio dos Santos no Largo da Ordem, um dos principais pontos da capital paranaense, no dia 22 de março.

De acordo com a investigação, a motivação do crime seria uma disputa pelo tráfico. Na ocasião, uma mulher de 25 anos, convivente da vítima, estava presente no local. Ela foi à delegacia para os procedimentos cabíveis, mas acabou sendo presa por ter um mandado de prisão em aberto.

A PC-PR ainda revelou que a prisão de Polaquinho foi uma missão difícil, já que o rapaz só era visto no período da noite. A detenção do sujeito contou com a ajuda do setor de inteligência da Guarda Municipal para identificar, localizar e prender o homem.

Ele fica sob custódia e deve ser ouvindo ainda nesta segunda-feira (13). Polaquinho será indiciado por homicídio qualificado e por impossibilidade de defesa da vítima. Caso seja condenado, ele pode pegar de 12 a 30 anos de prisão.

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Suspeito de homicídio na Região Metropolitana é preso no sudoeste do estado

Um homem suspeito de participar de um homicídio, em novembro do ano passado, em Rio Branco do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, foi preso neste sábado (23), pela Polícia Civil, em Quedas do Iguaçu, no sudoeste do Paraná, mais de 700 quilômetros de onde o crime aconteceu.

O suspeito era procurado há quatro meses pela morte de Ezequiel Fagundes, de 37 anos. Ele teria ajudado o primo na execução de Ezequiel, com facadas e pauladas. Segundo a Polícia Civil, a vítima era sogro de um dos suspeitos.

Na época do homicídio, dois homens e uma mulher, que estava com um bebê de colo, fugiram do local do crime, em um carro, mas sofreram um acidente na Estrada da Ribeirinha e a criança morreu na batida.

Na época, a Polícia Militar afirmou que a família sofreu o acidente ao fugir de uma tentativa de assalto, mas no mesmo dia, a Polícia Civil de Rio Branco do Sul descobriu a relação entre o homicídio e o carro onde estavam os suspeitos.

Um homem, de 30 anos, foi preso no mesmo dia, enquanto recebia atendimento médico em um hospital de Curitiba.

A mulher ainda está internada em estado grave.

Os presos respondem por homicídio qualificado por motivo torpe, já que o motivo era uma desavença familiar entre a vítima e um dos suspeitos.