Hamburgueria - O Barba - promoção - iFood - Curitiba

Hamburgueria de Curitiba irá vender sanduíches por R$ 1 nesta sexta

Os curitibanos terão uma opção barata para suas refeições nesta sexta-feira (1). A hamburgueria O Barba vai vender sanduíches por R$ 1 em pedidos feito pelo aplicativo de delivery iFood.

Os pedidos podem ser feitos a partir das 12h e a hamburgueria irá disponibilizar três opções de sanduíches: Pirate, preparado com pão, hambúrguer artesanal, maionese e queijo gorgonzola; Cheeseburguer, que leva pão, hambúrguer artesanal, maionese e queijo mussarela; e o Francis Drake, feito com pão, hambúrguer artesanal, cebola no molho inglês e queijo cheddar.

A parceria entre O Barba e o iFood ainda vai possibilitar que os novos usuários do aplicativo durante o mês de novembro possam aproveitar outros lanches da hamburgueria por R$ 1.

Serão disponibilizados para esses usuários os hamburgueres Mary Red Vegetariano, desenvolvido com pão, hambúrguer artesanal, maionese, barbecue e queijo provolone; e Steve the Pirate, que leva pão, hambúrguer artesanal, maionese, curry verde com creamcheese e queijo mussarela.

O Barba irá disponibilizar mais informações em sua página oficial no Facebook (www.facebook.com/barba.hamburgueria) ou em seu perfil no Instagram (@o_barba).

iFood - robôs

iFood vai testar robôs para entrega de comida e prevê operação em 2020

O aplicativo de entrega de comidas iFood trabalha para incluir robôs autônomos na etapa inicial ou final do processo de delivery, afirmou à reportagem Fernando Martins, gerente de inovação logística da empresa, em evento da marca nesta terça-feira (29) em Osasco (SP).

Os robôs são desenvolvidos pela empresa paulista Synkar e devem ficar prontos em janeiro, quando iniciam os testes.

Segundo Martins, a operação comercial está prevista para o segundo semestre de 2020, e dependerá de parcerias com shoppings centers e da regulamentação sobre os veículos automatizados nesses locais.

De acordo com a empresa, o robô será um complemento do modal de entrega, funcionando na primeira ou última etapa do processo, e funcionará apenas em ambientes controlados, como shoppings ou condomínios.

A ideia da empresa é usar o veículo -uma máquina com rodas, 100% elétrica e com capacidade para transportar até 30 quilos- para buscar a comida na praça de alimentação e levar até o local do motorista, diminuindo o tempo de entrega.

“O motorista também pode levar a encomenda até um condomínio sem precisar entrar na área. O robô leva até a casa da pessoa e otimizamos a entrega”, afirmou Martins.

Os shoppings precisarão ter centrais dedicadas ao iFood. A operadora de shoppings centers Aliansce Sonae anunciou parceria com a empresa nesta terça, segundo a Reuters. Os primeiros shoppings da marca a criar os espaços serão o D.Pedro Shopping, em Campinas (SP), e o Leblon, no Rio de Janeiro.

O ​iFood entrega mais de 21,5 milhões pedidos de comida por mês no Brasil, de acordo com Carlos Moyses, presidente da empresa. O app tem 116 mil restaurantes cadastrados e 83 mil entregadores.

Correios planejam entrar na briga com Uber, Rappi e iFood

Em busca de ampliar o leque de atividades, os Correios planejam entrar no mercado de entregas compartilhadas, serviço em franco crescimento disputado hoje por empresas de tecnologia como Uber, Rappi e iFood.

Pelo projeto em elaboração, ainda encoberto pelo sigilo de um termo de confidencialidade, a estatal faria uma parceria societária com o setor privado para criar uma espécie de “Uber das encomendas”.

Na entrega compartilhada presente no mercado, o usuário acessa um aplicativo de celular e faz o pedido por um alimento ou produto. A entrega é feita por colaboradores definidos pelo sistema.

Fontes que participam da elaboração do projeto relataram à Folha de S.Paulo que a estatal avalia se fará uma parceria com uma dessas companhias que já atuam no mercado ou se o negócio pode ser feito com uma empresa de tecnologia para criar um serviço novo.

Hoje, a pessoa que deseja enviar uma encomenda pelos Correios precisa ir a um ponto de atendimento e fazer uma postagem convencional. O produto passa por uma extensa logística interna na companhia até chegar às mãos do carteiro e ao destino final.

Com o novo modelo, etapas do processo poderiam ser eliminadas e isso poderia gerar uma redução de custos.

Inicialmente, o projeto em estudo não prevê a contratação de colaboradores sem vínculo aos Correios. A medida, segundo dirigentes, não vai promover uma “terceirização branca” dos serviços, e sim a otimização da atual estrutura da companhia.

Segundo os relatos, os estudos caminham para a criação de um modelo híbrido, que carrega a simplificação da entrega compartilhada ao mesmo tempo que se beneficia com o uso da força de trabalho, da estrutura e da capilaridade dos Correios.

A definição do modelo ainda depende da conclusão de estudos técnicos e de viabilidade econômica. Encerrada essa primeira etapa, deve ser lançado um projeto-piloto em algumas cidades.

A visão dentro estatal é de que os Correios podem perder uma fatia importante do mercado se não entrarem nesse tipo de serviço, que é recente, mas apresenta forte crescimento.

O diagnóstico da necessidade de diversificação fica claro nos números registrados pela companhia nos últimos anos. As entregas da área na qual os Correios têm monopólio -envio de cartas, telegramas e outras mensagens- caíram de 8,9 bilhões de unidades em 2012 para uma estimativa de 5,7 bilhões em 2018.

Na postagem de encomendas, a estatal não conta com esse benefício e enfrenta concorrência de gigantes do setor, como DHL e UPS.

A empresa, que tem cerca de 105 mil funcionários, passa por um processo de reestruturação que inclui redução do número de agências físicas e enxugamento do quadro de empregados.

O novo serviço, que inicialmente vai dispensar entrega de comida e deve focar apenas em encomendas, entraria no portfólio da estatal para complementar o que é oferecido hoje.

Também está em estudo aliar o sistema a novas formas de coleta de encomendas. Entre os planos está a instalação de armários automatizados em shoppings e estações de trem e ônibus. Nesse caso, o usuário poderia fazer o pedido pelo aplicativo e retirar a encomenda nesses locais.

A execução do projeto será tocada pela CorreiosPar, controlada pela estatal. Esse tipo de negócio pode ser feito desde 2011, quando uma lei autorizou a empresa pública a ampliar o campo de atuação, comprar participações em companhias já estabelecidas e constituir subsidiárias.