Conta de luz - Energia - Brasil - Aneel

Conta de energia vai ficar mais barata em todo Brasil a partir de outubro

A conta de luz dos brasileiros ficará mais barata em relação aos últimos meses a partir de terça-feira (1º), com a implantação da bandeira tarifária amarela, informou nesta sexta (27) a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica).

Com isso, a cada 100 kWh (quilowatts-hora consumidos) serão acrescentados R$ 1,50 à fatura das famílias. Neste mês de setembro, está valendo a bandeira vermelha 1, que acrescenta R$ 4 a cada 100 kWh. Em agosto, também foi acionada a mesma tarifa.

Segundo a agência, a medida foi adotada porque outubro é um mês de transição entre a estação seca (inverno) e o período úmido (primavera e verão) e, por isso, a previsão para os níveis dos reservatórios é positiva.

BANDEIRAS (criadas em 2015, sinalizam o custo real da energia):

– Bandeira verde: tarifa não tem acréscimo;
– Bandeira amarela: tarifa tem acréscimo de R$ 1,50 para cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos;
– Bandeira vermelha 1: tarifa tem acréscimo de R$ 4 para cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos;
– Bandeira vermelha 2: tarifa tem acréscimo de R$ 6 para cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos.

Conta de luz fica mais cara a partir da próxima semana

A conta de luz da Copel vão aumentar a partir da próxima segunda-feira (14), graças a aprovação da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) na manhã desta terça-feira (18).

O reajuste médio é de 3,41%, mas o percentual varia de acordo com o perfil da unidade consumidora.

Por exemplo, em unidades residencias, consideradas de baixa tensão, o aumento será de 2,92%. Já as unidades conectadas à alta tensão, o aumento será 4,32%.

O valor do reajuste está abaixo da inflação (IPCA) dos últimos 12 meses, que é de 4,66%.

ÚLTIMO AUMENTO

No ano passado, a Copel teve reajuste de 15,06% para as unidades residenciais e 17,55% para o setor industrial.

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Consumo de energia fecha 2018 com aumento de 1,1%

O consumo de energia elétrica no país aumentou 1,1% no ano passado, totalizando 467.161 gigawatts/hora (GWh). Os dados fazem parte da Resenha Mensal – Consumo de Energia Elétrica, de dezembro, divulgada hoje (31) pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE).

Segundo a resenha, em dezembro, a demanda nacional de energia elétrica ao Sistema Interligado Nacional (SIN) foi de 39.771 Gwh, com crescimento de 0,5% em relação ao mesmo mês de 2017. De acordo com a resenha, em dezembro, o consumo de energia elétrica aumentou em três das cinco regiões do país, com destaque para o Centro-Oeste, que teve crescimento de 4,8% em relação a novembro. Na Região Sul, a alta foi de 2,2% e, no Sudeste, de 1,3%.

Em contrapartida, fecharam dezembro com queda na demanda à rede as regiões Norte, com menos 10,8%, e Nordeste, com menos 0,5% na comparação com novembro.

Já para o crescimento acumulado de 1,1% ao longo de 2018, houve expansão em quatro das cinco regiões na comparação com 2017. O Centro-Oeste foi a região que registrou a maior alta no consumo (2,3%), seguido pelo Sul (1,7%), Sudeste (1,6%) e Nordeste (1,5%).

A Região Norte fechou o ano com queda acumulada de energia demandada à rede da ordem de 5,8%.

De acordo a EPE, empresa responsável pelo planejamento energético do país, o consumo cativo de energia elétrica nacional caiu 1,2% em dezembro e de 1,3% ao longo do ano passado. “A migração de consumidores desse mercado favoreceu o aumento do consumo livre, que foi de +4,0% no mês e +6,3% no ano”, diz a empresa.

Consumo por Classe

Os dados da EPE indicam que entre 2017 e 2018 a demanda por energia ao Sistema Interligado Nacional (SIN) cresceu em todas as classes, com destaque para dois dos três setores, que registraram expansão acima do acumulado nacional de 1,1%. A indústria fechou o ano com o maior aumento de consumo: 1,3%; seguida do consumo residencial, com 1,2%, e do consumo comercial, com mais 0,6%, em relação a 2017. A classe Outros fechou o ano com crescimento de 1%.

De novembro para dezembro do ano passado, o consumo comercial cresceu 1%, e o residencial, 0,7%. Nesse período, o consumo da classe industrial fechou negativo em 0,9%. A classe outros expandiu 2,6%.

Avaliações

Ao avaliar o comportamento do mercado de energia elétrica do país no ano passado, a EPE ressaltou o fato de que a tônica ao longo do ano do ponto de vista econômico foi “o quadro de lenta recuperação no mercado de trabalho, ao qual se atribui a principal influência para o crescimento de 1,2% do consumo residencial em 2018”.

A empresa lembra que, de acordo com o Intituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE), a massa de rendimento real associado ao trabalho permaneceu sem variação significativa na maior parte do período, “refletindo a renda menor, em geral, obtida na informalidade (emprego sem carteira e trabalho por conta própria, sem CNPJ, que é o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica), segmento que liderou no ano o aumento da ocupação no país”.

Em paralelo a esse movimento, a EPE ressalta ainda que, no mercado de trabalho, as famílias foram ajustando o orçamento doméstico, pondo as contas em dia e reduzindo o endividamento. “Esse alívio, contudo, não as fez deixar de lado a cautela, como mostram as pesquisas de confiança do consumidor, que avançou muito mais em função das expectativas do que da avaliação positiva da situação atual.”

Bandeira tarifária em janeiro será verde, sem cobrança de tarifa extra

A bandeira tarifária para janeiro de 2019 será verde, sem custo adicional para os consumidores.

Segundo a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), a estação chuvosa está propiciando elevação da produção de energia pelas usinas hidrelétricas e do nível dos reservatórios. As informações são da Agência Brasil.

Em dezembro, a bandeira tarifária também foi verde.

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica.

A adoção de cada bandeira, nas cores verde (sem cobrança extra), amarela e vermelha (patamar 1 e 2), está relacionada aos custos da geração de energia elétrica.

A Aneel alerta que, mesmo com a bandeira verde, é importante manter as ações relacionadas ao uso consciente e combate ao desperdício de energia elétrica.

Após tempestades, 900 unidades consumidoras continuam sem luz em Maringá

As tempestades que atingiram o Paraná afetaram 500 mil unidades consumidoras de energia. Maringá, no noroeste do estado, foi o município mais atingido pelo problema, de acordo com a Copel. Nesta segunda-feira, ainda são 900 unidades consumidoras desabastecidas.

Apenas na cidade foram 59 postes quebrados, 90% deles atingidos por árvores – 95% já foram consertados. Cada troca leva três horas, em média, em condições climáticas adequadas, e mais de quatro horas quando se há cabos rompidos e árvores sobre a rede.

Nos dias 13, 17 e, especialmente em 18 de outubro, Maringá e região foram atingidas por fortes temporais, acompanhados de ventos de até 110 km/h e raios. Segundo a Defesa Civil do município, este foi o pior temporal visto nos últimos anos, com queda de cerca de 200 árvores.

Somente no dia 18, cerca de 170 mil consumidores ficaram sem luz, alternadamente, na região Noroeste do Estado, a mais afetada, principalmente em função das árvores que caíram sobre a rede de energia. As equipes de eletricistas locais trabalharam sem interrupção desde o início das ocorrências. A Copel também deslocou mais 20 equipes de todas as partes do Paraná para recompor as redes danificadas.

Atingidos

Em todo o estado foram 8.178 pessoas afetadas pelas chuvas em 41 municípios, de acordo com a Defesa Civil. Quinze pessoas estão desalojadas e seis desabrigadas. No total, 476 casas foram danificadas e uma ficou destruída.

Passado o temporal, 120 mil residências ainda estão sem luz

Até o fim da manhã desta sexta-feira (19), cerca de 120 mil unidades consumidoras seguem sem energia no Paraná. De acordo com a Copel, a maior parte das residências sem luz está localizada na região noroeste. A pane acontece em decorrência dos fortes temporais que atingiram o estado entre estas quarta-feira (17) e quinta-feira (18).

Nesta quinta-feira, cerca de 500 mil residências chegaram a ficar sem luz no Paraná. Principalmente na regiões norte e noroeste, onde as chuvas causaram mais estragos.

Ainda conforme a Copel, na região Noroeste, que concentra a maior parte dos desligamentos, cerca de 45 mil unidades consumidoras seguem sem energia. Este número era de 172 mil na noite de quinta-feira. Foram pelo menos 49 postes quebrados. A companhia informa que, neste momento, equipes inspecionam as fontes  que abastecem os municípios de Inajá, Itaúna do Sul e Presidente Castelo Branco para restabelecer o abastecimento de energia às cidades.

Em Cruzeiro do Oeste e Tuneiras do Oeste, o fornecimento foi retomado por volta das 9h30 da manhã. Em Diamante do Norte 80% dos domicílios foram desligados pelos estragos ocorridos na rede de distribuição de energia, e gradativamente vão sendo religados. Em Maringá, 8 mil domicílios estão sem energia, em diferentes regiões da cidade.

Na região Norte, onde quinta-feira à noite o número de desligamentos alcançava os 152 mil, agora restam cerca de 47 mil unidades consumidoras sem energia. Em Londrina, as duas fontes de energia que abastecem a captação Sanepar no Rio Tibagi sofreram danos decorrentes do temporal. Os trabalhos de inspeção iniciaram ainda durante a noite, e cinco equipes da Copel continuam em campo para realizar a manutenção e normalizar o fornecimento de energia à estação.

O município, que já tinha sofrido desligamentos e a quebra de 51 postes por conta das fortes chuvas na quarta-feira, teve pelo menos mais dez postes atingidos na tarde desta quinta-feira. No momento são cerca de 9 mil unidades consumidoras ainda aguardando o restabelecimento do fornecimento de energia na cidade.

No Vale do Ivaí, os oito municípios que chegaram a sofrer interrupção total no fornecimento de energia ontem foram religados, assim como as cidades de Santa Fé e Santo Inácio, que estão abastecidas por circuitos alternativos do sistema elétrico da Copel.

Nas regiões Oeste e Sudoeste, as equipes de emergência da Copel continuam empenhadas em restabelecer os serviços para cerca de 3 mil domicílios urbanos e rurais que ainda estão sem luz. Embora praticamente todos os municípios tenham sido afetados em algum momento, o maior número de ocorrências pendentes de atendimento está em Cascavel, Assis Chateaubriand, Formosa do Oeste, Coronel Domingos Soares, Guaraniaçu, São Miguel do Iguaçu, Francisco Beltrão e Corbélia, que somam no momento 2,3 mil imóveis sem energia.

Nas regiões Central e Leste o abastecimento é considerado normal no momento. Seguem aguardando o retorno da energia apenas cerca de 1,3 mil imóveis da área rural do município de Lapa, na Região Metropolitana de Curiitba.

**Com informações da AEN**

Governo planeja elevar pagamento a térmicas e repassar alta à conta de luz

O governo federal planeja aumentar a remuneração de três usinas térmicas movidas a gás natural, para viabilizar seu acionamento. A medida deverá elevar a conta de luz dos consumidores.
Uma consulta pública sobre o tema foi aberta nesta terça-feira (2) e ficará aberta por cinco dias, até o dia 6 de outubro, véspera do primeiro turno das eleições.

As usinas térmicas são acionadas quando os reservatórios estão baixos e é preciso compensar a queda na geração hidrelétrica. Esse acionamento é o principal responsável pelo aumento no preço da energia, mas ajudam a preservar os reservatórios de água em tempos de secas prolongadas.

A proposta do governo apresentada nesta terça é direcionada a três usinas: a térmica de Uruguaiana, da AES; a térmica de Araucária, da Copel (Companhia Paranaense de Energia) e a térmica de Cuiabá, controlada pela Âmbar, do grupo J&F.

Esta última foi centro do escândalo envolvendo Joesley Batista, que teria oferecido propina para que a Petrobras liberasse o gás natural à usina, segundo a delação premiada do empresário. Hoje, essas três usinas estão sem contrato abastecimento de gás natural. A ideia do governo é dar condições para que elas possam ser novamente acionadas. Para isso, seria elevada remuneração, em caráter excepcional, até 30 de abril de 2019.

O pagamento, que normalmente remunera apenas os custos variáveis da usina (que são pagos de acordo com a energia gerada), passaria a incluir também os custos fixos do empreendimento.
Além disso, elas ficariam isentas de penalidade caso haja falhas no suprimento de combustível (gás natural).

As empresas também ganhariam prioridade na fila de pagamento nas operações do mercado de curto prazo –que atualmente está travado por uma briga judicial, que tem levado a uma alta inadimplência e a uma disputa para receber os pagamentos.

Segundo a nota técnica publicada pelo ministério, essas térmicas poderiam “apresentar custos competitivos (…), quando comparadas ao parque térmico operacionalmente disponível e também às usinas termelétricas que vem sendo despachadas”.

No entanto, analistas ouvidos pela Folha preveem que a medida trará um aumento na conta de luz. Esse impacto será de 0,15% até abril de 2019, segundo a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), que não deu mais detalhes sobre o cálculo.

O governo também argumenta que a medida é necessária para dar segurança energética ao país, devido ao nível baixo dos reservatórios. Segundo a ONS (Operadora Nacional do Sistema Elétrico), a situação hídrica do país até o fim do ano atingirá um patamar mais baixo do que o nível de 2014, quando ocorreu o pior armazenamento em novembro nos últimos 20 anos.

Nesta segunda (1º), o governo já havia proposto a retomar de um outra termelétrica, em Fortaleza, operada pela italiana Enel. A ideia é que a usina seja acionada por 90 dias com um preço adicional, que também deverá ser repassado aos consumidores.

Para Claudio Salles, presidente do Instituto Acende Brasil, a retomada da usina de Fortaleza faz sentido, pois a outra opção seria acionar usinas ainda mais caras. Ele ainda não fez cálculos para as outras três usinas que o governo pretende retomar.

Outro analista consultado avalia que a medida soluciona o problema das companhias e repassa a conta aos consumidores.

Foto Jonas Oliveira/AENPr

Maio começa com tarifa de luz mais cara

A conta de luz dos brasileiros fica mais cara a partir deste mês. Com o fim do período de chuvas e a consequente queda no volume de água nos reservatórios das principais hidrelétricas do país, a Agência Nacional de Energia Elétrica mudou a bandeira tarifária de verde para amarela. Isso significa que os consumidores agora vão pagar R$ 1 a mais para cada 100 quilowatts-hora (kWh) gastos. Não há prazo para o fim da cobrança extra.

Com a adoção da bandeira amarela, a ANEEL sugere que as pessoas adotem hábitos que ajudem na economia de energia, como banhos mais curtos, por exemplo. O órgão também recomenda que a porta da geladeira seja bem fechada após o uso e que os ambientes com ar-condicionado sejam mantidos com portas e janelas fechadas.

O inverno é um período seco em boa parte do Brasil, o que exige o uso da energia produzida pelas usinas termelétricas, que é mais cara. O sistema de bandeiras tarifárias é composto pelas cores verde, amarela e vermelha – essa última dividida em dois patamares – e foi criado, segundo o governo federal, para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de eletricidade.

Uso do celular à noite inibe a produção de melatonina e prejudica emagrecimento

 

Redação com assessoria

Luzes emitidas pelo celular confundem o relógio biológico, impedindo o organismo de entrar em processo de descanso e atrapalhando a produção hormonal

O uso excessivo do celular no período noturno pode comprometer a saúde e dificultar o processo de emagrecimento de quem busca entrar em forma. Diversos estudos já vêm demonstrando que as luzes dos equipamentos eletrônicos inibem a produção de melatonina, que é o hormônio do sono, desequilibrando o organismo de pessoas saudáveis.

De acordo com a médica Loana Valiati, especialista em medicina preventiva do Espaço Medicina Inteligente, a luz emitida por celulares, tabletes e outros dispositivos eletrônicos alteram o chamado ciclo circadiano – o ciclo do sono – e interferem na produção de melatonina e de outros hormônios fundamentais para o equilíbrio do corpo humano, como é o caso do cortisol – o hormônio do estresse.

Loana fala que o pico de liberação de melatonina ocorre algumas horas depois que uma pessoa adormece. Para isso, no entanto, é necessário um ambiente escuro de verdade, caso contrário o corpo não produz essa substância. “Se a televisão do quarto estiver ligada, a produção de melatonina não ocorre”, comenta.

Em paralelo, hormônios como o cortisol, que deveriam diminuir nesse período, permanecem em produção, pois o organismo entende que o corpo continua ativo. “E isso pode resultar em um desequilíbrio. A pessoa pode aumentar de peso em função dos hormônios desregulados”, analisa.

A médica fala que estudos já demonstraram que pessoas que trabalham no período noturno estão mais propensas a desenvolver alguns tipos de doenças, entre elas obesidade, câncer de mama e diabetes. “O ideal é seguir um estilo de vida com hábitos saudáveis, seguindo um processo de reeducação alimentar, associado à atividade física e sono modulado”, comenta Loana, que recomenda evitar o uso de dispositivos eletrônicos por pelo menos duas horas antes de dormir. “As luzes nesse momento diminuem a qualidade do sono e confundem o relógio biológico”, enfatiza.

 

Chuvas deixam 30 mil sem energia no Paraná

As chuvas que atingem parte do estado desde a noite de quarta-feira (25), afetaram o abastecimento de energia elétrica para cerca de 30 mil unidades consumidoras no Paraná, de acordo com a Copel.

Por volta das 11h30 desta quinta-feira (26) são 26,7 mil unidades afetadas. O município mais atingido no momento é Maringá, no noroeste, com 6 mil unidades sem energia. A Defesa Civil informou que dezenas de árvores e postes caíram e casas foram destelhadas no local.

Segundo a assessoria de imprensa da Copel, os cortes de luz estão “espalhados”, com exceção de Maringá, e representam apenas 0,7% dos clientes atendidos pela empresa.

O abastecimento deve ser normalizado ao longo do dia.

Previsão do tempo

De acordo com o Simepar são esperados temporais, principalmente entre as regiões oeste, norte e noroeste do estado, na tarde de hoje. As chuvas devem permanecer pelo menos até a próxima segunda-feira (30), sem grandes variações na temperatura.