O antigo mar de Ponta Grossa

 

Veja no vídeo desta página como era o antigo mar dos Campos Gerais, há cerca de 350 milhões de anos. O nosso planeta está sempre em mudança, mas os vestígios ficam no subsolo, possibilitando entender as transformações geológicas do passado.

 

 

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A história do Montanhismo no Paraná

 

Veja neste vídeo um resumo da história do montanhismo no Paraná. E se você se interessa pelo tema, clique aqui para conhecer um grupo de memória criado por esta coluna. Ao abrir a página no Facebook, clique em “participar do grupo”.

 

 

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Óleo nas praias: especialista mostra forma segura de se consumir peixes

As manchas de petróleo nas praias já atingiram, pelo menos, 254 localidades em 92 municípios de 9 estados desde o final de agosto, segundo o balanço mais recente do governo. O fenômeno não tem só causado impactos nas cidades litorâneas, como afetado a vida de animais marinhos. E as preocupações ambientais chegaram à mesa dos brasileiros.

Empresas do setor afirmam que há formas seguras de manter o consumo destes produtos. Umas delas é optando por pescados com o S.I.F, selo do sistema de controle do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil que atesta a qualidade na produção de alimentos de origem animal.

De acordo com Tércio Farias, fundador da Villa Pescados, empresa localizada no Mercado do Rio Vermelho, bairro de Salvador – uma das cidades afetadas pelo óleo – alguns produtos locais podem ter tido contato com o óleo e, por isso, devem ser evitados. “Nossos produtos vêm do Amapá, são congelados e possuem o selo de inspeção federal. Com isso, temos uma garantia e uma seguridade para os nossos clientes. Sabemos da procedência do que vendemos”.

A Villa Pescados também atende restaurantes, hotéis e pousadas da capital baiana. “Temos sentido a preocupação da população. Muitos donos de restaurantes têm pedido essa certificação e nós já nos posicionamos. O que não mudou tanto foi a relação com os clientes da loja física porque eles já conhecem os nossos produtos”, garante Farias.

Márcia Farias que é nutricionista e chefe de cozinha pede cautela na hora do consumo de peixes e derivados. “São muitas informações que estão sendo passadas. Por isso, é importante evitar os produtos locais e que não tenham procedência. É necessário comprar em lojas que tenham o S.I.F, que traz uma garantia”, conclui.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

guaratuba jovens afogaos

Jovem é encontrado morto no litoral do Paraná; outro ainda está desaparecido

Um jovem de 21 anos foi encontrado morto em Guaratuba, no litoral do Paraná, no início da manhã desta segunda-feira (14). Segundo o Corpo de Bombeiros, o corpo do rapaz, que morava em Guarapuava, foi encontrado na areia por volta das 6h20, após ter se afogado na tarde deste domingo (13). Outro rapaz, de Irati e que também desapareceu no mar na mesma hora, ainda está sendo procurado por embarcações.

De acordo com os bombeiros, os jovens não são parentes. Ou seja, apesar de desaparecerem na mesma ocorrência, eles são de famílias diferentes – ao contrário de boatos que vão se espalhando.

Além disso, outra especulação é que as pessoas que estavam na praia fizeram um cordão humano para tentar resgatar os dois. Entretanto, o Corpo de Bombeiros não confirma a informação porque as pessoas estavam na areia quando a equipe chegou ao local.

A ocorrência, na Praia Central de Guaratuba, teve início às 15h35. As buscas foram suspensas durante a noite e reiniciadas na manhã de hoje com embarcações.

Por fim, o jovem morto foi reconhecido pela família e seu corpo já foi encaminhado ao IML (Instituto Médico-Legal) de Paranaguá.

 

 

Militar vai tomar banho de mar e acaba desaparecido no litoral do Paraná

Um militar do Exército Brasileiro está desaparecido no litoral do Paraná desde ontem (07). Por volta das 11h30, Elizandro Ferreira, de 22 anos, entrou no mar de Matinhos, em frente ao Mercado do Peixe, e não foi mais visto. Ele estava ao lado de um amigo, também militar, que conseguiu se salvar.

O jovem, nascido em Curitiba, usava uma prancha de bodyboard quando foi puxado pela correnteza. Depois disso, acabou se soltando da prancha e está desaparecido desde então.

Três homens da corporação estão fazendo trabalhando no resgate. São dois guarda-vidas e uma moto aquática na missão de encontrar Elizandro. Eles começaram as buscas às 6h30 e vão até o pôr do sol. No entanto, a missão, que monitora mais de um quilômetro de área, pode durar até 15 dias.

VÍTIMA DA CORRENTEZA

Para o tenente Xisto André Frezzato dos Santos, comandante do Corpo de Bombeiros de Matinhos, Eliandro acabou entrando em uma corrente de retorno muito forte. A correnteza acabou levando ele para o fundo do mar rapidamente, o que resultou na perda da prancha.

“Ele superestimou o nado dele. As correntes que ficam na superfície são diferentes das do fundo do mar, então não sabemos para onde o corpo foi, o que dificulta a busca. O amigo saiu nadando, mas desesperado”, declarou o tenente.

Por fim, o tenente Xisto revela que casos assim não são comuns na região, ainda mais nessa época do ano. “São pouquíssimos casos. É uma área de surfista, é difícil alguém entrar nem época do frio com a água gelada”, completou.

Pilotos da Real que pousaram no Mar salvaram 39 pessoas em 1957

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Uma história esquecida: A habilidade de dois pilotos, da antiga Real Aerovias, salvou a vida de 39 pessoas, entre passageiros e tripulantes, no ano de 1957. Um dos motores pegou fogo, ameaçando explodir o avião, e obrigando o avião a descer no mar, na região de São Sebastião, no litoral paulista.  O caso foi raro, porque dificilmente um pouso no mar acontece sem vítimas, rompimento ou afundamento do avião. Há poucos registros de casos semelhantes a este no mundo.

 

 

Era uma tarde de tempo bom quando o voo da extinta Real Aerovias, com quatro motores a hélice, decolou às 15 horas do aeroporto de Congonhas, em São Paulo, com destino final previsto para Miami, nos Estados Unidos. Era um avião DC4, com capacidade para 54 passageiros, que levava 30 e mais oito tripulantes. E que ainda iria embarcar mais gente no Rio de Janeiro.

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O relato, só agora publicado, é de Heinz Eric, que tinha 23 anos e era  co-piloto, prestes a iniciar a preparação para se tornar comandante. Na época a cabine só comportava três tripulantes. E  assim, excepcionalmente Heinz deu o seu lugar, no trecho entre São Paulo e Rio de Janeiro, para um primeiro oficial e um co-piloto, que estavam em treinamento, um deles para ser comandante-mor. Heinz foi então para a a área dos passageiros, sentando-se no lado esquerdo, na primeira fila.

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Vinte minutos após a decolagem, ele se assuntou ao ver labaredas ao seu lado, em um dos quatro motores, o de número dois, perto de sua janela. E correu até a cabine para avisar o piloto. O alarme automático também começou a soar, e todos entraram em um clima de tensão. Os extintores de incêndio de bordo, que ficavam no porão, foram acionados , dirigindo o jato para o motor em chamas. Mas o fogo era muito forte, e logo o motor caiu, já que eram programados para isso,  para evitar a propagação do fogo, e a explosão do avião.

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O motor que caiu ainda bateu no leme profundor do lado esquerdo, criando grande dificuldade para o controle do avião. Heinz é que ficou monitorando a situação da janela da primeira fila dos passageiros,  porque da cabine o motor não era visível para o piloto. Houve um forte abalo, mas o voo continuou, como se estivesse dentro de uma área forte turbulência. Neste modelo de avião, da americana Douglas Aircraft, construído na década de quarenta, o tanque ficava na própria asa, o que aumentava o risco de explosão. Para completar a dificuldade, Heinz viu que a proteção do motor, chamada de parede de fogo da asa, já estava incandescente. Isso representava uma grande risco de fogo no tanque, o que poderia fazer o avião explodir.

 

Diante disso, a sugestão dele ao comandante, foi que pousassem imediatamente no mar, pelo risco  de explosão. A incandescência da chamada parede de fogo, não permitia correr o risco de seguir mais tempo voando. Heinz diz que foi sorte ter neste voo, um comandante jovem e decidido, para resolver logo fazer o pouso no mar. Isso eliminou o risco de explosão, na qual poderia não haver sobreviventes. Além disso a rota do momento era de Santos em direção ao Rio de Janeiro. E assim o avião estava sobrevoando o mar, o que possibilitava os procedimentos de pouso na água com menor risco.

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O piloto começou a baixar o avião para fazer o pouso na água. Se o pouso fosse bem feito, o avião iria boiar. Se houvesse algum erro, poderia se partir ao meio. E ainda permanecia também o risco de explosão no ar. Os passageiros foram avisados das medidas de segurança, e ficaram com os cintos apertados. O comandante teria que escolher a melhor praia para isso. E então decidiu fazer o pouso a cerca de 300 metros da praia, em paralelo as ondas, para evitar um impacto mais forte. O local escolhido nas proximidades foi a Praia da Baleia, diante da Ilha Couves, no município de São Sebastião, no estado de São Paulo..

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O avião desceu em círculos, porque não poderia baixar muito rápido. Diante da situação de grande perigo, algumas mulheres choravam. Mas a maior parte dos passageiros manteve o controle. No final o trem de pouso ficou recolhido e pouso foi perfeito. O avião deslizou sobre a água do mar. Mas ao final do deslizamento, a ponta baixou na água, voltando em seguida. Este momento foi o de maior impacto. Um passageiro apavorado havia tirado o cinto de segurança e se levantou segundos antes, sendo atirado  contra a parede frontal de separação da cabine, e se feriu. O comissário, que tentava segurar o passageiro no assento, também se feriu, quebrando a clavícula. O radiotelegrafista quebrou o tornozelo, porque estava ao lado dos aparelhos de comunicação, na hora do impacto..

 

 

O pouso no litoral de São Paulo em 1957.

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A sensação, apesar de ainda estarem no mar, boiando sobre as asas do avião, foi de alívio. O avião estava inteiro e agora sem risco de incêndio ou explosão. As janelas de emergência sobre as asas tinham sido abertas, e os passageiros, com os coletes salva-vidas infláveis, saíram e ficaram sobre a asa. Ali eles esperaram, na expectativa de serem levados para a praia, a 300 metros de distância. Cerca de 15 minutos depois já apareceram pescadores da região, com barcos a remo, prontos para ajudar. E foram levando cerca de cinco pessoas de cada vez até a praia. A chegada na areia foi um momento de muita emoção, alívio e alegria para todos. E de agradecimento por estarem todos vivos.

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Meia hora depois um avião militar, que coincidentemente passava na região, viu a cena e pousou na areia da praia. Após a verificação de que a situação estava sob controle, este avião decolou, levando o comandante do avião da Real para São Paulo. Era um caso novo, ainda não registrado na história da aviação brasileira, com um avião de grande porte. E a empresa, junto com a Aeronáutica, procurou uma solução para o transporte de passageiros até São Paulo. Em 1957 ainda não existia a estrada Rio Santos nesta região. E havia muito isolamento na faixa litorânea.

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Um pequeno barco cargueiro, de nome Itanhaém, foi contratado. A embarcação saiu de São Sebastião e foi até a Praia da baleia. Este barco cargueiro, que veio buscar o grupo, só chegou ao local às duas da madrugada. Com um barco menor, de remo, os passageiros e os oito tripulantes foram levados até o barco. E a seguir o cargueiro foi para Santos, onde só chegou depois de 8 horas. No Porto de Santos já havia um ônibus especial esperando pelo grupo, que levou todos para São Paulo. Eles foram hospedados em hotel na Praça da Bandeira. E todos os custos foram cobertos pela Real Aerovias. Só o telegrafista ficou na Santa Casa de Santos, para tratar o tornozelo quebrado. Na televisão paulista havia um programa noturno ao vivo. Era o “Jantando com as Estrelas”. Todos os tripulantes foram chamados para dar entrevistas no programa.

 

Naquela época os pilotos, quando sofriam acidentes, já passavam por testes psicológicos por dois dias, para avaliar se tinham condições de continuar voando. Ninguém foi reprovado, e todos os quatro aviadores continuaram na empresa. Um fato curioso foi que o passageiro, que se levantou assustado perto da momento do pouso, levou depois uma medalha de ouro personalizada como agradecimento para cada um dos tripulantes. E o próprio presidente e fundador da Real Aerovias, comandante Linneu Gomes,  reconheceu que a ação correta e rápida dos pilotos salvou a todos.

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Depois do acidente, Heinz Eric continuou na aviação, passando a comandante de voo. No total foram 8 anos de aviação, onde ele se tornou comandante de voos nacionais. E só deixou a atividade quando a Real Aerovias entrou em crise, no ano de 1960. Foi quando ele decidiu ir para a Alemanha cursar Engenharia Mecânica. Ao voltar para o Brasil, 5 anos depois, foi  para a área mecânica industrial. Ele tornou-se  gerente de engenharia de uma fabrica internacional de motores em São Paulo, onde ficou mais 33 anos em atividade.

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Heinz Eric hoje é um curitibano por adoção, morando na capital paranaense há 15 anos. Ele está com 82 anos, lê muito, pratica  exercícios rigorosamente e gosta de viajar. No momento está na Europa, onde moram seus dois filhos com as famílias. Um é engenheiro mecânico e outro administrador de empresas, trabalhando em grandes empresas alemãs. Heinz nunca se interessou em registrar este caso. Mas agora, que está escrevendo um livro biográfico para deixar para os filhos e netos, resolveu nos contar esta história.

José Wille

 

O comandante Heinz Eric mora hoje no Bairro Batel, em Curitiba

 

 

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Subida do nível do mar preocupa cientistas

Cientistas afirmam que o nível do mar está subindo mais depressa do que o previsto. A causa: o degelo das geleiras na Antártida e Groenlândia.

Um estudo, que previu que o mar subiria menos de um metro até ao ano de 2100, está sendo contestado porque cientistas acreditam que esse total poderá duplicar.

O relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), produzido em 2013, previa que o nível do mar subiria no máximo de um metro até ao ano de 2100.

Sem uma significativa redução das emissões do gás de efeito de estufa, as águas poderiam subir entre 52 e 98 centímetros.

Contudo, um novo estudo, mais abrangente, prevê que o nível do mar poderá aumentar mais de dois metros, se as emissões continuarem na sua trajetória, e se as temperaturas subirem até 5 graus Celsius.

A hipótese, no entanto, é extrema, e a probabilidade de as temperaturas subirem 5 graus é de 5%.

Cientistas alertam, porém, para o fato de que 5% é ainda um percentual considerável e que corresponde a um elevado risco.

Cerca de 100 mil animais marinhos morrem por ano vítimas do lixo jogado na praia

O aumento no fluxo de pessoas nas praias também eleva o volume de lixo produzido. A sujeira, descartada de maneira incorreta, causa a morte de diversos animais.

Segundo um levantamento do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (IO-USP), todos os anos, cerca de 190 mil toneladas de materiais plásticos são lançados ao mar, na costa brasileira. No Paraná, 760 toneladas de lixo foram recolhidas na beira-mar apenas no verão de 2018, segundo balanço do governo do estado. O peso é equivalente a 13 baleias francas adultas, espécie que costuma visitar o litoral paranaense.

De acordo com um estudo realizado por uma universidade australiana, a contaminação dos oceanos, principalmente por plásticos, é responsável pela morte de cerca de 100 mil animais marinhos todos os anos.

O presidente do conselho da Associação MarBrasil, Ariel Scheffer, membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza, conta que cerca de 700 espécies marinhas são afetadas pela poluição plástica nos mares, incluindo mais de 260 espécies ameaçadas de extinção.

“Uma das causas de grande mortalidade é o encontro de um ser marinho, não só animal, mas as plantas também; que acabam se enroscando em redes abandonadas e outros tipos de plásticos que acabam prendendo os animais”.

O biólogo destaca que as aves marinhas e as tartarugas são as mais prejudicadas por confundir sacolas com alimentos da cadeia alimentar, como águas vivas e pequenos organismos.

“Tem coloração e aparência de animais amorfos, como os mais gelatinosos, que são confundidos com alimentos. Vai para o trato digestivo, dá uma sensação de saciedade, não é digerido, fica no estômago e o animal morre”.

O especialista pede para que as pessoas se conscientizem e utilizem menos canudo, já que o item é um dos principais vilões.

“É um símbolo, não temos necessidade de usar canudos plásticos. Temos fotos emblemáticas na internet de canudos sendo retirados das narinas de uma tartaruga, por exemplo”.

Além de impactar as espécies marinhas, os resíduos descartados nas praias também interferem na vida dos banhistas. A sujeira reduz a balneabilidade, que é o índice usado para verificar a qualidade da água. Desse modo, ela se torna imprópria para o banho, podendo gerar contaminação por doenças de pele.

Os prejuízos afetam ainda a economia dos municípios, que precisam aumentar as despesas com a limpeza das praias e perdem a receita com o turismo.

“Tanto no aspecto visual, uma praia cheia de lixo perde o valor para a sociedade e o valor turístico reflete no valor comercial também. Além de diminuir a balneabilidade do ambiente e prejudicar a saúde, já que esses lixos normalmente são contaminados.

A dica é praticar o consumo consciente de todo lixo produzido.

O afundamento em Guaratuba no ano de 1968

A história sobre “o afundamento de cidade de Guaratuba no Mar” se espalhou rapidamente no ano de 1968. Na verdade o afundamento foi de uma parte da região mais antiga, levada pela erosão marítma. Veja neste vídeo abaixo. E clique aqui para conhecer o grupo “Memória Paranaense”, criado por esta coluna no Facebook.

 

 

 

 

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Marinha alerta para ressaca e ondas de até 5 metros entre SC e RJ

O Centro de Hidrografia da Marinha (CHM) emitiu alerta sobre a formação de ondas de 3 a 5 metros na área costeira do Paraná. Na área oceânica, estão previstos ventos fortes, com rajadas entre 50 e 60 km/hora, ocasionando mar revolto com ondas de até 5 metros.

O alerta da Marinha será válido até o próximo sábado (12), e prevê, ainda ressaca entre as cidades de Laguna (SC) e Arraial do Cabo (RJ), com ondas de 2,5 a 3,5 metros.

Orientações

Capitania dos Portos do Paraná (CPPR) alerta a todos os navegadores e condutores de embarcações menores, como as de pesca, para que evitem a navegação nestas áreas, em virtude das ondas e do vento.

Capitania lembra sobre a importância de todos cumprirem as normas de segurança e possuírem todos os itens de salvatagem, como coletes salva-vidas, boias e sinalizadores, além de manterem equipamentos de comunicação em ordem e informarem sobre seus destinos e o percurso que farão antes de saírem com suas embarcações.