Procon PR divulga pesquisa de preço de materiais escolares

O Procon-PR realizou uma pesquisa de preços dos materiais escolares, entre os dias 08 e 10 de janeiro de 2019, em quatro estabelecimentos de Curitiba.   Ao todo, foram pesquisados mais de 150 itens, sendo consideradas, para o levantamento, marcas pré-definidas.

Segundo o Procon-PR, as diferenças encontradas de um estabelecimento para outro comprovam a importância da pesquisa de preços e também das condições de pagamento disponíveis no mercado, já que quem pesquisa acaba economizando.

As maiores variações de preço encontradas nos estabelecimentos foram:

– Tinta Guache 6 cores – 15 ml cada – marca Acrilex – Variação: 112%
Maior preço: R$ 5,30 (Livrarias Curitiba)
Menor preço: R$ 2,50 (Kalunga)
Diferença: R$ 2,20

– Lápis de Cor Aquarelável – 12 cores – marca Faber Castell – Variação: 110%
Maior preço: R$ 33,40 (Livrarias Curitiba)
Menor preço: R$ 15,90 (Kalunga)
Diferença: R$ 17,50

– Caneta Hidrocor – 12 Cores – marca Faber Castell – Variação: 80%
Maior preço: R$ 15,99 (Casa China)
Menor preço: R$ 8,90 (Kalunga)
Diferença: R$ 7,09

– Caderno 96 Folhas – Avengers – marca Tilibra – Variação: 70%
Maior preço: R$ 21,99 (Lojas Americanas)
Menor preço: R$ 12,90 (Livrarias Curitiba)
Diferença: R$ 9,09

– Caderno Jolie 200 folhas – marca Tilibra – Variação: 33%
Maior Preço: R$ 39,99 (Lojas Americanas)
Menor Preço: R$ 29,99 (Casa China)
Diferença: R$: 10,00

Para facilitar a pesquisa, o consumidor pode utilizar, por exemplo, o aplicativo “Menor Preço Nota Paraná”, que permite a comparação de preços de uma forma rápida e moderna.

Além disso, os pais podem se reunir e comprar em quantidade, o que possibilita conseguir maiores descontos e melhores condições de pagamento.

Para ver a pesquisa completa, clique aqui

 

Fonte: Procon/PR

Operação apreende 3,2 mil itens de material escolar no Paraná

O Instituto de Pesos e Medidas do Paraná (Ipem-PR) apreendeu 3.266 itens de material escolar entre os dias 4 e 8 de fevereiro, durante a Operação Volta às Aulas. Ao todo, foram fiscalizados 214.471 itens em 70 estabelecimentos em todo o estado.

Segundo o presidente do Ipem-PR, Rubico Camargo, o objetivo da operação é garantir a segurança de crianças e adolescente que utilizam produtos escolares, disponibilizados pelo comércio e indústrias, evitando acidentes de consumo. “Nessa época, o instituto intensifica essa fiscalização que já ocorre durante todo o ano”, disse.

As equipes verificaram presença do Selo do Inmetro em 25 produtos como apontadores, borrachas, canetas esferográficas rollers, canetas hidrográficas, colas, compassos, corretivos, esquadros, estojos com motivos ou personagens infantis ou desportivos.

Também foram alvo da fiscalização giz de cera, lápis de cor, lápis preto ou grafite, lapiseira, marcadores de texto, merendeiras e lancheiras e seus acessórios, pasta com aba elástica, réguas, tesouras de ponta redonda, além de tinta guache, nanquim, plástica, aquarela e para pintura a dedo. As ações abrangeram todos os produtos de uso escolar, excluindo aqueles de uso artístico ou profissional.

O item que teve o maior número de apreensões foi a caneta esferográfica roller, com corpo e carga manufaturada em resinas plásticas, com 950 unidades apreendidas. Em segundo lugar estão os apontadores, com 566 apreensões.

A fiscalização ocorreu em todo o Estado com o apoio das Regionais de Londrina, Maringá, Cascavel, Guarapuava, e do escritório em Foz do Iguaçu.

As empresas autuadas pelo Ipem-PR têm dez dias para apresentar defesa junto ao instituto. De acordo com a Lei Federal 9.933/99, as multas podem chegar a R$ 1,5 milhão.

Orientações

O selo do Inmetro deve ser afixado na embalagem ou diretamente no produto. No caso de material vendido a granel, como lápis, borrachas, apontadores ou canetas, a embalagem expositora com o selo do Inmetro deve estar próxima ao produto. Itens importados também devem ter o selo do Inmetro.

O Ipem-PR alerta o consumidor para que não compre artigos escolares em comércio informal, pois não há garantia de procedência e tais produtos podem não atender às condições mínimas de segurança. Outra orientação é guardar a nota fiscal, que garante a comprovação de origem.

Em caso de dúvida ou para fazer uma denúncia, o cidadão deve entrar em contato com a Ouvidoria do Ipem-PR, por meio do telefone 0800 645 0102, de segunda a sexta, de 8h às 12h e 13h às 17h, ou através do site do Ipem-PR, no link “Ouvidoria”.

Vara de Infância e Juventude promove campanha de arrecadação de material escolar

A 2ª Vara da Infância e Juventude de Curitiba está promovendo uma campanha de doação de materiais escolares para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade econômica.

Entre os materiais pedidos estão cadernos, lápis, canetas, cola, réguas, pastas e mochilas (veja lista completa abaixo).

Em Curitiba, as doações podem ser entregues, até o dia 5 de fevereiro, na 2ª Vara da Infância e da Juventude e Adoção de Curitiba, localizada na Rua da Glória, nº 290, 6º andar, no Centro Cívico. Confira outros locais de coleta no site.

Em União da Vitória, a própria Vara da Infância receberá as doações.

Os kits serão distribuídos a partir do dia 8 de fevereiro com o auxílio de instituições de acolhimento, antes do início do ano letivo escolar.

 

Material escolar deve ter selo do Inmetro, alerta IPEM-PR

O Instituto de Pesos e Medidas do Paraná (IPEM-PR) está alertando pais e responsáveis nesse período em que começa a crescer a procura por artigos escolares, para que observem se os produtos apresentam o Selo de Identificação da conformidade, evidenciando que atendem aos requisitos de segurança previstos nos regulamentos do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia, o Inmetro.

O gerente de fiscalização do IPEM-PR, Roberto Tamari, disse que “a presença do Selo do Inmetro nos artigos escolares pretende evitar acidentes que possam colocar em risco a segurança de crianças. Além disso, deve constar a faixa etária a que se destina o produto”.

O IPEM deu início nesta semana juntos aos postos de revenda e fabricantes, a coleta de material como cadernos, cola branca, giz, massas para moldar, corretivos líquidos, tintas guache, entre outros itens.

O que verificar nos artigos escolares:

• O Selo deve ser afixado na embalagem ou diretamente no produto.
• No caso de material vendido a granel, como lápis, borrachas, apontadores ou canetas, a embalagem expositora com o Selo do Inmetro deve estar próxima ao produto.
• Não compre artigos escolares em comércio informal, pois não há garantia de procedência e tais produtos podem não atender às condições mínimas de segurança.
• Guarde a nota fiscal do produto: ela é sua comprovação de origem do produto e recebê-la é seu direito como consumidor.
• Caso encontre produtos sem o Selo no mercado formal, faça sua denúncia à Ouvidoria do IPEM-PR: 0800 645 01 02 (segunda a sexta-feira, das 8 h às 12 h e das 13 h às 17 h) ou pelo site, no link “Ouvidoria”.
• Já em casos de acidentes de consumo envolvendo um artigo escolar ou qualquer outro produto ou serviço, faça o relato no Sistema Inmetro de Monitoramento de Acidentes de Consumo – Sinmac.

Confira a lista dos produtos regulamentados pelo Inmetro:

• Apontador;
• Borracha e Ponteira de borracha;
• Caneta esferográfica/roller/gel;
• Caneta hidrográfica (hidrocor);
• Giz de cera;
• Lápis (preto ou grafite);
• Lápis de cor;
• Lapiseira;
• Marcador de texto;
• Cola (líquida ou sólida);
• Corretor Adesivo;
• Corretor em Tinta;
• Compasso;
• Curva francesa;
• Esquadro;
• Normógrafo;
• Régua;
• Transferidor;
• Estojo;
• Massa de modelar;
• Massa plástica;
• Merendeira/lancheira com ou sem seus acessórios;
• Pasta com aba elástica;
• Tesoura de ponta redonda;
• Tinta (guache, nanquim, pintura a dedo plástica, aquarela).

Ipem inicia fiscalização de material escolar e pede atenção dos pais na hora da compra

O Instituto de Pesos e Medidas do Paraná (Ipem-PR) alerta pais e responsáveis para que fiquem atentos para a compra do material escolar. É fundamental observar se os produtos possuem o Selo de Identificação da Conformidade, que atesta que eles atendem requisitos de segurança previstos nos regulamentos do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia – Inmetro.

“A presença do Selo do Inmetro nos artigos escolares tem o objetivo de evitar acidentes que possam colocar em risco a segurança de crianças. Além disso, deve constar a faixa etária ao qual se destina o produto”, explica o gerente de Fiscalização do IPEM-PR, Roberto Tamari.

O Inmetro, através da Portaria n°262 de 2012, determinou 25 produtos que devem seguir as normas estabelecidas neste regulamento, incluindo os itens importados. A justificativa é a presença de substâncias tóxicas de materiais que possam ser levados à boca ou com o risco de serem ingeridas e/ou inaladas, com bordas cortantes, ou a presença de pontas perigosas.

FISCALIZAÇÃO – O Ipem-PR iniciou nesta segunda-feira (07) em todo o Estado, junto aos postos de revenda e fabricantes, a coleta de materiais escolares como cadernos, cola branca, giz, massas para moldear, corretivos líquidos, tintas guache, papel A-4 para testes nos laboratórios do Instituto em Curitiba, Londrina, Maringá, Cascavel e Guarapuava. Um dos objetivos é verificar questões formais desses produtos, a fim de garantir ao consumidor que está adquirindo exatamente aquilo que está pagando.

De acordo com o gerente de Pré-embalados do Ipem-PR, Sérgio Camargo, ação visa também verificar se a quantidade declarada na embalagem pelos fabricantes corresponde à quantidade real.

Confira o que observar na compra do material escolar:
– O Selo de Identificação da Conformidade deve ser afixado na embalagem ou diretamente no produto.
– No caso de material vendido a granel, como lápis, borrachas, apontadores ou canetas, a embalagem expositora com o selo do Inmetro deve estar próxima ao produto
– Não compre artigos escolares em comércio informal, pois não há garantia de procedência. Tais produtos podem não atender às condições mínimas de segurança.
– Guarde a nota fiscal. Ela é sua comprovação de origem do produto.
– Caso encontre produtos sem o selo no mercado formal denuncie à Ouvidoria do Ipem-PR: 0800 645 01 02, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h, ou pelo site www.ipem.pr.gov.br, no link “Ouvidoria”.
– Em casos de acidentes de consumo envolvendo um artigo escolar ou qualquer outro produto ou serviço, relate ao Sistema Inmetro de Monitoramento de Acidentes de Consumo – Sinmac (http://www.inmetro.gov.br/sinmac).

Confira a lista dos produtos regulamentados pelo Inmetro:
ApontadorBorracha e ponteira de borracha
Caneta esferográfica/roller/gel
Caneta hidrográfica (hidrocor)
Giz de cera
Lápis (preto ou grafite)
Lápis de cor
Lapiseira
Marcador de texto
Cola (líquida ou sólida)
Corretor adesivo
Corretor em tinta
Compasso
Curva francesa
Esquadro
Normógrafo
Régua
Transferidor
Estojo
Massa de modelar
Massa plástica
Merendeira/lancheira com ou sem seus acessórios
Pasta com aba elástica
Tesoura de ponta redonda
Tinta (guache, nanquim, pintura a dedo plástica, aquarela)

Preço do material escolar varia até 226% no Paraná

O Procon-PR realizou uma pesquisa de preços de material nesta quarta e quinta-feira (10 e 11) em quatro estabelecimentos de Curitiba.

Para o levantamento foram pesquisados cerca de 300 itens, considerando produtos de marcas pré-definidas. A maior diferença de preço foi a da borracha TR18 Big, marca Mercur, com variação de 226%. O produto foi encontrado por R$ 3,99 em uma loja e a R$ 12,99 em outra.

As variações de preços constatadas referem-se aos dias em que a coleta de dados foi feita. Os valores podem ser diferentes dos preços atuais, já que estão sujeitos à alteração conforme a data da compra ou por descontos especiais, ofertas e promoções.

Confira outras variações de preços

  • Tinta Guache 6 cores, 15 ml cada, marca Faber Castell, variação de 100%
    Maior preço: R$ 9,99
    Menor preço: R$ 4,99
  • Giz de Cera Curto 15 Cores, marca Faber Castell, variação de 92%
    Maior preço: R$ 4,99
    Menor preço: R$ 2,60
  • Lápis de cor 12 cores + 4 grafites, marca Bic, variação de 88%
    Maior preço: R$ 14,99
    Menor preço: R$ 7,99
  • Caderno Ecko 96 folhas, marca Tilibra, variação de 56%
    Maior Preço: R$ 24,99
    Menor Preço: R$ 15,99
  • Caderno Bichinhos 200 folhas, marca Tilibra, variação de 59%
    Maior Preço: R$ 29,99
    Menor Preço: R$ 18,90

De acordo com a diretora do Procon-PR, Claudia Silvano, a pesquisa tem o objetivo alertar o consumidor sobre a importância de comparar os preços em vários estabelecimentos. “No final das contas a economia é grande para quem faz a pesquisa”, disse.

Além disso, o Procon-PR orienta os pais a utilizarem o material escolar que sobrou do ano passado e que façam as compras de forma coletiva, reunindo-se com outros pais, já que é possível conseguir bons descontos na aquisição em maior quantidade.

A pesquisa completa está disponível aqui. 

Material escolar deve subir quase 3 vezes a inflação

Do Metro Jornal

Os pais devem enfrentar neste ano aumentos entre 5% e 8% nos preços do material escolar.

A projeção é da Abfiae (Associação Brasileira dos Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares), que atribui a alta a reajustes de matérias-primas, como plástico, papel e tintas, ajustes de mão de obra e variação cambial. O aumento de 8% representa 2,88 vezes a inflação de 2017.

Economistas estimam que o IPCA tenha fechado o ano passado em alta de 2,78%. Ricardo Carrijo, diretor de relações institucionais da Abfiae, afirma que os produtos importados devem ter reajustes maiores em função de variações recentes do câmbio. “O dólar se fortaleceu nos últimos meses e isto causa impacto no preço final dos produtos importados, em especial mochilas e estojos”, diz.

Carrijo aconselha os pais a anteciparem as compras e pesquisarem preços. Segundo ele, como o mercado de papelarias é bastante pulverizado, existe ainda uma grande possibilidade de encontrar boas ofertas. “O consumidor deve fazer uma lista do que precisa comprar para não se render a impulsos. Também é recomendável juntar todo o material escolar do ano anterior e ver a possibilidade de reutilizá-lo”, orienta Ricardo Teixeira, especialista em gestão financeira e professor da FGV (Fundação Getulio Vargas).

Uma dica é conversar com outros pais para trocar livros didáticos e fazer compras em conjunto para conseguir preços menores. “Outra opção é a internet. É possível buscar materiais e livros usados em excelente estado que, muitas vezes, custam a metade do preço. Comprar no atacado também pode render bons negócios”, ressalta.

Teixeira aconselha também tentar comprar à vista e pedir desconto. Se tiver que pagar a prazo, o consumidor deve observar se as parcelas caberão no orçamento. “O ideal é conversar com os filhos antes de sair às compras, explicando a situação em que a família se encontra e quanto poderão gastar com os materiais. Caso contrário, é melhor não ir às compras com as crianças.”

Como economizar

  • Antes de ir às compras, analise itens do ano passado e selecione tudo o que ainda pode ser usado, como tesoura, régua e mochila Procure pais de alunos mais velhos para emprestar ou comprar livros por um preço mais acessível, se estiverem em boas condições de uso
  • Pesquise em sebos e na internet materiais e livros usados em bom estado. Muitas vezes, eles custam a metade do preço
  • Reúna pais para comprar itens em atacado, como caixas de lápis, cadernos e agendas
  • Faça muitas pesquisas e trace um orçamento para ter noção do gasto total
  • Não é preciso necessariamente comprar todos os itens na mesma loja, mas se decidir por um único estabelecimento é válido pedir descontos
  • No dia das compras, converse com os filhos sobre o orçamento, para que não corram o risco de se deixar levar pelo impulso e gastar mais do que o planejado
  • O ideal é sempre fazer os pagamentos à vista, mas se não for possível, opte por poucas parcelas que caibam no bolso, para não comprometer as finanças do ano por vários meses

O que a escola não pode pedir

  • Produtos de uso coletivo, como os de higiene e limpeza Marcas ou locais de compra específicos para o material, tampouco que os produtos sejam adquiridos na escola, exceto para artigos que não são vendidos no comércio, como é o caso de apostilas pedagógicas próprias do colégio
  • Que o aluno não reutilize um livro usado se o seu conteúdo estiver atualizado

Fonte: Reinaldo Domingos, presidente da Abfiae (Associação Brasileira dos Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares).

 

Aulas recomeçam para quase 35 mil alunos

Com Metro Jornal Maringá

Começam hoje as aulas na rede municipal de ensino de Maringá. Aproximadamente 34 mil alunos matriculados em 51 escolas de ensino fundamental e nas 63 unidades do CMEI (Centro Municipal de Educação Infantil) deram o “start” no ano letivo de 2017.

Os dados ainda são da Seduc (Secretaria Municipal de Educação) e podem sofrer alterações até o início da próxima semana.

No primeiro dia, professores e demais servidores que atuam nas unidades vão realizar ações de acolhimento e boas vindas.

Apesar do início das aulas hoje, a entrega do kit escolar e uniforme só será feita na próxima semana. De acordo com a Seduc, serão distribuídos 39.286 kits escolares e uniformes.

Em relação à merenda, as escolas e CMEIs foram abastecidas ontem e os cardápios organizados.

Com relação ao transporte escolar do município 63 veículos serão utilizados para o transporte de 1.701 alunos da zona rural, além de atender a APAE, ANPR (Associação Norte Paranaense de Reabilitação) e AMA (Associação Maringaense dos Autistas).

Também hoje, a Secretaria de Saúde, em parceria com a Seduc realiza às 10h30, na Escola Municipal Osvaldo Cruz, o lançamento simbólico da campanha Volta às Aulas sem Dengue com diversas atividades interativas com os alunos.

Exigir a lista de material escolar de uma só vez é proibido, diz MP

Com Metro Jornal Curitiba

O MP-PR (Ministério Público do Paraná) divulgou ontem um alerta sobre cuidados na compra das listas de material escolar.

O promotor de Justiça Maurício Kalache destaca que não é permitida a indicação de marcas específicas para os materiais, com a exceção apenas para livros didáticos.

Já a exigência de marca em insumos de uso individual do aluno é prática abusiva e, por isso, ilegal e proibida.

As escolas também não podem obrigar que os pais comprem todo o material de uma única vez e os itens podem ser entregues na medida e no tempo em que serão utilizados.

“Se os materiais serão utilizados já no primeiro dia, na primeira semana ou no primeiro mês do ano letivo, os pais deverão disponibilizá-los em tempo. Caso não sejam de uso imediato, os pais não são obrigados a entregar todos de uma vez”, afirma.

O Procon ou mesmo o MP podem ser acionados caso escolas e pais não entrem em acordo.

O preço de materiais escolares pode variar mais de 200% no Paraná

O Procon-PR divulgou a lista da pesquisa de preços dos itens de material escolar 2017.

Alguns desses produtos podem custar mais que o dobro do preço dependendo o lugar onde é comprado.

Foram pesquisados pelos Procon-PR 178 itens, em seis estabelecimentos de Curitiba. A pesquisa foi feita do dia 06 ao dia 10 de janeiro 2017.

De acordo com Cláudia Silvano, diretora do Procon-PR, o objetivo da pesquisa é alertar os consumidores quanto as diferenças de preços que podem ser encontradas nos diversos estabelecimentos, que ultrapassa 200%.

“Os resultados comprovam que quem pesquisa preços, qualidade e condições de pagamento, certamente vai economizar”, alerta Cláudia.

Fomos para as ruas de Curitiba confirmar os preços. Descobrimos que é bom o consumidor ficar atento e ir com a lista do Procon -PR para ter uma parâmetro dos preços, mas muitos desses preços que estavam baixos, já sofreram alterações.

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Um exemplo é caneta Bic, simples. Na lista do Procon -PR, o valor mais em conta é o da Casa China, custando R$ 1 entre os dias 06 a 10 de janeiro, hoje (13) ela está custando no mesmo local, vinte centavos mais caro. O Lápis preto Bic, de R$ 0,85 centavos quando foi feita a pesquisa, hoje (13) já custa R$1,00.

Isso mostra que mesmo com a lista em mãos, não há garantia de preços vão continuar os mesmo. Uma dica é pesquisar no dia da compra, em dois ou três lugares e comprar o que estiver mais barato em cada local.

É fundamental também levar em consideração a qualidade.

Muitas vezes produtos de qualidade inferior duram pouco tempo e acabam não valendo a pena, pois logo os pais ou responsáveis pelo aluno terão que repor o material.

As maiores variações de preço encontradas pela lista do Procon-Pr entre os dias 06 a 10 de janeiro, foram:

– Caderno Linha Scholl Basics Espiral 96 folhas – Marca Foroni – Variação: 232,22%

Maior Preço: R$ 19,90 (Saraiva)

Menor Preço: R$ 5,99 (Lojas Americanas)

Diferença: R$ 13,92

– Borracha Max Pequena 2 Unidades – Marca Faber Castell – Variação: 222,26%

Maior Preço: R$ 9,99 (Lojas Americanas)

Menor Preço: R$ 3,10 (Papelaria Universidade)

Diferença: R$ 6,89

– Giz de Cera Jumbo 15 Cores – Marca Faber Castell – Variação: 219,18%

Maior Preço: R$ 6,99 (Lojas Americanas)

Menor Preço: R$ 2,19 (Saraiva)

Diferença: R$ 4,80

– Apontador Simples 1 Unidade, Marca Molin – Variação: 148,75%

Maior Preço: R$ 2,50 (Casa China)

Menor Preço: R$ 0,99 (Lojas Americanas)

Diferença: R$ 1,51

– Lápis Preto Evolution HB2 C/Borracha 4 Unidades – Marca Bic – Variação: 148,75%

Maior Preço: R$ 14,90 (Saraiva)

Menor Preço: R$ 5,99 (Casa China)

Diferença: R$ 8,91

VARIAÇÕES – As variações de preços constatadas referem-se aos dias em que a coleta foi realizada, podendo ser diferentes dos preços praticados atualmente, já que estão sujeitos à alteração conforme a data da compra ou por descontos especiais concedidos, ofertas e promoções.

O comparativo de preços dos produtos foi realizado somente quando encontrados em mais de dois estabelecimentos.

Assim, a pesquisa mostra que 35 itens (entre cadernos, canetas, colas, giz de cera, lápis, massa de modelar, tesouras e tinta guache) registraram diferença acima de 100%.