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Compagas se reúne com TGB em busca de soluções para o mercado de gás

A Compagas (Companhia Paranaense de Gás) recebeu uma equipe técnica da TBG (Transportadora Brasileira Gasoduto Brasil-Bolívia), operadora do Gasbol em território nacional, para discutir soluções e oportunidades do mercado.

No workshop, os técnicos apresentaram a agenda da TBG para a oferta de capacidade de transporte de gás natural em 2020.

Além disso, conforme a Compagas, encontro também foi uma oportunidade para debater as soluções apresentadas pela transportadora para o Novo Mercado de Gás.

“Nesse contexto de abertura do Mercado de Gás Natural, que está sendo implementada no Brasil, fizemos essa reunião de trabalho com a TBG com o intuito de aproximar a distribuidora da transportadora”, afirmou o diretor técnico comercial da Compagas, Rafael Rodrigo Longo.

Além disso, o encontro entre Compagas e TBG abordou as chamadas públicas de oferta de capacidade de transporte de gás natural previstas para 2020.

*Com informações da AEN

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Criança é atacada por pitbull dentro de mercado no Paraná; VÍDEO

Uma criança de 10 anos foi atacada por um pitbull dentro de um mercado de Alto Paraná, na região norte do estado, a cerca de 60 km de Maringá. A ação foi registrada pelas câmeras do circuito interno do estabelecimento (assista ao vídeo abaixo). A Polícia Civil investiga o caso e começou a ouvir os envolvidos.

O ataque neste sábado (1º). A criança ficou levemente ferida e não precisou ser socorrida. No entanto, o cão da raça pitbull foi morto por um dos funcionários do mercado.

As imagens do circuito interno mostram que a criança corre para dentro do mercado no momento em que é seguida. A garota sobe em um dos caixas, mas o cachorro avança. O cão aparentemente morde a criança na altura das pernas. A ação dura poucos segundos e o pitbull é afastado após um dos funcionários do mercado acerta-lo com uma caixa.

De acordo com a Polícia Civil do Paraná, o dono do cachorro pode ser responsabilizado por lesão corporal culposa, quando não há intenção de ferir. Ele foi localizado e ouvido na delegacia. Conforme a polícia, ele prestou apoio à criança e à família.

Por meio de nota, a Polícia Civil do Paraná informou que o funcionário que matou o pitbull não será investigado. “Neste caso, entende-se que o responsável pela morte do cão agiu de forma necessária para garantir a segurança. Assim, não há ilicitude”, diz a nota.

A família da criança atacada pelo pitbull dentro do mercado de Alto Paraná, até a publicação da reportagem, ainda não havia representado o dono do cão às autoridades. Assista ao vídeo:

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Mudanças no mercado publicitário desafiam profissionais da área

Em meio à transição digital, o profissional formado em Publicidade e Propaganda vive um momento de desafios e estratégias. A mudança no mercado publicitário está demandando estratégias de comunicação integrada, em que o off-line e o online convergem para passar uma mensagem ao consumidor. Se antes uma propaganda era pensada apenas para a TV, hoje, ela tem que ser adaptada, também, para o meio digital.

Para a especialista em Big Data e Digital Strategist, Rebecca Lyrio, quem está entrando no mercado de trabalho como publicitário vai encontrar o desafio de manter-se equilibrado diante de um contexto que muda tão rápido.  “A pessoa que entra no mercado, hoje, precisa saber quais são as expectativas dela e entender que as coisas precisam de um tempo. Como a tecnologia hoje é muito acelerada, causa na gente aquela angústia. Então, acho que o grande desafio, hoje, é se manter atualizado. Porém, também é preciso manter o equilíbrio e a saúde mental”, comenta Rebecca.

Sobre a realidade do mercado de trabalho da Publicidade e Propaganda, Rebecca explica: “Fácil, o mercado não está. Mas há 30, 40 anos atrás, ele também era competitivo. Então nunca vai deixar de ser”.

Com a chegada de uma nova geração no mercado de trabalho, que anseia pela qualidade de vida, os modelos de trabalho para os publicitários passaram por mudanças, a exemplo do trabalho fora do escritório, o home office. “Hoje, você pode trabalhar home office, bem como trabalhar um período na sua empresa. Você pode ser autônomo ou empreendedor, que antes não eram tão possíveis”, sinaliza Lyrio.

A estudante do último período do curso de Publicidade e Propaganda da UniFTC, Andresa de Oliveira, 24, viu na profissão o desejo de trabalhar com o que gosta. A futura publicitária é fã de festas eletrônicas e descobriu, no seu hobby, uma oportunidade de contribuir para a divulgação desse segmento. “Escolhi trabalhar longe dos tradicionais escritórios e, atualmente, faço meu trabalho em casa, divulgando eventos nas mídias sociais”, declara.

Curiosidade: a celebração do dia do publicitário é comemorado em 1º de fevereiro. A data foi instituída em referência ao decreto de Lei nº 57.690, de 1º de fevereiro de 1966, criado com o objetivo de regulamentar a profissão de publicitário e agenciador de propagandas.

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Divulgação

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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Mercado reduz estimativa da inflação 2020 para 3,56%

As instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) reduziram a estimativa para a inflação este ano. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA – a inflação oficial do país) caiu de 3,58% para 3,56%. A informação consta no boletim Focus, pesquisa semanal do Banco Central (BC), que traz as projeções de instituições para os principais indicadores econômicos com base na expectativa do mercado.

Para 2021, a estimativa de inflação se mantém em 3,75%. A previsão para os anos seguintes também não teve alterações: 3,50% em 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está abaixo do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

INFLAÇÃO: CONTROLE DA SELIC

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente definida em 4,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

De acordo com as instituições financeiras, a Selic deve se manter em 4,5% ao ano até o fim de 2020. A manutenção da Selic, como prevê o mercado financeiro, indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação.

Para 2021, a expectativa é que a taxa básica suba para 6,25%. Para 2022 e 2023, as instituições estimam que a Selic termine os períodos em 6,5% ao ano.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

Atividade econômica

A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – variou de 2,30% para 2,31% para 2020. As estimativas das instituições financeiras para os anos seguintes, 2021, 2022 e 2023 continuam em 2,50%.

A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar está em R$ 4,05 para o fim deste ano e R$ 4,00 para 2021.

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Grupo é preso após tentar roubar caixa eletrônico em mercado de Curitiba

Quatro suspeitos foram presos durante a madrugada desta sexta-feira (18) após arrombarem um caixa eletrônico em um mercado do bairro Santa Felicidade, em Curitiba.

De acordo com a PMPR (Polícia Militar do Paraná), os homens agiram por volta das 2h30. Eles arrombaram o caixa 24 horas do estabelecimento com um maçarico e um pé de cabra, mas acabaram surpreendidos.

Os policiais foram alertados da ação após o disparo do alarme. Chegando rapidamente ao local, eles impediram o roubo e evitaram a fuga do grupo.

Os quatro indivíduos tentaram escapar pelo teto do mercado, mas foram detidos.

Um deles ainda foi baleado no pé, que acabou sendo encaminhado ao Hospital Evangélico antes de ir à delegacia.

Alemanha - Mercosul - União Europeia - Agronegócio - Brasil

Alemanha diz que próximos 18 meses serão cruciais para acordo Mercosul-UE

Após a série de atritos diplomáticos entre o governo brasileiro a lideranças europeias, a Alemanha prega pragmatismo e diz que os próximos 18 meses serão cruciais para superar lobbies e ratificar o acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia, cuja primeira versão foi aprovada no fim de junho.

O acordo é resultado de vinte anos de negociações e considerado fundamental no processo de abertura comercial da economia brasileira. As comemorações, porém, acabaram ficando em segundo plano pela crise diplomática gerada após o recrudescimento dos incêndios na Amazônia.

“Estamos diante de oportunidade histórica de avançar significativamente em nosso relacionamento e os próximos dezoito meses serão decisivos”, disse à reportagem o vice-ministro de Economia e Energia da Alemanha, Thomas Bareiss.

Um exemplo dos obstáculos pôde ser visto nesta quinta (19), quando o Parlamento da Áustria aprovou moção que obriga o governo daquele país a vetar a participação no acordo, usando como justificativa a postura do governo Bolsonaro em relação à floresta.

“É claro que há muitas tendências contra o livre comércio e a favor do protecionismo e isso nos preocupa”, afirmou Bareiss, que esteve esta semana no país para encontrar empresários alemães com negócios no Brasil e participar da 16º Conferência de Segurança Internacional do Forte de Copacabana.

A visita ocorre um mês após Bolsonaro sugerir que a chanceler alemã Angela Merkel usasse dinheiro do fundo Amazônia para reflorestar a Alemanha. Ele também atacou o presidente francês, Emmanuel Macron e ofendeu sua esposa, Michele, ao comentar com risadas um post no Twitter que a chamava de feia.

“Concordo que nas últimas semanas houve troca de mensagens que realmente não contribuíram muito”, disse o vice-ministro alemão, para quem “a necessidade de marcar posições diante do eleitorado” contribuiu para inflamar os discursos.

“Mas acho que faria muito mais sentido olharmos para o que temos em comum, focarmos nos fatos e ver do ponto de vista pragmático como se pode agir para que as coisas caminhem na direção correta”, completou. Antes de entrar em vigor, o acordo precisa ser ratificado por todos os países envolvidos.

A Alemanha é apontada como uma das maiores beneficiadas pelo acordo, que reduzirá tarifas para a troca de bens e serviços entre os dois blocos comerciais. Já a França sofre com pressões internas de sua agroindústria, que teme perda de mercado para produtos do Mercosul.

Ele defende que o Mercosul não se beneficiará apenas com a abertura de mercados agrícolas, mas poderá aproveitar complementariedades com a indústria europeia e experimentará crescimento nos investimentos europeus.

“Sei que o Brasil tem uma indústria metal-mecânica forte e de relevância. Outro ponto importante é a eficiência energética e geração de energia renovável. O Brasil está entre os líderes na produção de etanol e biomassa”, argumentou.

Na sua opinião, o desaquecimento da economia europeia não será empecilho à aprovação do acordo nos países do continente, caso os governos sejam convencidos de que a abertura de novos mercados pode representar “um propulsor” para o reaquecimento.

Bareiss minimizou acusações de interferência estrangeira na Amazônia -uma das críticas de Bolsonaro a Macron- embora acredite que os termos do acordo, que prevê comprometimento com o combate ao desmatamento e poluição, aumentarão os controles sobre a proteção à floresta.

“Sabemos que tanto na Alemanha quanto em toda a Europa a Amazônia é considerada o pulmão verde do mundo. Olhando para essa imagem fica óbvio porque as pessoas se interessam tanto na conservação da floresta”, comentou.

“Mas eu não sou partidário de forma alguma de que sejam emitidas recomendações e orientações sobre o que deve ser feito aqui no Brasil”, afirmou. “A floresta amazônica é brasileira, faz parte do território brasileiro. Não estamos mais na época do colonialismo, essa fase ficou para trás.”

Com uma metáfora futebolística, diz que a Alemanha costuma ser criticada pelo jogo “um tanto chato, entediante e pragmático demais”, características que poderiam se aplicar também à política local. “Tanto no Brasil como na França, política é questão muito emotiva e que desperta paixões.”

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Equador abre mercado para importação de bovinos vivos do Brasil

O Equador autorizou, na última quarta-feira (11), a importação de bovinos vivos do Brasil. De acordo com o Ministério da Agricultura e Abastecimento (Mapa), as autoridades equatorianas aceitaram o Certificado Zoosanitário Internacional proposto pelos brasileiros. A negociação começou em 2014, segundo a pasta.

Em 2018, o Brasil exportou US$ 535 milhões em bovinos vivos, para todos os continentes, além de US$ 6,5 bilhões em carne bovina.

Conforme o Mapa, a exportação de animais vivos diversifica a pauta exportadora brasileira e oferece uma alternativa para os produtores rurais de todo o país.

“O avanço do Brasil no mercado de bovinos vivos é um testemunho do alto padrão genético e da qualidade dos animais brasileiros e um reconhecimento da confiança internacional na defesa agropecuária brasileira”, afirmou o Ministério em nota.

Mercado corta projeção de PIB para 2020 e reduz a da inflação em 2019

O mercado financeiro reduziu sua estimativa de crescimento da economia brasileira em 2020 para 2,07%, ante os 2,10% registrados na semana passada, segundo dados do Boletim Focus do Banco Central divulgados nesta segunda (9). A projeção para a inflação também foi cortada pela quinta semana consecutiva.

No sábado, o jornal Folha de S.Paulo mostrou que alguns dos principais bancos do país, como Itaú e Bradesco, e consultorias já estimam que a alta do PIB (Produto Interno Bruto) não deverá chegar nem a 2% no próximo ano, com o país chegando ao quarto ano de crescimento pífio.

Neste ano, o PIB deve subir 0,87%, projeção estável na comparação com a semana anterior. Com a economia anêmica, o mercado também cortou suas projeções para o avanço da inflação. O IPCA (indicador oficial) deve fechar no ano em 3,54%, ante 3,57% previstos uma semana antes. Houve ainda um corte nas estimativas para o próximo ano, de 3,90% para 3,81%.

É o quinto corte consecutivo na projeção para a inflação e o menor patamar de projeção em um ano. A redução de estimativas ocorre mesmo em um cenário de alta do dólar e queda da taxa de juros, mostrando a dificuldade de recuperação da economia.

As previsões para a taxa Selic, atualmente em 6% ao ano, não foram alteradas. Analistas ouvidos pelo Banco Central esperam que ela termine o ano em 5% e 2020, a 5,25%. Essa é a mediana das projeções. O Bradesco, porém, estima que a taxa cairá a 4,75% e deverá permanecer nesse patamar até o final do próximo ano.

Com a mudança na taxa de juros e os choques vindos do exterior (com a guerra comercial travada entre Estados Unidos e China e a piora na situação da Argentina), a taxa de câmbio pode terminar o ano em patamar mais elevado.

Neste ano, a expectativa é de R$ 3,87, ante os R$ 3,75 de quatro semanas atrás, antes das eleições primárias argentinas mostrarem uma vantagem para a volta da chapa kirschnerista ao poder. Para o fim de 2020, o câmbio foi estimado em R$ 3,85, ante R$ 3,80 de um mês antes.

A queda do dólar tampouco deve favorecer a indústria brasileira. Analistas passaram a estimar queda na produção industrial neste ano, ainda que tenham elevado a previsão de crescimento para 2020.

Desde o dia 3 de setembro, quando o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou que a indústria encolheu em julho, economistas passaram a revisar as suas projeções. Agora, eles esperam uma queda de 0,29% neste ano, ante alta de 0,08% uma semana antes. Neste indicador, contudo, opinaram apenas 17 economistas. Para o próximo ano, a projeção é de alta de 2,75%, ante 2,50% uma semana antes. Neste caso, 14 analistas apresentaram suas estimativas.

Copel tem crescimento de 1,4% no mercado fio no 2º trimestre

A venda de energia no mercado fio da Copel teve aumento de 1,4% no segundo trimestre, na comparação com o mesmo período de 2018. Já em junho, a empresa teve crescimento de 1,7% na comparação com o mesmo mês do ano passado.

O mercado fio é composto pelo mercado cativo, pelo suprimento a concessionárias e permissionárias no Paraná e pelos consumidores livres na área de concessão da empresa.

A alta ocorreu principalmente em função do crescimento de 9,6% no consumo do mercado livre, resultado do avanço da produção industrial do Estado. Somente em maio a produção industrial do Paraná teve uma alta de 27,8%.

Segundo o presidente da Copel, Daniel Slaviero, o total de energia vendida pela empresa, composto pelas vendas da Copel Distribuição, Copel Geração e Transmissão, dos Complexos Eólicos e da Copel Comercialização em todos os mercados, atingiu 11.995 GWh no segundo trimestre de 2019, representando um crescimento de 10,3%.

Mercado reduz projeção de crescimento da economia pela 14ª vez

A estimativa do mercado financeiro para o crescimento da economia caiu pela 14ª vez seguida. É o que mostra o boletim Focus, do Banco Central (BC), divulgado hoje (3) em Brasília.

A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – desta vez foi reduzida de 1,23% para 1,13%.

Para 2020, a projeção foi mantida em 2,50%, assim como para 2021 e 2022.

Inflação

A estimativa de inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu de 4,07% para 4,03% este ano, foi mantida em 4% para 2020, e em 3,75% para 2021 e 2022.

A meta de inflação de 2019, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 4,25% com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%.

A estimativa para 2020 está no centro da meta: 4%. Essa meta tem intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Para 2021, o centro da meta é 3,75%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. O CMN ainda não definiu a meta de inflação para 2022.

Taxa básica de juros

Para controlar a inflação, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic. Para o mercado financeiro, a Selic deve permanecer no seu mínimo histórico de 6,50% ao ano até o fim de 2019.

Para o fim de 2020, a projeção permanece em 7,25% ao ano. Para o fim de 2021, a previsão foi mantida em 8% ao ano e para o final de 2022, segue em 7,50% ao ano.

A Selic, que serve de referência para os demais juros da economia, é a taxa média cobrada nas negociações com títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, registradas diariamente no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic).

A manutenção da Selic este ano, como prevê o mercado financeiro, indica que o Copom considera as alterações anteriores nos juros básicos suficientes para chegar à meta de inflação.

Ao reduzir os juros básicos, a tendência é diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo.

Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de ficar acima da meta de inflação.

Quando o Copom aumenta a Selic, a meta é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Dólar

A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar permanece em R$ 3,80 no fim de 2019 e de 2020.