Dengue Mortes Aedes aegypti Paraná Ciclo Epidemiológico 2018 2019 Foto Marcos Santos Divulgação USP Imagens

Mortes por dengue aumentam mais de 1.000% em um ano no PR

O ciclo epidemiológico da dengue chega ao fim com o registro de 23 mortes no Paraná. De agosto do ano passado até julho deste ano, 22.946 casos foram confirmados. O ciclo que termina foi mais intenso do que o anterior (2017/2018), quando houve 992 casos e apenas duas mortes relacionadas às doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.

O aumento expressivo dos dados (+ 1.050% no número de mortes e + 2.213% no número de casos confirmados) pode ser explicado, em parte, pela circulação de outros tipos do vírus da dengue no Paraná. Há pelo menos quatro variações de sorotipos, identificados pelas siglas DEN-1, DEN-2, DEN-3, DEN-4.

As pessoas infectadas pela dengue criam imunidade ao sorotipo que foram expostas. No entanto, quando entram em contato com uma variação do vírus, podem desenvolver a forma mais grave da doença. Por esse motivo, a Secretaria da Saúde do Paraná (Sesa) alerta para a possibilidade dos números aumentarem no ciclo 2019/2020.

“O risco é alto devido à circulação do novo sorotipo do vírus da dengue [DEN-2]. Pessoas infectadas por subtipos diferentes em um período anterior podem evoluir para formas mais graves da dengue”, explica o médico epidemiologista Enéas Cordeiro de Souza Filho.

” Por isso, reafirmamos que este é o momento da eliminação dos criadouros “, completa.

Combate ao Aedes aegypti

Lixo e entulho são perigosos criadouros do mosquito Aedes aegypti. Foto Divulgação USP Imagens
Lixo e entulho são perigosos criadouros do mosquito Aedes aegypti. (Foto: Divulgação/USP Imagens)

Devido ao avanço da dengue no Paraná, a Secretaria da Saúde do Paraná (Sesa) reforça a campanha de combate ao mosquito Aedes aegypti – que também é o vetor de doenças como zika e febre chikungunya.

“Os ovos do mosquito permanecem ‘viáveis’ por até 450 dias. No momento em que encontram as condições ideais, como o aumento das temperaturas na mudança para a próxima estação, eclodem, se transformam em larvas e depois em mosquitos”, explica a coordenadora da Divisão de Vigilância Ambiental da Sesa, Ivana Belmonte.

Por isso, segundo ela, as ações de combate aos criadouros devem acontecer durante todo o ano – e não apenas as estações mais quentes. Todo lugar que pode acumular água deve ser investigado, limpo e protegido. A orientação é para que as inspeções caseiras sejam feitas pela população todas as semanas.

Dados consolidados da Dengue, Chikungunya e Zika

O ciclo epidemiológico da dengue chega ao fim com 22.946 casos confirmados, sendo 22.360 autóctones – ou seja, contraídos dentro do próprio município. 23 pessoas morreram devido a complicações da doença.

De agosto de 2018 até julho de 2019 foram 91.252 notificações de dengue no Paraná, contra 21.678 nos doze meses anteriores. O salto foi de 320%.

Neste ciclo também foram registrados 29 casos de febre chikungunya, contra 60 registros nos doze meses anteriores. O recuo foi de 51%.

Em relação ao zika vírus, o Paraná teve cinco confirmações entre agosto de 2018 e julho de 2019. No período anterior, nenhum caso havia sido registrado.

gripe boletim mortes paraná foto ilustração

Com mais quatro vítimas, gripe já matou 87 neste ano no PR

Mais quatro pessoas morreram por complicações relacionadas à gripe no Paraná, de acordo com o boletim semanal divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). Desde janeiro, 87 pessoas já perderam a vida pelo Influenza.

As vítimas recém-confirmadas viviam nas cidades de Curitiba, Morretes (litoral), Guarapuava (centro) e Foz do Iguaçu (oeste). Ao todo, mortes já foram confirmadas em 37 municípios diferentes.
De acordo com os dados novos, divulgados nesta quarta-feira (24), também houve avanço de 7,95% no número de confirmações da doença: eram 415, agora são 448 casos.

Os sintomas da gripe são: febre, tosse, dor de garganta, dor de cabeça e dores no corpo.

A orientação para pessoas que apresentem esse quadro é procurar atendimento o mais rápido possível. Para fazer o tratamento adequado é ideal começar no máximo 48 horas depois da manifestação dos sintomas.

Pessoas que apresentam esse quadro devem procurar atendimento o mais rápido possível, no máximo em até 48 horas, para o início de tratamento adequado.

“A gripe não é uma doença simples como muitos consideram. A influenza pode provocar complicações, como a pneumonia, principalmente nas faixas etárias extremas, ou seja, crianças e idosos”, explica o chefe da Divisão de Vigilância de Doenças Transmissíveis, Renato Lopes.

“Na terceira idade, além da imunidade baixa, a gripe pode se associar a outras doenças”, completa.

Prevenção contra a gripe

A Secretaria de Estado da Saúde reforça a importância em adotar boas práticas que podem ajudar na prevenção à gripe. Entre as medidas estão: higienizar as mãos com frequência, beber líquido, não compartilhar objetos de uso pessoal, como copos e talheres, e cobrir o nariz e a boca ao tossir ou espirrar.

A Sesa alerta, ainda, que a gripe é uma doença doença respiratória aguda de transmitida de pessoa a pessoa, principalmente pela tosse ou espirro. Na presença dos sintomas (inflamação na garganta, febre, tosse, dores no corpo, fadiga e calafrios), o paciente deve procurar uma unidade de saúde para avaliação e medicação.

Aumenta o número de mortes no trânsito de Curitiba; veja o ranking das vias que mais sofrem acidentes

32 pessoas morreram no trânsito de Curitiba durante o primeiro semestre de 2019. O aumento é de 28% quando comparado ao mesmo período do ano passado, quando foram registrados 25 óbitos. Os números foram divulgados nesta sexta-feira (19), em balanço do Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran).

Além disso, o número de acidentes também cresceu. Foram registradas 2.993 ocorrências neste ano, contra 2.849 no ano passado.

Na comparação dos primeiros semestres, as ocorrências de acidentes com vítimas aumentaram 8,04%. O número saltou de 1.237 subiu para 2.082 casos. O número de feridos cresceu 2,98% – foram 2.385 vítimas nos primeiros seis meses deste ano e 2.316 no mesmo período do ano anterior.

Para o tenente Rafael Kowalski, do BPTran, duas causas geraram esse crescimento: a falta de bom senso aos motoristas e o respeito às leis de trânsito. “Investimos em educação no trânsito, mas, ainda assim, acompanhamos casos em que a imprudência e a negligência estão presentes na conduta das pessoas, ocasionando acidentes e tragédias familiares”, conta.

O levantamento ainda levou em conta que o número da frota aumentou. A cidade ‘ganhou’ 18 mil veículos na comparação entre os períodos analisados.

MORTES E ACIDENTES

O balanço também divulgou o ranking das vias que mais sofrem com acidentes na capital paranaense. A novidade é a presença da Avenida Comendador Franco, conhecida por Avenida das Torres, que entrou no segundo lugar da lista.

Foram 57 acidentes, superando a Avenida Visconde de Guarapuava, com 48. Por fim, a Avenida Marechal Floriano Peixoto seguiu na liderança do ranking, com 63 ocorrências.

Segundo o tenente Kowalski, a extensão das vias e o tráfego intenso resultam no alto número de acidentes. “São motos, ônibus do transporte coletivo, táxis, motoristas de aplicativos de transporte privado disputando cada espaço com a ideia de perder o menor tempo possível no trânsito”, completa Kowalski.

Confira as listas de 2018 e 2019:

2018

Avenida Marechal Floriano Peixoto – 108 acidentes

Avenida Juscelino Kubitschek de Oliveira – 101 acidentes

Avenida Visconde de Guarapuava – 87 acidentes

2019 

Avenida Marechal Floriano Peixoto – 63 acidentes

Avenida Comendador Franco – 57 acidentes

Avenida Visconde de Guarapuava – 48 acidentes.

febre amarela dados consolidados paraná Foto Fernanda CarvalhoFotos Públicas

Febre Amarela: ciclo é encerrado com uma morte e 17 casos confirmados

O ciclo 2018-2019 da Febre Amarela terminou em junho com uma morte e 17 casos confirmados no Paraná. Ao todo, foram 480 notificações da doença no estado. Os dados consolidados foram divulgados nesta quinta-feira (04).

Segundo o Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), as regiões mais afetadas foram Paranaguá, Curitiba e Ponta Grossa, mas as notificações aconteceram em todo o Paraná.

O período sazonal da doença, estipulado pelo Ministério da Saúde, considera os dados registrados entre o dia 1.º de julho de 2018 e 30 de junho de 2019.

“O monitoramento da doença segue em todas as regionais, tanto dos casos de febre amarela em humanos como das epizootias, que registram os casos em macacos”, afirma a coordenadora de Vigilância Epidemiológica, Acácia Nasr.

Segundo a Sesa, a vacinação também continua disponível.

“A população não pode se descuidar. A febre amarela é uma doença infecciosa grave, transmitida por um mosquito, e a melhor forma de prevenção é a vacina”, alerta a médica.

Febre Amarela em animais

As chamadas epizootias – confirmações da doença em animais – encerraram o ciclo sazonal da Febre Amarela com 49 casos registrados em 73 municípios diferentes.

O Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública (Coes), destaca que os macacos não transmitem a febre amarela. Vítimas, assim como humanos, os primatas são considerados sentinelas aliados para o sistema de vigilância.

“O óbito de macacos em determinada área é um dos principais indícios de circulação do vírus em regiões de matas e florestas, servindo como um alerta para as autoridades de saúde adotarem medidas de prevenção, com a vacinação dos moradores”, explica a enfermeira Laurina Tanabe, do Coes.

Incentivo à vacinação

Ao divulgar os dados consolidados da Febre Amarela no Paraná, a Sesa reforça o apelo para que a população busque a imunização — considerada a forma mais eficiente de prevenção. As vacinas são aplicadas dentro da faixa etária de 9 meses até 59 anos, 11 meses e 29 dias. A imunização acontece com única dose da vacina.

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Gripe mata mais oito pessoas em uma semana no Paraná

O novo boletim da gripe, divulgado nesta quarta-feira (19) pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), confirma oito mortes pela doença na última semana. Com os dados atualizados, o número de óbitos chegou a 59 desde o início do ano.

Dois casos foram registrados em Foz do Iguaçu, na região oeste, município mais afetado pela doença. As outras mortes da semana foram confirmadas em Curitiba, Pinhais, Itaperuçu, Antonina, Cascavel e Cornélio Procópio.

O informe semanal do vírus Influenza também confirma 263 casos da doença no Paraná. O número representa um aumento de 24% em relação à semana passada, quando havia 212 casos de gripe no estado.

Vacinas da gripe ainda estão disponíveis

De acordo com um levantamento do Ministério da Saúde, ainda há 300 mil doses da vacina contra a gripe disponíveis gratuitamente na rede pública. Elas são oferecidas nas unidades municipais de saúde. Em Curitiba, no entanto, a população já esgotou os estoques.

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe terminou em maio. O Paraná não atingiu a meta estipulada pelo governo federal, que era imunizar ao menos 90% das pessoas que formam os grupos prioritários.

Desde o início deste mês as doses remanescentes da campanha foram disponibilizadas para toda a população.

Por meio de nota, nesta semana, o Ministério da Saúde informou que “não haverá envio de doses extras da vacina Influenza e desta forma as atividades de vacinação da população geral deverão ocorrer somente naquelas localidades nas quais houver saldo da vacina”.

Prevenção contra a gripe

Além da vacina, a Secretaria de Estado da Saúde reforça boas práticas que podem ajudar a combater a doença. Entre as medidas preventivas estão: higienizar as mãos com frequência, beber líquido, não compartilhar objetos de uso pessoal, como copos e talheres, e cobrir o nariz e a boca ao tossir ou espirrar.

A Sesa alerta, ainda, que a gripe é uma doença doença respiratória aguda de transmitida de pessoa a pessoa, principalmente pela tosse ou espirro. Na presença dos sintomas (inflamação na garganta, febre, tosse, dores no corpo, fadiga e calafrios), o paciente deve procurar uma unidade de saúde para avaliação e medicação.

Paraná já registra 13 mortes por dengue

A Secretaria de Estado da Saúde confirmou nesta terça-feira (14)  mais três mortes causadas pela dengue no Paraná. De acordo com o último boletim epidemiológico, uma mulher de 51 anos e um homem de 65 anos morreram no município de Loanda. A terceira vítima fatal é de Londrina, um senhor de 71 anos.  Com isso, subiu para 13 o número de mortes provocadas pela dengue em todo o estado.

Os 10 casos anteriores aconteceram nos municípios de Londrina (5), Cascavel (3) e Maringá (2).

Na semana passada, médicos da Secretaria da Saúde percorreram as regionais de Paranavaí, Irati e Telêmaco Borba para capacitação de equipes que atuam na assistência de saúde. Desde o início do ano, o Setor de Doenças Transmitidas por Vetores vem orientando médicos e enfermeiros sobre o diagnóstico e o manejo clínico da dengue.

A capacitação já foi ministrada nas cidades sedes de 15 das 22 Regionais de Saúde e em municípios com grandes índices de infestação, envolvendo mais de 2 mil profissionais.

Na cidade de Loanda, por exemplo, que além dos dois óbitos tem 163 casos confirmados de dengue, a capacitação abrangeu as equipes da Secretaria Municipal da Saúde, com visitas técnicas nas Unidades Básicas e Hospital Municipal para formatação de fluxos de atendimento e treinamento de equipes para a identificação de criadouros do mosquito transmissor da doença.

“Mas nenhuma ação terá sucesso se não contarmos com a participação da população na eliminação dos focos”, afirma o secretário da Saúde, Beto Preto.

O médico José Carlos Leite, do Setor de Doenças Transmitidas por Vetores, afirma que a equipe que percorreu as regionais detectou muitos problemas. “Criadouros e focos do mosquito Aedes aegypti estão nos quintais e terrenos baldios, nos pontos de acúmulo de lixo, nos recipientes com água parada e, ainda, nos pratinhos dos vasos de planta que também acumulam água parada, inclusive dentro das residências”, disse ele.

Segundo o médico, a eliminação dos criadouros é a medida mais efetiva para acabar com a dengue. “Enquanto não acabarmos com os focos, os ovos depositados continuarão se transformando em larvas, e as larvas em mosquitos transmissores da dengue, da chikungunya e da zika vírus”.

O mais grave, afirma José Carlos Leite, é que os ovos permanecem vivos por mais de um ano. E assim que recebem um pouco de água, se transformam no mosquito. Por isso é importante que a população faça um esforço concentrado para a eliminação do vetor.

O veneno ajuda, mas não resolve o problema da proliferação, pois apenas elimina o mosquito que está na fase adulta. As larvas que se transformarão no mosquito só acabam mesmo com a remoção do criadouro, do lixo e do acúmulo de água parada.

O boletim divulgado nesta terça-feira totaliza 6.772 casos confirmados de dengue no Paraná, 834 casos a mais que na semana passada, que contava 5.938 casos. Os casos confirmados estão em 203 municípios. Os municípios com maiores índices de incidência são Japurá, Francisco Alves, Porto Rico, Leópolis, Uraí, Lupionópolis, Arapuã, Loanda, Itambé, Santa Mariana e Terra Roxa.

A médica veterinária do centro de Vigilância Ambiental da Secretaria da Saúde, Ivana Belmonte, alerta ainda para os fatores climáticos. “Não podemos relaxar no controle em função da chegada dos dias frios. Os criadouros devem ser eliminados a todo momento, pois resistem por muito tempo, e a qualquer virada do tempo os ovos vão eclodir, virar larva e depois mosquito. Eliminar os focos é a recomendação que transmitimos diariamente. Em momento algum podemos relaxar no combate contra a dengue”, enfatiza a veterinária.

Sobe para 8 o número de mortes causadas pela dengue no Paraná

A Secretaria de Saúde do Estado divulgou nesta terça-feira (30) um novo boletim epidemiológico com dados atualizados sobre a dengue. Mais três casos de mortes causadas pela doença foram confirmadas em  Londrina, Maringá e Cascavel. Ao todo, oito pessoas morreram por conta da dengue no Paraná.

“A Secretaria da Saúde mantém em sua rotina a orientação sobre medidas preventivas além de trabalhos técnicos junto aos municípios”, afirmou o secretário Beto Preto. “Mas, um trabalho fundamental neste momento é o de cada cidadão, mantendo a própria casa livre dos focos e criadouros; esta é nossa missão diante da gravidade da dengue; o alerta é para toda comunidade, em todas as cidades e em todos os bairros”, acrescentou o secretário.

O Setor de Doenças Transmitidas por Vetores, da Secretaria, promoveu cursos e palestras sobre manejo clínico da dengue em 11 Regionais de Saúde, abrangendo os municípios com maior registro de casos, e atingiu 1.870 médicos e enfermeiros das redes de assistência municipal e privada.
Na semana que vem a Secretaria fará a capacitação nas Regionais de Saúde de Irati, Paranavaí, Telêmaco Borba e Jacarezinho.
NÚMEROS DA DENGUE – São 4.970 casos confirmados no Paraná, com 779 casos a mais que na semana passada. Deste total, 4.782 são autóctones, ou seja, foram contraídos na cidade onde a pessoa reside, e 188 são casos considerados importados, o que significa que a pessoa pegou dengue fora da cidade onde mora.

O boletim semanal mostra também aumento do número de municípios com casos confirmados: eram 170 e agora são 181. Notificações e casos em investigação foram registrados em 319 cidades.

INCIDÊNCIAS – Os municípios com maior número de casos confirmados são Londrina, com 762, Foz do Iguaçu, com 431, e Japurá, com 338. Classificados em situação de risco de epidemia são 78 municípios paranaenses.
“Lembramos mais uma vez à população que a eliminação de focos do mosquito é a principal forma de combate à dengue; se não tem foco do Aedes aegypti não tem doença grave e por isso a importância do envolvimento de toda comunidade na prevenção”, ressaltou o médico Enéas Cordeiro de Souza Filho, do setor de doenças transmitidas por Vetores da Secretaria da Saúde.

Com dados da Agência Estadual de Notícias

Aumentam em 150% as mortes por afogamento no litoral do PR

As mortes por afogamento no litoral do Paraná tiveram um aumento de 150% durante a Operação Verão. O comparativo foi feito em relação ao mesmo período da operação anterior. Ao todo, 15 pessoas perderam as vidas afogadas, conforme o Corpo de Bombeiros.

O Corpo de Bombeiros informou foram nove mortes em trechos de mar sem a presença de guarda-vidas; três em rios; duas em piscina; e uma em baía.

A Operação Verão 2018/2019 teve 24 dias a mais do que a edição anterior, quando foram registradas seis mortes por afogamento.

Um balanço geral da operação, que encerrou neste domingo (10), deve ser divulgado nos próximos dias.

15ª morte

A 15ª morte foi registrada no último sábado. Um jovem de 18 anos morreu por afogamento no balneário Junara, em Matinhos. Ele estava em uma faixa não protegida por guarda-vidas quando se afogou.

 

Número de mortes em confrontos policiais cresceu 18,9% no Paraná

Com informações do MP-PR

O número de em confrontos com policiais cresceu 18,9% entre 2017 e 2018, segundo dados divulgados pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Uma das atribuições da unidade do Ministério Público do Paraná é o controle externo da atividade policial.

Durante todo o ano de 2018, foram 327 mortes, 52 a mais do que em 2017.

Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (17) e também mostram que, no segundo semestre de 2018, houve 148 mortes nestas situações, o que representa um aumento de 13% em relação ao mesmo período do ano anterior (131 casos).

Entre essas mortes, 141 aconteceram em confronto com policiais militares e sete em confrontos com policiais civis. Não houve mortes em enfrentamentos com as Guardas Municipais.

No ano todo, 312 mortes aconteceram em confrontos com policiais militares, 12 em confrontos com policiais civis e três com guardas municipais.

Mortes em confrontos com policiais (por semestre) – 2015 a 2018

Mortes em confrontos com policiais em 2018 (mês a mês)

Cidades com maior número de mortes em confrontos com policiais em 2018

Violência bate recorde

O Brasil teve um aumento significativo no número de mortes, somando 63.880 casos, em 2017. Ao mesmo tempo, a letalidade policial cresceu 20% em um ano. Foram 5.144 pessoas mortas por policiais em serviço ou de folga em 2017.

Os dados fazem parte da 29ª edição do Relatório Mundial de Direitos Humanos, divulgado nesta quarta-feira (16) pela Human Rights Watch (HRW). São estudados os dados de mais de 90 países para a elaboração do documento.

Explosão de dinamite provocou tragédia em Curitiba no ano de 1976

 

Em setembro de 1976, o estrondo de uma explosão foi ouvido em toda a cidade. Um caminhão, que transportava uma tonelada e meia de dinamite,  pegou fogo e depois explodiu, deixando dois mortos e dezenas de feridos no bairro Cabral.

O jornalista Ney Hamilton foi um dos primeiros a chegar. Ele trabalhava no Instituto de Biologia (Depois Tecpar) , que ficava na Rua dos Funcionários, a uma dez quadras.  Com o estrondo os vidros do laboratório cairam no chão.

Ele foi ver o que tinha acontecido, pensando ser uma queda de avião. Mais perto, pela coluna de fumaça, imaginou ser a explosão de um posto na Avenida Munhoz da Rocha. Ficou impressionado pelo numero pássaros mortos ao longo do caminho. E com os vidros de casas que quebraram, a quase um quilometro, em ondas de maior ou menor intensidade.

No local o caminhão em pedaços não era mais identificado, havia uma cratera e um pedestre morto, atingido por parte do motor do caminhão. Ao redor as casas de madeira estavam destruídas ou destelhadas, e os fios de luz estavam no chão. Parte do motor do caminhão foi parar em cima da marquise da Fábrica de Biscoitos Lucinda, que ficava a mais de 100 metros do local da explosão. A tragédia só não teve mais vítimas porque o motorista e o ajudante do caminhão viram o fogo,  e sairam gritando para alertar os moradores. Veja mais detalhes no vídeo abaixo.

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Vídeo da Band Paraná sobre o caso.

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